OLYMPIQUE LYONNAIS 2×0 REAL MADRID

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Coupet; Réveillère, Cris, Müller (Caçapa) e Abidal; Toualan, Tiago e Juninho; Govou, Fred e Malouda. À espera de uma vaga ou lesionados atualmente estão Clèrc, Källstrom, Wiltord e Carew. O técnico é o campeão da edição 2004/2005 da Champions, Gèrard Houllier.

O Olympique Lyonnais está brigando por dois títulos inéditos: primeiro, para ser o primeiro hexacampeão francês. Depois, para, finalmente, conquistar a Europa com o excelente futebol que a França já está careca de saber como é.

Na competição doméstica, o Lyon é líder em pontos ganhos e vice-líder pelo saldo de gols, em uma disputa que promete ser ponto a ponto e gol a gol até o final da temporada em maio de 2007. E na Champions, um início vitorioso quase idêntico ao da temporada 2005/2006: mais uma vez, derrotou com larga vantagem ao todo-poderoso Real Madrid no belíssimo estádio Gerland.

Não houve nenhum jogador expulso e nenhuma marcação equivocada da arbitragem: o 2×0 saiu baratíssimo para os madridistas, apesar da mudança de fotografia e da volta do exigente e multicampeão Fabio Capello no comando técnico da equipe.

Qual o único ponto positivo do Real Madrid durante os mais de 90′ de jogo em Lyon? Apenas uma tentativa de cabeceio por intermédio do sempre fraco zagueiro Sergio Ramos no final do 2º tempo. Ele não apenas bateu o goleiro Coupet e venceu a zaga francesa na impulsão como, livre, conseguiu a proeza de direcionar a bola pelo lado da trave! Mais: quem estava bem posicionado e que foi atrapalhado por Ramos foi o atual goleador do campeonato espanhol e contratação mais valiosa do Madrid para a temporada: o centroavante holandês Ruud Van Nistelrooy. Ele foi o único jogador que ainda tentou alguma coisa, apesar de isolado e de ter recebido pouquíssimas bolas durante a partida inteira.

Agora, sim, compreendo perfeitamente por que o lateral-esquerdo Abidal, o meia Florent Malouda e o atacante Sidney Govou (além do goleiro Gregoire Coupet e do atacante reserva Sylvain Wiltord) foram convocados para serem vice-campeões mundiais com mérito de campeões na Alemanha pelo bom porém extravagante técnico Raymond Domenech: Abidal é duro mas leal, alto mas não “mongo”, tem reflexo apuradíssimo e seu passe é tão perfeito como as qualidades do fantástico volante Patrick Vieira (Internazionale/ITA); Malouda joga bem mais solto e por uma faixa de campo muito menos restrita do que nos Bleus, arrematando bem de fora da área e fazendo combinações de jogadas irresistíveis com Juninho, Fred e Govou. Malouda dribla bem e é um jogador muito inteligente com a bola nos pés, merecendo vestir a camisa nº10 que já pertenceu a gênios como Michel Platini e ZInedine Zidane. Finalmente, o atacante pela direita, que está sempre bem colocado.

Sei que não existe o “se”. Contudo, acredito que se o técnico da França fosse Gèrard Houllier, a França poderia ter vencido – e bem – a Itália na final da Copa: o que faltou a esses jogadores do Lyon na Copa foi sentirem-se emocionalmente ilvres para terem coragem de ousar taticamente, sem precisar depender tanto de Vieira, Zidane ou de Ribèry. Por outro lado, o problema poderia nem ser Domenech, pois com ele a mesma França destroçou a Itália na revanche pela fase preliminar da EURO 2008 por sonoros 3×1.

Voltando ao jogo, apesar de já ter visto o volante português Tiago jogar bem e marcar um golaço pela mesma Champions na temporada passada contra o Milan, desta vez ele também me convenceu de que é um ótimo jogador e que até mesmo Felipão não consegue tirar todo o leite possível de seu pupilo. Méritos para Houllier, que consegue fazer toda essa gente jogar.

Outro que está sobrando e que está provando amadurecer a cada dia e também que não é um mero goleador grandalhão e oportunista é o brasileiro Fred. Aqui, ele toca a bola, distribui na entrada da área, se apresenta sempre em ótimas condições para receber e concluir, dribla curto como no futsal dentro da área e tem muita classe.

Quanto ao ótimo Juninho Pernambucano, esse não precisa de apresentações: é craque e gênio. Só teve o azar de ser contemporâneo de Ronaldinho e Kaká na Seleção. Ninguém neste planeta tem, hoje em dia, o aproveitamento que ele tem em cobranças de falta. E, de fora da área, provavelmente apenas Kaká e o tcheco do Arsenal/ENG Tomas Rosicky sejam mais precisos do que ele. Juninho é o líder do time e tem um estilo low profile que encanta a todos.

Sabem quantas cobranças de falta de Juninho foram no gol de Casillas? CINCO! Sabem quantos chutes Fred deu a gol? DOIS: o primeiro entrou, encobrindo Casillas em um golaço, após lançamento de Malouda da meia-esquerda que encobriu o zagueiro Fabio Cannavaro (de péssima atuação). Foi uma falha de posicionamento básica do capitão da Azzurra, o primeiro a erguer a taça do tetra italiano.

Beckham? NULO. Raúl? NULO. Roberto Carlos? Limitou-se a marcar – e mal, só pra variar. O Real Madrid foi tão envolvido que até mesmo sua consagrada dupla de cães de guarda, o brasileiro Emerson, o “Puma de Pelotas” e o ex-Lyon Diarra sequer foram capazes de fazer os merengues saírem jogando.

Como Roberto Carlos vai e não volta, Diarra não pode se desdobrar em dois para fazer a sua parte na contenção dos zagueiros e cobrir o lateral ausente ao mesmo tempo. Pelo outro lado, Cicinho, que deve mesmo ir para a Roma em troca de Mancini, também se mandava demais e dava muito trabalho para Emerson e Cannavaro. Por outro lado, Cicinho não chegou a ser um desastre, pois ele foi o melhor do time na segunda etapa no apoio, quando o Olympique Lyonnais já estava administrando o resultado.

Pra não dizer que o Lyon é perfeito, não gosto de nenhuma das alternativas para a lateral-direita: Révellière é muito ruim e Clèrc é bom apenas no apoio. Também não gosto de Cris, apesar dele ser idolatrado e mais regular no clube do que na Seleção. Mas a perfeição no futebol definitivamente não existe.

Na próxima rodada, daqui a duas semanas, vai haver o choque dos líderes na Romênia, quando o surpreendente Steaua Bucuresti receberá o Olympique Lyonnais e o Real Madrid esperará a visita do Dynamo Kyiv – um duelo entre dois escretes com o orgulho ferido.

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BARÇA 5×0 LEVSKI


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Como de praxe, em seus domínios, o FC BARCELONA não costuma perder pontos. Como de costume, Ronaldinho, o atual melhor jogador do mundo pela FIFA, foi o homem do jogo. E, sem nenhuma surpresa, os catalães estrearam em uma competição importante com o pé direito, vencendo.

Foi em uma noite chuvosa na capital da República da Catalunha que os blaugrana obtiveram mais uma retumbante vitória. A vítima da vez foi o Levski/BUL, debutante na UEFA Champions League. Diga-se de passagem que o clube búlgaro, 24 vezes campeão de seu país e 25 vezes campeão da copa nacional, demonstrou lealdade e coragem perante um adversário famoso e muito mais forte: primeiro, porque não apelou para a violência em momento algum; segundo, porque joga e deixa jogar ao invés de contentar-se com a retranca. Do meio para a frente, o escrete visitante infelizmente não demonstrou nenhuma qualidade, pois não conseguia tocar a bola até concluir as jogadas porque simplesmente não havia espaço para jogar.

O time que defende o título da temporada 2005/2006 apresentou o seu tradicional toque de bola envolvente e ofensivo, de pé em pé, responsável pela feitura da maioria dos cinco gols.

O Barça marcou o primeiro gol de toda a fase de grupos da temporada 2006/2007 da Champions logo aos 07′, com um chute certeiro de Andrés Iniesta da entrada da grande área. Depois de duas das três chances claras de gol de um dos representantes balcânicos nesta edição da liga, o atual campeão europeu impôs o seu estilo até o final do encontro. O primeiro tempo terminou 2×0, graças a uma jogada coletiva de pé em pé desde a ponta-esquerda com Ronaldinho, que tocou para Messi atrasar para Eto’o no bico da grande área. O goleador camaronês rolou para o francês Ludovic Giuly, que entrou em diagonal pelo outro lado e chutou cruzado.

Logo no início do 2º tempo, aos 49′, Eto’o novamente serviu a bola para um companheiro. Desta vez, o gol foi do experiente zagueiro Carles Puyol, que escorou para o fundo das redes livre, quase na pequena área. A comemoração desse gol foi muito divertida, pois a maioria do time ficou incrédula e muito feliz com o primeiro gol marcado pelo capitão da seleção espanhola na Copa de 2006 pelo seu clube em competições européias.

O quarto gol foi assinalado aos 58′. Desta vez por ele, Eto’o, que merecia mais do que qualquer outro jogador barcelonista deixar a sua marca nesta partida, já que foi o responsável pelas assistências dos três primeiros gols. Quem fez toda a jogada para o camaronês foi o ídolo Ronaldinho.

Finalmente, aos 90′+3′, Ronaldinho marcou um golaço antes do apito final: ele recebeu a bola no bico esquerdo da grande área (pela visão de quem ataca), ameaçou bater e, em uma fração de segundo, abriu a bola em direção ao meio da área, tirando o marcador da jogada. Com espaço, chutou forte, cruzado, pelo alto e com efeito no ângulo superior esquerdo (de quem defende) do goleiro Petkov – que não teve nenhuma culpa nos cinco gols sofridos.

Nem mesmo a dupla de zaga formada por Tomasic e Topuzakov (este último é um dos homens de confiança do técnico Hristo Stoitchkov na seleção da Bulgária) teve falhas contundentes no jogo. Foi a imensa forma técnica do Barcelona que gerou uma vitória tão absoluta.

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Levante 1×4 Real Madrid

Se o Barça tem Eto’o, seu inimigo atávico tem mais do que o Ronaldo gordo: Ruud Van Nistelrooy, recém contratado junto ao Manchester United, depois de várias temporadas na Premier League e de ter sido um dos maiores injustiçados na última Copa do Mundo, quando o jovem técnico Marco Van Basten sequer utilizou-o no fatídico duelo contra Portugal pelas oitavas-de-final, tem tudo para emplacar em La Liga.

Para o bem do futebol e para a muito provável ressureição do Real Madrid como franco favorito a todos os títulos da temporada em pé de igualdade com os fabulosos blaugrana, a imensa torcida merengue pôde comemorar três gols do goleador mais recente em atividade na Espanha. Como ele mesmo disse, sua atuação não foi nada perfeita pois, de tão autocrítico e exigente que é, o holandês ficou muito desapontado consigo próprio em função do pênalti perdido.

Até mesmo o exigente técnico Fabio Capello achou o time demasiado lento, apesar da vitória fora de casa contra um adversário motivadíssimo pelo estádio lotado e por estar recebendo o maior clube do século XX escolhido pela FIFA com uma multidão de aficcionados lotando as dependências do Estádio Ciudad de Valencia, com 18.677 torcedores.

O Levante foi guerreiro, embora seus jogadores sejam nitidamente muito menos técnicos do que os madridistas. Apesar da expulsão prematura do veterano zagueiro francês Frèdèric Dehù aos 29′ – que entrou feio em Van Nistelrooy – e dos visitantes terem aberto 2×0 logo cedo com Van Nistelrooy aos 16′, de primeira aparando um cruzamento para dentro da pequena área, e aos 26′ com o italiano Cassano que, segundo o periódico espanhol Marca, com a chegada de Capello a Madrid, passou a atuar com muito mais disposição do que na temporada passada.

Apesar de tudo, o Levante não se intimidou: em uma falha de posicionamento dos centrais madridistas na entrada da área, o “liso” e razoavelmente habilidoso Ettien acertou um belo chute cruzado, bem no canto, sem a menor chance para o experiente e megalaureado Iker Casillas, titular da Furia nas duas últimas Copas.

No 2º tempo, cansado, Cassano deu lugar a Robinho. Contrariando a má vontade do técnico Capello com os jogadores brasileiros, o ex-santista, que foi um dos poucos que se salvaram no naufrágio que foi a participação brasileira no Mundial da Alemanha em junho/julho, trouxe um novo ritmo e acelerou a movimentação dos merengues em campo.

Ao mesmo tempo, também na volta do intervalo, Reyes, ex-Arsenal, trocado por Júlio Baptista, estreou, entrando no lugar de Raúl González. Assim como Robinho, Reyes foi responsável por uma movimentação muito mais ofensiva e insinuante no ataque.

A entrada dessa dupla de meias-atacantes foi fundamental para que o Real Madrid voltasse a ousar. Eis que surge o terceiro gol, através de Van Nistelrooy, após bela assistência de cabeça do agora ex-capitão e, provavelmente, ex-jogador do English Team David Beckham.

Outra substituição, esta aos 76′, foi a do lesionado Michel Salgado (contra o qual tenho N considerações técnicas negativas) por Cicinho. Neste caso, concordo parcialmente com o técnico: Cicinho realmente ainda não aprendeu a marcar e a fixar posição como lateral-direito que precisa primeiro defender para só então apoiar “na boa”. Tudo isso apesar de seus cruzamentos sensacionais da linha de fundo e da intermediária e da sua capacidade mais alemã do que brasileira de conseguir fazer triangulações e tabelas com os meias e com os atacantes, além de seus excelentes chutes de longa distância. Dadas as suas qualidades, ele merece ter muito mais chances antes de ser posto à venda.

Aos 84′, o volante Diego Camacho leva o 2º cartão amarelo e é expulso. Com dois a menos faltando poucos minutos, o Levante ainda sofre uma penalidade máxima contra si. Van Nistelrooy perde.

Logo depois, para fechar a conta, o experiente goleador holandês encobre o goleiro Caballero para anotar seu primeiro hat trick na Espanha. O primeiro de muitos, não apenas como “sombra”, mas, sobretudo, como o merecido herdeiro de Ronaldo na posição.

Um parêntese: Roberto Carlos falhou mais uma vez ao dar o carrinho na bola no lance do gol da representação valenciana. Em compensação, a dupla de volantes Emerson e Diarra foi monumental e deve ser a melhor do mundo, superando até mesmo a do Chelsea.

BARCELONA, CUIDADO: AGORA, SIM, TENS UM RIVAL À ALTURA!!!

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Manchester United 1×0 Tottenham Hotspur

Na Inglaterra, por enquanto, o Manchester United permanece como o único time com 100% de aproveitamento: são 12 pontos em quatro rodadas. A vítima da vez foi o até agora decepcionante Tottenham Hotspur, que foi até o Old Trafford para vender caro a derrota para o líder.

O veterano atacante galês Ryan Giggs, de fraca atuação no amistoso de seu país contra a seleção brasileira na última terça-feira, conferiu de cabeça o rebote do goleiro Paul Robinson após violenta cobrança de falta de seu companheiro português no ataque dos Red Devils, Cristiano Ronaldo.

Sir Alex Ferguson está cada vez mais satisfeito com o onze que escolheu para iniciar a maioria das partidas na Premier League: Van der Sar; Brown, Evra, Ferdinand e Neville; O’Shea, Carrick, Giggs e Richardson; Cristiano Ronaldo e Saha.

Brown, O’Shea e Richardson são as jovens novidades inglesas que ninguém imaginava que dessem tão certo. Rio Ferdinand, o zagueirão que esteve de fora da Copa do Mundo por causa de uma complicada lesão sofrida na temporada passada, mostra a força e a atenção de sempre. O menino Carrick não está intimidado com a titularidade e Giggs renasce, assim como o amadurecimento de Cristiano Ronaldo, que é, sem dúvida, a principal atração da equipe.

Questiono apenas a titularidade de Richardson que, embora esteja dando conta do recado, ainda fica devendo tecnicamente para o grande injustiçado da convocação para a Copa 2006: o melhor chutador de fora da área do planeta, Paul Scholes.

O Tottenham segurou-se como pôde. O melhor do time foi o holandês Edgar Davids, conhecido por ser incansável mas igualmente violento, desta vez foi econômico nas botinadas e serviu como exemplo positivo para o futebol. Mido e Berbatov mais uma vez não tiveram muitas oportunidades, muito em função da qualidade do adversário e da falta de chegada dos meias londrinos.

Ao contrário do que ocorre na Espanha, onde a marcação não costuma ser tão forte, os clubes ingleses dificilmente fazem muitos gols. Por isso, aparentemente, o Barcelona lá na Ibéria parece ser muito mais forte do que os Reds aqui na Grã-Bretanha. Mas o Manchester é, sim, seriíssimo candidato à UEFA Champions League.

A caminhada européia do Manchester começa na quarta-feira, quando recebe o Celtic da Escócia, contra o qual já disputou um amistoso de pré-temporada, vencendo fora de casa com um time misto. Em tese, é uma vitória praticamente garantida.


MANCHESTER UNITED v TOTTENHAM HOTSPUR

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BARÇA 3×0 OSASUNA: SHOW DE ETO'O

O FC Barcelona manteve-se na liderança de La Liga e permanece fazendo três gols por partida.

Na primeira rodada, o Barça venceu fora de casa com muita dificuldade ao sempre perigoso Celta de Vigo por 3×2. Desta vez, a vitória foi obtida com a autoridade que só o melhor plantel da atualidade pode obter, ante um clube pequeno que tem um bom time. Para quem não lembra, o Osasuna disputou a fase de grupos da UEFA Champions League na temporada passada.

O jogo marcou a estréia de Liliam Thuram. O francês, que iniciou a partida no lugar do capitão Carles Puyol, jogou muito bem ao lado do mexicano Rafa Márquez.

O italiano Zambrotta está cada vez mais ambientado na lateral-direita. Depois da última atuação de Juliano Belletti, parece que não há mais dúvidas sobre quem deve ser o titular da posição.

Falemos sobre o jogo em si: Ronaldinho e Eto’o formaram mais uma vez a dupla infernal que sempre esperamos assistir, onde o craque brasileiro foi um perfeito garçon para o ídolo camaronês.

Eto’o marcou os dois primeiros gols aos 1′ e 26′ e serviu o terceiro ao menino-prodígio argentino Lionel Messi, que arrematou para o fundo da rede aos 36′. Foi um jogo definido no primeiro tempo. Os catalães de Frank Rijkaard jogaram com Valdés; Zambrotta (Oleguer, 80′), Márquez, Thuram, Sylvinho, Edmilson, Xavi, Deco (Iniesta, 62′), Messi, Ronaldinho (Giuly, 72′) e Eto’o.

Na próxima terça-feira, os blaugrana agora esperam pela visita dos debutantes do Levski Sofia no Camp Nou, pela UEFA Champions League.

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