A fase de qualificação para a EURO 2008 iniciou-se no dia 16 de agosto, com três jogos. Porém, apenas no último sábado 02/09 ocorreu uma rodada completa por todo o velho Mundo. Os países que foram desclassificados cedo da Copa do Mundo ou aqueles que não haviam participado dela e não contam com um certame nacional expressivo iniciaram as atividades na metade do mês passado.
Nada de interessante aconteceu em uma primeira rodada que não apresentou nenhum clássico e nenhuma derrota das principais potências do continente. Agora, uma síntese dos 22 jogos da primeira rodada:
Ilhas Faroe 0×6 Geórgia
Este foi um dos poucos jogos do dia 16/08. Nada anormal: a seleção mais setentrional e uma das mais amadoras do planeta, normalmente costuma ser a última colocada, o pior ataque e a pior defesa em todas as competições das quais participa. Embora não creia na classificação da ex-república soviética, gosto muito do zagueiro milanista Khaka Kaladze, que acaba de renovar contrato até 2011. O conhecido e competente meia-direita Shota Arveladze foi o esperado destaque ofensivo da partida, onde anotou três gols. De pênalti, Kobiashvili, locado no futebol alemão, também marcou.
Estônia 0×1 Macedônia
A Estônia é uma das pequenas repúblicas bálticas, que ainda não conseguiu produzir nenhum jogador interessante de nível internacional. A Macedônia ainda sofre uma pequena influência da saudosa escola iugoslava, da qual era uma das repúblicas. O gol foi marcado pelo capitão Sedloski. O destaque foi o goleiro estoniano Mart Poom que, além de ter evitado uma derrota por uma diferença pior, foi ao ataque no último escanteio da partida e cabeceou por sobre o gol macedônio.
Bélgica 0×0 Casaquistão
O novo técnico belga, ex-jogador na Copa de 1982, René Vandereycken, afirmou que a sua seleção tem muita dificuldade em imprimir a velocidade necessária para atacar um adversário fechado. Ausente da Copa da Alemanha, o jogador belga mais conhecido da atualidade é o atacante Bart Goor, que não é grande coisa.
Se o sertão não virar mar, nenhuma das seleções acima deverá classificar-se entre os 16 melhores para a fase final na Austriça.
Escócia 6×0 Ilhas Faroe
Doce ilusão escocesa a de engnar-se apenas cumprindo o dever de casa. As vagas do Grupo B deverão ficar com os tetracampeões da Itália e com os vice-campeões mundiais da França. Como os escoceses jogaram em casa, marcaram 5 dos 6 gols no 1º tempo e dois deles foram de pênalti, a vitória da Geórgia sobre os pobres feroeses teve mais valor.
Irlanda do Norte 0×3 Islândia
A Irlanda do Norte, que disputou as Copas de 1958, 1982 e 1986 (quando foi goleada pelo Brasil por 4×0, em um dos gols antológicos do lateral direito Josimar) e assustou seus eternos rivais ingleses na última fase preliminar para a Copa da Alemanha ao vencê-los por 1×0 em plena Inglaterra desta vez sucumbiu em casa para a emergente Islândia. O terceiro gol foi marcado pelo ótimo centroavante do Barcelona, Eidur Gudjohnsen.
Inglaterra 5×0 Andorra
Uma vitória obrigatória, praticamente contra o vento: Andorra é um principado encravado nos Pirineus, que já disputou um amistoso de preparação contra o Brasil pouco antes da Copa de 2002 e foi devidamente subjugado pelos pentas de Felipão. O jogo marcou a estréia do técnico Steve MacLaren em partidas oficiais. Foram dois gols do grandalhão e, agora, efetivado, Peter Crouch, um gol do excelente volante Steven Gerrard e mais dois gols do novo e merecidíssimo titular Jermain Defoe, com todo o moral que a camisa nº10 pode proporcionar. O volante Owen Hargreaves, um dos poucos que se salvou da campanha apenas razoável na última Copa, agora também é titular. Assim como o Brasil não deverá mais contar com Ronaldo nem com Roberto Carlos, a Inglaterra tratou de aposentar David Beckham.
Malta 2×5 Bósnia-Herzegovina
Os malteses costumavam ter o azar de cair no grupo da Espanha. Desta vez, apenas Grécia e Noruega prometem ser os prováveis classificados em um grupo onde o mais fraco não é o mais fraco de toda a Europa e nem os mais fortes estão entre os mais fortes. Nesta infeliz estréia da ilha do meio do Mediterrâneo que fica próxima à Sicilia, eles até empataram em 1×1 logo cedo. Depois, só voltaram a marcar quando já estava 1×5. O centroavante Barbarez do Hamburger SV/GER anotou uma vez para os bósnios.
Geórgia 0×3 França
Motivada pela goleada na estréia contra as Ilhas Faroe por meia dúzia de bolas na rede a zero, os georgianos pretendiam pelo menos perder de pouco para a França. Seguramente o objetivo de Kobiashvili, Arveladze e cia. não era perder de 0×3 em casa. Mas, do outro lado, estavam os consagrados vice-campeões mundiais. Mesmo sem Zidane, aposentado, a base da Copa se manteve. Os gols foram anotados por Malouda, pelo novo titular Louis Saha, do Manchester United/ENG (que não é grande coisa, pois perde muitos gols; pelo menos joga muito mais do que aquela caricatura de centroavante chamada Guivar’ch, que cansou de perder gols feitos na final de 1998 contra o Brasil), e pelo sempre ídolo e craque Thierry Henry, que já faz parte dos móveis e utensílios do Arsenal/ENG. Foi uma partida onde o jovem Franck Ribèry (Olympique Marseille) e o lateral direito Willy Sagnol (Bayern München/GER) foram decisivos. A afirmação do contestado Raymond Domenech no comando técnico fez com que Liliam Thuram (Barcelona/ESP) e Claude Makélélé (Chelsea/ENG) desistissem da aposentadoria nos Bleus e tornou a fazer o grande Patrick Vieira (Internazionale/ITA) a sorrir bastante e a assumir a liderança do plantel francês.
Hungria 1×4 Noruega
Mesmo em Budapest, a outrora poderosa Hungria só Pôde contar com o gol de honra de pênalti assinalado pelo meia Zoltán Gera, a medíocre referência de um futebol combalido. Os noruegueses, que empataram em 1×1 em Oslo contra o Brasil no amistoso que marcou a estréia do técnico Dunga e uma dramática mudança de fotografia nos 22 canarinhos, desta vez contaram com seu principal jogador, o pequenino e consagrado Ole Gunnar Solskjaer, de 33 anos, que marcou dois gols. Ele está 100% recuperado das lesões que fizeram com que perdesse a titularidade no Manchester United/ENG, onde marcou o gol do título da UEFA Champions League de 1998/1999 ao final da prorrogação contra o Bayern München. Desta forma, a Noruega comprova a sua condição de favorita a uma das vagas do grupo C.
Bielorrússia 2×2 Albânia
A Bielorrússia do bom meia Alexander Hleb do Arsenal/ENG não foi capaz de vencer a seleção do país mais pobre da Europa jogando em casa, em Minsk: apesar de ter saído na frente por duas oportunidades, os bielorrussos não foram capazes de segurar a vitória. No finalzinho, o veterano Besnik Hasi, meia de 35 anos que joga no Lokeren/BEL, garantiu o empate com sabor de vitória para os albaneses. Alguma dúvida que este grupo é da Holanda?!
Sérvia 1×0 Azerbaijão
A atitude dos sérvios mudou muito em relação à apática e briguenta equipe que representou um país fragmentado que não mais existia de direito na Copa da Alemanha. Agora vestindo grená e azul ao invés de azul e branco e sem nenhum montenegrino, o técnico, ao invés de ser um patrício, também é novo: o experiente espanhol Javier Clemente, técnico da Furia em 1994 nos EUA. Na estréia, uma respeitável vitória de 3×1 contra a Croácia. Agora, contra um fraco adversário, uma vitória em casa, com gol de cabeça do gigante Zigic, que era reserva no Mundial. O que importa é a vitória.
República Tcheca 2×1 País de Gales
Os tchecos, candidatos a sensação que foram eliminados ainda na 1ª fase da Copa, mantiveram o querido técnico Karel Brückner, que promoveu algumas alterações nos 22 convocados, após a lesão do gigante Jan Köller (Borussia Dortmund/GER) e da aposentadoria internacional do craque Pavel Nedved (Juventus/ITA). Agora, Tomas Rosicky (Arsenal/ENG) foi promovido a capitão e craque, depois das belas atuações e do golaço de fora da área nos dois primeiros jogos na Copa. Os galeses, que estão perdendo de 0×1 para o Brasil em um amistoso no White Hart Lane do Tottenham Hotspur em Londres aos 70′, quase surpreenderam os donos da casa. No entanto, Bellamy cansou de perder gols. Como castigo para os galeses e como prêmio para os tchecos, o iluminado menino David Lafata, em sua estréia, entrou no jogo somente aos 75′ e marcou os dois gols da vitória – não sem antes levar um susto, com o empate parcial assinalado por Jiránek.
Eslováquia 6×1 Chipre
Pelo mesmo grupo D, os antigos irmãos dos tchecos, os eslovacos, não tiveram pena dos cipriotas e fizeram valer o fator local e sua maior qualidade técnica ao enfiar 6×1. Marek Mintal, do Nürnberg/GER, fez dois gols e deu assistência para mais três, tornando-se, disparado, o atleta de melhor desempenho em toda a rodada de apuramento para a EURO. O centroavante do Rangers/SCO, Philip Sebo, anotou mais dois.
Polônia 1×3 Finlândia
A viagem é curta, pois basta apenas atravessar o Mar Báltico. Mas o confronto entre a tradicional Polônia, presente nas duas últimas Copas e semifinalista em 1974 e 1982, e a Finlândia, que tem três jogadores interessantes, mostrou a supremacia de um país rico e pouco populoso que jamais disputou sequer uma fase final de EURO. Os poloneses foram muito mal na Copa do Mundo, com um futebol pragmático, previsível e sem nenhum brilho técnico, cuja única virtude foi ter aproveitado algumas bolas aéreas devido à estatura de seus avantes e uma defesa que toma poucos gols, mesmo quando muito pressionada. A Finlândia, por sua vez, tem como técnico o veteraníssimo escocês Roy Hodgson, experiente em Copas com seu país de origem. O técnico polonês Pawel Janas conta agora com a colaboração do técnico de Trinidad e Tobago na Copa 2006, o holandês Leo Beenhakker. A principal alteração da dupla de diretores técnicos foi trazer o goleiraço Jerzy Dudek de volta. Fora isso, méritos totais para Hodgson, que teve o velho e bom Jari Litmanen (de passagens marcantes pelo Ajax/NED e pelo Liverpool/ENG) marcando dois gols. Outros jogadores de destaque neste plantel são o goleiro Jussi Jääskeläinen (que também joga na Inglaterra), o zagueiro Sami Hyypiä (Liverpool/ENG) e o meia-direita Teemu Tainio (Tottenham Hotspur/ENG).
Luxemburgo 0×1 Holanda
O Grão-Ducado de Luxemburgo pertence à pequena região européia chamada de Benelux, composta também pelos reinos da Bélgica e da Holanda. Apesar de jamais ter chegado a uma fase final de EURO e, menos ainda, a uma Copa do Mundo, o pequeno país mantém viva a chama da rivalidade contra seus vizinhos mais conhecidos. Normalmente, eles são goleados pelas seleções mais fortes do continente e raramente jogam contra países de fora da Europa. Porém, contra Holanda e Bélgica, jogam como se fosse por um prato de comida. O goleiro Joubert teve a melhor atuação de um arqueiro na rodada inicial de apuramento para a EURO 2008, fechando o gol em pelo menos seis oportunidades, nas quais operou verdadeiros milagres. Ele não se intimidou com Dirk Kuyt (Liverpool/ENG), Jan Vennegoor of Hesselink (Celtic/SCO), Robbie Van Persie (Arsenal/ENG) ou Klas Huntelaar (Ajax), cedendo apenas uma vez para Mathijsen (PSV) um gol que só foi obtido pela insistência. A Holanda obteve uma vantagem mínima no placar contra um adversário fraco para os outros e chatíssimo para ela. Mas foi o suficiente para ser a única seleção a conquistar três pontos pelo grupo G.
Alemanha 1×0 República da Irlanda
Um gol salvador do príncipe Poldi (Lukas Podolski, agora do Bayern München) aos 57′ deu aos alemães uma importantíssima vitória contra uma seleção que raramente faz e raramente sofre gols. O estilo irlandês reflete a antiga escola inglesa: eficiente atrás, deficiente no ataque. Basta lembrar a Copa de 1990. Em 2002, ambos os países estiveram no mesmo grupo e houve empate. Desta vez, o nome do jogo foi o goleiraço Shay Given, que teve como principal bombardeiro o sempre eficiente Bastian Schweinsteiger, que foi incansável nos arremates a gol. Aliás, a sorte também esteve ao lado de Given, pois o poste o salvou em um potente cabeceio do centroavante Miroslav Klose e em uma cobrança de falta no ângulo de Shweinsteiger. O lateral direito Schneider também arrematou de longe com potência, pela linha de fundo, bem perto da baliza esquerda do veterano arqueiro. O sempre perigoso Damien Duff (que trocou o Chelsea/ENG pelo Newcastle United/ENG) teve algumas chances no contra-ataque, dando trabalho a Jens Lehmann (Arsenal/ENG). O baixo placar não refletiu o que foi o jogo entre dois dos quatro países que têm maiores chances de classificação pelo grupo D, no belíssimo Gottlieb-Daimler Stadium em Stüttgart. O técnico Joachim Löw estreou com vitória em sua primeira partida oficial.
Itália 1×1 Lituânia
A ressaca do tetra ainda não acabou: apesar de favorita a uma das duas vagas do grupo B juntamente com a França, a Itália não saiu do empate contra a fraca Lituânia em Palermo. Pior: saiu perdendo, com um chute cruzado de Danilevicius aos 21′, que entrou livre pelo lado esquerdo, mostrando que o novo técnico Roberto Donadoni não tem como considerar Marco Oddo mais lateral direito do que Zambrotta do Barcelona/ESP. O empate veio logo, aos 30′, através do experiente e eficiente Pippo Inzaghi do Milan. No geral, foi um jogo ruim, onde a Itália não conseguia atacar com tanta eficiência nem com a freqüência necessária para haver uma insistência que permitisse romper mais vezes a defesa lituana. Para sorte dos italianos, o adversário era muito fraco.
Letônia 0×1 Suécia
A Suécia tem a sorte de não estar no mesmo grupo da Alemanha, da qual tornou-se um freguês recente, após a derrota por 2×0 nas oitavas-de-final da Copa e do recente amistoso, onde foi quase goleada por 3×0 (justiça seja feita: sem Ibrahimovic, Ljungberg nem Mellberg). Mesmo assim, a pequena Letônia foi outra república báltica que quase aprontou: conseguiu a façanha de perder por apenas 0×1 para uma das tradicionais potências do futebol europeu. O único desfalque foi o goleirão Andreas Isaksson, do Manchester City/ENG, lesionado. O gol foi marcado por Källström, zagueiro recém-contratado pelo Olympique Lionnais/FRA.
Romênia 2×2 Bulgária
Em Constanta, porto à beira do Mar Negro, a Romênia, ausente da última Copa do Mundo assim como sua grande rival nos Bálcãs, a Bulgária, não conseguiu vencer em casa. Embora a maioria dos jogadores romenos esteja atuando em clubes médios e pequenos da primeira divisão de algumas das principais ligas européias e a experiência internacional da maioria dos búlgaros venha dos centros mais ricos do leste europeu, a Rússia e a Ucrânia, parece que o futebol búlgaro é um pouco mais técnico atualmente. Certamente, a segunda vaga do grupo G será do melhor entre os dois, pois apenas a Holanda caracteriza-se como uma seleção tradicional e, possivelmente, mais forte. Os latinos da Romênia são treinados pelo ex-jogador campeão europeu pelo Steaua Bucuresti em 1986 Victor Piturca. Já os eslavos da Bulgária são comandados por nada mais nada menos do que o maior jogador da história do país – o meia-atacante Hristo Stoichkov, que fez fama no Barcelona campeão europeu de 1992 e formou uma dupla infernal com o baixinho Romário. O interessante do confronto foi que o placar não foi baixo, as emoções não cessaram e a qualidade apresentada por ambas as seleções reflete bem a feliz realidade do futebol nos dois países vizinhos, representados na UEFA Champions League pelo Steaua Bucuresti e pelo Levski Sofia. Contudo, não apenas por jogar em casa, esperava-se muito mais da Romênia, que conta com jogadores conhecidos por todo o continente, tais como: o goleirão Bogdan Lobont; o excelente lateral-esquerdo Cristian Chivu (ex-Ajax/NED, atualmente na Roma/ITA); o bom lateral-direito Cosmin Contra (que teve uma excelente passagem pelo Villareal/ESP); o centroavante Adrian Mutu (ex-Valencia/ESP, atualmente na Fiorentina/ITA) e o lateral-direito reserva Daniel Niculae (Porto/POR). Mas os dois maiores destaques do futebol romeno na atualidade ainda jogam no Steaua. São o atacante reserva Sorin Ghionea e o meia Nicolae Dica. Pelo lado búlgaro, “o” cara é o goleador Dimitar Berbatov, a mais importante contratação do Tottenham Hotspur/ENG para a temporada 2006/2007.
Moldávia 0×1 Grécia
Pelo grupo C (o mesmo de Hungria, Noruega, Malta e Bósnia-Herzegovina), a atual campeã Grécia, do técnico Otto Rehhagel (que foi mais Felipão do que o própro Felipão para vencer Portugal na final de 2004 na casa dos lusitanos), iniciou sua campanha rumo ao bi vencendo fora de casa à pequena República Moldava, vizinha da Romênia e da Bielorrússia no Mar Negro. O placar foi macérrimo. Porém, a Grécia de Rehhagel costuma vencer a maioria de seus jogos – e justamente pelo placar mínimo. Apesar de não ter-se classificado para a Copa do Mundo devido a uma necessária renovação por causa da idade avnçada de alguns dos campeões europeus, a nova Grécia agora parece estar melhor entrosada do que nas últimas e decisivas rodadas das preliminares para a Copa da Alemanha no 2º semestre de 2005. O autor do gol foi o centroavante do AEK, Nikolaos Lyberopoulos, que saiu do banco para fazer o gol de cabeça, aparando cobrança de escanteio de Basinas aos 77′. O mesmo Basinas perdera um pênalti ainda no primeiro tempo, aos 28′.
Estônia 0×1 Israel
A Estônia jogou a sua segunda partida consecutiva em casa e o resultado foi o mesmo: mais uma vez, foi derrotada por 0×1 e tende a ser a lanterna do grupo E, cujo bicho-papão deverá ser mesmo a Inglaterra, com Rússia e Croácia correndo por fora. O gol foi marcado pelo estreante Colautti.
Espanha 4×0 Liechtenstein
A injustiçada Espanha, que provavelmente disputou a segunda melhor Copa do Mundo da sua história desde 1958, quando ficou em 4º lugar, parou na vice-campeã França. Desta vez, em um grupo de apuramento à EURO cujo único adversário de peso é a Suécia, nem precisou fazer muita força para golear o pequeno Grão-Ducado de Liechtenstein por 4×0 em Badajoz. Os gols foram marcados por Fernando Torres, David Villa (2) e Luís Garcia.
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