Faço parte de uma lista fechada e moderada chamada Futebol S.A., cujos participantes são gremistas e colorados porto-alegrenses que, de certa forma, estão envolvidos com o dia-a-dia dos arqui-rivais gaúchos.
A partir do post anterior, travamos uma saudável discussão sobre o Grêmio.
Com base na percepção dos companheiros da lista, teci novos comentários baseados na impressão geral.
Dentro do Olímpico e na cabeça do torcedor mais consciente e observador, ninguém se enganou: o Grêmio tem várias limitações.
Porém, todos os times são limitados, até mesmo os festejados Internacional (o atual campeão do mundo), São Paulo (o campeão anterior), Boca Juniors (o bicho-papão da América do Sul neste início de século), Santos, Flamengo, River Plate (oinimigo atávico do Boca) e Vélez Sarsfield.
Salvo algum gravíssimo e inesperado acidente de percurso, ouso afirmar que quatro dentre os nove clubes citados até este parágrafo estarão nas semifinais e que o campeão da Libertadores 2007 não será nenhum novato.
A despeito do que falei no post anterior, reforço o erro quase fatal da partida contra o Cucuta Deportivo com a falta de volantes VOLANTES de qualidade no plantel do Grêmio. Sem eles, abre-se um espaço perigoso da intermediária adversária até a intermediária tricolor, por falta de aproximação e de velocidade no meio-campo gremista.
Sigo afirmando que Souza e o Lucas não são marcadores estáticos, muito menos carregadores de piano.
Minha previsão (com margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos): 1º) Grêmio 11 PG; 2º) Cucuta Deportivo 8 PG; 3º Deportes Tolima 7 PG e 4º) Cerro Porteño 1 PG.
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