VíDEO: O Dia em que Palermo Parou

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Depois da recente bonança, um revival da antiga tempestade…

A noite de 04/07/1999 apresentou uma partida de futebol a ser deletada da memória de todos os argentinos apaixonados por futebol.

Em especial, pelo protagonista daquele fatídico episódio, o centroavante nº9 argentino Martín Palermo.

Até hoje, ainda segue anotando vários gols – Porém sem a mesma média de antigamente.

Depois de várias temporadas sem muito sucesso no futebol espanhol, foi repatriado para o seu habitat natural – La Bombonera.

Falo de um jogador a quem dedico profunda admiração.

Copa América de 1999, no Paraguai: a Argentina classificou-se em 2º lugar no grupo C, com 6 PG. Sua única derrota nesta fase foi para a então ofensiva, veloz, técnica e organizada Colômbia, que decaiu muito desde então.

O placar foi 3×0, gols de Córdoba (aos 10′, de pênalti), Congo (aos 79′) e Montaño, que fechou a conta aos 87′.

Por um lado, a goleada poderia ter sido maior, pois o goleiro Burgos (lembram dele, que enganou durante um bom tempo no Atlético de Madrid/SPN?) pegou um pênalti cobrado por Ricard aos 47′.

Todavia, o jogo poderia terminar empatado em 3×3. Conforme o vídeo acima, logo aos 5′, Martín Palermo chutou um pênalti no travessão. A Argentina teria feito 1×0 muito cedo – o que mudaria totalmente o panorama do jogo.

O placar ainda marcava apenas 1×0 para a Colômbia e o atacante Ricard havia errado um pênalti aos 2′ do 2º tempo. A auto-estima portenha estava em alta e a Argentina dominava a partida.

Segunda chance para Palermo aos 31′ da etapa complementar. E o avante bateu para fora!

Aos 34′ eaos 42′, a Colômbia se empolgou e ampliou o marcador, aproveitando-se do baixo momento anímico dos hermanos.

0×3, mas ainda haveria uma última oportunidade para descontar o fiasco. Terceira penalidade a favor dos argentinos. Novamente, Palermo insistiu em cobrá-la – com o aval de seus companheiros e do técnico.

Aos 45′ finais, Palermo desperdiçou seu terceiro tiro dos 11,15m nas mãos do arqueiro Calero.

Impressionante…

Palermo era então a esperança da vez para uma escola futebolística que permanece renovando-se com uma freqüência tão grande quanto a nossa.

A Argentina procurava recuperar-se da tragédia que a eliminação prematura na Copa de 1998 representou para todo o país.

Palermo, que saiu da competição com honrosos três gols, não tinha a menor idéia de que os três pênaltis perdidos contra os colombianos seriam responsáveis pelo cruzamento direto contra o Brasil já na próxima fase.

Na época, o Brasil era treinado por Vanderlei Luxemburgo, que vinha fazendo um ótimo trabalho. No final do mês, Ronaldo e Rivaldo (os heróis de 2002 sob o comando de Felipão) sagrar-se-iam goleadores máximos da competição, com cinco gols cada.

Uma semana depois da crise palermiana da marca penal, o maior clássico do planeta. Brasil 2×1 Argentina. No dia 11/07/1999, Ronaldo e Rivaldo eliminaram os cisplatinos. O jovem craque Juán Pablo Sorín, um dos craques do Sub-20 anterior e eterno ídolo do Cruzeiro, descontou.

Nessa batalha da eterna guerra do tango contra o samba, o acordeão desafinou em mais um pênalti perdido. Desta vez, o zagueiro Roberto Ayala bateu mal e consagrou Dida.

[Ayala está há muitos anos na Espanha, onde acaba de cometer a insanidade de trocar o forte Valencia pelo claudicante Villareal. Dida, por sua vez, deve mesmo trocar o Milan pelo Barça após as férias de verão na Europa. Ayala pode perder a chance de ser campeão da Champions e/ou de La Liga e Dida tem tudo para trazer o Barcelona novamente à glória máxima do futebol, pois Victor Valdés é um goleiro pra chorar num cantinho]

A Argentina estava fora já nas quartas-de-final. O resultado abriu espaço para o Brasil sagrar-se campeão.

Portanto, os três pênaltis perdidos por Palermo representaram tudo isso e mais um pouco: nem mesmo o genial compositor e intérprete Carlos Gardel conseguiria encontrar palavras que criassem uma tragédia musical com requintes de crueldade suficientes para representar a gigantesca façanha às avessas.

Até hoje, não há certeza de que este seja mesmo o recorde mundial de pênaltis perdidos em uma mesma partida oficial pelo mesmo jogador.

Da mesma forma, também não se tem notícia de que não o seja.

Argentina 0×3 Colômbia foi uma das partidas cujo desdobramento está entre os mais decisivos para uma campanha decidir o sucesso estrondoso de um arqui-rival e o fracasso retumbante de outro em todos os tempos.

Não entrou para a história nem como uma final, nem como um esperado confronto entre duas potências do futebol, muito menos pela qualidade técnica da partida.

Mas é inesquecível, por tudo o que representou.

Finalizando o post: Palermo jogou apenas sete partidas com a camisa argentina e marcou três gols.

Ele disputou as quatro participações da Argentina na Copa América de 1999 e três amistosos anteriores à competição, nos quais não conseguiu encontrar o caminho das redes.

Isso daria um filme.

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VíDEO: Gol de Martín Palermo Do Meio-Campo

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Nada como um dia após o outro: depois daquela infeliz jornada contra a Colômbia pela Copa América de 1999 quando perdeu três pênaltis no mesmo jogo, o eterno ídolo e goleador xeneize supera a marca negativa de sete anos e meio anos atrás com uma pintura de gol a um passo da linha central: o volante adversário chuta e a bola rebate nas pernas de Palermo. A bola sobra para ele que, sem pensar muito porque já havia observado o portero adiantado, o encobre de uma distância de cerca de 56m.

Genial!

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A ESQUERDA ARCAICA E A GRANDE MÍDIA II

Mantenho a pauta do post anterior, acrescentando mais alguns trechos do post do Jean e dos comentários da Cláudia e da Marlene.

“…O primeiro e fundamental do processo: COMPRAR UMA RÁDIO OU UMA TV.”

A Telesur existe para provar que é possível comprar a mesma arma do inimigo apra combatê-lo. Apesar da iniciativa ser importantíssima como canal de aproximação, enquanto nós torramos todo o dinheiro que nossos apoiadores suaram para que a gente chegasse lá, o dinheiro deles e a ânsia da direita pelo poder anti-social não tem fim: eles foram lá e compraram rapidinho uma TV. Sua programação tem conteúdo quase igual à da Telesur e sua linguagem é voltada para os mesmos latinos – porém, combatendo o nosso discurso. Como se não bastasse, eles são donos das empresas de TV a cabo e, se não quiserem, não oferecem a Telesur.

Como o Governo Lula pode afirmar que a sua proposta de TV Digital deverá proporcionar maior democratização no uso dos meios de comunicação se as cabeças que mandam no Congresso e definem as leis de concessão do uso do espectro das ondas eletromagnéticas para radiodifusão são ou as donas, ou as patrocinadoras da Grande Mídia?!

“Oh,
mas aí é que está o problema! É por isto que a indiada do lado do
coração é pré-midiática e se mantém assim. COMPRAR é um vocábulo
capitalista, é um conceito destro, e a indiada canhota é contra o
capitalismo.

Ora, ora: até para ser socialista, para distribuir a riqueza irmamente e, acima de tudo, para instruir e informar com o objetivo de esclarecer para desenvolver custam – muito – dinheiro.

Por enquanto, o dinheiro ainda pode ser considerado como a forma mais racional e utilitária de valorizar a produção e a produtividade individual ou coletiva. Mesmo em um mundo utópico onde não houvesse disputas de poder nem interesse pela ostentação, como justificar que a bicicleta que eu fabrico vale mais ou menos do que as cinco caixas de maçã que o vizinho cultiva, hein, cara-pálida?!

A Cláudia disse tudo:

“Ela (a esquerda brasileira) é pré-midiática, pois não lança mãos dos conceitos de totalidade e
contradição da teoria marxista e a aplica na mídia
(comunicação/informação). Além disso, parte da esquerda acredita que
pode “usar” a mídia que aí está – outro erro estratégico crasso.”

AH, AH, AH!!! E EU SOU O HE-MAN!!! :P

USAR A MíDIA QUE ESTÁ Aí?! SANTA INGENUIDADE BATMAN! Conforme o post anterior, apenas alimentamos a tênia, que é a Grande Mídia nos sugando e da qual também nos alimentamos, de certa forma.

Ao contrário do que muitos pensam, evitar a Grande Mídia não tem nada a ver com  desinformação, radicalismo ou alienação: temos mais de 42% de analfabetos funcionais inclusive com diploma de 3º grau segundo o IBGE. A Grande Mídia tem o know-how de como dominar esse público imenso.

Quanto a isso, por mais que não dê pra consertar em 8 anos um estrago de 20 anos na Educação pública, considero nosso governo apenas nota 5 . Como evoluiu alguma coisa neste período e eu sou otimista a ponto de areditar que o crescimento deverá ser lento mas contínuo, vou continuar votando nele: afinal de contas, o melhor que a direita já fez neste país não vale mais do que 2.


Sem este entendimento, o de que a INFORMAÇÃO é a nova grande revolução
humana – como foi a agricultura e a industrialização – sem entender que
os processos políticos se dão na base da comunicação de massa e
segmentada, que existe uma nova ágora, um novo espaço de fazer
política, com novos instrumentos, sem estes questionamentos básicos, a
esquerda perde sempre e cada vez mais o espaço político, pois o público
está cada vez mais idiotizado.”

É aí que nós entramos! Professores, sociólogos, comunicadores, psicólogos, assistentes sociais, advogados e economistas “do bem”. Palestras, reuniões, cursos, seminários, congressos e, apesar do alcance da Internet ser relativamente pequeno…

MUITA SIVUCA!!! ;)

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A ESQUERDA ARCAICA E A GRANDE MÍDIA I

Relendo meu post recente sobre o tema em pauta, deparei-me com o comentário do Jean Scharlau, que escreveu um artigo no pasquim O Lobo, organizado por Fausto Wolff.

Aliás, depois do texto do Jean, não deixem de ler os comentários que a Cláudia Cardoso do Dialógico e a Marlene deixaram .

Pra começo de conversa, peço desculpas a todos os petistas, peessebeístas e pecedobeístas convictos, militantes, atuantes e esclarecidos, pela minha profunda indignação, mas não suporto falta de visão estratégica em uma estrutura partidária tantas vezes vitoriosa em cidades importantes do RS como Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas e Santa Maria, entre outras.

Comunicação Social é um dos setores mais importantes da sociedade pós-industrial. O conhecimento só pode ser adquirido com transmissão de informação. Sem saber como, quando, como, aonde e por que as coisas acontecem ou deixam de acontecer, não há referências pessoais nem coletivas para o crescimento pessoal e coletivo. Não há instrumentalização suficientemente abrangente para que possamos estabelecer uma sociedade onde vigore a cidadania plena, a instrução plena, a socialização plena, a solidariedade e a educação de qualidade.

A PUCRS descobriu isso há mais de 30 anos. De parceria em parceria, seus cursos de Jornalismo e Publicidade tornaram-se mais conhecidos do que o da UFRGS no ambiente das agências de publicidade, na Grande Mídia e nas assessorias de imprensa. Independentemente do envolvimento curricular, ideológico e programático da faculdade com essas parcerias, o que importa é que existiu um diretor de curso que anteviu a importância da sua área e botou pilha em um reitor perspicaz para munir a sua unidade com um instrumental de ponta há muito tempo atrás.

Sabiam que a FAMECOS produz conteúdo audiovisual captado, editado e publicado através de uma rede sem fios há pelo menos três anos?! Três anos, na era digital, equivalem a 20 ou 30 anos!

Jean escreveu:

…A esquerda não consegue compreender os rudimentares
processos que levam a mídia troglodita sempre ao hegemônico sucesso de
suas empreitadas (com raras e pontuais exceções). E quando consegue
compreender não consegue reagir. A esquerda está sempre atrás dos
avanços midiáticos e se auto restringe à eterna surpresa indignada após
cada artigo, cada programa de rádio ou TV em que a mídia pré-histórica
e hegemônica desce o tacape nos direitos básicos do povo
…”

Não compreende por várias razões, dentre elas as seguintes:

a) O partido é rachado em um conflito de classes interno, independentemente de outra grande bobagem, que é a divisão em diversas “tendências” ou “alas”. Em primeiro lugar, existe uma minoria esclarecida de profissionais liberais e acadêmicos que cultivam alguns hábitos burgueses inerentes. Há de se compreender que são indissociáveis do meio em que vivemos. Em segundo lugar, há uma maioria de operários pouco instruídos.

São poucos os saudáveis exemplos entre os últimos que praticam o aprendizado, o ensino e a prática de um sindicalismo combativo e cidadão a esses estudiosos. São poucos os que verdadeiramente interessam-se em APRENDER UM POUCO MAIS SOBRE DIREITO, COMUNICAÇÃO, SOCIOLOGIA, FILOSOFIA, PSICOLOGIA E SERVIÇO SOCIAL.

Eles consideram a presença dessa minoria mais esclarecida não como um fator de aproximação entre as classes C e D com a B inteligente e solidária mas, sim, um fator de competição ou até mesmo de desmantelamento da radicalização do discurso socialista. Acham que não pode existir “rico” de esquerda ou, então, alguns caem na paranóia de que são leitores do Mainardi e telespectadores do Jabor infiltrados.

Infelizmente, não dá para tirar-lhes a razão por completo, pois até mesmo o Tarso e o José Genoíno exageram na simpatia do diálogo com a direita em determinados momentos. Da mesma forma, muita gente não suporta o jeitão da Esther Grossi, nem o invisível e imperceptível carisma público do ex-prefeito João Verle.

Ainda temos as cagadas do “campo majoritário” (Zé Dirceu, Paloci, Dulci, Gushiken, etc.): mesmo que não tenha sido comprovada nenhuma falcatrua e que, em primeira instância, o afastamento desses baluartes do partido não tenha sido necessariamente por justa causa, houve, sim, um afrouxamento, uma conivência e uma falta de criatividade para evitar ter que agir como a oposição fazia antes.

Talvez eu seja purista demais. Obviamente, defendo a liberdade de expressão, o diálogo e, acima de tudo, o debate. Sei que opostos verdadeiros não se atraem porque não têm nenhum ponto em comum. Apesar de tudo, ceder a qualquer coisa apenas por causa da governabilidade é inaceitável.

b) Os “déspotas esclarecidos” dos partidos de esquerda jamais perceberam a importância da Comunicação. Quando tiraram do próprio bolso ou obtiveram fundos para as campanhas eleitorais com uma parcela da iniciativa privada, torraram dinheiro apenas no de sempre: santinhos, panfletos, jornaizinhos, adesivos, camisetas, bonés, bandeiras, bótons e na caríssima propaganda em rádio, TV e jornal – DERAM DINHEIRO AOS DONOS DA GRANDE MíDIA.

Ao invés de trabalhar para ir minar as forças da besta aos poucos, foram alimentando-a cada vez mais. É o mesmo que enxergar o cisticerco na carne de porco e comê-la mal passada.

E, mesmo quando foram bem aceitos pela maioria de operários e de trabalhadores do campo e da cidade no partido, poucos foram os que realmente foram capazes de efetivar uma aproximação verdadeira a ponto de diminuir as diferenças.

c) Enquanto os políticos da Frente Popular permanecerem achando o máximo dar entrevistas a torto e a direito para a Grande Mídia porque tiveram uma merreca de espaço disponível (que ainda será editado), estarão apenas defecando proglotes. Mas a cabeça da tênia permanece lá, no intestino da esquerda, enfraquecendo todo o resto do seu corpo.

Acho suicídio um confronto sem a previsão de perdas e ganhos, mas… Será que o pavor que se tem do Lasier Martins, da Rosane de Oliveira, do Osíris Marins, do Antônio Carlos Macedo, do Paulo Sant’Anna e das caras e bocas dos âncoras deve mesmo ser tão grande assim?!

E será mesmo que o “canto da sereia” pode e deve funcionar como um amansa-burro para a sedução dos esquerdistas deslumbrados em aparecer na “telinha”, em ouvir a própria “vozinha” ou em aparecer na “fotinha”?!

d) Duvido que a esmagadora maioria dos dirigentes partidários tenha a prática semelhante ao discurso: quem fala em solidariedade, em cooperativismo, em educação, saúde, ecologia, agricultura familiar e direitos humanos REALMENTE AGE DEFENDENDO ESSAS CAUSAS NO DIA A DIA E NA PRÁTICA?!

A cidadania começa por cada um de nós. Quem não dá o exemplo, não convence ninguém de suas reais intenções.

Sinto uma gigantesca falta de um Requião no RS e de um Chávez em Brasília. Embora o atraso e a ignorância do PT não signifiquem de maneira generalizada que o poder corrompe ou deslumbra, muito menos de que sejam despreparados, faltam COJONES.

Conseqüentemente, o reflexo do discurso não corresponder à prática trouxe resultados muito pequenos. Claro, muito maiores do que nas administrações Collares, Dib e anteriores e do que o vergonhoso ocupante da cadeira grande do Paço Municipal.

Como pôde a Administração Popular demorar tantos anos para montar os telecentros?!

Como pôde a PROCEMPA dispor de tão pequena verba para instalar tão poucos telecentros naquele período?!

Como pode uma estrutura partidária permanecer tão arcaica a ponto de discutir política apenas através de reuniões entre meia dúzia de gatos pingados dentro de sindicatos e da sede municipal do partido?!

Como pode o diretório municipal do PT, sede da representação do maior partido do país em uma capital estratégica, repleto de militantes atentos e atuantes onde a maioria paga uma contribuição mensal para manter uma infra-estrutura enxuta (sala, limpeza, impressão de comunicados) não possuir uma assinatura da Net com todos os canais (sim, GloboNews, CNN, TV5, RAI, BBC são fundamentais para a compreensão do mundo), um aparelho de som novo (sem luxo, sem frescura, apenas sem chiados e com rápida sintonização de emissoras através da memória) permanentemente sintonizado nos noticiários em AM?

E o principal: FALTA INTERNET BANDA LARGA!!!

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