BLOG DESPORTUGAL

O blog DESPORTUGAL é escrito por sete aficcionados por futebol que, assim como eu, não ganham nada para escrever tanto nem para acompanhar tantos jogos e notícias sobre futebol pelo mundo.

Cheguei até ele por intermédio de um de seus mentores – o colaborador OSCAR VIEIRA, que enviou um comentário muito interessante ao APITO DO BLACKÃO, a respeito do SL BENFICA ser o clube com o maior número de associados no mundo: mais de 170.000.

De agora em diante, Oscar, Nuno Gonçalo, Lucas Canarie, Valente, Matheus, Gonçalo Veiga e Magnuspetrius fazem parte dos excelentes links indicados pelo Blackão.

Eles escrevem preferencialmente sobre clubes e jogadores portugueses espalhados pela Europa, bem como dos próprios campeonatos e clubes portugueses, Copa da UEFA, UEFA Champions League e seleção de Portugal.

Além de uma ampla cobertura de jogos, os sete colegas também investigam e especulam sobre informações diferentes de tudo o que se encontra na mídia tradicional.

Este link será em caixa alta, para ser facilmente identificado! ;)

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[GER 6] DIEGO DETONA: WERDER BREMEN 4×1 VfB STÜTTGART

Globoesporte.com > Futebol Internacional > Campeonato Alemão – NOTÍCIAS – Diego comanda goleada do Werder

Não é à toa que o técnico alemão do Real Madrid FC Bernd Schuster deseja contratar o meia brasileiro Diego, do Werder Bremen, para reeditar a dupla goleadora, criativa, explosiva e maravilhosamente bem entrosada junto de Robinho que, apesar de estar recebendo mais chances e de ter amadurecido como homem, não consegue apresentar mais aquele futebol vistoso de antigamente, em função dos sucessivos esquemas táticos que não o favorecem, além dele não receber no Santiago Bernabéu o mesmo paternalismo e os mesmos mimos que recebia na Vila Belmiro, falta a ele a sua “cara-metade” dentro de campo.

Mas que fique bem claro: não é para satisfazer Robinho que o Real Madrid deseja contar com Diego. Schuster vê em Diego uma contratação capaz de mexer com o pragmatismo europeu do seu plantel.

Na Alemanha, Diego está muito mais à vontade do que no FC Porto, onde recebeu pouquíssimas chances de um técnico cuja capacidade e inteligência não merecem que eu perca meu tempo pesquisando o seu nome. Afinal de contas, quem atravanca o desenvolvimento do bom futebol não merece créditos.

Hoje, Diego foi a principal figura em campo – assim como já o fora em pelo menos 10 rodadas da temporada 2006/2007 da 1.Bundesliga: além da vibração contagiante do seu gol de ontem, que fechou a conta sobre o claudicante atual campeão VfB Stüttgart, teve papel decisivo na construção do resultado, onde também marcaram o português Hugo Almeida e o camaronês Sanogo.

Sobre Hugo Almeida, estou cansado de dizer que, após a ida de Klose para o Bayern, deveria ser titular absoluto – espero que o bom técnico Mirko Slomka já tenha se dado conta disso. Também acho que, apesar do veterano Quaresma do PSG, Felipão deveria testá-lo ao lado de Cristiano Ronaldo, pois vejo Nani (outro jovem português recém contratado pelo Manchester United para fazer sombra ao marrento Wayne Rooney e servir como alternativa para jogar ao lado do patrício Cristiano Ronaldo) mais para atacante de assistências e de chutes colocados do que como homem-referência dentro da área.

O Werder Bremen, apesar de ter sofrido uma goleada para o líder e favorito Bayern pelo mesmo placar, agora parece caminhar com mais segurança rumo a uma nova classificação para a próxima UEFA Champions League, embora um pouco enfraquecido em relação às últimas temporadas. Agora, com justiça, está em 10º lugar, com 10 pontos ganhos em 16 pontos disputados, a um ponto do Bayer Leverkusen e do Eintracht Frankfurt (3º e 4º colocados, respectivamente), a dois pontos do vice líder Hertha Berlin e a quatro pontos do Bayern.

É possível que Diego tenha a vontade de reeditar a dupla que viveu com Robinho da escolinha até os profissionais do Santos. No entanto, será necessário à diretoria merengue desembolsar uma grande fortuna em euros para tirá-lo do Werder Bremen, pois o jogador recém assinou novo contrato até 2011.

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[GER 6] KARLSRUHER SC 1×4 FC BAYERN MÜNCHEN


FC Bayern München – Website

Como é que um velocista nascido para das assistências como o “Frankenstein” Ribéry e o goleador nato Luca Toni não vão sorrir de orelha a orelha com um time desses, hein?!

A vítima da vez foi o Karlsruher SC, recém-promovido à 1.Bundesliga que, mesmo em casa, não foi capaz de ameaçar os bávaros do genial Ottmar Hitzfeld.

Ainda invicto, porém sem a mesma desenvoltura das primeiras rodadas, o Bayern já estava suscetível a algumas desconfianças em relação ao verdadeiro padrão de seu grande time. No início, derrotou com muita autoridade ao FC Hansa Rostock na estréia por 3×0; goleou inesperadamente ao atual vice-campeão alemão Werder Bremen por sonoros 4×0 fora de casa; com total tranqüilidade, superou também o Hannover 96 por 3×0. No entanto, vieram dois empates consecutivos: contra o forte Hamburger SV (fora) e contra o terceiro colodado da temporada passada, o estável FC Schalke 04 (no Allianz Arena) por 1×1. Para completar esse clima, a estréia na UEFA Cup contra o modesto Belenenses/POR apresentou uma macérrima vitória por 1×0 em Munique, no meio da última semana.

Esse conjunto de resultados decrescentes fez a luz amarela do semáforo piscar intermitentemente no vestiário do Bayern. Felizmente, o técnico é Ottmar Hitzfeld, um grande vencedor, assim como o presidente Karl-Heinz Rummenigge, o eterno ídolo Franz Beckenbauer e o eterno goleador Gerd Müller. Todos esses monstros sagrados estão no Bayern não apenas por gratidão do clube mas, sim, por competência administrativa e, acima de tudo, pela identificação e capacidade de exigir sempre o máximo de seus comandados.

Então, o tamanho do clube e a importância de obter lucros financeiros e de satisfazer plenamente ao seu cliente (o associado) na maior quantidade de partidas possíveis por temporada possui uma retaguarda fortíssima, que vai muito além do mero investimento em jogadores de ponta.

Sim, pode haver uma má fase, desde que ela seja curta e não apresente goleadas nem derrotas sucessivas. Sim, as derrotas e os empates acontecem. Todavia, é inadmissível “dar mole pra mané”. Muito provavelmente, tal mentalidade só exista efetivamente fora do FC Bayern München apenas no Manchester United, no Barcelona, no Real Madrid, no Milan e, na América do Sul, provavelmente apenas no São Paulo.

Hoje, os bávaros retomaram seu caminho de vitórias e retomaram a liderança da 1.Bundesliga fora de casa, ao aplicarem 4x1no Karlsruher FC. Parece pouco e não deveria representar mais do que a obrigação vencer a um clube que recém subiu da 2.Bundesliga. No entanto, era preciso, acima de tudo, retomar a tranqüilidade.

Logo aos 5 minutos, o volante holandês Mark van Bommel (para mim, uma das piores vendas do Barcelona, pois ele é muito bom marcador e possui um passe perfeito) faz um lançamento do outro lado do campo, pela direita, até a entrada da grande área, onde a bola encontra o centroavante Luca Toni. O italiano então domina com o pé direito e bate colocado de canhota, encobrindo o bom goleiro Markus Müller: 1×0. Toni marcou seu quarto gol em quatro partidas pela 1.Bundesliga.

Com o gol inicial, o Bayern cedeu o meio-campo ao Karlsruher, com o objetivo de conter o avanço do time da casa na intermediária do campo defensivo do visitante, saindo rapidamente no contra-ataque. Aos 20′, a tática funcionou: o jovem lateral-direito Christian Lell carregou a bola até o turco Altintop. Ele chutou forte e o goleirão Müller defendeu parcialmente. Mas lá veio Miroslav Klose assinalar com oportunismo o seu quinto gol em cinco partidas disputadas pela 1.Bundesliga.

Definitivamente, até o momento, a média de gols por partida de Klose e Toni é algo fora do normal nesta temporada 2007/2008: juntos, os dois assinalaram nove dos dezesseis gols do Bayern em apenas seis rodadas.

No 2º tempo, logo no início, aos 49′, Altintop, que havia quase marcado o gol no chute cujo rebote sobrou para Klose, merecidamente marcou o seu, após cruzamento perfeito do lateral-esquerdo Marcell Jansen, que substituiu o ótimo Philipp Lahm, poupado.

Pouco depois dessa definitiva ducha de água fria nos 30.702 espectadores locais, um breve alento: aos 52′, Görlitz cobrou um arremesso lateral para dentro da área visitante, que encontrou Porcello. O atacante de azul tocou com calma, por entre as pernas do zagueiro Lúcio, sem chances para o goleiro Oliver Kahn alcançá-la.

O gol empolgou o Karlsruher que, apesar da torcida e de boas estocadas, não oferecia maior perigo a Kahn.

Finalmente, aos 75′, o brasileiro Zé Roberto deu números finais ao placar, completando um chute cruzado após tabela envolvente entre Lukas Podolski e Miroslav Klose (a dupla de ataque alemã na Copa do Mundo de 2006).

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[SPN 4] BARCELONA 2×1 SEVILLA

Globoesporte.com > Futebol Internacional > Campeonato Espanhol – NOTÍCIAS – Imprensa espanhola destrona Ronaldinho

Sem Ronaldinho – lesionado – e com mais uma atuação de luxo do jovem craque já afirmado Lionel Messi, autor dos dois gols, o FC BARCELONA finalmente conseguiu vencer a sua mais severa “touca” dos últimos anos – o Sevilla – por 2×1.

A vitória ocorreu em clima de comemoração dos 50 anos do Camp Nou, lendário estádio do clube, que recebeu ontem mais de 98.000 espectadores.

Na foto, o zagueiro mexicano Rafa Márquez, o meia português Deco (merecidamente de volta à titularidade da equipe), o ídolo argentino Messi e o menino-prodígio mexicano Giovani dos Santos.

Messi certamente estará ainda em 2007 entre os três primeiros na eleição do Melhor Jogador do Mundo FIFA e também na Bola de Ouro da revista France Football, junto com o brasileiro Kaká e mais um. Falamos no espanhol Cesc Fabregas nos últimos posts. Porém, ele deverá mesmo ficar para o ano de 2008.

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[ENG 7] FABREGAS, O MELHOR DA TEMPORADA NA EUROPA


Official Site of the Premier League – Barclays Premier League News, Fixtures and Results | Home

O meia espanhol Cesc Fabregas, que começou no Barcelona e saiu muito cedo para a Inglaterra tem sido, neste início de temporada européia, o melhor jogador da temporada. Embora o Melhor do Mundo FIFA e o Bola de Ouro da revista France Football sejam definidos somente em dezembro e a vitória do craque brasileiro Kaká, goleador da UEFA Champions League 2006/2007 e campeão pelo Milan, seja praticamente certa, é o jovem espanhol quem mais tem encantado nos gramados por onde passa.

Dentro do Emirates Stadium, a casa dos Gunners em Londres, os shows deste meia de lançamentos precisos, domínio de bola impecável e grande chutador de fora da área são freqüentes. Vale a pena pagar o ingresso apenas para vê-lo jogar.

Ontem, contra o Derby County pela English Premier League, Fabregas fez apenas um gol. Mas foi um golaço. Além disso, deu duas assistências e participou da origem da jogada de mais outro.

Por outro lado, não tenho acompanhado a Furia (seleção da Espanha) para dizer o que tem feito com que um escrete que conta com Fabregas e Xabi Alonso no meio e com os goleadores natos Fernando Torres e David Villa na frente ainda não obteve com tranqüilidade a sua classificação para a EURO 2008. Meu palpite: o técnico espanhol ainda não dá a Fabregas o que os administradores chamam de empowerment, ou seja, a devida atribuição de poder e autonomia de decisão em função da sua qualidade atual, do seu potencial futuro e da sua especialidade, capaz de dar mais para o grupo do que a simples soma das capacidades de cada um.

No Arsenal, Fabregas tem feito algo quase impensável para a crítica inglesa: deixar o time mais ofensivo e jogando ainda mais bonito do que quando contava com Thierry Henry (hoje no Barcelona) na frente e o veterano sueco Freddie Ljungberg (agora no pequeno West Ham). Melhor: Fabregas tem CONSAGRADO a dupla de ataque formada pelo holandês Robin Van Persie e – acima de qualquer outro – pelo togolês Emmanuel Adebayor.

Enfim… Justamente HOJE EM DIA, quando se fala tanto em Messi, Ronaldinho, Giovani dos Santos, Pirlo, Kaká, Xabi Alonso, Lampard, Gerrard e outros grandes meias, definitivamente, é Cesc Fabregas quem está sobrando mais na turma.

Pode parecer cedo para qualquer pré-julgamento. Afinal de contas, o Real Madrid e o Barcelona ainda têm de se afirmar, o Liverpool tende a crescer, o Manchester United, a Roma e o Milan também são grandíssimos clubes, cheios de craques, assim como o único dos grandes clubes do Velho Mundo fora da Champions, que é o Bayern München e montou um belíssimo plantel. Mesmo assim, creio que, no final de maio de 2008, ainda veremos Fabregas como um dos maiores jogadores do planeta.

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