Um amigo meu, diretor de marketing do tradicional adversário, me contou, pouco antes da final da Libertadores, que os preparadores físicos das categorias de base dos dois clubes se dão bem e trocam figurinhas.
Numa dessas, um preparador do clube dele disse que um colega do TRICOLOR DOS PAMPAS falou que o grande medo do GRÊMIO é que o plantel de veteranos bichados virasse o fio logo após o esforço monstruoso pra chegar aonde o time chegou na principal competição do continente.
Então, o prof. Trevisan não tem culpa, assim como o Mano, apesar de algumas preferências esdrúxulas que todo técnico tem, se viu forçado a inventar moda.
Como demorou mais tempo pra isso acontecer, suponho que os próprios jogadores raramente tenham dado tudo de si fora de casa pra pouparem-se mais, a fim de segurar o rojão durante o ano inteiro.
Se não fosse assim, o EXÉRCITO DE FERRO COM A ALMA CASTELHANA já teria sido derrubado. Provavelmente estivéssemos na zona do rebaixamento.
De maneira geral, os times que estavam bem e degringolaram também têm perdido a maioria das partidas fora e ganhado quase todas em casa nas últimas cinco rodadas. Quem decaiu de vez foi o Botafogo. E o Cruzeiro, se não se cuidar, vai seguir o mesmo caminho.
Bom para os times que estavam desajustados e, ao invés de perder jogadores e de jogar às ganhas desde o começo do campeonato, contrataram e estão fazendo ótimas campanhas no 2º turno, tais como Náutico e Flamengo.
O Santos e o Grêmio passam por situações muito parecidas, assim como o São Paulo e o Palmeiras, apesar deste último ser bem pior tecnicamente: os dois líderes estão em um momento de regularidade, a despeito da pequena queda do São Paulo que, certamente, não irá influir na posição deles como virtuais campeões.
Seguimos lutando. E eu torço por uma mudança de fotografia com mais força física e faixa etária mais baixa em 2008. Enquanto isso, o negócio é mesmo torcermos MUITO para que o pacto entre os jogadores pelo sacrifício máximo dentro e fora de casa surta efeito.
Depois de 02/12, que eles curtam as merecidas férias. Não antes.
Mas que sirva de lição: o risco corrido em função da necessidade biológica de evitar a fadiga e diminuir o risco de lesões graves (que ocorreram, sim – e em uma quantidade muito acima da média) é grande demais. Estamos ali, com o pé na porta do céu. Ao mesmo tempo, é daquelas portas com peso, que batem sozinhas se a gente parar de segurá-la.
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Tags: Grêmio, Brasileirão, 2007, lesões, Mano, Trevisan, Libertadores
OLã amigos, na verdade acho que algo está errado sim com a preparaçao fisica do Gremio, pelo simples fato de perceber que todos os atletas independente de idade e estado atual de condiçao fisica excutem os mesmos exercicios.. Infelizmnete quem poderá julgar o trabalho do preparador? algum dirigente? claro que nao, pois afinal nenhum deles entende nada sobre educ. fisica ou algo do genero. Lembro que a algum tempo atras tinhamos no Gremio um execelente preparador fisico, que nao deixou duvidas a ninguem sobre seu trabalho, era Marcio Correa, mas ai o Gremio resolvem mandado embora, na saida do polemico adilson Batista. Na epoca acompanhei de perto todo o trabalho, pois era tambem academico de educaçao fisica ( hoje formado) e vi que os metodos, a convicçao e a abordagem de Marcio Correa, eram as melhores que ja passou pelo o Olimpico. Entao será que dá pra buscar esse profissional de volta um dia?
Abraço amigos
pô, meu amigo, primeira vez que entro no teu blog, mas vou virar assíduo. MUITO BOM o teu papo sobre futebol. a gente, volta e meia, COMPRA jornal para ler críticas infinitamente mais pobres…
valeu meu amigo!
DÁ-LHE TRICOLOOOOOOOOOOOOOOOOOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!