“Hélio,
Respeito sua opinião e não vou discuti-la. Apenas quero lembrar que o Antonio Hohlfeldt é nosso comentarista de teatro bem antes de se tornar político – e ele fala apenas sobre teatro. O deputado Vieira da Cunha não é e nem nunca foi nosso colunista. E o Eduardo Bins Ely é um jornalista – o Bins Ely vereador é outra pessoa – e acredito que a coincidência de sobrenomes não prejudica a sua capacidade profissional.
Abs
Pedro Maciel”
____________________
Corrigindo meus próprios erros: alguém sabe do grau de parentesco do colunista de mesmo sobrenome com o deputado estadual pedetista? Errei a pessoa, mas o colunista do Jornal do Comércio certamente é parente do deputado. José A. Vieira da Cunha possui uma coluna chamada Intervalo, publicada semanalmente todas as segundas-feiras.
Antônio Hohlfeldt tem um background artístico, sim: ele já cantou no coral do Centro Cultural 25 de Julho de Porto Alegre, clube do qual fui associado de 1981 até 1996. E eu não leio o Jornal do Comércio. Portanto, não sabia qual o teor de sua coluna. De qualquer forma, o espaço serve de chamariz para leitores e de status para o político, sem sombra de dúvida. Eticamente, não constitui nenhum demérito para ambas as partes.
O jornalista Eduardo Bins Ely é parente do político e não falei em momento algum que ele não seria competente. Errei foi ao ter achado que o Eduardo seria o secretário municipal fogacista.
Pelo que eu entendi, o editor-chefe Pedro Maciel não demonstrou nenhum interesse nem sequer preocupação a respeito da minha opinião. Pelo menos ele leu e respondeu pessoalmente. Só o fato de não ter sido uma resposta pronta já adianta alguma coisa. Todavia, estava interessado em debater e em receber alguma informação nova ou interessante.
Como ele não negou nem confirmou nada daquilo que escrevi no e-mail do post abaixo, posso deduzir que quem cala consente?
Blogged with Flock
Tags: JC, Jornal do Comércio, Pedro Macial, editor-chefe, editor
Miguel,
Pior é que o cara dava (ou ainda dá, não sei) aulas de telejornalismo na FABICO/UFRGS. Embora ele seja um técnico bastante competente, a aula dele não tem empatia, não entusiasma, não estimula o aluno a ir além. Tudo o que eu posso dizer é tão-somente isso, pois não conheço mais nada a respeito dele.
Não julgo o caráter ou a personalidade de ninguém pura e simplesmente em função da maneira como trabalha ou através de arroubos aparentemente isolados (até que se prove o contrário) contra amigos, subordinados ou parentes. Seria injusto ou precipitado.
De qualquer forma, está provado que ele não faz a menor diferença nem em seu meio profissional, nem em termos sociais a partir do resultado público do trabalho que ele sabe, quer ou pode oferecer.
Pra mim, isso é muito triste.
[]‘s,
Hélio
Caro Helio,
Estes pelegos agarrados ao seu salariozinho, nem poderiam te responder a altura, porque nem sabem bem do que falam.Pau mandado,….
No RS, que tantos elevam aos ceus, nao existe um jornal que preste…