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Tags: GalvãoBueno, Globo, “Série B, Brasileirão, 2008
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Colunistas – - – Bola nas costas
Meu amigo Mário Guilherme não me deixa mentir: o divertidíssimo blog do podcast BOLA NAS COSTAS fez uma seleção chamada PERNA-DE-PAU FUTEBOL CLUBE – OS PIORES DO BRASILEIRÃO.
Só há três jogadores do GRÊMIO: Patrício, Sandro Goiano e Tcheco.
É pura gozação. Mas toda brincadeira tem um quê de verdade…
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Tags: Brasileirão, 2007, Patrício, “Sandro Goiano, Tcheco, Grêmio, piores, perna-de-pau
Image:Shankly Gates.jpg – Wikipedia, the free encyclopediaEste domingo é um dia muito importante para as pretensões do LIVERPOOL FC na PREMIER LEAGUE 2007/2008: a vitória é fundamental para permanecer com boas chances de conquistar um título que não vê desde 1990. 45.362 torcedores irão ultrapassar os SHANKLY GATES (foto) para superlotar o estádio de ANFIELD no grande clássico entre os dois maiores campeões da Inglaterra.
Chegou a grande rodada do 1º turno da Premier League 2007/2008: amanhã é dia de dois grandes clássicos envolvendo os quatro primeiros colocados da tabela de classificação.Os donos da casa, em 4º lugar e com um jogo e seis pontos a menos, desafiará o atual campeão e vice líder MANCHESTER UNITED na terra dos Beatles. MERSEYSIDE VAI TREMER!!!
Até o momento, o LIVERPOOL está invicto em casa. Nesta temporada, até aqui, sempre que levou gols em Anfield, houve empate: 1×1 Arsenal, 1×1 Chelsea, 2×2 Tottenham. Aliás, em casa, só levou gol de time grande até aqui. O único empate em 0×0 sob seus domínios foi contra o Birmingham.
Ainda em casa, venceu por 4×0 ao difícil Bolton Wanderers, destroçou por 6×0 o pobre Derby County (recém promovido e provável rebaixado) e ainda superou por 2×0 ao chato Fulham.
EM CASA: 3 vitórias e quatro empates. 16 gols pró e 4 gols contra. Saldo +12. Por causa desse desempenho medíocre em Anfield é que o Liverpool ainda não está disputando a liderança.
Por outro lado, o desempenho dos REDS como visitante é invejável: 2x1no Aston Villa; 2x1no clássico contra o Everton; 3×0 no Newcastle United (com muita autoridade); 2×0 no fraco Sunderland; 2×0 no Wigan Athletic, 0×0 com o Blackburn Rovers; 0×0 com o bom Portsmouth; e 1×3 para o Reading (a única derrota no campeonato até aqui, após uma atuação horrorosa).
FORA: 5 vitórias, 2 empates e 1 derrota. 12 gols pró e 5 gols contra. Saldo +7.
TOTAL: 15 jogos. 8 vitórias, 6 empates e 1 derrota. 28 gols pró e 9 contra. Saldo +19.
O importante é melhorar o desempenho em casa o quanto antes, pois todos os clássicos contra os três concorrentes ao título da temporada 2007/2008 serão fora de casa no 2º turno (Arsenal, Manchester United e Chelsea). Até o momento, o LIVERPOOL já jogou contra o 1º e o 3º em casa e não passou de dois empates. Pelo menos venceu ao seu rival doméstico (o EVERTON) em Goodison Park.
A diferença ainda é pequena: com um jogo a menos, os REDS têm 30 pontos ganhos. O Arsenal tem 37, o Manchester United 36 e o Chelsea 34.
Para emparelhar o campeonato, o Liverpool precisa vencer seu jogo atrasado e também amanhã contra o Manchester United e torcer para o Chelsea derrotar o Arsenal. Caso essa situação ideal aconteça, Teremos Arsenal e Chelsea com 37 pontos e Manchester United e Liverpool com 36.
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Tags: PremierLeague, 2007/2008, Liverpool, “Manchester United
Estava lendo o relato do Guga Türck no ALMA DA GERAL (leia aqui) sobre o acompanhamento e as impressões dele a respeito da derrota do governo e da maioria do povo brasileiro no resultado da votação de ontem no Senado, que aboliu a cobrança de 0,38% para a saúde, para a Previdência e para o Bolss Família.
Há dois posts atrás, copiei o artigo de Paulo Henrique Amorim (leia o original aqui) interpretando esse resultado. Ele disse algo que vários blogueiros de esquerda estavam tentando definir, porém ainda não haviam conseguido fazê-lo.
Também li os três excelentes posts do Cristóvão Feil sobre o porquê do PT não ser social democrata (leia o 1º, o 2º e o 3º posts).
Pessoalmente, concluo da seguinte forma: concordando com ambos, o PT é TRABALHISTA, pois não é de direita, de esquerda e sequer social-democrata. Posto isso, ser trabalhista não implica em ser de esquerda ou de direita mas, sim, em priorizar a transferência do resultado dos impostos para os trabalhadores. Todavia, o trabalhismo, seja o getulista, seja o brizolista ou seja o lulista, jamais dissociaram que o governo precisa ser necessariamente para todos, inclusive para os ricos e remediados, sejam quais forem as suas demandas. Conseqüentemente, a corda sempre rebenta do lado mais fraco.
É bom que se diga, ainda, que o lado mais fraco não necessariamente precisa ser o lado mais pobre financeiramente, nem o menos culto, nem o mais discriminado. E que o ponto fraco do governo Lula ontem à noite, representado por essa aliança tênue e inconfiável junto aos partidos PMDB, PTB e PP, também já fez empresários, latifundiários, banqueiros e multinacionais passarem por fracos em outras demandas (embora a fraqueza destes últimos tenha sido meramente pontual – diria até residual – e bem menor do que a necessidade de demonstração de uma força mais perene a partir do Governo e/ou do povo carente).
É bom que se diga também que o trabalhismo sempre residiu em inevitáveis concessões. Getúlio Vargas era um ditador que foi, em diversos episódios, mais atroz do que seus sucessores militares de 1964 a 1985. Entre 1930 e 1945, o anti-comunista Vargas, não menos auxiliado pelos “cordéis de fora” do que os latifundiários, as multinacionais, os industriais pelegos, os funcionários públicos pelegos de alto escalão e os militares tanto na sua época como na posterior ditadura militar, lançou o embrião do dedo-durismo da classe média alta que, em ambos os períodos, teve delações compradas pela inteligência do poder coercitivo de cada tempo histórico (de 64 a 85, era o SNI, quando agentes eram enxertados nas salas de aula das universidades e as “inocentes e bem intencionadas” donas de casa remediadas ligavam para o DOPS). Todos esses acreditavam em “subversão” e faziam o papel que os poderosos de sempre queriam.
Hoje, temos um trabalhismo de centro-esquerda. É um sistema político do cobertor curto, sem sombra de dúvida. Mas é fundamental que um programa de distribuição de renda como o Bolsa Família funcione e que, seja lá como o país precise saldar suas dívidas e manter o superavit primário, é fundamental que haja uma forma de financiar a saúde, a educação e a infra-estrutura.
Bem ou mal, apesar da gigantesca omissão em relação à satisfação das demandas dos movimentos sociais, das atrocidades ambientais e das concessões excessivas aos mantenedores do status quo, finalmente algo está sendo feito. Aparentemente, diminuiu consideravelmente em nível macro (presidência, ministérios e segundo escalão federal) a compra de votos, a demagogia e o populismo. Porém, infelizmente, houve uma composição estrategicamente perigosa com as forças contrárias.
Para o senso comum, a despeito das intenções da mídia corporativa e de seus patrocinadores, pretende-se dizer que o Governo Lula não é apenas para os pobres: estes devem ser privilegiados, sim. Afinal de contas, é a camada social que mais precisa de ajuda. Todavia, os representantes dos ricos, que são muito poderosos e têm várias instâncias do governo de rabo preso com eles (banqueiros, latifundiários, executivos de mídia, multinacionais, etc.), sempre exigem uma contrapartida e são largamente atendidos.
Não sei se, exatamente, podemos nos definir como “esquerda”, nem se é inteligente, prático e útil tentar dividir o mundo em duas únicas instâncias (uma ‘boa’ e outra ‘ruim’).
Mas quem é que seria “bom” e quem seria “ruim” se o que é bom para mim é mau para o outro e vice-versa?!
Preciso de algum autor clássico de Sociologia ou Filosofia capaz de elucidar a questão.
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Tags: política, esquerda, direita, Lula, Vargas, Brizola, Brasil
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Ela prefere o contato direto com os atores políticos (governo, oposição, empresários, entidades da sociedade civil, cidadãos) e ainda poder ter segredos ao invés de aparecer ou de admitir ser perseguida pela imprensa.
Elegantemente, a presidente argentina ainda acredita poder governar de forma quase direta apesar da midiatização da sociedade.
Interpreto da seguinte forma: se mais de 80% de TODAS as discussões do cotidiano urbano das grandes cidades do planeta em grupos de quaisquer religiões, raças, idiomas, sexos, classes sociais, profissões, etc. são, comprovadamente, pautadas pela agenda da mídia corporativa e de seus patrocinadores, definitivamente não há como ignorá-la nem como evitá-la.
Todavia, a possibilidade de contato não-mediado com quem realmente irá agir a favor ou contra as ações do governo costuma evitar maus entendidos e, pelo menos aparentemente, tende a romper barreiras e a clarear pontos antes nebulosos do discurso e da prática.
Chávez tenta controlar a mídia. Lula está quase que totalmente submetido à sua lógica. E Cristina procura jogar com as cartas que possui nas mãos.
Sem dúvida alguma, ela possui cortesia em sua firmeza e objetivos claros. Sua liderança é espontânea e natural, sem precisar peitar de maneira ofensiva ou sem precisar dissimular que está peitando.
Sensibilidade e inteligência anos-luz à frente de seus aliados Lula e Chávez.
Oxalá Dilma seja também assim. Mas creio que ela fique em um meio-termo entre Cristina e Lula.
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Tags: Cristina, Kirchner, Argentina, Lula, Dilma, Rousseff, Brasil, Hugo, Chávez, Venezuela, política, politique, politics