PROPOSTA DE VALORIZAÇÃO DA POLÍTICA PARTIDÁRIA

A exemplo da discussão no DIÁRIO GAUCHE, também acho que tinha que acabar com essa palhaçada de 2º turno, a fim de garantir que as forças que estão do mesmo lado já atuem oficial, legal e inapelavelmente coligadas desde o início da campanha.

Não considero mais o 2º turno como uma forma de repensar ou então de separar o joio do trigo: são tempo, dinheiro e paciência perdidos.

Ao mesmo tempo, a Cláudia tem toda a razão: eleições completas (presidente, governador, prefeito, senador, deputado federal, deputado estadual, vereador E, a exemplo dos EUA e de vários outros países ‘civilizados’, eleição de um representante do Estado para a Suprema Corte).

Voto facultativo, voto distrital (cada vereador, deputado estadual e deputado federal é o único representante de uma determinada região geográfica, não podendo ser votado fora dessa região), fim do voto nulo, fim do voto em branco, fim do voto na legenda, obrigatoriedade de votar exclusivamente em candidatos da MESMA coligação e um máximo de 5 e mínimo de 3 candidatos nas majoritárias: tem partido demais que não representa absolutamente nada na sociedade.

Financiamento público da campanha (seria proibida a doação por parte de pessoas jurídicas), e-mail profissional de funcionários públicos, sindicalistas e filiados com cargos em partidos de TODOS os escalões ABERTOS À COMUNIDADE, todos os telefones de órgãos públicos com ligações GRAVADAS e disponíveis na internet, telefones fixo e celular únicos (isto é, tem que estar registrados no nome e no endereço do político, do funcionário público ou do sindicalista e cada um não pode possuir mais de um celular em seu nome nem mais de um telefone fixo para a família inteira em sua respectiva residência.

Finalmente, tempos iguais para todos os candidatos independentemente do número de partidos ou da representação proporcional de sua respectiva coligação na câmara.