
OAS pertence à família Magalhães. Porto-alegrenses DE JOELHOS para uma incorporadora lobista que só faz contratos leoninos
Vamos combinar assim? Não precisamos de prefeito, de vereador e nem de povo: basta deixar os caras construírem à vontade…

OAS pertence à família Magalhães. Porto-alegrenses DE JOELHOS para uma incorporadora lobista que só faz contratos leoninos
Vamos combinar assim? Não precisamos de prefeito, de vereador e nem de povo: basta deixar os caras construírem à vontade…
Rodrigo, por vezes, no calor do debate, escrevemos coisas que não são corretas, desculpa qualquer coisa.
Abração
Saudações tricolores
André, usei o termo “odonista” porque xingaram o cara por ter vaiado o Odone, logo, só podiam ser apoiadores dele. E usei entre aspas, justamente para ironizar o fato de qualquer um que fizer alguma crítica à gestão Odone ser rotulado de “obinista”.
Eu, por exemplo, não quero nunca mais ver Obino na presidência do Grêmio (pior presidente de todos os tempos, disparado!), mas também não acho que a gestão Odone tenha sido essa maravilha toda. Sair da Série B era OBRIGAÇÃO para um clube da grandeza do Grêmio, e quanto à Libertadores 2007, fomos longe demais com o time que tínhamos – assim como no último Brasileirão.
Abraços e saudações tricolores!
Jorge e demais comentadores,
Leiam o próximo post.
[]‘s,
Hélio
É brincadeira, como tem gente que gosta de pregar “moral de cuecas”, o mesmo que fala que quem critica o Odone é chamado de “Obinista”, já atacou e chamou quem gostou da gestão Odone de “Odonista”.
Durma-se com um barulho destes…
Um dia desses o Luiz Carlos Azenha escreveu um artigo no site dele sobre “o mundo em preto e branco”, visão que muita gente tem.
Aqui em Porto Alegre ficou muito claro isso: quem fosse a favor do Pontal do Estaleiro (e de outros descalabros) era “progressista”, e os contrários eram “comunistas” – como se não houvessem pessoas contrárias a Pontal & cia. que, definitivamente, não são de esquerda…
Agora, no Grêmio, tem essa. Quem não é apoiador do Odone, vira “defensor do Obino” – como se fosse preciso ser “obinista” para criticar o Odone (e vale lembrar que quando Obino foi ACLAMADO, o único conselheiro que foi contra a aclamação foi Hélio Dourado – e o Odone, onde estava?). Lembro que no fim do jogo Grêmio x Atlético-MG, o Odone deu uma “volta olímpica”, e um torcedor que vaiou o agora ex-presidente foi xingado, chamado de “defensor do Obino”, e inclusive agredido fisicamente por “odonistas”.
André, por acaso eu citei o teu nome no meu comentário?
Fiz uma afirmação impessoal, certo?
Pois é, mas tu me rotulou como viúva do Odone, também não me conheces pra fazer isso. É aquilo, no dos outros, é refresco!
O André nunca leu meus comentários para fazer tal afirmação e nem sabe quem eu sou, para ser rotulado dessa estúpida forma.
Como diz os Cristovão Feil do Diário Gauche: coisas da vida.