Fiquei bastante contente com o resultado inicial e visivelmente superior para o campo democrático e social de esquerda desvinculado de oligarquias, empresas, sindicatos e partidos políticos de qualquer natureza (embora seu APOIO nunca como protagonista seja sempre bem-vindo) realizado hoje de manhã (sábado 07/03/2008) contra a DITABRANDA defronte à sede da ‘FALHA’ DE S. PAULO, na maior cidade da AMÉRICA LATINA. Hoje, depois de muitos esforços, o movimento andou para a frente de uma maneira que me dá esperanças de que não haja retrocessos.
Embora de maneira ainda tímida e envolvendo uma quantidade extremamente reduzida de cidadãos politizados, inconformados e motivados contra a manutenção do status quo conservador, arbitrário, oligárquico e judicialmente parcial a favor da mesma minoria de sempre, hoje, sim, pude verificar um progresso verdadeiro rumo ao que ANTONIO NEGRI e MICHAEL HARDT chamam de RESISTÊNCIA PÓS-MODERNA (MULTIDÃO x IMPÉRIO) aqui no BRASIL.
Se a dimensão da EMERGÊNCIA (STEVEN JOHNSON) que levou o movimento de nível mais baixo (trocas de informações, organização descentralizada e repercussão do ato público via internet) ao nível mais alto (significativo volume de reação presencial com repercussão na mídia de massa e em comunidades alheias ao fato em si) foi suficiente ou não, isso só saberemos a partir do momento em que os três únicos veículos da considerada mídia corporativa presentes na cobertura do evento, a BAND, a RECORD e a TV BRASIL veicular e editar imagens e textos sobre o movimento. O cuidado agora é esperar a editorialização, a decisão do ‘aquário’ da BAND sobre o que e como mostrar ou omitir; como relatar, descrever, romancear, distorcer a manifestação pública e ordeira.
Pra mim, a maioria das tentativas anteriores de utilizar a internet para organizar, informar e, fazer um CHAMAMENTO À PARTICIPAÇÃO PRESENCIAL (BRETAS, 2006) aqui no BRASIL foi tênue e quixotesca. Porém os fatores que fizeram da manifestação de hoje defronte à ‘FALHA’ DE S. PAULO o início de uma reação em cadeia que poderá atingir o país inteiro conforme a motivação, as necessidades e a cultura de cada local fizeram toda a diferença.
Enquanto a crítica ao PIG feita por veículos alternativos, segmentados e de baixíssima tiragem com uma linha editorial e ideológica antagônica à editorialização da Grande Mídia brasileira ocorria sob o mesmíssimo procedimento de um colunista de maior exposição perante a classe média urbana, a repercussão de nossos argumentos arrazoados e inteligentes era abafada pelo efeito de empate, isto é, por utilizarmo-nos do mesmíssimo discurso do oponente, porém estando no lado oposto. Quando o uso de uma linguagem mais adaptada à ironia, à coloquialidade e à busca de um resultado imediato prevalecer, a juventude pós-moderna terá condições de juntar-se a nós. Eles são experts natos em movimentar-se através de redes e em aceitar um mundo descentralizado e auto-0rganizado com quem podemos aprender MUITO.
Também vejo como outro complicador para o crescimento de manifestações multitudinárias em rede aqui no BRASIL a intenção de muitos blogueiros alternativos em postar meras cópias integrais do conteúdo daqueles blogs e portais que deram o ‘furo’ e publicaram as primeiras críticas. Com essa atitude, eles não estarão agregando valor à blogosfera. Afinal de contas, a audiência deles coincide com um elevado percentual da audiência dos blogueiros com os quais possuem afinidades e trocam figurinhas, já que o critério de noticiabilidade da proximidade, isto é, de dar prioridade a fatos ocorridos em um local geograficamente próximo da audiência, atrai principalmente leitores, interagentes e outros blogueiros da mesma região, reduzindo a expansibilidade da massa crítica a fim de aumentar o alcance da sua mensagem e, consequentemente, de tentar fazer as pessoas refletirem a partir de um ponto-de-vista diferente.
Uma das maiores virtudes da blogosfera alternativa é o seu posicionamento político, econômico, social, cultural e desportivo plenamente justificado. A demonstração do lado em que o blogueiro acredita versus o lado antagônico do qual ele duvida resulta no tensionamento, na crítica, na denúncia, na investigação e em um agendamento diferenciado. Embora a mídia corporativa faça de tudo para abafar e omitir essas manifestações contrárias a si, seus pés são feitos de barro adocicado e os pequenos blogs são como formigas. Nesse ponto, nosso maior desafio consiste em convencermos o senso comum de que a maioria dos veículos que ele acompanha durante o dia inteiro também tem um lado e que não necessariamente por serem hegemônicos o seu lado seja o melhor.
O ato de blogar permite a utilização dos mais variáveis gêneros discursivos, sejam eles híbridos ou puros – se é que a remidiação ainda oferecem a existência de gêneros puros característicos de cada meio de comunicação. Dsse caldo, podemos criticar, denunciar, investigar, utilizar ironia, sarcasmo, humor, conto, crônica, reportagem, romance, etc. Estilo e gênero discursivo a serem utilizados são escolhas pessoais de cada blogueiro. Muitas vezes, uma escolha inconsciente. Afinal de contas, todo blog é auto-organizado e funciona como a casa e o ‘aquário’ particular de cada um. A agenda, a pauta e a linha editorial são decisões estritamente pessoais. Isso não é falha nem defeito. Faz parte. E que bom que é assim.
Salvo quando estou com pressa ou mal-humorado, procuro seguir a escola acadêmica francesa: primeiro, assopra, pra depois morder. Pois agora chegou o momento de usar meus dentes. Não se preocupem: eu não vou arrancar um naco. Algumas marcas na pele já me satisfazem… ;)
Copiar um trecho maior do que um ou dois parágrafos do conteúdo postado em outro blog é um ato contraproducente em todos os sentidos. Mesmo que se mande o link para a referência, como o texto está total ou parcialmente disponível no meu blog, meus leitores dificilmente irão visitar o blog do post original. Por melhor que seja a intenção (‘o cara escreveu sobre o que eu penso de uma maneira que eu não conseguiria me expressar’; ‘vou postar isso aqui porque meu leitor talvez não leia o blog/site de quem eu achei esse post tão interessante’), é fundamental termos em mente que, dentro de uma rede, os nós devem necessariamente estabelecer ligações que façam com que o público circule entre muitos dos blogs de um mesmo grupo. Do contrário, a rede terá apenas um caminho de ida e não chegará à circularidade que possibilitaria ao internauta encontrar um volume significativo de massa crítica alinhada aos seus valores porque os nós estão separados e não interligados.
Se eu copiasse um texto inteiro do site do PT, tiraria audiência do site do PT. Se eu copiasse um texto inteiro do EDUARDO GUIMARÃES, tiraria audiência do EDUARDO GUIMARÃES. Afinal de contas, se eu já li o mesmo texto no blog do fulano, por que entrar no site do partido? É bom lembrar que o comportamento do internauta tende a repetir o mesmo comportamento de busca midiática que ele realiza no ambiente offline. Isso significa que esse padrão tende mais a concentrar a sua visitação aos portais do PIG do que a aguçar a sua curiosidade a ponto de achar que vale a pena entrar e explorar outros conteúdos dentro do site do PT. Da mesma forma, mesmo que eu seja um nó de poucos laços, caso meus laços sejam bem mais significativos do que os laços daquele blog que consegue ser ainda menos conectado e, portanto, ainda menos conhecido do que o meu, se eu copio todo o post dele, então quem tende a concentrar a audiência dentro desse nicho sou eu. Ao invés de contribuir para a descentralização e para a auto-organização, eu estarei matando um aliado ou um parceiro.
O prof. HENRIQUE ANTOUN da ECO/UFRJ trabalhou em vários de seus artigos e também com seu ex-orientando e um outro negriano como eu, o prof. FÁBIO MALINI, da UFES, um conceito chamado ECONOMIA DO MÉRITO (cujo teórico ainda não estudei), que consiste em aumentar o prestígio, a referência, o respeito e a visibilidade em rede através da TROCA. Quem dá mais, é mais lembrado. Quem dá menos, vai para o limbo. A troca ou o escambo de arquivos digitais em redes telemáticas torna o reconhecimento de seus praticantes mais assíduos que, ao invés de apenas sugar, têm muito o que oferecer, muito mais valiosos dentro desse grupo do que a comparação do ‘valor’ de alguém que possui muitos bens materiais.
Logo, não é de graça que eu insisto tanto para que os blogueiros evitem ao máximo reproduzir as notícias dos portais ou os posts de outros blogueiros. Se for algo legal, uma frase de efeito, um ou, no máximo, dois parágrafos importantes são mais do que suficientes. Afinal de contas, quem só copia perde valor dentro da economia do mérito, pois se eu copio o conteúdo integral do post de alguém, diminuo enormemente a possibilidade do meu leitor clicar no link para o blog que originou a minha cópia.
Outro ponto: quando um determinado blogueiro independente apropria-se de alguma matéria encontrada em um portal de notícias pertencente ao PIG e copia seu conteúdo para um espaço no GOOGLE DOCS para eliminar a possibilidade do seu leitor dar audiência para o portal da mídia corporativa, essa atitude trata-se de um enorme equívoco, que fará com que esse pequeno blogueiro perca uma chance de ouro de ter sua audiência aumentada. Mesmo que seja pouco em quantidade, só o fato de o portal possuir uma linha editorial e um público de valores normalmente opostos aos do blogueiro já é suficiente para funcionar como um potencial laço de expansão do blog independente rumo a uma rede social formada por pessoas diferentes. Mesmo que não se consiga mudar a cabeça da maioria, há sempre uma grande quantidade de pessoas e de blogueiros que pensam como a gente mas que não pertencem à nossa rede social, pois são sócios de outro clube, trabalham em outra profissão, vivem em outra cidade, resistem e denunciam o poder de outras formas e assim por diante. Por mais contraditório que seja, o portal do PIG é um hub gigantesco que, bem aproveitado, pode ajudar a reunir seus críticos antes dispersos.
Cada post feito em uma das mais conhecidas ferramentas chamadas de Sistema de Gestão de Conteúdo (Content Management System ou CMS) tal como o BLOGGER, o WORDPRESS ou o MOVABLE TYPE normalmente apresenta um recurso que poucos conhecem chamado PINGBACK. É preciso observar cada ferramenta para saber se o PINGBACK é arbitrário ou opcional. Se for opcional, é melhor habilitá-lo.
Se eu copiar um PEQUENO trecho de uma matéria do CLICRBS (mídia má, feia e golpista como bem diz a galera da NOVA CORJA) e puser o devido link para ele, não estarei sendo nada trouxa por colaborar com o aumento da audiência de uma corporação cuja linha editorial vivo a criticar: acima de tudo, serei compensado com a possibilidade de receber audiência do PIG através do link para o meu blog que estará registrado nos comentários da matéria original. Logo, o portal malévolo, que tem uma visibilidade diária centenas ou milhares de vezes maior do que a minha, estará enviando, como uma forma de agradecimento, um caminho que faz o caminho de volta do seu nó para o meu, trazendo-me parte de sua audiência.
Portanto, o PINGBACK significa o seguinte: o que parece uma pagação de pau para o barão da mídia é, na verdade, uma forma de obrigá-lo a me dar algo em troca. Afinal de contas, ele não pode nem me explorar, nem me ignorar o tempo todo. O fato de eu enviar-lhe um sinal de que um blogzinho mané perdido no ciberespaço o lê e também ajuda a multiplicar o alcance da sua audiência automaticamente faz com que ele, queira ou não, também me endosse e proporcione que alguns de seus leitores cheguem até mim. O PINGBACK seria, mitologicamente falando, senão um portentoso cavalo, pelo menos uma espécie de PÔNEI DE TRÓIA.
Oi, Cláudia!
Não é que não se deva postar conteúdo dos outros. Afinal de contas, é de referências e colagens que a blogosfera é feita. Só que colar uma figura é diferente de colar uma página inteira. :)
Tem muita coisa boa que serve como ponto de discussão e que pouca gente teve acesso direto. Mas, pra isso, basta citar um trecho, prestigiar a idéia original remetendo o teu leitor para o Nas Retinas. O internauta que chegar ao Nas Retinas a partir da tua referência (referência + link, não cópia integral) vai se lembrar que a sacada de indicar o Nas Retinas foi tua. Aí, tu viras referência em outro sentido, que é o de descobrir as coisas antes da maioria e passá-las adiante generosamente.
Só que, no momento em que tu te absténs de produzir ou de transformar a informação que chegou a ti apenas reproduzindo-a, a necessidade de te visitar perde o sentido. E, ao mesmo tempo, a criatura precisa ser estimulada, instigada, provocada a não apenas ler, mas a clicar. Não há nenhuma garantia de reconhecimento por parte deles, assim como não é necessariamente mais prático para os outros procurar entregar tudo mastigadinho para o internauta. A maioria das pessoas tem essa tendência (inclusive eu). Mas as ferramentas de indexação que vão fazer com que as pessoas cheguem até ti através do Google ou do Yahoo (o que ocorre centenas de vezes mais do que alguém clicar no link para o Dialógico no meu blogroll, no do Guga, no do Cássio, no do Júlio, do Marco e assim por diante) castigam a replicação ipsis litteris do que já existe na rede.
Por isso, é muito mais rentável em termos de visitações e também de citações em outros blogs citar apenas um trecho e linkar para lá. Na medida do possível, é bom colocar vários links explicativos no post pra não precisar ter que escrever demais pra definir um conceito alheio ou pra não perder tempo descrevendo uma notícia que já existe. Quanto mais links externos para sites diferentes um mesmo post tiver (desde que haja um bom senso – digamos que uns três links por parágrafo de três linhas), mais pulverizado vai ser o pingback que o teu post vai receber de quem ler o conteúdo do link que tu indicares no teu post. E cada um deles tem um público diferente, que te ajuda a expandir os horizontes sem ficares presa à audiência de sempre (que é importante, sim, mas não pode ser restrita).
O que mais se vê no Twitter são indicações bem resumidas de links interessantes. No caso do protesto do MSM hoje de manhã, o papel dele foi muito mais dinâmico em velocidade e em quantidade de posts, links e comentários do que a prática conhecida como live blogging, que consiste em descrever minuto a minuto dentro de um único post o que está se passando. A ferramenta de publicação do blog é bem mais lenta do que o Twitter. Pra comentários curtos e grossos e pra indicar conteúdo, ele multiplica exponencialmente o que se pode fazer em um blog com o mesmo objetivo. Com o tempo, à medida que tu seguires e fores seguida por bastante gente, se tu usares o Twitter pra anunciar título dos novos posts e links para o teu blog, terás um novo público de leitores cativos, mesmo que pequeno.
O interessante aqui é o fato de que o usuário do Twitter costuma ser heavy user da internet, isto é, ele já usa com desenvoltura as ferramentas disponíveis, é tutor no uso de novas tecnologias e adora estar antenado para tudo o que aparece. Não é a toa que, hoje em dia, todos os grandes portais de notícias do mundo tem um Twitter pra anunciar manchetes e links. O jornalismo se apropriou dessas característica melhor do que os blogs, pois a audiência deles, já da ordem de milhares de vezes maior do que a nossa, cresce ainda mais.
Quanto à contagem da audiência, há vários objetivos e fenômenos decorrentes da consecução ou não daquilo que a gente espera para nossos blogs. Na maioria das vezes, a gente vai experimentando estilos literários, ou a gente começa a usar mais imagens, mais vídeos, ou mais links dentro dos posts, textos mais curtos, textos mais longos… Não existe uma fórmula. Isso vai depender de a quem tu estás linkada: se houver um hub (ou se tu fores esse hub que conecta vários pequenos nós), copiar o conteúdo de terceiros ipsis litteris ou até mesmo escrever sobre amenidades pode te dar uma audiência muito maior do que se tu fores mais opinativa, por exemplo. Também há a possibilidade de se ter vários hubs diretamente linkados a ti e poucos pequenos blogs de poucas conexões – isso pode te trazer audiência sem precisar fazer força, por exemplo.
Quando a atualização do conteúdo do Nas Retinas é bastante rápida e em grande quantidade com posts bem curtos e ele tem uma audiência pífia no RS, o teu trabalho funciona como o de uma retransmissora. Não é que seja errado, indigno, que te cause algum prejuízo nem nada. Mas esse é um caso incomum, no qual uma comunidade blogueira é tão ensimesmada entre seus próprios pares e apresenta um volume de conexões externas ao grupo tão reduzida em quantidade (nº de links) e em qualidade (muitos sites nanicos e raríssimos hubs) que tornou-se necessário replicar o conteúdo de um blog pela rara necessidade de desvincular tanto a ele como a ti de um alcance predominantemente regional em termos geográficos.
Além da questão do pingback, acho que a do Google Docs pode ser ainda mais séria em relação à audiência. Eu tô testando quatro medidores de audiência diferentes, que possuem vários parâmetros coincidentes e tantos outros diferentes entre si. De maneira geral, só posso considerar leitores do meu blog aqueles que ficam no mínimo 30 segundos dentro dele. Isso dá mais ou menos 10% de todo mundo que entra no blog. Desses 10%, 90% são do Brasil. E, desses, mais de 70% são do RS. As visitas frequentes, isto é, quem volta ao meu blog pelo menos 5x/semana, oscila em torno de 10% do total. Daí pra frente, não disponho de ferramentas pra medir se os 10% de pessoas que efetivamente leem o conteudo do meu blog são os mesmos 10% que voltam seguidamente até ele.
O ideal seria que fossem internautas totalmente distintos. Mas desconfio que haja mais ou menos 70% de coincidência entre eles.
Uma desconfiança que tenho é a de que, por haver muitos blogs gaúchos com informações muitas vezes redundantes para um público em grande parte coincidente e pouquíssima interação com blogs parecidos com os nossos seja aqui no RS (grupos de militantes que a gente não conhece), seja dos outros estados (sejam estes ou não filiados ao Sivuca), alguns blogs do Sivuca de grandes estados do Nordeste escritos por jornalistas possuem uma audiência até mesmo bem maior do que a do Weissheimer.
No nosso caso, ele e o Feil são muito mais visitados porque tem uma rede social presencial muito mais ampla do que as nossas, mesmo que tenhamos conhecidos em comum e participemos de alguns eventos juntos. Há também a vantagem do pioneiro: quem começou a blogar antes, começou quando havia menos blogueiros pra dividir a atenção e viraram referência mais cedo. Aqui, entra em ação novamente a Teoria da Cauda Longa, pois quem é mais visto é mais lembrado – e cada vez mais. Por último, um é jornalista e o outro é sociólogo. Ambos experientes e conhecidos, possuem um elevado capital social.
Na defesa, não cheguei a falar sobre o capítulo 7 da dissertação, que trata sobre esses detalhes blog a blog. E eu não cheguei a me aprofundar nem em capital social, nem na economia do mérito. Quanto à conversação online (troca de comentários) e à citação de terceiros (links, imagens ou vídeos copiados de outros blogueiros, etc.), o teu interesse e a tua capacidade de mobilização e de sociabilidade estão bem acima da média. Isso faz de ti o maior hub ou conector dentro desse pequeníssimo universo. Porém, a reciprocidade quanto à indicação da tua produção é bem menor em relação à lembrança que tu tens de muitos outros. Tu ligas uns aos outros mais do que eles conseguem ligar-se diretamente entre si. Tu és um elemento de coesão importante.
É por isso que a Suely te elogiou! :)
Besos,
Hélio
Hélio, quero saber como o leitor de POA que não lê o Nas Retinas e não está no Twitter, pode tomar contato com os acontecimentos em frente a FSP? Hj, tive 408 page viwes. Tenho uma média de 120 por dia.
Agi como retransmissora e acho que foi positivo.
Abraço!