Me desculpem os conselheiros Carlos Josias, Cacaio Azambuja e o amigo arquiteto Marcos Almeida, além de tantos comentadores (associados ou não, anônimos ou não) dos blogs Grêmio Acima de Tudo e Grêmio Sempre Imortal que consideram a Arena como favas contadas e que acreditam que pensar diferente ou discutir o projeto após a assinatura do contrato é trabalhar contra o Grêmio. Se existe essa possibilidade, não apenas eu, mas também centenas de associados poderíamos esclarecer dúvidas acerca da ISL e da Arena a qualquer hora e em qualquer lugar.
Ninguém vai deixar de ser gremista ou de ficar maravilhado caso tudo dê certo. Particularmente, não é o lugar (Humaitá ou Azenha) nem se será um estádio construído do zero (Arena) ou reformado com bastante critério (Novo Olímpico) o que está em jogo mas, sim, a AUTONOMIA e o PATRIMÔNIO do Grêmio.
Sempre deixo de lado o fanatismo, a imaturidade e o simplismo do pensamento resultado-dependente. E discordo veementemente do pensamento único (penda este para o lado que for). Do contrário, nenhuma análise será suficientemente crível.
Sou como o nosso brilhante técnico Paulo Autuori: discuto idéias e não pessoas. Sempre que cito sujeitos, minha preocupação é com as suas práticas políticas e gerenciais, bem como com os respectivos desdobramentos dessas práticas. Discutir idéias não implica em inimizade nem em desrespeito.
Voltando à vaca fria: qualquer Senado, Câmara dos Deputados, Assembléia Legislativa e Câmara dos Vereadores do mundo ocidental democratizado oferece a seus cidadãos a possibilidade de revisar os autos de todos os pareceres dos parlamentares acerca de todos os projetos de lei e demais votações internas.
O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense não é uma empresa S.A. nem Ltda. Legalmente sua razão social indica que – pelo menos no papel – não tem fins lucrativos. Logo, possui alguns privilégios fiscais. Dentre eles, o clube é isento do pagamento de IPTU em Porto Alegre (não sei se em Eldorado do Sul também seja isento – acredito que sim).
Isso posto, hoje temos a Grêmio Empreendimentos S.A. com uma representatividade mínima dentro do corpo de administração da Arena. Trocando em miúdos, se a OAS terá três assentos e a Grêmio Empreendimentos S.A. terá dois, apesar de ser uma diferença mínima, isso significa MUITO: se toda decisão acabar em 3×2 para a OAS, o Grêmio não terá direito a eleger nem o porteiro da “arquibancada inferior” da Arena!
Independentemente da temporalidade da discussão, sua importância é, sim, extremamente relevante. Definitivamente, não é jogar contra o Grêmio tentar reverter uma decisão atabalhoada do CD. Atabalhoada, sim. Querem exemplos? Informações de dentro do CD indicam que:
1) A criação da Grêmio Empreendimentos S.A. não estava na pauta do dia da reunião na qual o então presidente Odone a propôs;
2) Havia o interesse em votar logo pela sua implantação sem mesmo definir as filigranas de seus estatutos e finalidades. Por que?
3) O Grêmio vivia um momento de penúria. Logo, por que diabos torrou 100 MIL EUROS (mais de 300 mil reais) contratando a consultoria da Amsterdam Arena Advisory para apenas ter um aval de que a área da Azenha não era interessante, isto é, que não havia espaço suficiente para construir uma “arena” nos moldes europeus?
Pelo que eu saiba, 8,5 Ha é uma área consideravelmente maior do que a de um estádio imenso. Wembley e o Ninho de Pássaro caberiam com sobras naquele espaço;
4) O conto da Carochinha de que somente no Humaitá seria possível reformular pontes, vias de acesso, mais linhas de ônibus, metrô, etc. é uma falácia: a arquitetura, a engenharia e o direito possibilitam, tanto na esfera técnica como na esfera política, construir qualquer coisa em qualquer lugar;
5) Converso bastante com biólogos (categoria profissional decisiva para o futuro do planeta e para a nossa sobrevivência). As informações que recebo são, pelo menos para mim, estarrecedoras: parte do terreno da futura Arena e/ou terrenos adjacentes ocupam uma margem fétida do quase morto Rio Gravataí – um curso d’água poluído. Os restos da obra e os banheiros destinados ao uso de MILHARES de pessoas só serviriam para piorar a tênue condição ambiental de um lugar que, hoje, já é bem pior do que o Arroio Dilúvio. Ali, situava-se também um antigo aterro sanitário. As fundações seriam absurdamente caras, pois o solo rochoso está a distantes 35 METROS da superfície. Há inclusive o relato do proprietário de um imóvel naquela região que sofre com rachaduras em função do peso sobre o terreno;
6) Por que desconfiar das decisões de tantos homens importantes que dividiram-se em comissões temáticas? Ora, porque muito poucos conselheiros leram todos os pontos do contrato. Além disso, entre aqueles que o leram, poucos pararam para ponderar a respeito de cada item.
7) O presidente Preis foi sabatinado pelo Hiltor Mombach do Correio do Povo. Foram cerca de 40 perguntas enviadas pelos torcedores e também elaboradas por jornalistas da rede Record. A possibilidade do público participar espontaneamente desse processo não está em discussão: o que eu quero dizer é que, infelizmente, a maioria das perguntas ou não foi respondida, ou foi respondida com excesso de reticências, com laconismo e sem a complexidade necessária. Na reunião do Movimento Grêmio Acima de Tudo com o próprio Preis, não houve clareza quanto aos pontos que garantem ou não tanto o patrimônio do clube como os direitos do associado. Preis também foi entrevistado pelo Ricardo Vidarte no site Final Sports. Conclusão: nenhuma;
8) Em meio ao episódio Odone + Britto (no qual um dos dois seria presidente do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense enquanto o outro seria presidente da Grêmio Empreendimentos S.A. ou vice-versa), Odone declarou que não iria se dedicar ao Projeto Arena nem ao clube caso não fosse aprovada a remuneração do presidente da GE. Por que?
9) Na referida entrevista de Preis ao Final Sports, ele considera excelente o fato de Odone ser o secretário estadual da Copa 2014. Quanto a isso, vamos expandir um pouco a rede para tentarmos analisar os fatos. O prefeito José Fogaça e o vice-prefeito José Fortunatti (secretário especial municipal da Copa 2014) também são conselheiros do Grêmio. Dois dos principais donos da RBS, José Pedro e Nelson Pacheco Sirotsky também são conselheiros do clube. O capital social desses cinco senhores nos campos político, empresarial e midiático é enorme. Sem dúvida, possibilita que haja benefícios ao clube.
Todavia, pensar apenas ou acima de tudo no Grêmio em detrimento da qualidade de vida da população mais carente; em detrimento dos graves problemas de educação, saúde e segurança existentes em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul em um grau mais elevado do que na maioria dos estados da federação nos dias de hoje a meu ver representa um oportunismo absurdo.
Vejamos: a RBS possui uma construtora, a Maiojama; toda a construção civil guasca sonha em alterar o Plano Diretor para transformar Porto Alegre em São Paulo; muitos vereadores tiveram doações de campanha de construtoras e o lobby sobre eles na Câmara Municipal é fortíssimo. O excesso de espigões torna a superfície mais úmida, menos insolada e mais escura.
A privatização dos espaços públicos é a grande causa da violência urbana. E mais: toda a torcida do Flamengo quer um financiamento do BNDES – que deveria ser um banco de fomento a atividades SUSTENTÁVEIS de geração de emprego e renda.
Vejam ainda que a maior parte dos anúncios dos Classificados de domingo são da construção civil. No mestrado em Ciências da Comunicação, aprendi que o excesso de notícias a respeito de um determinado tema e sob uma ótica predominante na qual a opinião contrária quase não tem voz significa que o noticiário está repleto de matérias pagas para satisfazer a um grupo de patrocinadores em particular.
É bom deixar claro que os Sirotsky, Odone, Fogaça e Fortunatti apóiam o DESGOVERNO LÚMPEN que acaba de ser deposto. Não houve nenhum editorial e nenhuma matéria investigativa durante 31 meses nos veículos da RBS. Em nenhuma manchete foi dita que o lumpesinato yedista inaugurava obras com dinheiro federal. E, a exemplo do Grêmio, nunca foi dito que o endividamento similar ao da ISL contraído por Yeda significava megalomania e mentira travestidos de “coragem”, “criatividade” e “ousadia”.
Outro detalhe: algumas figuras-chave desse lumpesinato até bem pouco tempo possuíam cargos dentro do Grêmio. Sabe-se lá por que, não houve seguimento no processo de expulsão de José Alberto Guerreiro do clube (um breve debate a respeito neste link). E, embora as falcatruas comprovadas pelo Ministério Público Federal e pelo Tribunal de Contas do Estado não tenham sido feitas nem com prejuízo, nem com vantagem ilícita e tampouco tenha sido engendrado a partir do Grêmio, tudo isso não seria motivo suficiente de expulsão de José Otávio Germano, Flávio Vaz Netto e daquele assessor de Odone também envolvido com o yedismo?!
À exceção disso, as relações empresariais e político-partidárias acima relatadas, até o momento, felizmente ainda não apresentaram nenhum traço explícito de ilegalidade. Não há como falar em corrupção, coerção ou coisa parecida. Mas é imoral. É antiético. Não beneficia a maioria.
Portanto, não compactuo com aquela maioria silenciosa da classe média urbana que respondeu majoritariamente em uma pesquisa do Instituto Datafolha de alguns anos atrás que, desde que as coisas sejam feitas, admitem a corrupção.
O Grêmio e o RS só chegaram aonde chegaram exatamente por causa dessa infeliz crença do senso comum. Práticas seculares nos países escandinavos comprovam que pode-se realizar de tudo e que a iniciativa privada e o Estado podem ser honestos, pró-ativos, sustentáveis e gerar riqueza e conhecimento para todos. Sem obras superfaturadas, sem licitações viciadas, sem tráfico de influência, sem propina, sem comprar votos de deputados para votarem na emenda da reeleição (o mensalão tucano), nem para garantir a governabilidade a partir da cooptação de clientelistas (o mensalão petista).
Como último (porém talvez o mais sério) medo em relação à Arena no Humaitá, tanto a Grêmio Empreendimentos S.A. como a OAS precisam tomar um imenso cuidado também para não se tornarem réus caso a Aeronáutica decida processar o empreendimento em função da alteração proposta na altura máxima dos prédios do complexo em função da aterrissagem de aeronaves maiores na pista ampliada do Aeroporto Internacional Salgado Filho.
Além disso, beiras de rios, lagos e orlas marítimas são áreas pertencentes à União – mais especificamente ao Ministério da Marinha. Todo mundo pode adquirir qualquer terreno de orla seguindo as orientações do Plano Diretor de cada município. No entanto, em caso de guerra ou da necessidade do uso daquela área litorânea ou ribeirinha para exercícios militares, não se ganha um centavo e o Governo tem total direito de tomá-las de volta para si. A sogra da minha irmã já foi notificada em Duque de Caxias/RJ por causa disso e terá que se desfazer do único patrimônio que possui.
Todas as informações acima costumam ser distorcidas ou omitidas. Porém, deveria haver maior espaço para o conhecimento desta realidade aqui. Todavia, apenas um pequeno grupo de empresas detém a posse dos meios de comunicação de massa no RS, a maioria das pessoas toma a posição deles como verdade única e indestrutível.
Não sou conselheiro, não sou empresário, não sou advogado, não sou político e não sou o dono da verdade. Até posso me equivocar em uma informação ou em outra e até já fui a favor do Projeto Arena. Porém, após conversar com muita gente que não foi contaminada pelo pensamento único e de proceder algumas investigações, não me restou outra coisa a fazer além de me posicionar contra o modelo de negócio proposto.
Conselheiros do Grêmio vinculados ao Movimento Grêmio Sem Fronteiras
Airton Ferreira da Silva – Porto Alegre
Antônio Frizzo – Bento Gonçalves
Cláudio Roberto de Moraes Garcez – São Leopoldo
Cláudio Oderich – São Sebastião do Caí
Fabiano Silva Brasil – Guaíba
Fernando Zamberlan – Santa Maria
Hermes Cardoso Duarte – Torres
Irno Bordignon – Canoas
Jaime Eliseu Alves – Nova Santa Rita
Jéferson Benhur de Alemeida – Gravataí
João Luiz Maino – Novo Hamburgo
Osvaldo Fett – Cachoeirinha
Paulo Rossi – Porto Alegre
Faltou mais dois nomes do movimento Grêmio Unido:
Baslestrin
Alfredo Galileu
Conselheiros do Movimento Grêmio Unido:
Verney Martins
Rogério Tolfo
Ruben Borba Franco
Paulo Vieira
Marco Bobsin
Luis Carlos Gaspary
Lauro Noguez
Flávio Paiva
João Batista Burzlaf
Agora, só falta a transparência do movimento acima da lei. Vamos saber dia 12 quem é quem. E vamos desmascará quem realmente está enganando o torcedor. Qual desse movimentos falta com a verdade?
ONSELHEIROS DO MGN:
* Eduardo Antonini
* Jorge Bastos
* Maurício Pereira
* Rodrigo Karan
* Sérgio Bombassaro
* Thiago Karan
* Ronei Krolow
* Jeferson Thomas
* Edson Petry
* Evandro Janovik
* Gabriel Mello
* Nilton César Lima
* André Sardá
* Jorge D´Ávila
* Lucas Sacchet
* Paulo Ricardo Pieretti (Greminho)
* Flávio Vasconcellos
* Fábio Andretta
* Fernando Bonato
* João Manoel Martins Silva
* Daniel Carrion
Integrantes do MGI Conselheiros titulares do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense:
* Antônio Carlos Schamann Maineri
* Antônio Vicente da Fontoura Martins
* Carlos Eugênio Nunes Lisboa (Cagê)
* César Cidade Dias
* Cláudio Paim dos Santos
* Édson Berwanger
* Eduardo Caminha
* Fausto Gastão Marchiori Diefenbach
* Fernando Hackmann Rodrigues
* Guilherme Pinho Machado
* Homero Bellini Junior
* Honorio Gonçalves da Silva Neto
* Hugo Pinto Ribeiro
* João Alfredo Píffero Steibel
* José Arthur Dahne Mickelberg
* José César Rimolo Simões
* José Vicente de Carvalho Contursi
* Juarez Souza Aiquel
* Leandro André Krumpas Darcanchy
* Luciano Benetti Correa da Silva
* Luiz Augusto Franciosi Portal
* Luiz Fernando dos Santos Moreira
* Marcelo de Liz Maineri
* Mário Pocztaruk
* Marcelo Souza Aiquel
* Milton José Munhoz Camargo
* Nestor Fernando Hein
* Roberto Pierri Bersch
* Sérgio Sant’Anna Pegoraro
Cristiano,
Tuas ponderações foram muito interessantes. Obrigado pela participação e, sobretudo, pelodocumento do contrato entre o Palmeiras e a W. Torre. Acabo de lê-lo e verifico algumas diferenças significativas em relação ao acordo que o Grêmio celebrou com a OAS:
- A oferta de propostas de parceria e de rateio de receitas, despesas, direitos, obrigações e propriedade e a quantidade de bancos consultados acerca das condições de financiamento supera em muito as opções com as quais o Grêmio trabalhou;
- A SPE do Palmeiras tem mais autonomia do que a Grêmio Empreendimentos S.A.;
- A Arena do Palmeiras permanecerá no mesmo lugar ocupado pelo Parque Antarctica;
- O Palmeiras terá a verba das negociações dos direitos federativos e de direito de televisionamento à sua inteira disposição. O Grêmio, não;
- A participação do Palmeiras no faturamento será progressiva e ele não passará 20 anos sem ser proprietário de nada, pois o clube social estará à sua disposição.
Portanto, as perdas para o Grêmio parecem ser consideráveis: sua autonomia se reduz drasticamente; seu patrimônio será minúsculo e sem estádio durante 20 anos; a obrigatoriedade de ter que jogar sempre na Arena do Grêmio, mesmo que possa haver 10000 associados no interior do Paraná, mesmo em pré-temporada; o clube precisa garantir no mínimo 30 mil pessoas no estádio para não ter que devolver dinheiro à OAS; quem define os valores dos ingressose do estacionamento é a OAS; finalmente, o associado não terá mais nenhuma garantia sobre seus direitos.
Então, a gravidade do modelo de negócio assusta muito mais do que uma troca de lugar ou de quem irá erguer o empreendimento.
O que tens a dizer sobre isso, se o Grêmio não libera o contrato para o associado ler? Ficamos apenas com a palavra do respectivo conselheiro fiscal que faz parte do movimento que se dispuser a falar o máximo que puder sobre o assunto em apenas duas ou três horas.
Mais uma vez, Cristiano, te agradeço pelo papo. Pode ser que eu não tenha ido procurar outros movimentos do clube ou que eu tenha chegado atrasado, mas é bem fácil trocar idéias comigo.
[]'s,
Hélio
A respeito do terreno de Marinha, realmente pertencem a União, as tem terrenos que a União transfere para os Municípios e estes não são mais considerados terrenos de Marinha.
Quem ocupa terreno de Marinha deve estar cadastrado e pagar uma taxa de ocupação. É possível que a pessoa que ocupe o terreno de Marinha possa vender a posse. Se a União delegar a competência para os Municípios gerenciarem os terrenos de Marinha, nesta hipótese o terreno continua sendo da União, o Município pode cuidar do cadastramento e das construções.
Na questão do IPTU, a princípio nenhum ocupante deveria pagar o imposto, já que existe imunidade recíprocas entre os Entes Públicos. No entanto, tem muitos Municípios que fazem cobrança e tem juízes protencionistas que julgam legítimas a cobrança do IPTU. E na verdade, não deveria pela imunidade tributária.
No caso da sogra da tua irmã, ela vai ter que contratar um advogado no Rio de Janeiro para verificar se realmente a propriedade continua sendo da União e discutir isso no Judiciário. Há decisões do TRF da 2a Região no sentido de manter a pessoa na posse e na propriedade quando há dúvidas se tal área pertence ou não a União, especialmente áreas em que há aterros e foram transferidas as propriedades ao Município, tanto que o próprio município exige IPTU…
Em caso de guerra, o Estado pode tomar qualquer propriedade. Até mesmo o seu apartamento ou sua casa., a minha e de qualquer outro cidadão. Em tempos de guerra, ninguém é dono de nada!! Quando acaba, aí vão discutir as propriedades, indenizações etc.
Bom, se não gostou do negócio do clube, deveria dar uma espiada para o negócio do Palmeiras, similar ao negócio que o Grêmio fez. Isso que o Palmeiras já trabalhava no projeto há bastante tempo.
Veja as comparações de projetos que o Palmeiras possuía:
http://www.lanostracasa.com.br/files/page0_blog_e…
É um tipo de negócio que atrai investidores bons e ruins. A respeito de manifeatações das obras realizadas pela OAS e sua participação em licitação, todas as grandes Construtoras tiveram problemas, seja superfaturamento de obras, seja indício de fraude, etc. Mas não pode condenar sejam quem for antes de uma decisão. A mídia repercute muito negativamente…
O Projeto do Palmeiras prevê um gestão do Wtorre por 30 anos. E para o Coritiba o prazo poderá ser o mesmo.
A participação do lucro do Palmeiras será em torno de 60%. E o projeto não prevê só a construção da Arena, mas que tenha uma área sócial no entorno.
O Palmeiras teve o suceso da parceria com a Parmalat, porque a empresa colocou um gestor no futebol. Colocar dinheiro na mãos de conselheiros dá problema.
Muita gente fala, fala, e fala colocando em dúvidas o trabalho de pessoas que tiraram o clube do fundo do poço.
Lamentável tal situação, pois no futebol é possível fazer tanta coisa ilícita de deixar qualquer um de cabelos em pé…
Levanta situações como o caso da ISL sem prestar o mínimo de esclarecimentos. Primeiros a parceria era totalmente diferente deste projeto de construção. Segundo, a parceria não deu certo porque a ISL quebrou, coisa que ninguém esperava, nem mesmo a FIFA que mantinha contrato com a ISL.
Se fosse empresa, o Grêmio já teria falido pelas más gestões dos dirigentes caloteiros. Acusam diretores da OAS disso e daquilo, mas esquecem de olhar quem faz parte do conselho deliberativo. Até parece que no conselho do Grêmio são todos uns anjinhos.
Tem dirigentes que passava informações para determinado sistema jornalístico, hoje está muito bem remunerado….
Um outro dirigente ganha uma remuneração por contrato assinado, representante dos clubes.
Se o clube tivesse condições, entre fazer qualquer tipo de negócio com um parceiro, eu preferiria que o clube arcasse tudo sozinho, mas infelizmente, isso não é possível. E investidores vão ganhar com o nome do clube.
Se a OAS vai construir uma coisa com baixa qualidade isso eu não sei. Cabe o clube supervisionar.
Falam do solo onde estará a Arena. Até parece que o Beira-Rio tem um solo magnífico.
Tem ex-conselheiro que assevera queo os colorados terão um patrimônio invejável… Evidente, se o Governo me desse a quantidade de terras que doou para o Inter, até eu teria um patrimônio invejável.
E o que era a área da Azenha na época em que o Grêmio trocou o bairro Moinhos pela Azenha???Nossa, era pior que a área do Humaitá. É só assistir os vídeos.
Agora, o contrato está assinado, quem vai se o primeiro a entrar no Judiciário para anulá-lo?? Até agora, só tiveram coragem de falar. Mas como dizia aquele velho ditado, "cão que ladra muito, não morde ninguém".
Texto excelente e esclarecedor!
Concordo em gênero, número e grau contigo!
Parabéns!
Saudações gremistas,
Sandra Ribeiro.
sobre o cone de aproximação do salgado filho, nenhum problema
sobre o resto preciso e impactante como sempre
sobre os 3×2 cabe ao grêmio vetar nomes e vetar decisões, segundo o Preis
maravilhosos texto….nunca fui a favor da arena também e nós gremistas temos que se mexer para que essa Arena não aconteça!!! Contem comigo para o que puderem também!!!
Texto perfeito!!!