Embora simplista e até mesmo preconceituoso em alguns casos, infelizmente não posso negar que a minha observação acerca da reportagem em telejornalismo costuma desembocar na realidade vista acima.
A necessidade de o repórter saber empostar a voz, possuir um vocabulário com uma quantidade maior de sinônimos e de correção vernacular do que a média das pessoas e o trabalho de iluminação, roupa, maquiagem, pesquisa, apuração das versões e domínio do tempo na edição ficaram de fora do vídeo acima.
Mesmo assim, a mesmice e o tratamento “Homer Simpson” que a maior parte da audiência recebe por parte do emissor ignoram que os instrumentos e a prática sociotécnica estão cada vez mais acessíveis a todo bom observador.
Independentemente da escolaridade, somos todos muito mais interagentes do que receptores. A linguagem que irá nos convencer acerca da credibilidade, do carisma e da relevância da informação midiatizada possuem um sentido de percepção muito mais individual do que coletivo.
A era das massas está sendo, aos poucos, superada.
Araceli,
O teu blog é uma delícia de ler! :)
[]‘s,
Hélio
Diego,
Já adicionei teu link à seção Grêmio do blogroll da home. ;)
Aliás, em breve postarei uma sugestão de manual de identidade visual para a camiseta nº 1 do Grêmio a ser cobrado de qualquer fornecedor e aprovado em reunião do Conselho Deliberativo.
A camiseta 2010 já está pronta. Segundo quem viu, será a menos “viajante” desde que a Puma chegou ao Grêmio.
[]‘s,
Hélio
Concordo com você em relação aos ouvintes/leitores passivos: temos visto algumas mudanças, lentas, mas estamos vendo…
abç
Helio, te interessas em trocar links com meu blog? Se sim me manda um e-mail que coloco teu link lá no meu com maior prazer.
Abração!
EXCELENTE!!!