Este post divide-se em duas dimensões: a primeira (esta) é a afetiva. Abaixo, vocês entenderão bem por que. A segunda dimensão, a futebolística, será publicada em seguida.
Meu amigo Rodrigo Cardia que, normalmente, senta comigo e com a Lúcia no lugar sagrado (defronte ao bar mais antigo da Social, no escanteio pelo lado direito da goleira que dá para a Carlos Barbosa – com visão privilegiada para o lugar sagrado dos Bernardon Eduardo e Luís Felipe) ontem veio junto de sua mãe, cujo prazer tive de conhecer pessoalmente (o pai, Cesar, é um grande combatente pela causa ambiental e pela qualidade de vida no trânsito em POA). A pedido da senhora, ficaram mais próximos do centro do estádio, nas imediações das escadas que sobem para as cadeiras pelo portão 2.
Ficamos com o Bernardon pai, pois o filho infelizmente não compareceu e fez falta. Também havia a senhora que quase sempre fica junto ao Bernardon, excelente conhecedora do nobre esporte bretão. Meu enteado Leandro (a quem chamo de Leonídio) também veio, além de uma grata surpresa: nosso grande amigo Márcio Uberti, sócio remido, que esteve conosco em quase toda a gigantesca campanha vitoriosa de 50 e poucos jogos de invencibilidade. Ele apareceu sem avisar e nos encontrou por acaso, assim como do primeiro jogo em que nos conhecemos (na triste final da Libertadores de 2007, a Lu foi procurar o Leandro – que gostava de ficar perto da Geral – e, no meio do caminho, achou seu velho colega da faculdade de Matemática na UFRGS e companheiro de chapa no DAEMA).
Seja com ou sem grande público, todos costumamos sentar bem próximos. Eventualmente, contamos também com os queridos amigos Guga e Eraldo Türck, filho e pai, também nas imediações. Quando não sentamos juntos, nos visitamos antes, no intervalo e após os jogos (aliás, recomendo seriamente conhecer o trabalho de comunicação de Gustavo e seus amigos e também o trabalho de assistência social da Graça, sua mãe, que, de certa forma, se assemelham bastante à Agência da Boa Notícia Guajuviras que iniciarei em breve junto à Unisinos e à Secretaria Municipal de Segurança Pública e Cidadania de Canoas/RS).
Hoje, o Márcio (que já foi dono de pizzaria em Gravataí e já foi chefe do Léo – Leandro, Leonídio, é o mesmo guri), voltou ao ramo de seguros e foi morar em Passo Fundo pra chefiar uma equipe da Sul América e treinar a equipe de securitários da região Missões. Mas vem a POA quase todos os finais de semana.
A velha e boa corrente está restabelecida!!!