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GUARDIOLA NO BAYERN: CONVICÇÕES EXEMPLARES

A simultânea desclassificação inédita de Argentina e Brasil de um Mundial Sub-20; a final da Copa SP de Futebol Júnior vencida pelo Santos contra o Goiás; as duas derrotas em dias consecutivos do Grêmio em partidas oficiais; as antológicas partidas entre Novak Djokovic x Stanislas Wawrinka e entre Andy Murray x Roger Federer decididas em cinco sets pelo Australian Open e a briga de “torcedores” em meio à chuvarada em pelo Olímpico não foram as notícias mais importantes da semana no mundo dos esportes.

A Terra parou (quase literalmente) após o anúncio do destino do técnico Josep Guardiola: seria o Manchester United? O Manchester City? O Chelsea? O Arsenal? Só de lembrar que a Premier League é a liga mais rica da história do futebol, a maioria dos fãs já vislumbrava o vitorioso catalão trocando a terra do rei assassino de elefantes africanos pela terra da rainha avó do príncipe que matou afegãos indefesos como se estivesse jogando Playstation…

…Só que não: Guardiola foi parar na Bundesliga. Mais especificamente no todo-poderoso Bayern München.

Nenhum grande comentarista conseguiria prever esse desfecho para o fim do período sabático do homem que ajudou o Barcelona a erguer 14 troféus oficiais em apenas quatro anos e a consagrar Lionel Messi como um dos três maiores jogadores de todos os tempos: afinal de contas, os bávaros jamais haviam apostado em um técnico estrangeiro que NÃO fala alemão.

No entanto, esse casamento foi muito bem planejado pelo noivo (o clube, que vai bancar a casa) e pela noiva (o técnico; afinal de contas, é ela que vem toda de branco, toda molhada, linda e despenteada). Vejamos:

1) Guardiola não teve pressa: passou a temporada nos Estados Unidos para fugir dos holofotes da imprensa de todo o Velho Mundo, já que, na terra do Tio Sam, ele quase poderia passar incólume como se fora um anônimo. Com isso, deu atenção aos filhos e à esposa;

2) O Chelsea e o Manchester City são clubes compradores e quase nada formadores. Além disso, seus proprietários são estrangeiros metidos a sabichões que não se furtam a trocar de técnico com uma frequência insuportavelmente baixa a ponto de praticamente anularem a necessária continuidade para que um time pegue corpo;

3) Manchester United e Arsenal possuem técnico longevos e estilos de jogo bastante característicos. Ainda que tanto os dois veteraníssimos treinadores Sir Alex Ferguson e Arséne Wenger possam cansar da rotina e pedir aposentadoria ou, então, as respectivas diretorias (tanto dos Red Devils como dos Gunners) finalmente poderiam concluir que a mudança no comando do vestiário talvez fosse a melhor saída para os últimos tempos;

4) O Bayern não irá elaborar um novo contrato para o técnico Jupp Heinckes, que inclusive já anunciou a sua aposentadoria ao final da temporada 2012/2013 no fim de maio;

5) O Bayern é o clube mais vezes campeão da Bundesliga, o mais rico, o mais bem estruturado, é formador de talentos e possui uma característica bastante conhecida, que, mesmo sem a mesma qualidade técnica, apresenta nuances bastante parecidas com as do Barça de Guardiola;

6) O Xavi de 2013 será Schweinsteiger; o Messi será Franck Ribéry (dadas as devidas proporções, claro)… E a defesa inteira (salvo alguma injustiça cometida contra Gerard Piqué) é melhor do que a dos blaugrana da terra natal do novo técnico;

7) Como se tudo isso não fosse suficiente, Guardiola terá um orçamento de “apenas” R$759 milhões ou €278 milhões para novas contratações e seu salário será de colossais €17 milhões (ou R$ 46 milhões) por temporada.

Tanto o técnico quanto o clube sabiam exatamente o que queriam: adrenalina, pressão, alta qualidade técnica, velocidade, toque de bola, marcação avançada, triangulações, maior posse de bola e um aproveitamente mais efetivo dos principais valores que sobem do Sub-20.

Dinheiro não é tudo. E também não sabemos quanto tempo Guardiola precisará para estabelecer uma relação de empatia com fãs e jogadores. Mas sabemos que esse casamento tem tudo pra ser eterno enquanto dure.

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DIDIER DROGBA: A DÍVIDA DO FUTEBOL COM O CRAQUE ESTÁ PAGA

Didier Drogba comemora a sua tão sonhada UEFA Champions League
Didier Drogba entre o início da comemoração e o choro mais alegre da sua carreira, logo após acertar o pênalti decisivo da final da UEFA Champions League 2011/2012 na Allianz Arena em München neste 19/05/2012.

Didier Drogba teve uma complicada infância de idas e vindas entre a sua terra natal e a França, para poder escapar da miséria na Costa do Marfim em meio a uma série de complicações familiares.

Logo no início da fase adulta, o craque tornou-se um pai precoce e o início de sua carreira foi marcado por uma quantidade absurda de lesões. Além de ele quase não ter tido uma formação técnica adequada durante o seu curto período nas categorias de base, mesmo após vários anos de muito êxito a partir da temporada 2003/2004 no Olympique de Marseille, sofreu algumas derrotas marcantes tanto pelo Chelsea quanto pelos Elefantes.

Em função de tantas oscilações e das vastas alegrias que ele segue a oferecer para o esporte, o mundo da bola tinha uma dívida com um obstinado homem que nunca desistiu de assumir as maiores responsabilidades para deleite de seus dirigentes, técnicos, colegas e fãs.

Abaixo, a prova de que existe, sim, justiça e sucesso para alguém que, além de ser um profissional e um pai exemplar, é também um pacifista engajado com a melhora da qualidade de vida da sua terra natal. Quem não cospe no prato em que comeu e procura resolver todos os problemas que pairam durante a sua jornada de maneira assertiva normalmente é recompensado. :)

Em 26 de abril de 2008, Drogba envolveu-se em uma grande polêmica após um choque com o defensor do Manchester United Nemanja Vidić. O zagueiro-central sérvio sofreu pontos em seu lábio depois de perder um dente no confronto. Houve muita discussão sobre se Drogba teve a intenção ou não de ferir o seu rival. O debate também recuperou um antigo incidente em 26 de Novembro de 2006, onde Drogba deu uma cotovelada em Vidić. O técnico Sir Alex Ferguson, do Manchester United, manifestou a sua preocupação com as cotoveladas na Premiership. [28]

Apesar das especulações da mídia, o cartão amarelo de Drogba para o confronto foi considerado como uma punição adequada pela FA. [29]

A controvérsia ainda perseguiu o jogador antes do jogo de volta da semifinal da UEFA Champions League com o Liverpool, quando Drogba foi acusado de ser “cai-cai” pelo treinador adversário Rafael Benítez. Benítez afirmou ter compilado um dossiê de quatro anos de “mergulhos” de Drogba, mas o centroavante marfinense respondeu à altura para Benítez em entrevista. [30]

Em 30 de abril de 2008, Drogba marcou dois gols nessa partida pela semi da Champions contra o Liverpool,  que o Chelsea venceu por 3-2 em Stamford Bridge. Esta foi a primeira vez que o Chelsea havia vencido o Liverpool nas semifinais da Liga dos Campeões, tendo perdido seus dois últimos encontros para o rival. Isso também levou o Chelsea a atingir a sua primeira final.

Drogba se tornou o artilheiro geral do Chelsea em competições europeias: com os dois gols que ele marcou contra os Reds, alcançou os 17, batendo o recorde de 16 do lendário Peter Osgood. No entanto, Drogba foi expulso no minuto 117 da final da Champions League por um tapa no mesmo zagueiro Vidic, tornando-se apenas o segundo jogador a ser expulso numa final da Taça Europeia - depois de Jens Lehmann em 2006 - e o primeiro por conduta violenta.

O Chelsea perdeu a finalíssima para o Manchester United por 6-5 nos pênaltis, após um empate 1-1 no tempo extra. O assistente-chefe dos Blues, Henk ten Cate, revelou que Drogba seria o cobrador da quinta penalidade na série. Então, o capitão do time, John Terry, tomou seu lugar, mas errou a cobranca após escorregar. (fonte: uma porção de links em um verbete excepcionalmente bem referenciado da Wikipedia)

A FORMAÇÃO DE JOGADORES SUBSTITUÍDA PELO MARKETING

Jamais seria louco de remar contra a maré e de negar a necessidade e a importância do marketing esportivo. Tampouco nego que – atualmente – o jogador precise ser uma empresa repleta de assessores para agenciar a sua carreira (os mais promissores e os já consagrados contam com assessoria de imprensa contratada, media training para não falarem muitas bobagens, estilista pessoal, marca própria, etc.). Afinal de contas, ele é um componente-chave dentro de uma cadeia produtiva.

Contudo, a recente contratação de um jogador chinês pelo Corinthians e as falhas da Lei Pelé nocivas aos clubes põem em sério risco a priorização da formação de jogadores nas categorias de base por parte dos grandes clubes brasileiros.

Apesar do fantástico exemplo do Barcelona – cujo investimento em La Masia é crescentemente recuperado dentro e fora do campo (inclusive no Brasil e na Argentina) – temos, no Brasil, um fator limitador: os clubes só podem firmar um contrato profissional com jogadores a partir do dia em que eles completarem 16 anos de idade. Antes, eles são agentes livres – podem sair gratuitamente para qualquer lugar, sem que a instituição formadora seja minimamente ressarcida.

A partir da Lei Bosman na Europa, as leis trabalhistas passaram a impedir os clubes de ter aquilo que chamávamos antigamente de “passe” – apesar da multa rescisória pela negociação anterior ao prazo definido nos ora ditos “direitos federativos” resultar quase na mesma condição anterior. Além disso, por uma questão de isonomia e para evitar qualquer jurisprudência trabalhista nesse sentido, seria injusto com outras categorias profissionais ou flexibilizar, ou tornar mais rígida a condição do atleta profissional. Portanto, a solução precisa de um outro mecanismo – mesmo que seja necessário abrir uma exceção jurídica, o que nossos amigos da área do Direiro podem ajudar a operar com as devidas salvaguardas para evitar o risco da jurisprudência. Se não agirmos nesse sentido, casos de aliciamento como o deste triste exemplo irão minar o interesse dos grandes clubes em seguirem bancando as categorias de base.

Se o que interessa é expandir o universo de consumidores e de fãs, apesar de o nosso país ser demograficamente vasto, a fidelidade, a identidade regional, a tradição familiar e a necessidade de faturar cada vez mais para contratar e reter talentos são limitadores do crescimento do público de um clube. Apesar de a globalização levar à procura rumo aos mercados superpopulosos e financeiramente prósperos da Ásia, a pesquisa da Pluri Consultoria sobre o torcedor brasileiro aponta para uma maior proximidade do fã para com a sua respectiva identidade regional.

Mesmo assim, demográfica e culturalmente, não posso afirmar, hoje, que haja – demográfica e culturalmente – certeza de que a maioria dos jogadores que poderão vir a proporcionar frutos valiosos para o nosso Grêmio em um futuro próximo repliquem a mesma lógica que permeou a maioria de nossas equipes multicampeãs (isto é, a de jogadores predominantemente gaúchos feitos em casa). Todavia, a forma com que os agentes (insisto: mal denominados como “empresários”) prospectam, oferecem e adquirem os meninos como mercadorias faz com que eles circulem de maneira muito precoce por mercados aos quais a maioria deles terá imensa dificuldade de adaptação.

Paralelamente, temos um exemplo bastante próximo do RS no Uruguai, onde a AUF, sob o comando do técnico Óscar Tabarez, tem obtido resultados extremamente significativos dentro de campo e – mais do que isso – contribui para um culturamento formal mais amplo, reduzindo a chance de os jogadores serem descartados como qualquer bem de consumo material de obsolescência programada. A intenção uruguaia é bem diferente da brasileira, que é uma réplica do que ocorre na maioria dos grandes centros europeus: enquanto nossos vizinhos cisplatinos investem na formação do cidadão, do homem culto, politizado e autônomo em relação ao seu futuro, sabedor da sua identidade sociocultural, aqui se tem muito medo de que os jogadores deixem de ser as ovelhinhas preferidas por muitos técnicos e dirigentes.

A formação uruguaia traz consigo um gigantesco bônus para o futebol: ao invés de seguidores, líderes; ao invés de alienados e/ou semianalfabetos, profissionais capazes de se manifestar como formadores de opinião qualificados; ao invés de respostas evasivas, de polemizações desnecessárias e de um falso bom-mocismo, entrevistas mais francas e mais repletas de significado, com as quais a mídia e os torcedores terão muito a aprender.

Em função de todo esse contexto, precisamos urgentemente de uma verdadeira UNIÃO dos clubes para que as comissões + cessão ou divisão dos direitos federativos de todo e qualquer menino das categorias de base para agentes FIFA não ultrapasse os 30% e que, neste caso especialíssimo – o dos atletas em formação – o primeiro contrato profissional possa ser firmado aos 12 anos.

Finalmente, que todo e qualquer clube dito profissional deva necessariamente manter e desenvolver sempre TODAS as categorias de base, a fim de manter-se federado e presente em ligas competitivas. Isso garantiria a geração de empregos em todas as instâncias do futebol e tornaria a ação dos agentes mais transparente.

Contudo, há um fortíssimo entrave para a concretização desse modo de trabalho: a poderosa articulação entre dirigentes e patrocinadores que faturam alto com as constantes transações e agentes que funcionam ora como mecenas, ora como agiotas. E se esse tipo de relacionamento promíscuo ocorre até mesmo no seio dos clubes (eventuais diretores de escolinhas inescrupulosos, conselheiros que tormaram-se agentes e o costumeiro constrangimento que impede que conhecidos e partidários desses entes revelem a verdade).

Na área da Administração, costuma-se incentivar o empreendedorismo afirmando-se que, para toda a ameaça, surge uma oportunidade. Eis, portanto, o meu, o teu, o NOSSO desafio para, ainda que lentamente, possamos alterar esse estado de coisas que é comprovadamente nocivo ao Grêmio.

CESC FÀBREGAS DE VOLTA AO BARÇA = CONTINUIDADE

Primeiro, uma demonstração de que até mesmo o clube de melhor futebol e que mantém a melhor organização de categorias de base do planeta também erra feio: o retorno do brilhante meia Cesc Fàbregas ao FC Barcelona demonstra que o clube cometeu um gravíssimo equívoco ao permitir que o jogador fosse negociado ao Arsenal com apenas 16 anos de idade. O investimento de €35,000,000.00 na recontratação do atleta poderia ter sido utilizado na contratação de pelo menos dois excelentes meias de ligação ou atacantes brasileiros ou argentinos, por exemplo.

Muito mais do que uma mera demonstração de poderio econômico ou de uma necessidade de resgate de um ídolo via afeto ou reencontro com a família, com o idioma, com a cultura e com todas as suas referências culturais, o Barcelona – pasmem – precisava (e muito) do retorno de Cesc. Vocês entenderão por que logo abaixo.

Primeiro, porque jogadores de articulação de primeira linha já adaptados ao 4-2-3-1 implementado em todas as categorias do clube e também na Furia (seleção espanhola) são como dinheiro, isto é, nunca é demais poder contar com vários desses talentos juntos. E segundo porque o Barça insiste em algo que os clubes brasileiros ou não conseguem realizar por falta de dinheiro, ou por falta de planejamento e e visão: algo tão vital para o futuro de um clube de futebol como o ar que respiramos – CON-TI-NUI-DA-DE.

Os craques Xavi Hernández e Andrés Iniesta já estão, respectivamente, com 31 e 29 anos de idade. A jovem revelação brasileira naturalizada espanhola Thiago Alcântara recém completou 20 anos. Fàbregas está aproximadamente no meio dessas duas gerações, com 24 anos. Portanto, ele já possui o traquejo dos mais velhos com ainda mais categoria (penso eu), sem ainda ter atingido o auge da sua forma física e técnica. Não demora muito, Xavi iniciará o momento decrescente na carreira, onde, mesmo que ainda possa manter-se durante – digamos – cinco anos com a mesma categoria e (oxalá) sem lesões graves, há uma natural perda de entusiasmo para quem já conquistou tudo o que podia conquistar associada a um decréscimo muscular que certamente fará com que não possa mais ser aproveitado na maioria dos jogos, a fim de poder manter-se no topo.

Recentemente, o Barça inaugurou La Nueva Masía, sede e alojamento dos principais jogadores das categorias de base. Tal investimento se faz necessário para que todo o suporte necessário ao bem-estar dos jovens mais promissores lhes possibilite preocuparem-se apenas em jogar bola.

A formação excelente e a continuidade tanto do sistema de jogo quanto da manutenção ou da aquisição de valores capazes de preservar e de aperfeiçoar as mesmas características de jogo é que criam empatia, atraem patrocinadores, geram repercussão positiva na mídia mundial, tornam-se bens intangíveis e colaboram para que o clube se torne um sonho e uma referência pra todo e qualquer jogador de futebol. A mística e a identidade são a alma da adesão a uma concepção de como torcer, como jogar, como analisar o futebol sem jamais deixar de lado a paixão, ainda que este esporte seja um grande negócio.

Nem os igualmente gigantescos Manchester United, Real Madrid e Milan conseguem aproximar-se da aura que ronda os culés. O Barcelona, mais do que qualquer outro clube deste mundo, é sinônimo de futebol. Flamengo, Corinthians, Santos, Boca Juniors, River Plate, Liverpool, Arsenal, Internazionale, Juventus, , Bayern, Porto ou Benfica: nenhum destes clubes de apelo popular, por mais levantadores de títulos que sejam, conseguem chegar perto dos culés em termos de marketing continuado. Todos, em diferentes momentos (sobretudo vinculados ao resultado – mais até do que no caso do Barça), já venderam mais camisetas ou tiveram em suas fileiras jogadores que, em um dado instante, foram superiores aos blaugrana. Porém, a frequência com que os barcelonistas tem-se reinventado desde o início deste século os colocam em um nível mais alto.

Afinal de contas, a atenção às diferentes gerações que precisam conviver sem que haja entre elas um hiato determina a sequência, a insistência, a convicção e a constante reciclagem.

Este também é um exemplo de que, dadas as diferenças socioculturais e financeiras, até mesmo o nosso Grêmio pode, sim, imitar essa fórmula. Mas que sejamos precisos e ágeis: afinal de contas, estamos muito para trás nessa corrida e não conseguimos sequer aproveitar os erros estratégicos que complicam a continuidade nos (atualmente) bem administrados São Paulo, Cruzeiro, Flamengo, Corinthians e, ainda, o nosso Tradicional Adversário.

BARCELONA 2011: NADA PODE SER MAIOR

Nunca antes na história deste esporte houve um time que jogasse com tamanha fluidez, segurança, paciência, técnica e precisão.

Técnico Josep Guardiola, jogadores Victor Valdés, Dani Alves, Carles Puyol, Gerard Piqué, Éric Abidal, Xavi Hernández, Andrés Iniesta, Sergio Busquets, David Villa, Pedro Rodríguez, ele – LIONEL MESSI – e mais: Gabriel Milito, Adriano, Maxwell, Javier Mascherano, Seydou Keita, Ibrahim Afellay, Jeffren e Bojan Krkic: todos nomes inesquecíveis e com um bom tempo de bom futebol pela frente.

 

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