A promessa de um jogo de estréia ofensivo e veloz se concretizou: a anfitriã África do Sul (RSA) mostrou um futebol próximo ao apresentado na última Copa das Confederações em 2009. Mostrou-se como um alegre franco-atirador, porém com uma dose de responsabilidade defensiva acima da média africana. Porém, onde sobrou velocidade e vontade, faltou qualidade: jogou tensa e acuada no 1º tempo para depois deslanchar na etapa final.
À exceção do fato de não ter representado a CONCACAF na Copa das Confederações no ano passado e de inverter o seu tempo de predomínio na partida, quase o mesmo comentário genérico vale também para o México (MEX): bom toque de bola, uma certa velocidade no 1º tempo, os armandinhos Carlos Vela (Arsenal ENG) e Giovani dos Santos (Galatasaray TUR) incomodaram bastante e a defesa foi sólida na primeira metade.
– Ou o MEX é muito bom, ou a RSA é muito fraca. IMHO, nem tanto ao mar, nem tanto à terra.
– Lado direito do ataque MEX + fragilidade defensiva lado esq RSA = maior posse de bola do MEX e + chegadas.
– 4 Rafa Márquez é muito melhor volante do que zagueiro ou líbero. No Barça, com Busquets, Xavi e Iniesta, ñ tem lugar (inclusive na zaga, hoje é “bancário” de Piqué)
– 17 Giovani dos Santos joga futebol digno do Barça, não do Galatasaray!
– 3 Salcido e 11 Vela (MEX) pela esquerda impedem apoio do ótimo lateral 2 Gaxa (RSA). Aguirre > Parreira.
– A qualidade é menor e falta centroavante, mas toque de bola e movimentação do MEX lembram o Arsenal.
– RSA não consegue concluir maioria dos contra-ataques: nervosismo, falta bola no chão, mais toques verticais e – laterais.
– MEX concentra marcação no meio e obriga infiltrador da RSA Pienaar a abrir p/lateral. Aguirre 2×0 Parreira.
– MEX: ótimos meia e atacante (Vela, Giovani dos Santos). Centroavante de área Franco normalmente arma mas não se infiltra.
– Aí, ó: RSA finalmente conseguiu encaixar um bom contra-ataque pela lateral-direita com 2 Gaxa, que foi destaque na Copa das Confederações.
– MEX sofre pressão à medida que Tshabalala (meia-esq) e Gaxa (lat-dir) conseguem apoiar. Bola parada da RSA e cruzamentos fazem diferença.
2º TEMPO:
– Acho que o Parreira leu bem a questão da fragilidade e da falta de apoio pelo lado esquerdo. RSA agora tem 3 Masilela (lat-esq).
– 8 Tshabalala faz 1º gol da #copa num contra-ataque. Viram, gremistas que gostam de preto (eu cismo com uniforme preto porque não conheço um time de ponta vitorioso de preto)?!
– 6 Torrado quase sempre foi titular. Combina bem com 18 Guardado pela esquerda e é mais jogador do que o defensivo 12 Aguilar (MEX).
– RT @rafaelsbarai: O México está em preparação para a Copa há mais de 1 mês e meio – desfalcou equipes na Libertadores e começa perdendo.
– Velho 10 Cuauhtemoc Blanco no lugar do armandinho Vela (MEX)… Como o jogo mudou a favor da RSA!
– No atual momento do jogo, se africano adversário do MEX fosse CIV, GHA ou CMR, já estaria uma sumanta, pois todos têm atacantes > RSA.
– Rafa Márquez empata: p/variar, zaga da RSA rateou feio e jogador + experiente e frio do MEX me ajuda a acertar empate no bolão!
VEREDICTO: sim, ambos podem se classificar e mandar os dois campeões mundiais do grupo (FRA e URU) para casa mais cedo. Porém, precisam errar menos conclusões. Gostei muito do poder de fogo, da posse de bola (MEX) e do contra-ataque veloz (RSA). Foi um jogo animado e cheio de oportunidades, apesar dos desperdícios.
12/05/2006. 11 dias antes de eu completar 33 anos de idade e 29 dias antes do início da competição. Lembro com muito orgulho e saudade do início deste blog, que deu-se às vésperas da Copa do Mundo 2006. O Brasil mudou. O mundo mudou. O Grêmio mudou. O futebol mudou. Em 2010, assistiremos à primeira Copa no continente africano.
Estou bastante esperançoso: apesar dos importantes desfalques em várias seleções, ainda penso que o futebol atual está mais repleto de jogadores ofensivos e com melhor qualidade de passe do que em 2006.
Coincidentemente, tem-se constituído uma lógica bastante estranha desde a Copa de 1982: uma Copa é vencida por uma seleção pragmática demais, outra por uma seleção que possui um craque que desequilibra como poucos assessorado por um plantel imperfeito porém ousado.
Pois a exemplo de 1986 (a melhor Copa que eu vi e o maior craque que eu conheci), 1994 (digam o que disserem, Romário e Bebeto deram show; e tivemos as inesquecíveis seleções de Camarões, Bulgária e Romênia, além de lances espetaculares que vocês são obrigados a assistir ao clicarem nos links inclusos no seguinte post) e 2002 (a melhor defesa brasileira de todos os tempos, o melhor ataque de todos os tempos, a segunda maior média de gols de um Brasil campeão em todos os tempos, barba e cabelo com goleador e vice), vejo um futebol muito mais veloz e ofensivo do que em 2006.
A exceção em termos de jogo eficiente capitaneado por um craque foi a França de 1998. Muitos poderiam dizer que não houve aquele brilhantismo todo, mas os galos azuis mostraram que, dentro de um seletíssimo grupo de grandes seleções que ainda não haviam sido campeãs do mundo, o fizeram por merecer.
Mesmo diante de um trabalho tão prazeroso e gratificante quanto volumoso e criterioso neste final de semestre na nossa querida ComDigUnisinos, pretendo fazer tudo o que estiver ao meu alcance para poder assistir a todos os 64 jogos do mundial da África do Sul – nem que seja em videotape, nem que acumule meia dúzia de jogos por dia nos fins de semana.
Torço por poucos cartões, poucas faltas, poucos erros de arbitragem, muita velocidade, dribles, marcação muito intensa porém leal e pelo predomínio do 4-4-2 em duas linhas ao invés do 3-5-2. Acho muito simpático o 4-3-3 holandês, mas seria um sonho feliz vê-lo brilhar.
O querido Milton Ribeiro, embora colorado, é um dos melhores blogueiros do país. Em uma de suas tantas análises críticas de rara competência, brasileiro que é, pergunta: para quem torcer? O não menos querido amigo Rodrigo Cardia, nosso Cão Uivador, manifesta a mesma preocupação com a distância geográfica e afetiva do plantel montado por Dunga a serviço da CBF e de seus 10 patrocinadores e elege Uruguai, Argentina e Holanda como seleções mais simpáticas do que a do Brasil.
Para quem me conhece, nenhuma novidade: não torço pelo Brasil em função de um trauma que este então guri de nove anos sofreu em função de um ufanismo exacerbado e da sua paixão por futebol que aflorou pra valer um ano antes com o primeiro Brasileirão do Grêmio, a Libertadores e o Mundial do Flamengo e uma série de amistosos da Seleção narrados na antiga TV Record e retransmitidos para o Rio Grande do Sul pela TV2 Guaíba pelo (felizmente) interminável Silvio Luiz.
Por um lado, eu sou um torcedor do mundo. Mas, de coração, eu sou camaronês. Sim, eu me lembro do time de 1982. Tanto é que escrevi sobre eles aqui. Sim, eu chorei copiosamente após a nossa eliminação contra a Inglaterra em 1990.
Afinal de contas, o futebol foi feito pra ser um lazer e uma paixão. A bola rola em forma de drama, comédia e documentário. Mesmo sendo uma verdade documentada (e, portanto, historicamente registrável), cada um de nós escreve a sua própria peça de ficção a cada jogo.
E eu não acho que valha a pena queimar energia com aquilo que magoa, que entristece, que irrita, que indigna, que revolta: minhas lágrimas de emoção só merecem ser derramadas por gente do bem, por fatos que me façam aprender, por quem me traga alegria e conforto.
De todas as Copas da história, aquela em que eu mais gostaria de estar, não estarei: justamente a da África do Sul. Como pretendo estar vivo, saudável e com uma carreira já com um bom andamento daqui a quatro anos, torcerei para que Porto Alegre seja a sede da Argentina, da Holanda e/ou de Camarões.
Disparado, o melhor filme publicitário sobre a Copa do Mundo 2010 envolvendo jogadores que farão parte da mais tradicional competição entre seleções do planeta.
Além do poderosíssimo elenco futebolístico, há uma série de exemplos de remidiação: Cristiano Ronaldo em versão Os Simpsons; Wayne Rooney num duelo de tênis de mesa com Roger Federer; o visual do mesmo Rooney empobrecido a la Porcos e Diamantes de Guy Ritchie.
Há ainda um tom onírico que emula o sonho de qualquer craque, passando do ostracismo e da miséria à opulência e a uma idolatria teísta.
E, como se isso tudo não bastasse, a quantidade de “likes” da página da Nike no Facebook relacionada ao filme e também a um concurso cultural que levará dois torcedores ingleses para acompanhar a preparação do English Team na África do Sul geraram um buzz tremendo, reforçado pelo maior de todos, que foram os – até agora – mais de 6 milhões de page views do comercial no You Tube.
A tendência de Dunga não convocar Ronaldinho significa um erro crasso que não se compara às pressões exercidas pela mídia esportiva para Felipão levar Romário em 2002. Absolutamente nenhum argumento justifica a convicção do técnico da Seleção.
Quem sabe se a sabedoria popular do glorioso MC VOZÃO não está certa?!
Hoje, domingo, 17/01/2010 contra o modesto Siena pela Lega Calcio 2009/2010, o guri da Vila Nova voltou a repetir um nível de exuberância que estava incapaz de exibir há longos três anos e meio. As imagens acima não me deixam mentir: foi um show que o seu suposto rival pela posição na Seleção Brasileira e eterno bom-moço Kaká JAMAIS conseguiu dar.
Kaká joga muito, sim. Kaká sofre com uma série de lesões há um bom tempo, sim. Kaká inteiro é tão insubstituível quanto Ronaldinho, sim. Nem sei por que diabos estou comparando maçãs com bananas. Mas Ronaldinho é mais espetacular. Ronaldinho é mais contundente. Ronaldinho é mais desconcertante. Tendo os dois inteiros e sentindo que o time não produz bem com ambos na titularidade, se eu sou obrigado a escolher apenas um, fico com o gaúcho.
Falo isso sem gremismo e sem bairrismo algum: afinal de contas, jamais posso deixar ninguém esquecer de que não morro de amores pelo seu irmão mais velho, procurador e pais substituto. No entanto, é preciso fazer como um amigo recente a quem admiro muito, que sabe separar desentendimentos e descrenças em relação a determinadas pessoas: partindo do pressuposto de que Assis realmente influencia bastante as escolhas de clube do seu pupilo nove anos mais novo, é inegável que todas as escolhas clubísticas feitas para (e/ou por?!) Ronaldinho foram pontuais, precisas, bem-sucedidas e totalmente adequadas ao contexto em que o jogador se encontra(va).
Recapitulando: Ronaldinho deixou o Tricolor aos 20 anos, em meados do ano 2000. A despeito daquela presepada que o presidente da gestão ISL/Grêmio fez com aquela faixa ridícula (‘Não vendemos craques’ em inglês e português), tornou-se público o fato de que uma série de medalhões (inclusive os péssimos centroavante Amato, centromédio Astrada e zagueiro Nenê) ganhava mais do que um prata da casa com quase três anos de Seleção Brasileira profissional e mais uns dois na base, cobiçado por olheiros da nata dos clubes do Velho Mundo.
Hoje, analisando a questão friamente, percebo que Assis tinha razão, posto que a carreira de jogador pode ser abreviada por uma grave lesão antes mesmo de poder fazer o seu pé de meia. Imaginem se ele tivesse sido “quebrado” ainda vestindo a camiseta do Grêmio e se a sua cura se desse após a crise da ISL, após um ano sem jogar, precisando de pelo menos mais um ano pra voltar à forma física ideal. Ele teria ficado aqui até ser rebaixado em 2004 ou, então, teria sido negociado para um mercado ainda mais barato e menos expressivo do que o francês. Certamente, a tragédia teria sido bem maior para o Grêmio.
Caso o Grêmio não tivesse “chupado bala” e o tivesse valorizado devidamente, duvido que não tivesse renovado seu contrato por três anos. Ele teria saído do clube ovacionado pela torcida, idolatrado e reconhecido com o craque da Copa do Brasil de 2001. O teríamos negociado por muito mais do que o foram Kaká e Pato. Duvido que a Série B e o endividamento monstruoso pós-ISL tivessem batido à nossa porta com tamanha contundência. E Ronaldinho teria começado a sua jornada européia direto no Barcelona, ou no Real Madrid, ou no Manchester United, ou no Arsenal.
Assis jogou na França e na Suíça. Fala francês fluentemente e possui muitos contatos nesses países. O PSG é um clube de Paris, uma das metrópoles do mundo. Mesmo sendo um clube com poucas chances de dusputar grandes títulos, lá seria mais do que certo de que seu irmão se tornaria não uma estrela ainda menor dentro de uma constelação mas, sim, um deus. E, de fato, o foi.
Quando chegou ao Barcelona, chegou no momento ideal para ele e para o clube: Ronaldinho chegava em um momento de reconstrução logo após a séria crise financeira que acometera os blaugrana e no ocaso da primeira geração de “galáticos” do arqui-rival merengue. Clube maior, responsabilidade maior, mas ainda em plena juventude junto a um plantel que estava crescendo junto com ele.
Ronaldinho conquistou tudo o que podia ainda jovem demais. O único título importante que ele não possui é o de Campeão Mundial de Clubes. No mais, ele tem faixas de Copa América, Copa das Confederações e Copa do Mundo com a Seleção Brasileira; Campeonato Espanhol, UEFA Champions League com o Barça. Convenhamos: aos 22 anos, ele foi pentacampeão mundial com o Brasil; aos 26, campeão europeu.
Se ele jogou mal contra o Tradicional Adversário e não foi capaz de impedir que eles fossem campeões do mundo, isso não tem nada a ver com gremismo ou falta de. A torcida do Grêmio não pode ter raiva dele por causa disso. Quis o destino pregar-lhe uma peça depois do chapéu em Dunga. Querendo ou não, normalmente, o feitiço se vira contra o feiticeiro. C’esl la vie…
Daí em diante, ele virou pai. Não casou, não é apaixonado pela mãe de seu filho. Assumiu o menino, sente falta dele e o vê muito pouco. Isso pesa um monte na vida de qualquer um. Imagina ainda quando se perdeu o pai ainda criança e com o risco de ver seu rebento ser criado por outro. Há homens que levam isso numa boa. Mas será que, naquele momento, ele tinha maturidade suficiente pra segurar esse rojão?
O resto já sabemos: muito dinheiro, família superprotetora e uma enorme vontade de chutar o pau da barraca. Se é pra fazer outra comparação esdrúxula, diria que ele só não deve ter tido a personalidade de Adriano para sentir-se livre pra voltar a jogar bola na Vila Nova em Porto Alegre.
Eis que surge o interesse do Milan. Um país diferente, uma língua igualmente fácil de aprender. Porém, um clima mais frio no inverno e um futebol de marcação muito mais forte do que a “faceirice” espanhola. O Milan é a grande mãe brasileira da Europa (no bom sentido, é claro): lá, dificilmente um jogador brasileiro, por mais marrento ou ignorante que seja, passa desapercebido. Seja na titularidade, seja no banco, nossos patrícios costumam passar anos em Milanello.
Kaká é um bom coração. Ronaldinho, um boa praça. Até acredito que eles não possam jogar juntos porque o time fica capenga. Todavia, nunca houve uma insatisfação ou uma rivalidade clara entre os dois. Mas o ex-são-paulino estava de saída, enquanto o projeto era Ronaldinho renascer das cinzas como uma fênix. Não foi nada planejado, mas a ida do ex-ídolo rossonero para o Real Madrid veio bem a calhar. O fato de o jovem e inexperiente técnico brasileiro e ex-craque Leonardo ter assumido o controle do plantel milanista foi decisivo para que, aos poucos, Ronaldinho retomasse o interesse pela bola e voltasse a ambicionar novas conquistas.
Me desculpem os puristas que acham que, pelo Grêmio, todos os fins justificam quaisquer meios. Contudo, por mais paradoxal que seja, eu não quero que ele encerre a carreira no Grêmio. Porque, se vier para cá, é sinal de que ele estará gordo, desinteressado e decadente. Na última comparação despropositada deste post, afirmo que, independentemente do marketing e do meu gremismo, sou pelo bom futebol e pela preservação do ídolo. Então, digo que Adriano campeão brasileiro e goleador pelo Flamengo e Ronaldo campeão paulista e da Copa do Brasil pelo Corinthians são muito menos Adriano e Ronaldo do que foram um dia.
Pra voltar ao Brasil sem ser apenas para buscar uma recuperação física e/ou psicológica com o firme propósito de ficar por aqui em definitivo sem tratar o clube brasileiro como uma barriga de aluguel das mais ordinárias, um jogador dessa estirpe – podre de rico e multicampeão já em idade avançada – deveria aceitar jogar por não mais do que 200 mil. Talvez essa seja a única forma de evitar que se supervalorize um Maxi López da vida. Pois da forma como retornaram, apesar do marketing ter sido ousado, criativo e do retorno estar sendo muito acima do normal para o empobrecido futebol brasileiro, Adriano e Ronaldo estão agindo como quem rouba doce de uma criança ou a niqueleira de uma velhinha de bengala. É como aquele ditado: “em terra de cego, quem tem um olho é rei”.
Pois na Copa mais festeira de todos os tempos, aquele colorado grosso de Ijuí (que tem pesadelos com aquele chapéu da final do Gauchão de 1999 toda santa noite há mais de dez anos) vai ter que engolir o mais africano dos jogadores brasileiros.
E, ao final, os dois irão se abraçar longamente, com o técnico de cabelos espetados dando um beijo na testa daquele que está renascendo das cinzas.
Talvez ninguém ainda tenha percebido: mesmo que ele não tenha sido longevo, perene e nem tampouco incontestável dentro do Olímpico, Ronaldo de Assis Moreira é (e ainda o será durante décadas a vir) o maior orgulho desta cidade. É o conterrâneo portoalegrense e gaúcho mais famoso da história até aqui. Graças a ele, quando se diz o nome da nossa cidade, este pedaço de chão quase indo embora do Brasil é lembrado mundo afora.
Enfim… Estou tomado pela emoção: o novo Grêmio voltou a ter cara do meu, do teu, do nosso Grêmio. Minha seleção de Camarões voltou a jogar bem depois de muito tempo. São todos recomeços. O futuro é incerto, mas o momento é mais do que promissor: é repleto de confiança.
Com lágrimas de felicidade, me despeço por hoje pedindo para que entrem no site oficial de Ronaldinho, cliquem na bandeira do Brasil e acompanhem as imagens que se sucedem no lado esquerdo da página ao som da canção Nego Drama dos Racionais MC’s.