Quando falamos em emergência, imaginamos dois sentidos básicos: primeiro, o de pronto-socorro médico; segundo, a imagem de uma sequência de cabeças subindo para a superfície da água.
A grosso modo, o tipo de manifestação espontânea, não-hierarquizada e normalmente incontrolável do qual a aula do vídeo acima trata relaciona-se mais com o segundo sentido da expressão.
Já escrevi bastante sobre EMERGÊNCIA. Talvez não tenha sido tão didático nem tão competente quanto gostaria ao tentar demonstrar que eu e de vários pesquisadores consideramos muitas práticas socioeconômicas e políticas predominantemente analógicas superadas no meio urbano conectado. Vou recapitular alguns posts pra vocês:
A Esquerda Pós-Moderna
Blogs e Emergência
Emergência
De uma forma bem resumida, a emergência (livro) é um fenômeno que, segundo Steven B. Johnson, se dá quando um nível de elementos relativamente simples segue em direção a formas de comportamento mais sofisticadas. Um sistema emergente é auto-organizado: por isso, dispensa formas hierarquizadas de organização.
Em termos políticos, tal comportamento – que resulta das formas de atravessamento e de apropriação do homem pela interface e vice-versa – é compreendido com dificuldade e até mesmo com um certo preconceito. Dessa forma, a militância que se considera eminentemente socialista e permanece acreditando em termos não conseguiu adaptar a sua
Pra aperfeiçoar minha falta de didática, eis a palavra dos especialistas do vídeo acima. ;)
O Ph.D. Gustavo Fischer hoje é coordenador do curso de Design da Unisinos no campus de Porto Alegre.
O M.S. Daniel Bittencourt assumiu a coordenação da Comunicação Digital no campus de São Leopoldo.
A Ph.D. Suely Fragoso leciona na Comunicação Digital e no PPG em Ciências da Comunicação da mesma Unisinos. Aliás, ela foi orientadora de doutorado do Gustavo e minha orientadora no mestrado.