POR QUE QUERO VALDIR ESPINOSA DE VOLTA AO GRÊMIO

Não é por ser fã nem por saudosismo: apoiamos realmente a volta de Valdir Espinosa ao comando técnico do Grêmio. Leiam e entendam. ;)

Agora que a Libertadores já era, o Grêmio precisa reduzir consideravelmente a folha de pagamento. Por isso, os emprestados já estão de saída. O que precisamos é dar mais oportunidades para os guris das categorias de base e ver se eles “darão liga” rapidamente.
Não é nada fácil administrar uma crise dessas: e, queiram ou não, infelizmente, sim, trata-se de uma séria crise. No entanto, como não é uma crise de relacionamento nem dentro do ambiente de trabalho, nem política e tampouco com a torcida (não em termos de mau relacionamento), sua solução tende a ser mais administrativa, técnica e conceitual.
O que não se pode dizer é que a direção não tenha feito a vontade da torcida (manteve o técnico conforme clamor público) e nem que não se tenha dado os jogadores que o treinador pediu. Também viajamos mais cedo em várias oportunidades pra aclimatar o plantel mais rápido (pena que não deu certo, mas é isso o que se faz).
Quanto à Arena, o pessoal está trabalhando muito pesado pra tentar reduzir o alto custo e trazer retorno para o clube o mais rápido possível. E isso não é nada fácil.
O que torna tudo isso pior é que qualquer plano de marketing agora vai se tornar muito difícil de vender e o clube precisa muito de dinheiro.
Enfim… Apesar de considerar quase insustentável o custo de rescindir o contrato com o Luxemburgo, se ele for demitido, eu teria uma fortíssima crença de segurança e de retomada de um ambiente plenamente positivo dentro e fora de campo caso decidam trazer VALDIR ESPINOSA de volta: tenho insistido MUITO nisso, pois entendo pelas demonstrações práticas e teóricas que Roger ainda não está pronto e precisa de um nome forte na história do clube que seja inegavelmente um profundo conhecedor da “aldeia”, com um curículo multicampeão. Seria a transição perfeita para um monento em que não contamos com a tradicional possibilidade de que haja algum técnico do interior ou da base realmente confiável.
Pessoalmente, acho que Roth já está saturado, bem como Muricy, Felipão e outros estão bastante superado.
A lembrança por causa dos Aflitos e do Corinthians é o bom Mano Menezes. Todavia, apesar de ter obtido a façanha de levar um time com Patrício, Sandro Goiano, Tcheco e Tuta a uma final de Libertadores e de ter galgado postos desde a Série B passando por alguns Gauchinhos e um surpreendente terceiro lugar no Brasileirão da volta à Série A, nunca me agradou a postura dos times dele fora de casa – uma acadelada trincheira léguas atrás da linha da bola em moldes tão dramáticos quanto aqueles em que Luxa nos armou nas decisões desde que aqui chegou.
Insisto: o velho Espinosa (velho em idade, pois é jovem de espírito e jamais deixou de praticar intercâmbio de ideias com outros técnicos daqui e do exterior), ao contrário da maioria, está muito atualizado, conhece a aldeia e tem muita vontade de voltar. Ele só não está empregado porque não tem empresário marqueteiro, da moda, e não gosta de pagar a comissão que esses caras pedem.
Basta acompanhar o videoblog dele: ele assiste a todos os jogos e demonstra a mecânica de jogo de todos os principais times do Brasil e do exterior. Querem currículo? Ora… Os mais novos que não o conheceram e que dele duvidam, que leiam esta poderosa lista.
Quando falo em Espinosa, não estou evocando nenhum “pensamento mágico”. Quando fiz campanha por um Conselho de Administração liderado por Fábio Koff, não caí no “mito do eterno retorno”: primeiro, porque a história nunca se repete, nem mesmo quando as mesmas pessoas porventura igualam ou superam seus momentos mais bem-sucedidos; segundo, porque o presidente, seus vices ou o nosso Departamento de Comuicação e Marketing JAMAIS PROMETERAM OFICIALMENTE O TÍTULO DA LIBERTADORES EM 2013. Desafio qualquer gremista, secador ou jornalista a me trazer alguma declaração clara nesse sentido.
Finalmente, acredito que precisamos retornar às nossas raízes, mas de maneira atualizada, pois o futebol não está mais no tempo em que se amarrava cachorro com linguiça, nem estamos em um ambiente propício para reprisar tecnicismos que não tem dado certo em lugar algum do planeta.
Quem me conhece, sabe que sou suficientemente pragmático e defendo a ciência aplicada, que é a teoria que estuda as práticas a fim de aperfeiçoar a técnica, a rotina e os relacionamentos de trabalho.
Após a confirmação de mais um fracasso na vida tricolor, mais do que nunca, assim como eu já havia falado nisso no final do ano passado, quando recordei as nossas desclassificações e o que faltou para que tivéssemos sido no mínimo vicecampeões brasileiros, a hora é de apostar na base, reforçar com jogadores de atitude e técnica, trazer motivação não apenas ao plantel profissional, mas a TODO O GREMISMO.
Tenho plena convicção de que a volta de Valdir Espinosa nos proporcionaria uma relação custo-benefício que, consequentemente, elevaria o grau de envolvimento do sócio e do fã em geral com o nosso Grêmio. Esse quadro nos traria um final de 2013 bastante feliz, com uma perspectiva bastante otimista para 2014.
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[CBL'13 G8 5ª] GRÊMIO 0×0 FLUMINENSE

O difícil jogo de ontem na Arena foi uma montanha russa de emoções. Conforme havia concordado com o César Augusto Fernandes do Grêmio do Prata, o escrete luxemburguês iniciara o cotejo repetindo o contraproducente padrão de marcação passiva.

“Mas como funciona essa tal marcação passiva? E se existe marcação passiva, logo, deve haver também uma marcação ativa…”

- Marcação passiva: sem chegar junto ao adversário, apenas acompanhando-o de frente. Só tenta dar o bote caso haja alguma pressão corpo a corpo;

- Marcação ativa: encurta o campo, posiciona todo o time em diagonais bastante próximas que podem ser rapidamente cobertas pelo colega imediatamente mais próximo na matriz da linha de baixo.

Pois bem: o time que morde corre com inteligência, ocupa os espaços com agilidade e procura sempre os espaços livres para ocupar território até que a velocidade e a técnica superem os adversários até a bola estufar os cordéis da cidadela oponente.

Não podemos dizer que o Grêmio não faça uma marcação ativa. Contudo, ela somente é acionada após passarmos por algum sufoco.

Todo o povo tricolor quer saber do Luxa por que ele prefere fazer o time se poupar dessa perigosa maneira. Afinal de contas, não é só porque a Libertadores é peleada ou porque tivemos Cris INJUSTAMENTE expulso que escolheu-se marcar à distância – confirme iniciei o texto, este estranho hábito foi verificado sob as mais variadas circunstâncias: com o time completo; com desfalques; em casa; fora; após longas viagens; ao longo de uma semana inteira em casa; no Gauchão ou pela Libertadores.

Não quero que o Grêmio recorra novamente a fórmulas exaustivamente testadas e reprovadas. No entanto, cabe compararmos a diferença de tratamento da maior parte da mídia local para com o reprovado pela maioria Celso Roth em relação ao incensado Vanderlei Luxemburgo da Silva…

Como quem inventa é inventor, cansamos de ver Roth experimentar repetidamente uma miríade de variações táticas incoerentes, inoperantes e pouco treinadas. O melhor do técnico era a prevalência da marcação ativa e um feijão com arroz que eliminava quaisquer chances de sermos goleados ou rebaixados.

Com Luxa, felizmente, ainda não corremos esses riscos. Porém, já perdemos vários jogos bisonhos e nos desclassificamos de competições com um perfil similar ao da Libertadores: a Copa do Brasil para o Palmeiras e a Sul-Americana para o Millonarios.

Ok: naquela época, tínhamos um time inferior e era início de trabalho. Porém, se a gente só tem garfo e faca, não é com esse tipo de talher que iremos comer sushi: GARFO E FACA É PRA COMER… FEIJÃO COM ARROZ!

Pois mesmo com o plantel mais qualificado de 2013, ainda assim temos um banco deficiente, pois Luxa prefere os contratados meia-boca no banco ao invés de ter inscrito pratas da casa como o ótimo Guilherme Biteco (bastante superior a Marco Antônio e uma alternativa séria para substituir Elano ou Zé Roberto) ou os bons Matheus Biteco e Misael (ao invés de contarmos somente com Adriano para o lugar de Fernando ou de Souza).

Cabe ainda lembrar que o título que entregamos de mão beijada a quem nos superou na base do feijão com arroz o levou a entrar em um grupo mais fácil na nossa competição predileta. Como se isso não bastasse, com outro técnico e com um time modestíssimo, já está classificado às oitavas com uma rodada de antecedência, fazendo a sua torcida muito mais feliz do que a nossa.

O que dizer então dos colombianos que nos tiraram da Sula Miranda, que morreram na primeira fase de maneira bisonha?!

Some-se a esses fatos a incompreensível covardia e a inoperância que nos tiraram o vicecampeonato brasileiro no Grenal de “despedida” do lendário Estádio Olímpico Monumental e percebemos que, apesar de ser impossível prever o nível da oponência, perdemos uma terceira chance de entrarmos na fase de grupos em um grupo mais fácil.

O Grêmio de 2013 até pode deslanchar no segundo semestre no Brasileirão, campeonato onde Luxa sabe melhor o que fazer. Nem a classificação e tampouco o título da Libertadores estão descartados. Todavia, não podemos nos fiarmos no ingênuo mito de que “se não é difícil, não é Grêmio”…

Precisamos de um Luxa menos Roth na invenção e de um feijão com arroz melhor do que o de Roth, com molho de pimenta Tabasco e um tiquinho de azeite de oliva.

É tudo o que eu peço… ;)

[CBL'13 G8 5ª] GRÊMIO 0×0 FLUMINENSE

O difícil jogo de ontem na Arena foi uma montanha russa de emoções. Conforme havia concordado com o César Augusto Fernandes do Grêmio do Prata, o escrete luxemburguês iniciara o cotejo repetindo o contraproducente padrão de marcação passiva.

“Mas como funciona essa tal marcação passiva? E se existe marcação passiva, logo, deve haver também uma marcação ativa…”

- Marcação passiva: sem chegar junto ao adversário, apenas acompanhando-o de frente. Só tenta dar o bote caso haja alguma pressão corpo a corpo;

- Marcação ativa: encurta o campo, posiciona todo o time em diagonais bastante próximas que podem ser rapidamente cobertas pelo colega imediatamente mais próximo na matriz da linha de baixo.

Pois bem: o time que morde corre com inteligência, ocupa os espaços com agilidade e procura sempre os espaços livres para ocupar território até que a velocidade e a técnica superem os adversários até a bola estufar os cordéis da cidadela oponente.

Não podemos dizer que o Grêmio não faça uma marcação ativa. Contudo, ela somente é acionada após passarmos por algum sufoco.

Todo o povo tricolor quer saber do Luxa por que ele prefere fazer o time se poupar dessa perigosa maneira. Afinal de contas, não é só porque a Libertadores é peleada ou porque tivemos Cris INJUSTAMENTE expulso que escolheu-se marcar à distância – confirme iniciei o texto, este estranho hábito foi verificado sob as mais variadas circunstâncias: com o time completo; com desfalques; em casa; fora; após longas viagens; ao longo de uma semana inteira em casa; no Gauchão ou pela Libertadores.

Não quero que o Grêmio recorra novamente a fórmulas exaustivamente testadas e reprovadas. No entanto, cabe compararmos a diferença de tratamento da maior parte da mídia local para com o reprovado pela maioria Celso Roth em relação ao incensado Vanderlei Luxemburgo da Silva…

Como quem inventa é inventor, cansamos de ver Roth experimentar repetidamente uma miríade de variações táticas incoerentes, inoperantes e pouco treinadas. O melhor do técnico era a prevalência da marcação ativa e um feijão com arroz que eliminava quaisquer chances de sermos goleados ou rebaixados.

Com Luxa, felizmente, ainda não corremos esses riscos. Porém, já perdemos vários jogos bisonhos e nos desclassificamos de competições com um perfil similar ao da Libertadores: a Copa do Brasil para o Palmeiras e a Sul-Americana para o Millonarios.

Ok: naquela época, tínhamos um time inferior e era início de trabalho. Porém, se a gente só tem garfo e faca, não é com esse tipo de talher que iremos comer sushi: GARFO E FACA É PRA COMER… FEIJÃO COM ARROZ!

Pois mesmo com o plantel mais qualificado de 2013, ainda assim temos um banco deficiente, pois Luxa prefere os contratados meia-boca no banco ao invés de ter inscrito pratas da casa como o ótimo Guilherme Biteco (bastante superior a Marco Antônio e uma alternativa séria para substituir Elano ou Zé Roberto) ou os bons Matheus Biteco e Misael (ao invés de contarmos somente com Adriano para o lugar de Fernando ou de Souza).

Cabe ainda lembrar que o título que entregamos de mão beijada a quem nos superou na base do feijão com arroz o levou a entrar em um grupo mais fácil na nossa competição predileta. Como se isso não bastasse, com outro técnico e com um time modestíssimo, já está classificado às oitavas com uma rodada de antecedência, fazendo a sua torcida muito mais feliz do que a nossa.

O que dizer então dos colombianos que nos tiraram da Sula Miranda, que morreram na primeira fase de maneira bisonha?!

Some-se a esses fatos a incompreensível covardia e a inoperância que nos tiraram o vicecampeonato brasileiro no Grenal de “despedida” do lendário Estádio Olímpico Monumental e percebemos que, apesar de ser impossível prever o nível da oponência, perdemos uma terceira chance de entrarmos na fase de grupos em um grupo mais fácil.

O Grêmio de 2013 até pode deslanchar no segundo semestre no Brasileirão, campeonato onde Luxa sabe melhor o que fazer. Nem a classificação e tampouco o título da Libertadores estão descartados. Todavia, não podemos nos fiarmos no ingênuo mito de que “se não é difícil, não é Grêmio”…

Precisamos de um Luxa menos Roth na invenção e de um feijão com arroz melhor do que o de Roth, com molho de pimenta Tabasco e um tiquinho de azeite de oliva.

É tudo o que eu peço… ;)

[CBL'13 G8 5ª] GRÊMIO 0×0 FLUMINENSE

O difícil jogo de ontem na Arena foi uma montanha russa de emoções. Conforme havia concordado com o César Augusto Fernandes do Grêmio do Prata, o escrete luxemburguês iniciara o cotejo repetindo o contraproducente padrão de marcação passiva.

“Mas como funciona essa tal marcação passiva? E se existe marcação passiva, logo, deve haver também uma marcação ativa…”

- Marcação passiva: sem chegar junto ao adversário, apenas acompanhando-o de frente. Só tenta dar o bote caso haja alguma pressão corpo a corpo;

- Marcação ativa: encurta o campo, posiciona todo o time em diagonais bastante próximas que podem ser rapidamente cobertas pelo colega imediatamente mais próximo na matriz da linha de baixo.

Pois bem: o time que morde corre com inteligência, ocupa os espaços com agilidade e procura sempre os espaços livres para ocupar território até que a velocidade e a técnica superem os adversários até a bola estufar os cordéis da cidadela oponente.

Não podemos dizer que o Grêmio não faça uma marcação ativa. Contudo, ela somente é acionada após passarmos por algum sufoco.

Todo o povo tricolor quer saber do Luxa por que ele prefere fazer o time se poupar dessa perigosa maneira. Afinal de contas, não é só porque a Libertadores é peleada ou porque tivemos Cris INJUSTAMENTE expulso que escolheu-se marcar à distância – confirme iniciei o texto, este estranho hábito foi verificado sob as mais variadas circunstâncias: com o time completo; com desfalques; em casa; fora; após longas viagens; ao longo de uma semana inteira em casa; no Gauchão ou pela Libertadores.

Não quero que o Grêmio recorra novamente a fórmulas exaustivamente testadas e reprovadas. No entanto, cabe compararmos a diferença de tratamento da maior parte da mídia local para com o reprovado pela maioria Celso Roth em relação ao incensado Vanderlei Luxemburgo da Silva…

Como quem inventa é inventor, cansamos de ver Roth experimentar repetidamente uma miríade de variações táticas incoerentes, inoperantes e pouco treinadas. O melhor do técnico era a prevalência da marcação ativa e um feijão com arroz que eliminava quaisquer chances de sermos goleados ou rebaixados.

Com Luxa, felizmente, ainda não corremos esses riscos. Porém, já perdemos vários jogos bisonhos e nos desclassificamos de competições com um perfil similar ao da Libertadores: a Copa do Brasil para o Palmeiras e a Sul-Americana para o Millonarios.

Ok: naquela época, tínhamos um time inferior e era início de trabalho. Porém, se a gente só tem garfo e faca, não é com esse tipo de talher que iremos comer sushi: GARFO E FACA É PRA COMER… FEIJÃO COM ARROZ!

Pois mesmo com o plantel mais qualificado de 2013, ainda assim temos um banco deficiente, pois Luxa prefere os contratados meia-boca no banco ao invés de ter inscrito pratas da casa como o ótimo Guilherme Biteco (bastante superior a Marco Antônio e uma alternativa séria para substituir Elano ou Zé Roberto) ou os bons Matheus Biteco e Misael (ao invés de contarmos somente com Adriano para o lugar de Fernando ou de Souza).

Cabe ainda lembrar que o título que entregamos de mão beijada a quem nos superou na base do feijão com arroz o levou a entrar em um grupo mais fácil na nossa competição predileta. Como se isso não bastasse, com outro técnico e com um time modestíssimo, já está classificado às oitavas com uma rodada de antecedência, fazendo a sua torcida muito mais feliz do que a nossa.

O que dizer então dos colombianos que nos tiraram da Sula Miranda, que morreram na primeira fase de maneira bisonha?!

Some-se a esses fatos a incompreensível covardia e a inoperância que nos tiraram o vicecampeonato brasileiro no Grenal de “despedida” do lendário Estádio Olímpico Monumental e percebemos que, apesar de ser impossível prever o nível da oponência, perdemos uma terceira chance de entrarmos na fase de grupos em um grupo mais fácil.

O Grêmio de 2013 até pode deslanchar no segundo semestre no Brasileirão, campeonato onde Luxa sabe melhor o que fazer. Nem a classificação e tampouco o título da Libertadores estão descartados. Todavia, não podemos nos fiarmos no ingênuo mito de que “se não é difícil, não é Grêmio”…

Precisamos de um Luxa menos Roth na invenção e de um feijão com arroz melhor do que o de Roth, com molho de pimenta Tabasco e um tiquinho de azeite de oliva.

É tudo o que eu peço… ;)

[CBL'13 G8 5ª] GRÊMIO x FLUMINENSE (PRÉ-JOGO)

É chegada a segunda decisão para o Grêmio dentro da Libertadores 2013.

A matemática diz que classificamos com dois empates. Mas eu não estaria certo disso: afinal de contas, quem joga preocupado em empatar normalmente perde.

Portanto, ainda que a partida que selará o nosso destino nesta fase de grupos seja mesmo a última contra o Huachipato no Chile, creio que devemos chegar lá fortes, altivos, confiantes e inteiros.

E só há uma única possibilidade de visitarmos o norte do Chile com toda a autoridade que nossos dois títulos, dois vicecampeonatos e nossas quatorze oportunidades de estar no topo da América do Sul nos dão: VENCENDO e CONVENCENDO hoje, contra o – dizem – combalido Fluminense.

Pois eu não acredito na ruindade nem na suposta fragilidade dos cariocas. O gremismo (imprensa honesta, direção, comissão técnica, jogadores e, mais do que tudo, a torcida) não pode cair no conto de que tudo será mais fácil devido às ausências do goleador Fred, do articulador Deco e do velocista Wellington Nem. Também não podemos limitar a nossa preocupação com o ex-T.A. Sobis.

Nessa hora de pseudofacilidade, costumamos esquecer do famoso diálogo do técnico Vicente Feola com o inolvidável anjo das pernas tortas chamado Mané Garincha, na preleção para a partida contra a União Soviética:

Feola: “Garrincha, aí você pega a bola, passa pelo lateral, dribla o zagueiro, invade a área e chuta…”

GARRINCHA: “SÓ FALTA COMBINAR COM OS RUSSOS!”

Enfim… A gente PODE ganhar porque a gente QUER ganhar. E se QUERER É PODER, a vontade e a necessidade combinadas sem ansiedade e sem a presença indesejável do Sobrenatural de Almeida naturalmente irão transformar toda essa IRMANDADE TRICOLOR em uma COMUNHÃO rumo ao DEVER CUMPRIDO.

CHEGUEM CEDO. CHUPEM PASTILHA DE MENTA E DEIXEM O CHOCOLATE DESLIZAR GARGANTA ADENTRO: CHEGOU A HORA DE PORMOS A ACÚSTICA INCOMPARÁVEL DA ARENA À PROVA.

COMO É?! NÃO ESTOU OUVINDO: MAIS ALTO, GREMISTADA!!! o/

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