
Não é por ser fã nem por saudosismo: apoiamos realmente a volta de Valdir Espinosa ao comando técnico do Grêmio. Leiam e entendam. ;)

Não é por ser fã nem por saudosismo: apoiamos realmente a volta de Valdir Espinosa ao comando técnico do Grêmio. Leiam e entendam. ;)
O difícil jogo de ontem na Arena foi uma montanha russa de emoções. Conforme havia concordado com o César Augusto Fernandes do Grêmio do Prata, o escrete luxemburguês iniciara o cotejo repetindo o contraproducente padrão de marcação passiva.
“Mas como funciona essa tal marcação passiva? E se existe marcação passiva, logo, deve haver também uma marcação ativa…”
- Marcação passiva: sem chegar junto ao adversário, apenas acompanhando-o de frente. Só tenta dar o bote caso haja alguma pressão corpo a corpo;
- Marcação ativa: encurta o campo, posiciona todo o time em diagonais bastante próximas que podem ser rapidamente cobertas pelo colega imediatamente mais próximo na matriz da linha de baixo.
Pois bem: o time que morde corre com inteligência, ocupa os espaços com agilidade e procura sempre os espaços livres para ocupar território até que a velocidade e a técnica superem os adversários até a bola estufar os cordéis da cidadela oponente.
Não podemos dizer que o Grêmio não faça uma marcação ativa. Contudo, ela somente é acionada após passarmos por algum sufoco.
Todo o povo tricolor quer saber do Luxa por que ele prefere fazer o time se poupar dessa perigosa maneira. Afinal de contas, não é só porque a Libertadores é peleada ou porque tivemos Cris INJUSTAMENTE expulso que escolheu-se marcar à distância – confirme iniciei o texto, este estranho hábito foi verificado sob as mais variadas circunstâncias: com o time completo; com desfalques; em casa; fora; após longas viagens; ao longo de uma semana inteira em casa; no Gauchão ou pela Libertadores.
Não quero que o Grêmio recorra novamente a fórmulas exaustivamente testadas e reprovadas. No entanto, cabe compararmos a diferença de tratamento da maior parte da mídia local para com o reprovado pela maioria Celso Roth em relação ao incensado Vanderlei Luxemburgo da Silva…
Como quem inventa é inventor, cansamos de ver Roth experimentar repetidamente uma miríade de variações táticas incoerentes, inoperantes e pouco treinadas. O melhor do técnico era a prevalência da marcação ativa e um feijão com arroz que eliminava quaisquer chances de sermos goleados ou rebaixados.
Com Luxa, felizmente, ainda não corremos esses riscos. Porém, já perdemos vários jogos bisonhos e nos desclassificamos de competições com um perfil similar ao da Libertadores: a Copa do Brasil para o Palmeiras e a Sul-Americana para o Millonarios.
Ok: naquela época, tínhamos um time inferior e era início de trabalho. Porém, se a gente só tem garfo e faca, não é com esse tipo de talher que iremos comer sushi: GARFO E FACA É PRA COMER… FEIJÃO COM ARROZ!
Pois mesmo com o plantel mais qualificado de 2013, ainda assim temos um banco deficiente, pois Luxa prefere os contratados meia-boca no banco ao invés de ter inscrito pratas da casa como o ótimo Guilherme Biteco (bastante superior a Marco Antônio e uma alternativa séria para substituir Elano ou Zé Roberto) ou os bons Matheus Biteco e Misael (ao invés de contarmos somente com Adriano para o lugar de Fernando ou de Souza).
Cabe ainda lembrar que o título que entregamos de mão beijada a quem nos superou na base do feijão com arroz o levou a entrar em um grupo mais fácil na nossa competição predileta. Como se isso não bastasse, com outro técnico e com um time modestíssimo, já está classificado às oitavas com uma rodada de antecedência, fazendo a sua torcida muito mais feliz do que a nossa.
O que dizer então dos colombianos que nos tiraram da Sula Miranda, que morreram na primeira fase de maneira bisonha?!
Some-se a esses fatos a incompreensível covardia e a inoperância que nos tiraram o vicecampeonato brasileiro no Grenal de “despedida” do lendário Estádio Olímpico Monumental e percebemos que, apesar de ser impossível prever o nível da oponência, perdemos uma terceira chance de entrarmos na fase de grupos em um grupo mais fácil.
O Grêmio de 2013 até pode deslanchar no segundo semestre no Brasileirão, campeonato onde Luxa sabe melhor o que fazer. Nem a classificação e tampouco o título da Libertadores estão descartados. Todavia, não podemos nos fiarmos no ingênuo mito de que “se não é difícil, não é Grêmio”…
Precisamos de um Luxa menos Roth na invenção e de um feijão com arroz melhor do que o de Roth, com molho de pimenta Tabasco e um tiquinho de azeite de oliva.
É tudo o que eu peço… ;)
O difícil jogo de ontem na Arena foi uma montanha russa de emoções. Conforme havia concordado com o César Augusto Fernandes do Grêmio do Prata, o escrete luxemburguês iniciara o cotejo repetindo o contraproducente padrão de marcação passiva.
“Mas como funciona essa tal marcação passiva? E se existe marcação passiva, logo, deve haver também uma marcação ativa…”
- Marcação passiva: sem chegar junto ao adversário, apenas acompanhando-o de frente. Só tenta dar o bote caso haja alguma pressão corpo a corpo;
- Marcação ativa: encurta o campo, posiciona todo o time em diagonais bastante próximas que podem ser rapidamente cobertas pelo colega imediatamente mais próximo na matriz da linha de baixo.
Pois bem: o time que morde corre com inteligência, ocupa os espaços com agilidade e procura sempre os espaços livres para ocupar território até que a velocidade e a técnica superem os adversários até a bola estufar os cordéis da cidadela oponente.
Não podemos dizer que o Grêmio não faça uma marcação ativa. Contudo, ela somente é acionada após passarmos por algum sufoco.
Todo o povo tricolor quer saber do Luxa por que ele prefere fazer o time se poupar dessa perigosa maneira. Afinal de contas, não é só porque a Libertadores é peleada ou porque tivemos Cris INJUSTAMENTE expulso que escolheu-se marcar à distância – confirme iniciei o texto, este estranho hábito foi verificado sob as mais variadas circunstâncias: com o time completo; com desfalques; em casa; fora; após longas viagens; ao longo de uma semana inteira em casa; no Gauchão ou pela Libertadores.
Não quero que o Grêmio recorra novamente a fórmulas exaustivamente testadas e reprovadas. No entanto, cabe compararmos a diferença de tratamento da maior parte da mídia local para com o reprovado pela maioria Celso Roth em relação ao incensado Vanderlei Luxemburgo da Silva…
Como quem inventa é inventor, cansamos de ver Roth experimentar repetidamente uma miríade de variações táticas incoerentes, inoperantes e pouco treinadas. O melhor do técnico era a prevalência da marcação ativa e um feijão com arroz que eliminava quaisquer chances de sermos goleados ou rebaixados.
Com Luxa, felizmente, ainda não corremos esses riscos. Porém, já perdemos vários jogos bisonhos e nos desclassificamos de competições com um perfil similar ao da Libertadores: a Copa do Brasil para o Palmeiras e a Sul-Americana para o Millonarios.
Ok: naquela época, tínhamos um time inferior e era início de trabalho. Porém, se a gente só tem garfo e faca, não é com esse tipo de talher que iremos comer sushi: GARFO E FACA É PRA COMER… FEIJÃO COM ARROZ!
Pois mesmo com o plantel mais qualificado de 2013, ainda assim temos um banco deficiente, pois Luxa prefere os contratados meia-boca no banco ao invés de ter inscrito pratas da casa como o ótimo Guilherme Biteco (bastante superior a Marco Antônio e uma alternativa séria para substituir Elano ou Zé Roberto) ou os bons Matheus Biteco e Misael (ao invés de contarmos somente com Adriano para o lugar de Fernando ou de Souza).
Cabe ainda lembrar que o título que entregamos de mão beijada a quem nos superou na base do feijão com arroz o levou a entrar em um grupo mais fácil na nossa competição predileta. Como se isso não bastasse, com outro técnico e com um time modestíssimo, já está classificado às oitavas com uma rodada de antecedência, fazendo a sua torcida muito mais feliz do que a nossa.
O que dizer então dos colombianos que nos tiraram da Sula Miranda, que morreram na primeira fase de maneira bisonha?!
Some-se a esses fatos a incompreensível covardia e a inoperância que nos tiraram o vicecampeonato brasileiro no Grenal de “despedida” do lendário Estádio Olímpico Monumental e percebemos que, apesar de ser impossível prever o nível da oponência, perdemos uma terceira chance de entrarmos na fase de grupos em um grupo mais fácil.
O Grêmio de 2013 até pode deslanchar no segundo semestre no Brasileirão, campeonato onde Luxa sabe melhor o que fazer. Nem a classificação e tampouco o título da Libertadores estão descartados. Todavia, não podemos nos fiarmos no ingênuo mito de que “se não é difícil, não é Grêmio”…
Precisamos de um Luxa menos Roth na invenção e de um feijão com arroz melhor do que o de Roth, com molho de pimenta Tabasco e um tiquinho de azeite de oliva.
É tudo o que eu peço… ;)
O difícil jogo de ontem na Arena foi uma montanha russa de emoções. Conforme havia concordado com o César Augusto Fernandes do Grêmio do Prata, o escrete luxemburguês iniciara o cotejo repetindo o contraproducente padrão de marcação passiva.
“Mas como funciona essa tal marcação passiva? E se existe marcação passiva, logo, deve haver também uma marcação ativa…”
- Marcação passiva: sem chegar junto ao adversário, apenas acompanhando-o de frente. Só tenta dar o bote caso haja alguma pressão corpo a corpo;
- Marcação ativa: encurta o campo, posiciona todo o time em diagonais bastante próximas que podem ser rapidamente cobertas pelo colega imediatamente mais próximo na matriz da linha de baixo.
Pois bem: o time que morde corre com inteligência, ocupa os espaços com agilidade e procura sempre os espaços livres para ocupar território até que a velocidade e a técnica superem os adversários até a bola estufar os cordéis da cidadela oponente.
Não podemos dizer que o Grêmio não faça uma marcação ativa. Contudo, ela somente é acionada após passarmos por algum sufoco.
Todo o povo tricolor quer saber do Luxa por que ele prefere fazer o time se poupar dessa perigosa maneira. Afinal de contas, não é só porque a Libertadores é peleada ou porque tivemos Cris INJUSTAMENTE expulso que escolheu-se marcar à distância – confirme iniciei o texto, este estranho hábito foi verificado sob as mais variadas circunstâncias: com o time completo; com desfalques; em casa; fora; após longas viagens; ao longo de uma semana inteira em casa; no Gauchão ou pela Libertadores.
Não quero que o Grêmio recorra novamente a fórmulas exaustivamente testadas e reprovadas. No entanto, cabe compararmos a diferença de tratamento da maior parte da mídia local para com o reprovado pela maioria Celso Roth em relação ao incensado Vanderlei Luxemburgo da Silva…
Como quem inventa é inventor, cansamos de ver Roth experimentar repetidamente uma miríade de variações táticas incoerentes, inoperantes e pouco treinadas. O melhor do técnico era a prevalência da marcação ativa e um feijão com arroz que eliminava quaisquer chances de sermos goleados ou rebaixados.
Com Luxa, felizmente, ainda não corremos esses riscos. Porém, já perdemos vários jogos bisonhos e nos desclassificamos de competições com um perfil similar ao da Libertadores: a Copa do Brasil para o Palmeiras e a Sul-Americana para o Millonarios.
Ok: naquela época, tínhamos um time inferior e era início de trabalho. Porém, se a gente só tem garfo e faca, não é com esse tipo de talher que iremos comer sushi: GARFO E FACA É PRA COMER… FEIJÃO COM ARROZ!
Pois mesmo com o plantel mais qualificado de 2013, ainda assim temos um banco deficiente, pois Luxa prefere os contratados meia-boca no banco ao invés de ter inscrito pratas da casa como o ótimo Guilherme Biteco (bastante superior a Marco Antônio e uma alternativa séria para substituir Elano ou Zé Roberto) ou os bons Matheus Biteco e Misael (ao invés de contarmos somente com Adriano para o lugar de Fernando ou de Souza).
Cabe ainda lembrar que o título que entregamos de mão beijada a quem nos superou na base do feijão com arroz o levou a entrar em um grupo mais fácil na nossa competição predileta. Como se isso não bastasse, com outro técnico e com um time modestíssimo, já está classificado às oitavas com uma rodada de antecedência, fazendo a sua torcida muito mais feliz do que a nossa.
O que dizer então dos colombianos que nos tiraram da Sula Miranda, que morreram na primeira fase de maneira bisonha?!
Some-se a esses fatos a incompreensível covardia e a inoperância que nos tiraram o vicecampeonato brasileiro no Grenal de “despedida” do lendário Estádio Olímpico Monumental e percebemos que, apesar de ser impossível prever o nível da oponência, perdemos uma terceira chance de entrarmos na fase de grupos em um grupo mais fácil.
O Grêmio de 2013 até pode deslanchar no segundo semestre no Brasileirão, campeonato onde Luxa sabe melhor o que fazer. Nem a classificação e tampouco o título da Libertadores estão descartados. Todavia, não podemos nos fiarmos no ingênuo mito de que “se não é difícil, não é Grêmio”…
Precisamos de um Luxa menos Roth na invenção e de um feijão com arroz melhor do que o de Roth, com molho de pimenta Tabasco e um tiquinho de azeite de oliva.
É tudo o que eu peço… ;)
É chegada a segunda decisão para o Grêmio dentro da Libertadores 2013.
A matemática diz que classificamos com dois empates. Mas eu não estaria certo disso: afinal de contas, quem joga preocupado em empatar normalmente perde.
Portanto, ainda que a partida que selará o nosso destino nesta fase de grupos seja mesmo a última contra o Huachipato no Chile, creio que devemos chegar lá fortes, altivos, confiantes e inteiros.
E só há uma única possibilidade de visitarmos o norte do Chile com toda a autoridade que nossos dois títulos, dois vicecampeonatos e nossas quatorze oportunidades de estar no topo da América do Sul nos dão: VENCENDO e CONVENCENDO hoje, contra o – dizem – combalido Fluminense.
Pois eu não acredito na ruindade nem na suposta fragilidade dos cariocas. O gremismo (imprensa honesta, direção, comissão técnica, jogadores e, mais do que tudo, a torcida) não pode cair no conto de que tudo será mais fácil devido às ausências do goleador Fred, do articulador Deco e do velocista Wellington Nem. Também não podemos limitar a nossa preocupação com o ex-T.A. Sobis.
Nessa hora de pseudofacilidade, costumamos esquecer do famoso diálogo do técnico Vicente Feola com o inolvidável anjo das pernas tortas chamado Mané Garincha, na preleção para a partida contra a União Soviética:
Feola: “Garrincha, aí você pega a bola, passa pelo lateral, dribla o zagueiro, invade a área e chuta…”
GARRINCHA: “SÓ FALTA COMBINAR COM OS RUSSOS!”
Enfim… A gente PODE ganhar porque a gente QUER ganhar. E se QUERER É PODER, a vontade e a necessidade combinadas sem ansiedade e sem a presença indesejável do Sobrenatural de Almeida naturalmente irão transformar toda essa IRMANDADE TRICOLOR em uma COMUNHÃO rumo ao DEVER CUMPRIDO.
CHEGUEM CEDO. CHUPEM PASTILHA DE MENTA E DEIXEM O CHOCOLATE DESLIZAR GARGANTA ADENTRO: CHEGOU A HORA DE PORMOS A ACÚSTICA INCOMPARÁVEL DA ARENA À PROVA.
COMO É?! NÃO ESTOU OUVINDO: MAIS ALTO, GREMISTADA!!! o/