ORTEMÁN VEM PARA O GRÊMIO

Orteman ao lado de Palacio, pelo Boca Juniors<br />

Agora, sim: enquanto até mesmo nós, gremistas, respeitamos o meia
argentino GUIÑAZU, que encantou a América pelo LIBERTAD há alguns anos
atrás e que veio parar no nosso mais tradicional adversário, finalmente
o GRÊMIO conseguiu contratar um meia um pouco mais ofensivo e com menos
idade, de características um pouco diferentes.

ORTEMÁN ajudou a eliminar o próprio GRÊMIO da LIBERTADORES de 2002, jogando muito no DEFENSORES DEL CHACO em ASUNCIÓN. Já havia assistido a alguns jogos dele pela fase de grupos e impressionou-me muito.

Não deu certo em sua passagem pelo BOCA JUNIORS. No entanto, aos 29 anos, cabe como uma luva para dar mais experiência, posicionamento correto e, acima de tudo, andamento ofensivo e passes mais precisos para o ataque TRICOLOR.

O jogador já passou por INDEPENDIENTE, OLIMPIA, RACING e BOCA JUNIORS antes de passar um tempo quase escondido no pequeno RACING SANTANDER, de onde veio para PORTO ALEGRE.

Rapidamente, ANDRÉ KRIEGER vai não apenas tentando suprir a ausência de ROGER mas, sobretudo, melhorando consideravelmente a qualidade do plantel do GRÊMIO.

BRASILEIRÃO não se ganha sem banco.

Parabéns ao diretor de futebol mais atento ao mercado que já tivemos nos últimos 10 anos!

PALERMO E RIQUELME DECEPCIONADOS COM EMPATE

BOCA 2x2 FLUSegundo matéria do TERRA ESPORTES encontrada no site agrupador de notícias ZERO A ZERO, o goleador MARTÍN PALERMO e o craque JUÁN ROMÁN RIQUELME estão preocupadíssimos com a dificuldade do jogo de volta contra o FLUMINENSE do idolatrado técnico RENATO PORTALUPPI no MARACANÃ, na próxima quarta-feira, dia 04/06/2008 a partir das 21:50h.

O clima nunca foi de oba-oba por parte dos argentinos. É preciso que nós, brasileiros, aprendamos que eles não são arrogantes por serem sinceros e realistas ao analisarem até onde esperam chegar a partir da amostragem recente da sua própria performance. Contudo, eles pecam em tentar fazer uma pré-análise quando desconhecem o adversário. Assim, depois de um jogo muito mais peleado do que o esperado, normalmente passam a demonstrar uma cautela maior do que a anterior.

Ontem à noite, na ARGENTINA, um fato e um sentimento foram marcadamente diferentes em relação ao que o BOCA encontrou depois do 1º jogo contra CRUZEIRO e ATLAS, comprovando que, desta vez, não há um adversário que sinta o “peso” da camisa áureo-celúrea do segundo clube mais vitorioso em torneios internacionais do planeta.

Os jogadores passaram a sentir o tamanho do pepino que os espera daqui a seis dias no derradeiro confronto no RIO DE JANEIRO para um público ensandecido que será pelo menos 70% maior do que o BOCA conseguiu pôr ontem no emprestado estádio JUÁN DOMINGO PERÓN do RACING CLUB DE AVELLANEDA: o FLUMINENSE respeita para ser respeitado, possui muita qualidade e um técnico que tem muita estrela logo após o apito final.

A partir do “frangaço” do goleiro reserva MIGLIORE, a apreensão tomou contra do EL CILINDRO, com imagens expressivas de testas franzidas, lábios apertados e até mesmo incredulidade proporcionadas pelos XENEIZES entre o segundo gol de THIAGO NEVES e as sucessivas tentativas de gol dos argentinos a partir de uma pressão que só mesmo estando iluminado e “ligado” como o goleiro FERNANDO HENRIQUE do TRICOLOR DAS LARANJEIRAS estava para poder trazer um resultado amplamente positivo para o BRASIL.

Confiram as declarações de PALERMO e RIQUELME abaixo e percebam que, desta vez, pode ser que o BOCA perca a sua primeira semifinal de LIBERTADORES em seis disputadas desde 1991:

 

PALERMO: “O empate não foi justo, dá raiva. É certo que este mesmo resultado nós conseguimos com o Atlas na ida, mas a esta altura não podemos cometer erros. Vamos com um sabor amargo.”

 

RIQUELME: “Será complicado ganhar do Fluminense no Brasil, mas nós tentaremos. Teremos que ver se somos capazes de conseguir um bom resultado lá. Ainda faltam 90 minutos.”

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Era tudo o que RENATO precisava: uma vantagem comedida, sim, mas uma vantagem suficiente para manter o foco e o respeito, permanecendo em alerta em função de um empate. Afinal de contas, uma derrota poria a dúvida na cabeça dos boleiros e uma vitória traria um perigosíssimo clima de “já ganhou”.

[L'08 SF] CA BOCA JUNIORS/ARG x FLUMINENSE FC

Imagens retiradas dos blogs dos torcedores do GRÊMIO (Cristian Bonatto) e do FLUMINENSE (Joao Marcelo Garcez).

EIS A SÍNTESE DO ESPÍRITO para hoje à noite:

Em tempo: saudade do depois traidor PAULO AFONSO BONAMIGO, que, apesar de ter protagonizado patéticas e intermináveis novelas de renovação de contrato durante a década de 1980 e de ter praticamente encerrado sua carreira como jogador de alto nível no tradicional adversário (bem feito!), foi o melhor centromédio da década de 1980.

Em Tóquio, saiu do banco para poder pôr em seu currículo o maior galardão da história TRICOLOR.

Finalmente, fica a torcida da maior parte dos GREMISTAS pelo querido PÓ DE ARROZ, nosso verdadeiro co-irmão carioca.

Eu amo o Rio. Amo os cariocas. E detesto inverno. Já morei lá. Ficou a saudade de um povo que, em diversos aspectos, é mais solidário e mais boa praça do que o gaúcho.

Ao invés de richas imbecis incentivadas pela mídia só pra vender jornal, deveríamos aprender com eles tanto quanto o GRÊMIO ensina aos jogadores de lá expatriados para cá.

Pra terminar, o GRÊMIO não tem culpa se o BOCA, origem de quase todos os cânticos e gritos de guerra plagiados pela GERAL DO GRÊMIO, nos venceu na final de 2007. O APITO DO BLACKÃO é totalmente apaixonado pelo futebol argentino e condena toda e qualquer rixa incentivada por uma mídia que só se interessa em vender e por uma ala pouco inteligente da torcida.

Mesmo assim, só mesmo RENATO PORTALUPPI para me fazer torcer por um outro time brasileiro na LIBERTADORES.

PATO ABBONDANZIERI OFERECE MUNIÇÃO PARA FLU DE RENATO

DEUS RENATO,

IMPRIME JÁ EM CORPO 1000 E COLA POR TODAS AS DEPENDÊNCIAS DAS LARANJEIRAS A SEGUINTE FRASE:

 

ABBONDANZIERI: Boca. O único que poderia ganhar do Boca era o São Paulo. O Fluminense não tem tradição. Acho que já chegou longe, e a partir de agora vai faltar o que Boca e São Paulo têm, que é a tal experiência.”

 

Quem fala o que quer, senta aonde não quer…

[L'08 QF1] QUARTAS DE FINAL, JOGOS DE IDA

BOCA JUNIORS 2×2 ATLAS: os mexicanos já estão escolados em obter bons resultados contra o todo-poderoso BOCA, seja na Argentina, seja no México. O importante é ser destemido nos contra-ataques e explorar as bolas aéreas – o grande defeito da zaga boquense. PALERMO, PALÁCIO e RIQUELME jogaram muito menos do que deles se espera e a torcida XENEIZE não teve a mesma força no JOSÉ AMALFITANI, estádio do VÉLEZ SARSFIELD em função da suspensão da BOMBONERA.

SÃO PAULO 1×0 FLUMINENSE: venceu o melhor plantel do melhor técnico. Jogo apertado e cheio de alternativas, em maior quantidade para o TRICOLOR PAULISTA. Infelizmente, o ídolo RENATO PORTALUPPI precisa comer muito feijão até tornar-se um técnico de ponta. O mesmo vale para o pseudo-craque do time, o meia THIAGO NEVES, que não jogou absolutamente nada e ainda saiu de campo substituído demonstrando falta de maturidade com um ridículo piti.

SAN LORENZO 1×1 LDU: a vaca ficou osca para o centenário clube argentino, que investiu pesado repatriando o apenas razoável meia ANDRÉS D’ALESSANDRO. Depois de eliminar o tradicional RIVER PLATE e de manter-se há um bom tempo na liderança do atual campeonato argentino, apresentou uma perigosa recaída naquela máxima infame de “grande contra os grandes, pequeno contra os pequenos”. Assim como o BOCA de CARLOS ISCHIA não é mais o mesmo do lendário CARLOS “PROFESSOR AÉREO” BIANCHI, a própria LDU não é mais aquela que foi até a semifinal de 2006, quando o que parecia impossível aconteceu. Com um time pior, pode chegar lá novamente.

CLUB AMERICA 2×0 SANTOS: apesar de ter feito uma preparação mais dedicada a fim de atuar na altitude sem sofrimentos físicos por ter viajado ao México com uma antecedência de cerca de uma semana e do árbitro argentino HECTOR BALDASSI ter anulado um gol legítimo do ótimo centroavante CLEBER PEREIRA no 2º tempo, a zaga do PEIXE facilitou horrores a vida do gordito centroavante paraguaio CABAÑAS, que marcou duas vezes. O problema de jogar na altitude mesmo com um bom preparo físico e conhecimento do adversário é o desconhecimento da velocidade, do efeito e da força do movimento da bola no ar rarefeito. Para o jogo de volta, apesar da vantagem do alçapão da VILA BELMIRO e de saber jogar em seu gramado bem cuidado porém pequeno, o SANTOS vai sofrer muito com o aumento do oxigênio no sangue dos jogadores do AMERICA, que corre muito mais ao nível do mar, como pôde experimentar o FLAMENGO no vexame da semana passada.

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PALPITE DO BLACKÃO: quem empatou fora classifica, assim como quem ganhou em casa na ida. Afinal de contas, os empates foram com gols e sem medo do adversário, assim como as vitórias ocorreram sem sofrer gol em casa.