EM BREVE, NOVO BLOG: http://www.heliopaz.com/ (1)

Muitos amigos já haviam lido, elogiado ou se queixado das frequentes experiências que eu tenho feito com a interface e com os recursos interativos disponíveis. Quanto a isso, este blog sempre será um laboratório que possa vir a me auxiliar na concretização de futuros projetos de pesquisa.

A agenda permanece a mesma:

– POLÍTICA: enquanto não precisar mudar de cidade ou até de estado por questões profissionais, as pautas prioritárias referem-se à análise e às queixas acerca dos fatos de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, com eventuais incursões em outros âmbitos. Agora… Caso precise sair daqui, a tendência é a de que eu passe muito tempo sem postar sobre a situação política seja daqui, seja de onde quer que eu passe a viver por uma questão que, a mim, parece óbvia: fora daqui, estarei desencaixado, desentrosado. Posso me adaptar facilmente à rotina urbana, mas vai demorar um certo tempo pra me inteirar de fatos e pessoas relacionados à política local. Além disso, Se for mesmo este o caso, sinto que estarei quase desautorizado a falar da realidade portoalegrense (e, talvez, até mesmo gaúcha) devido à distância física dos fatos e à falta de contato com possíveis fontes;

- CRÍTICA DAS PRÁTICAS DA MÍDIA CORPORATIVA: referem-se não apenas ao jornalismo, mas também poderão ser estendidas à publicidade. Todos os cursos da área da Comunicação oferecem um futuro promissor, criativo e gratificante para quem possui o dom de fazer um uso da técnica acima do esperado; tenacidade para não desistir diante das dificuldades; curiosidade para manter-se criativo, ágil, atualizado e disposto a aprender sem parar; honestidade, ética e comprometimento; competência no estabelecimento de suas próprias redes sociais e, dependendo do caso, disponibilidade financeira para tentar queimar etapas. O problema é que, infelizmente, no Brasil, sabe-se muito bem que as leis que deveriam regulamentar o setor são frouxas e que não existe democratização na mídia de massa. É nesse sentido que a crítica e a investigação serão realizados;

- ACADEMIA: estou longe de conhecer a fundo os meandros de uma série de temas relacionados às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) que minha querida orientadora de mestrado SUELY FRAGOSO possui, nem o capital cultural e social que a querida integrante da minha banca SANDRA MONTARDO tem pra pesquisar TICs voltadas à inclusão de Portadores de Necessidadees Especiais (PNE); também estou muito distante da experiência e do conhecimento em interatividade que o ALEX PRIMO apresenta; ainda não tenho a velocidade de assimilação de conceitos de redes sociais em Comunicação Mediada por Computador (CMC) que a RAQUEL RECUERO apresenta; e, finalmente, ainda me falta conseguir estabelecer um foco tão profundo na observação de focos de resistência na pós-modernidade do HENRIQUE ANTOUN ou da cada vez mais necessária procupação legal com a preservação da igualdade, da democracia e da pluralidade na internet que o SÉRGIO AMADEU costuma fazer. Terei o meu próprio estilo, o meu próprio caminho de pesquisa e me interessarei por objetos e temáticas semelhantes, porém sob outro viés sempre que possível.

Este blog não será especializado única e exclusivamente em interagir ou com pesquisadores, ou com alunos, ou com jornalistas e publicitários, ou com militantes e ativistas. Também não é um blog específico sobre o GRÊMIO e sobre diversos esportes. Sempre pensei em escrever pra quem quiser ler, pra quem se interessar em debater, ensinar ou aprender. A troca, o compartilhamento, o estabelecimento de relações profissionais e de amizade são muito mais importante do que os índices de audiência ou do que me preocupar em tentar arranjar patrocínios pra não escrever de graça. Sinceramente, nunca tive uma opinião formada sobre isso e, mesmo que quisesse, acho que o tempo de virar problogger já passou.

O meu interesse maior é aprender, deduzir e tentar comprovar coisas de uma maneira coloquial e compreensível pelo internauta em geral. Pra isso, tentarei ser um acadêmico não o sendo. Sei que blogs temáticos cujo conteúdo é voltado para um interagente definido de maneira bem específica e segmentada apresentam uma visibilidade muito maior, ainda mais se estiverem ou sob um blogring ou condomínio de blogs, ou se estiverem sob o guarda-chuva da mídia corporativa.

Mas não é isso o que eu quero: quero apenas ter liberdade pra experimentar ferramentas e para que o caldo de assuntos que atravessa a minha vida torne-se público.

A vida em sociedade, pra mim, depende substancialmente de tornar públicas as minhas posições em relação a tudo aquilo que me inquieta. Por isso, deixo bem claros tanto os meus gostos pessoais quanto o lado para o qual meus valores pendem.

METAMORFOSE AMBULANTE é a chave – exceto em termos clubísticos, religiosos e ideológicos. Então, quem já me conhece desde os deletados BLACKÃO e BASTANTÃO e que visita este aqui (HELIOPAZ), fica sabendo que farei um upgrade de plataforma ao registrar domínio e pagar hospedagem.

FIQUEM ATENTOS: será ainda neste fim de semana. Dependo da autorização do registro do meu domínio e da liberação das ferramentas de administração de conteúdo por parte do serviço de hospedagem para efetivar essa mudança para uma casa definitiva.

De qualquer forma, este blog ainda será atualizado durante alguns dias e ele não será deletado. Ninguém será pego desprevenido e não haverá perda nenhuma, pois, assim como migreui todo o conteúdo do meu antiquíssimo blog deletado no BLOGGER para os três blogs do WORDPRESS e como migrei o conteúdo dos blogs BLACKÃO e BASTANTÃO para HELIOPAZ.WORDPRESS.COM, nada será perdido no definitivo endereço

HTTP://WWW.HELIOPAZ.COM/

Peço aos amigos blogueiros que concedem a gentileza de endossar o meu blog na sua lista de links (ou blogroll) que, depois que a mudança tiver sido completada, mudem a URL de seus links para

HTTP://WWW.HELIOPAZ.COM/

O BLOG: UMA MÍDIA SOCIAL

Mesmo que este blog não me dê um tostão furado e que tome um baita tempo, obviamente não estaria aqui com vocês caso esta atividade não fosse enriquecedora nem prazerosa. Seja quando a minha informação estiver incompleta, seja quando eu estiver redondamente enganado, tenho a obrigação de corrigir o mais rapidamente possível aquilo que eu fiz.

Aqui, estamos trocando informações dentro de uma REDE SOCIAL [v. blog de RECUERO, Raquel] na qual todos realizam a PRODUSAGE (o ato de produzir E utilizar conteúdo simultaneamente [BRUNS, JACOBS, 2006]). Em outras palavras, não há uma predeterminação intelectual ou cognitiva mensurável de quando a atividade de produção e a atividade de uso (em um blog, no YOUTUBE, no TWITTER, no ORKUT, no SKYPE, etc.) começa e a outra termina, nem mesmo o protagonismo da produção sobre o uso ou vice-versa durante a intersecção dessas práticas na web.

Definitivamente, não estou lidando com aquela audiência supostamente passiva apresentada a partir da visão que se tinha sobre a mídia hegemônica de massa, cujo aporte teórico baseava-se nas teorias da comunicação baseadas nos estudos de recepção pré-internet [v. WOLF, 1995; MATTELART e MATTELART, 2002; SILVERSTONE, 2002]. Apesar dessa ressalva, jamais invalido as teorias da recepção, mas aponto para o fato de que elas são mais adequadas para grande parte das análises sobre o jornalismo e a publicidade do que para dar conta da CMC ou Comunicação Mediada por Computador, como visto em PRIMO, 2003.

Dentre tantas outras diferenças, pra mim, a principal diferença entre mídia de massa e mídias sociais está no fato de que a mídia de massa costuma pretender ver a sua mensagem ‘dar o que falar’ para a maior quantidade possível de pessoas ao mesmo tempo (interação UM-MUITOS), enquanto as mídias sociais costumam dispersar conteúdo através de interações UM-UM. Em outras palavras, a mídia de massa seria como um megafone em praça pública e um blog seria como um papo de boteco com o meu melhor amigo que, se gostar da conversa, vai passar adiante pro chefe dele na volta do almoço e vai dar uma palhinha para a mulher dele (também minha amiga) por telefone no meio do expediente quando eles estiverem ao telefone [esses conceitos de interação e de conversação podem ser melhor traduzidos por PRIMO e SMANIOTTO, 2005].

Então, minha preocupação maior consiste no cuidado pra minimizar o efeito do dito popular ‘quem conta um conto aumenta um ponto’. Além de uma questão de interesse pessoal (postura, valores, objetivos, interesses ou quaisquer outras atribuições que vocês queiram dar ao uso e à produção pessoal de cada blogueiro), há ferramentas que integram a REDE SOCIAL, que INFORMAM mais rapidamente e a UM NÚMERO MAIOR DE PESSOAS do que meramente postar um novo conteúdo e esperar que alguém esteja monitorando o nosso blog e nos ofereça uma discussão.

O PODER DOS COMENTÁRIOS

A soma de cada uma das conversas torna-se maior do que o todo

A soma de cada uma das conversas torna-se maior do que o todo

Pra quem ainda não entendeu o porquê de alguns probloggers (blogueiros profissionais, que ganham muito bem para escrever amparados pela infra-estrutura privilegiada de algum portal de conteúdo e pelo nome que adquiriram na blogosfera e/ou na mídia corporativa) ou moderarem os comentários em seus posts, ou, simplesmente, negarem-se a oferecer espaço para o internauta dar a sua opinião, eis algumas hipóteses:

1) Estão totalmente desencaixados da realidade na qual o conteúdo não é proprietário mas, sim, compartilhado; de que a mídia de massa não se compara à internet que, por sua vez, é uma mídia de nicho, personalizada e que se espraia em rede, a partir de uma espécie de economia do mérito na qual os blogueiros políticos independentes de esquerda mais citados e mais comentados repercutem dentro de um ambiente permeado por uma massa crítica que dispersa a informação agregando-lhe valor e visões diferenciadas;

2) Pela arrogância de considerarem-se especialistas em comunicar e informar e pela vontade de brincarem de Deus, procurando utilizar a sua técnica como um laboratório de manipulação que não tem como funcionar, neste ambiente, já que nem mesmo a mídia de massa possui mais a crediblidade de antigamente;

3) Porque não percebem o quanto podem aprender com os leitores nem tampouco como o seu fazer jornalístico pode melhorar utilizando um estilo de escrita, uma maneira de investigar a notícia e, acima de tudo, de divulgá-la através de uma semântica compreensível pelo público que detém a experiência nata de ter nascido sob a era da internet.

Abaixo, um estudo de caso recentemente ocorrido no site da revista ÉPOCA que tem tudo para tornar-se emblemático, divulgado inicialmente pelo LUIZ NASSIF (ver O CASO ÉPOCA) e repercutido pelo LUIZ CARLOS AZENHA.

Confere também os [url=javascript:%20loadCommentsBlogFAC('9973',%20'_form_11');void(0);]COMENTÁRIOS[/url] do post do Nassif.

Essa riqueza de opiniões, de debate, de relacionamento e de massa crítica é a forma mais clara de empoderamento da sociedade, visando peitar o status quo através de argumentos que não são valiosos em função do nome de quem escreveu ou da marca da empresa para a qual trabalha mas, sim, de uma soma de posições cujo resultado é sempre maior do que a soma aritmética entre as partes.

Quem não se tocar disso, não entende nada de internet. Ao mesmo tempo, vai perder muito dinheiro no seu negócio baseado na média de massa.

clipped from revistaepoca.globo.com
Desconstrução pouca é bobagem.

Quero ver o editor autorizar fotos do Gilmar Mendes e Daniel Dantas com esta mesma técnica. Ou outra : capa da Epoca no mesmo estilo com os diretores da Globo. Esta seria a única maneira de mostrar que “não” houve má fé.

Jornalismo pobre

Está difícil achar jornalismo investigativo neste país. Revistas semanais, então… Desta vez Época caiu na vala comum, jornalismo de baixíssima categoria.

De Sanctis x $$$ Dantas

Opa! Até que demoraram muito para mostrarem para que vieram, heim?
Que nojo! Jornalismo de 5ª categoria. Falta de vergonha na cara, como diria minha mãe.

Época (Globo) e Dantas , tudo a ver!!!

Não sei pq a surpresa de muitos aqui, com essa nojeira que provem do Senhor Kamel

Cobertura seletiva

Muito estranho, pra não dizer outra palavra, a seletividade na cobertura da Satiagraha. Procuro e procuro por informações sobre o sr Dantas e nada vejo. Agora, sobre os investigadores há bombardeios diários… muito muito estranho.

blog it

FUÇANDO NA INTERFACE DO BLOG

Como todos sabem, dentre o admirável volume de blogueiros ativistas políticos, sociais, ambientalistas e de esquerda (ou não) da Grande POA, este blog, o CÃO UIVADOR, o AMIGOS DA GONÇALO DE CARVALHO e o POA VIVE, estão entre alguns exemplos de uso da plataforma de gerenciamento de conteúdo (CMS ou Content Management System, em inglês) WORDPRESS. Outros blogs de extremo impacto na informação ativista que também utilizam o WP são o ÁRVORES VIVAS, o ECOTECNOLOGIA, o FOLHA VERDE (isso me lembra os tempos de matrícula analógica na UFRGS – folha verde era a folha pra preencher os códigos das disciplinas obrigatórias do curso; folha branca era para pedir matrícula em disciplinas optativas e a folha rosa era para solicitar disciplinas de outro curso ou curso dois – bons tempos…).

Como todo produto de qualquer área ou origem e dependendo do ponto-de-vista e da necessidade de cada um, o WP possui uma série de vantagens e de desvantagens em relação a outras plataformas.

A plataforma de CMS mais utilizada pelos blogueiros é o BLOGGER que começou sua história e ajudou a popularizar a blogosfera mundo afora em 1999. Hoje, o filho mais bem-sucedido do lendário PYRA LABS pertence ao Big Brother do conteúdo da web chamado GOOGLE.

O WORDPRESS, por sua vez, é uma iniciativa baseada em SOFTWARE LIVRE. O desenvolvimento do código e da ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO (visões 1, 2 e 3) desembocam em um trabalho de DESIGN de IHC [Interface e – não interação – Homem-Computador) robusto e extremamente intuitivo, baseado em pesquisas de opinião de seus próprios usuários via web e também através de grupos (focus groups) de testadores da interface. A empresa que gerencia e atualiza a plataforma WP chama-se AUTTOMATIC.

Ao contrário do BLOGGER, que permite copiar e editar o código em CSS (Cascading Style Sheets ou Folhas de Estilo em Cascata – v. DICAS AVANÇADAS), a versão gratuita do WORDPRESS (.COM) não o permite. Isso significa que o usuário do BLOGGER pode adicionar quaisquer “tranqueiras” desenvolvidas em JAVASCRIPT direto no seu blog gratuitamente. Na versão gratuita do WP, só dá pra adicionar nos WIDGETS de texto as “tranqueiras” que NÃO possuam Javascript. Apesar da liberdade em poder editar o código para adicionar novas funcionalidades ao seu blog, a concorrência do WP fez com que a GOOGLE se mexesse, preocupando-se em adicionar cada vez mais GADGETS (o nome bloggeriano para widgets) a fim de evitar que o seu usuário tenha que sujar as mãos em código.

A habilidade total para mexer no código só existe na versão paga. Já o domínio WORDPRESS.ORG apresenta FAQs, fora (plural de forum) e uma infinidade de dicas, widgets e templates. O ponto alto do .org é permitir download do CMS para a máquina do usuário, com direito a instalar zilhões de widgets também de graça. Neste caso, é a hospedagem em algum provedor e o registro de domínio que permitem liberdade total. de fuçar no código e em widgets. Particularmente, acho que vale muito a pena para quem deseja que seu blog seja um canal de relacionamento efetivo. Dessa forma, o usuário poderá baixar todo o CMS para o seu computador, atualizando seu blog de maneira mais rápida do que acessando o site e logando nos servidores da empresa – mesmo com o uso de um template gratuito.

Aparentemente, isso seria uma desvantagem. Contudo, a AUTTOMATIC não é a GOOGLE e precisa sobreviver de alguma forma. A versão gratuita do WP só é possível porque a robustez, a confiabilidade e a possibilidade do próprio usuário ou de uma empresa hospedeira são reconhecidos e amplamente utilizados por empresas e universidades, que pagam caro por isso. A UNISINOS é um exemplo de uso do WP em quase todos os blogs oficiais de seus grupos de pesquisa, publicações e cursos (DESIGN, PPGCC, COMDIGI, etc.).

Aqui no Brasil, alguns usuários com domínio e servidor pagos que servem como referências em suas respectivas áreas são: o prof. ALEX PRIMO, coordenador do LIMC/UFRGS (Laboratório de Interação Mediada por Computador); e o blog MACMAGAZINE, coordenado pelo meu amigo RAFAEL FISCHMANN. Nos EUA, a esmagadora maioria dos principais blogs profissionais sobre tecnologia, política e jornalismo de dentro e de fora da Grande Mídia utilizam o WP (THE NEW YORK TIMES, FORD, por exemplo). Confiram o SHOWCASE de blogs gerenciados através do WP.

Porém, os usuários do WP no Brasil que considero mais felizes em termos de auto-organização e de diversidade no uso tão customizado quanto diferente desse CMS são os blogueiros do coletivo INSANUS (dentre os quais um blog sempre visitado e citado por mim tanto para o bem como para o mal, o NOVA CORJA).

Nesse sentido, até mesmo a versão gratuita do WP apresenta uma série de vantagens significativas que o BLOGGER não oferece. O WP apresenta uma capacidade de armazenagem de dados, a possibilidade de backup do blog (para sevidores situados em outras cidades ou até mesmo países) e, acima de tudo, aceita uma quantidade de usuários simultâneos bem superior. Tais quesitos são muito importantes para quem pretende ampliar o público-alvo de seu respectivo blog para atingir maior audiência – independentemente do fato de pretender viver do blog ou não.

De maneira geral, a grande maioria de nossos blogs recebe apenas algumas poucas centenas de visitantes/dia. O BLOGGER segura alguns milhares de visitantes simultâneos numa boa. Mas quando o volume de visitas ultrapassa os cinco dígitos diários, o gargalo começa a espantar visitantes que não têm saco pra esperar o conteúdo carregar de maneira lenta. Pior: nesse caso, o blog pode até ficar momentaneamente inacessível até o tráfego dar uma reduzida.

Um detalhe que parece irrelevante mas não é: os templates do BLOGGER oferecidos em seu próprio site são utilizados por dezenas de milhões de blogueiros no planeta inteiro. Outros templates de terceiros normalmente apresentam uma estética muito brega e uma interface muito pobre em termos de intuitividade e de recursos padrão. Mesmo os templates mais chinfrins do WORDPRESS costumam oferecer uma maior organização nesse sentido. Como exemplo, cito uma jovem designer que costumava criar templates para o BLOGGER e, hoje, possui um blog oficial no WORDPRESS chamado simplesmente BY MARINA. Aliás, o template que a Marina utiliza é uma livre adaptação do layout e da interface criados por outra jovem talentosa, a DANI DANCZUK do SINOPSE.

Em suma: satisfeitos ou não com o CMS de cada um de vocês, pelo menos aos mais curiosos eu recomendo que, no mínimo, dêem uma olhadinha no site do WORDPRESS. Vocês irão se surpreender com a quantidade e com a seriedade das informações contidas nos FAQs e em como funciona

Falando nisso, estou pensando seriamente ou em voltar a utilizar o template anterior ou em testar algum outro, pois este aqui está me tirando audiência ao invés de aumentá-la. Eu gosto de layouts com imagem no cabeçalho e é um enorme risco utilizar uma interface com menos de três colunas ou com os widgets abaixo do conteúdo, pois as pessoas não irão rolar a página até o fim. Talvez o problema esteja na nova organização do conteúdo: por um lado, pensei que juntar ativismo + CMC + futebol fosse aglutinar os diferentes públicos, mas parece que os ativistas estão mais presentes, os acadêmicos mal se manifestam e o futebol definitivamente perdeu bastante.

Quanto aos acadêmicos, na minha área as pessoas não costumam gostar muito de futebol. E o segmento que gosta de política não se envolve muito, observando à distância pra criticar depois. Como eu ainda não participei de nenhum congresso, não publiquei nenhum artigo, não recebi meu título e, no momento, estou impedido de lecionar, sou um reles desconhecido. O ano pra esse público crescer é 2009. Porém, só na metade para o fim do 2º semestre.

O que vai mudar? 1) O número de links no meu BLOGROLL será muito menor: a seleção de sites por mim considerados como “coisa muito fina” e os blogs que eu acesso constantemente passará por um pente fino e abrangerá três temas: academia, futebol (+ GRÊMIO) e ativismo e b) Outras formas de me encontrar pra um bate-papo ou de acompanhar o que eu gosto, o que eu recomendo ou o que eu faço na rede (PLURK e TWITTER, entre outras TICs).

Mas essa é uma tarefa para os próximos dias, já que NETNOGRAFIA é tudo pra mim! :)

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