PORTO ALEGRE: OU MUDA AGORA, OU ACABA DE VEZ

O custo em eletricidade para iluminar e bombear água em prédios e a diminuição da sociabilidade tornam o porto-alegrense mais frio, menos politizado, indiferente, passivo e pouco participativo

O altíssimo custo em eletricidade para iluminar e bombear água em prédios; a diminuição da sociabilidade; a mega produção concentrada de lixo e de esgoto e as doenças respiratórias cada vez mais comuns em função da poluição gerada pelo excesso de pessoas que trafegam sozinhas em seus automóveis tornam o porto-alegrense mais frio, menos politizado, indiferente, passivo e pouco participativo

Fonte segura me informou sobre algo muito grave que, infelizmente, não foi e nem será veiculado na mídia corporativa com o devido destaque.

O deputado federal ELISEU PADILHA (PMDB, senhor feudal do Litoral Norte que, conforme meus pensamentos mais descrentes na falta de inteligência e de politização dos gaúchos em geral, deverá ser, dentro de no máximo 12 anos, governador do RIO GRANDE DO SUL) foi incumbido pelos intere$$e$ da construção civil a fazer lobby junto ao ministro da AERONÁUTICA em Brasília para que seja liberada a construção de prédios de até 82m de altura em PORTO ALEGRE. O argumento do pouco competente e nada técnico ex-ministro dos transportes de FHC foi na seguinte linha: caso as construtoras possam fazer quase tudo o que quiserem na cidade, seriam gerados 30 mil empregos na construção civil.

Esse papo faz com que os sindicatos dos operários ou inocentes úteis (contratados com salário mínimo e que dificilmente ganham hora extra ou buscam seus direitos) apoie incondicionalmente essa iniciativa tanto por necessidade como por ignorância. Então, a contrariedade técnica, política, simbólica, ideológica e afetiva representada pelos movimentos sociais, pelas ONGs, pelas associações de bairro e por uma multidão de classe média quase excluída das entrevistas, das colunas e dos comentários não é vista pelos consumidores mais conservadores do noticiário regional. Dessa forma, os empresários da construção civil, que representam uma das parcelas mais significativas dos anunciantes corporativos dos veículos impressos da RBS (juntamente com bancos, montadoras de automóveis, operadoras de telefonia móvel, grande varejo e o agronegócio monocultor, extensivo, transgênico, latifundiário, exportador e comoditizador) são blindados pelo discurso 100% favorável a seus intere$$e$ por essa mídia hegemônica.

Enfim, é ASSIM que a coisa funciona…

A falta de liberdade e de descentralização nos meios de comunicação alija-nos de um dos direitos mais importantes registrados na CONSTITUIÇÃO DE 1988, que é o direito à comunicação, isto é, de sermos bem informados, da maneira menos imparcial e mais massiva possível, com democracia e pluralidade de opiniões, a fim de ajudar a sociedade a DEBATER, DISCUTIR, ENVOLVER-SE com a política econômica, simbólica e partidária que, queiram ou não, definem, sim, grande parte de nosso futuro como habitantes de uma urbe cuja preservação, evolução, planejamento e salubridade depende, mais do que nunca, da SUSTENTABILIDADE que NÓS MESMOS somos capazes de definirmos a partir de um AGIR SOCIAL voltado para o BEM COMUM.

Segundo o Ministério da Aeronáutica e a ANAC, o ângulo mais agudo possível em termos de segurança para aterrissagens e decolagens em função da distância dos supostos espigões comerciais e residenciais do entorno da ‘arena’ permitiria, “estourando a tanga” (como diria o filho da minha noiva), 64m – o que já é um absurdo.

Até onde se sabe, a animação que ainda não transformou-se em um projeto suficientemente formal a ponto de poder ser apreciado por técnicos competentes (biólogos, engenheiros civis, arquitetos urbanistas e advogados). No entanto, a intenção é construir prédios de 72m.

Para vocês terem uma idéia, moro em um prédio construído em 1972 no bairro Petrópolis. Na época, era o prédio residencial mais alto da cidade, assim como o prédio vizinho também da mesma época e com um projeto quase igual, executados pela mesma construtora, que é (ou era, não sei mais se existe) de São Paulo. Cada um desses dois condomínios possui 15 andares e mais as torres dos elevadores com antenas de operadoras de telefonia móvel, totalizando aproximadamente 50m cada.

Como ambos ficam no início da descida de uma colina em uma avenida muito movimentada e há uma série de outros prédios (os menores com quatro, os maiores com 12 andares) até o pé da colina, todos lado a lado em uma curva aberta, forma-se um paredão que, no inverno, é responsável pelo encanamento e pelos uivos de ventos fortes e gelados em função do atrito com os cantos das fachadas dos prédios. Dada a sombra desses prédios sobre a calçada, a sensação térmica e a dificuldade de evaporação da umidade no inverno são terríveis.

Quando viemos morar aqui há quase 15 anos atrás, podíamos enxergar até mesmo os veículos trafegando na Av. Carlos Gomes. Hoje, quase não se consegue enxergar além da primeira quadra paralela à Av. Nilo Peçanha naquela direção.

Naquela época, eu pegava sol durante grande parte do dia nas calçadas de quase todas as ruas nos quadriláteros compreendidos entre Anita Garibaldi, Carlos Gomes, Carlos Trein Filho e Nilo Peçanha e também entre Carlos Gomes, Nilo Peçanha, Carazinho e Protásio Alves. Atualmente, apenas os privilegiados moradores da feia e triste paisagem formada pelos prédios com 15 anos ou menos de construção e pelo menos oito andares de altura que dizimaram no mínimo 80% das casas dessa região recebem insolação durante boa parte do dia. Mesmo assim, dentro de seus apartamentos de R$250.000,00 a R$1.200.000,00, localizados em “pombais de luxo”. Nas calçadas das ruas que não tangenciam a direção que o sol faz do nascente ao poente, o que antigamente era sinônimo de qualidade de vida agora tornou-se um ambiente menos salubre.

A população de Porto Alegre, no censo de 1980, apresentava pouco menos de 1.300.000 habitantes. Hoje, passadas quase três décadas, é a capital que apresentou o menor crescimento vegetativo de sua população, não chegando ainda a 1.500.000 segundo a última estimatica do IBGE.

Então, COMO JÁ FALEI, a supervalorização dos imóveis muito acima da inflação, do dólar e das necessidades do CUB e a construção desenfreada de prédios que empilham famílias umas sobre as outras é MUITO SUSPEITA: muito MESMO. Em termos de qualidade de vida, a segurança – ao contrário do que o uso incompetente e a dilapidação do patrimônio e do corpo funcional da Polícia militar por parte de um estado que mente o tempo inteiro sobre uma suposta solvência de suas pesadas dívidas – é resultado de educação, saúde e respeito à diversidade das pessoas que compõem a nossa paisagem. Não é passando o tempo inteiro dentro de casulos móveis poluidores e enclausurados dentro de fortalezas (in)violáveis com grades e pesados custos condominiais com a contratação de portaria e segurança que a situação irá melhorar. É importante salientar, ainda, que as empresas particulares de vigilância estão também entre os grandes anunciantes da mídia. O resultado desse investimento publicitário que sustenta a mídia é o aumento sensacionalista da proporção da violência urbana a fim de disseminar o medo entre a parcela mais conservadora e inculta da classe média, aquela mais egoísta e que menos se mistura com o povo a qual chamo carinhosamente de CLASSE MÉRDIA.

O que inibe a ação dos criminosos é a presença maciça de pessoas NAS CALÇADAS, nas PRAÇAS, nos PARQUES. O que atrai os criminosos é o fato da maioria das pessoas preferirem trafegar dentro de casulos dos quais dificilmente tem como escapar de uma ação violenta vinda por trás ou pelos lados.

A falta de preocupação com a qualidade do ar, com a biodiversidade e com o risco de aumento de doenças respiratórias sobretudo durante o inverno facilitaram a construção desses monstros, abrindo o precedente para que a região mais nobre da cidade entre o Centro e a zona norte (São João, Higienópolis, Auxiliadora, Petrópolis, Bela Vista, Mont Serrat, Três Figueiras, Chácara das Pedras, Independência e Rio Branco) fosse, com o tempo, tornando-se cravejada por esses prédios residenciais.

É por isso que eu, como todo bom apocalíptico, penso sempre no pior antes de pensar no melhor, já que esta é a única maneira de nos prevenirmos ou de modificarmos radicalmente o estado das coisas. A pressão feita pelo pessoal do FÓRUM DE ENTIDADES é fundamental, engajada, esclarecedora, madura e, acima de tudo, honesta e altruísta. Todavia, se não houver uma pressão real da CLASSE MÉRDIA (egoísta, IGNORANTE e DESPOLITIZADA) que se cala e deixa que decidam tudo por ela, PORTO ALEGRE vai acabar, pois já possui traços marcantes DO QUE DE PIOR EXISTE EM SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO.

Enquanto a mídia corporativa e a maioria das pessoas não se conscientizarem de que o excesso de concreto, cimento, tijolos, vidro e o aço propagam calor piorando a sensação térmica do verão e que esses materiais não funcionam como substitutos do equilíbrio térmico proporcionado pela evapotranspiração da terra nua, das árvores e das plantas em geral, PORTO ALEGRE está caminhando para a beira do abismo.

Conheço as capitais de 16 estados brasileiros. Só não tive o prazer de visitar as capitais das regiões norte e centro-oeste, além de Teresina e São Luís. Posso afirmar sem medo de errar que, em termos de pior qualidade de vida, São Paulo é a primeira e Porto Alegre é a segunda, seguida de perto por Curitiba e Goiânia.

Não por acaso as cidades onde a construção civil deita e rola.

PORTO ALEGRE VAI VIRAR PEQUIM

Pequim, durante os Jogos Olimpicos de 2008

Pequim, durante os Jogos Olímpicos de 2008: não são nuvens, não é chuva, não é neblina!

Infelizmente, tudo o que os blogs PORTO ALEGRE RESISTE, MÁRIO RANGEL GEÓGRAFO e o fantástico e incansável HENRIQUE WITTLER têm postado nos últimos meses revela um caminho quase sem volta rumo à insalubridade, à feiúra e à manutenção da pior concentração de renda do mundo nesta cidade.

Por que? Por causa do comportamento despolitizado, covarde, egoísta e ignorante da esmagadora maioria da população porto-alegrense. Todas as classes sociais e faixas etárias são seduzidas pela mera estética do belo e pela já defasada mania de considerar como empreendimento e como forma de desenvolvimento a doutrina taylorista-fordista baseada na moral judaico-cristã.

Eu não vou ter pena das doenças respiratórias, gastro-intestinais, de pele e da multiplicação exponencial de tipos de câncer que proliferam em lugares onde a insolação é substituída pela umidade e onde a vegetação natural – térmica – é substituída pelo concreto que irradia frio e calor em excesso, sem aproveitar um milímetro cúbico sequer dessa imensurável fonte de energia natural.

Esta cidade está-se esvaindo por causa de uma série de fatores interligados, dentre os quais cito: a impaciência e a demora para sair e chegar de qualquer lugar na cidade através de um meio de transporte individualista e caro, no qual 800 Kg de ferro e plástico servem pra mover uma única pessoa na maioria dos percursos; o excesso de gasto de combustível fóssil, que está colaborando diretamente na severa alteração dos microclimas (o tornado em Viamão no ano 2000; pouco depois, em Torres; o atraso do início do inverno e do início do verão no RS; a desolação desta tragédia recente em SC, que foi muito pior do que a da década de 1980 e assim por diante); a falsa fetichização do automóvel como símbolo de status, de independência, de maturidade e de liberdade difundido pelos meus colegas publicitários; o tratamento de quarta classe dado tanto pelos motoristas como pelo Poder Público ao pedestre; a ausência de ciclovias em profusão – este, sim, um verdadeiro símbolo de saúde, de liberdade e de assertividade.

Parte da construção civil só quer saber de ganhar dinheiro fácil, passando por cima das leis ambientais e urbanísticas municipais, estaduais e federais porque não corre riscos nas esferas cível e penal; políticos brasileiros de todos os partidos, de todas as idades e de todos os cargos, de uma maneira geral, são generalistas e tecnicamente despreparados: só pensam no imediatismo da sua continuidade no poder assinando soluções paliativas e momentâneas sob a forma de obras e leis voltadas para solucionar em primeira instância não as questões não do cidadão mas, sim, daqueles que financiam as suas respectivas campanhas.

O que mais dói é saber que não é nada fácil encontrar brechas jurídicas nas articulações entre esses entes econômicos e políticos. Muitas vezes, realmente pode nem haver alguma atividade tacitamente ilegal.

Enfim… Aprendam o que é o VERDADEIRO DESENVOLVIMENTO E A VERDADEIRA GERAÇÃO DE RIQUEZA PENSANDO NO FUTURO e tentem aprender um pouquinho a agirem em prol de sua própria sociedade, conscientizando-se que, acima de tudo, se a maioria da minha comunidade estiver pior do que eu, devo fazer o possível e o impossível para que ela melhore. Melhorando a condição geral, melhora a minha condição também.

GRÊMIO, ARENA: FATOS, PESSOAS E INTERESSES II

Charge de EUGÊNIO NEVES, que mostra o que está oculto na ação dos vereadores de Porto Alegre

PLANO DIRETOR, PONTAL e ARENA SÃO PROBLEMAS AMBIENTAIS, SOCIAIS E ECONÔMICOS DE TODOS OS PORTO-ALEGRENSES. DEFENDE A TUA CIDADE

Sou porto-alegrense nativo, gremista da terceira geração de uma família que já está na sua quarta geração de tricolores, profissional de Comunicação e, acima de tudo, um professor e pesquisador que tem por ofício e responsabilidade civil o exercício pleno da política e da cidadania.

Fazer política não é estar vinculado às práticas clientelistas ou à obtenção de benesses individuais através do envolvimento com partidos, sindicatos, entidades patronais, clubes e grupos de interesses econômicos que pretendem obter suas demandas a partir de alterações na lei que beneficiem tão-somente a si próprios: fazer política é informar-se com empresários, funcionários públicos e pesquisadores acadêmicos de diversas áreas a fim de conhecer as carências de pequenas comunidades e de estimulá-las a pressionar o poder público sem jamais almejar a tomada desse poder. Essa é a única maneira de obter-se adesões significativas em todos os setores da sociedade e também de manter-se com a razão e o direito de contestar, denunciar, demonstrar e melhorar o ambiente em que vivemos.

Pois bem: isso posto, fica claro que minhas posições veementemente contrárias ao modo pelo qual configuram-se as profundas alterações na vida do GRÊMIO, da ORLA DO GUAÍBA e de QUILÔMETROS DE VIAS pela cidade inteira afetando MAIS DE UM MILHÃO de pessoas não possui nenhum ranço pessoal nem político-partidário, embora não esconda de ninguém que sou de esquerda. A maioria das pessoas com as quais convivo são de direita e são muito conservadoras. Mesmo assim, poucas delas agem de má fé. Diferentes maneiras de se ver o mundo não podem ser anuladas e o embate deve-se dar tão-somente no campo das idéias.

Quem não possui esse entendimento de maioridade, não consegue discutir com argumentos racionais. Pra mim, fazer dinheiro do jeito que for é muito menos importante do que garantir a sobrevivência da nossa espécie e prepararmos um mundo que ofereça a nossos filhos, netos e bisnetos uma longevidade e uma saúde bem maiores do que as nossas, com solidariedade, respeito e inteligência. Nunca na história da humanidade o imediatismo trouxe benefícios duradouros em lugar algum do mundo, independentemente da época, do regime político e da personalidade e conhecimento de seus protagonistas.

PORTO ALEGRE está gravemente enferma e tem poucas décadas para voltar a ser tão salubre quanto já o foi. E o futuro indica riqueza, prosperidade, saúde e desenvolvimento pleno e sustentável para novas práticas de obtenção de energia renovável e para moradias e estrutura viária com menos interferência no curso da natureza. Com boa vontade, desde já, poder-se-ia, com certeza, investir pesado hoje para colhermos frutos imensuravelmente mais robustos do que os proporcionados pelo modus operandi político, econômico e social da atualidade.

Amigos, diante de informações tão seguras quanto graves, conclamo-os a ter uma postura mais cidadã, mais envolvida, mais participativa, mais justa, mais honesta, mais veemente e mais firme sobre os interesses que prejudicam a nossa cidade.

Conforme o prometido no POST ANTERIOR, vamos ao trecho que interessa da brilhante reportagem da jornalista MARINA AMARAL nas páginas 6 e 7 da edição especial nº 26 da revista CAROS AMIGOS (novembro de 2008), que aponta as relações de poder, economia e blindagem midiática diretamente relacionadas à construtora OAS, que foi a “vencedora” da “concorrência” que, se nada for feito, deverá ser a dona da parte mais importante da arrecadação e do patrimônio de um empreendimento eminentemente particular que, de quebra, ainda conta com o arrego financeiro e da cessão de um terreno enorme por parte do poder público do RS sem nenhuma consulta à população.

…Antônio Carlos Magalhães nasceu em um sobradinho modesto em Salvador…

…Trabalhava desde os 18 anos nos DIÁRIOS ASSOCIADOS, antes mesmo de entrar na Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia…

…ACM começou na política como deputado estadual da UDN, em 1954, e subiu bajulando políticos influentes e fazendo denúncias pesadas contra seus adversários – muitas vezes os mesmos que havia bajulado…

…[ACM foi filiado] à UDN antes de passar para a ARENA e [nomeado] para [cargo executivo] pela DITADURA MILITAR em 1967…

…ACM prefeito de Salvador (seu primeiro gesto ao assumir o cargo foi comandar pessoalmente a destruição de uma invasão de sem-teto)…

…[no meio da década de 70] ACM já tinha sido nomeado governador da Bahia e articulava com o banqueiro ÂNGELO CALMON DE SÁ recursos para comprar seu primeiro jornal, aquele que publicara uma matéria que o desagradou – uma denúncia comprovada de favorecimento fiscal de uma empresa, a MAGNESITA, da qual era acionário (o jornalista que escreveu a matéria  foi por ele processado pela LEI DE SEGURANÇA NACIONAL)…

…ACM FAZ LOBBY PARA EMPRESAS DE MÍDIA E CONSTRUTURAS, E  DELAS RETIRA SUA FORÇA.

…Já ACM, embora também cultive o hábito de colocar os negócios em nome de parentes, acumulou tantos desafetos como imperador da Bahia – ficou vinte anos no poder – que não conseguiu mantê-los em segredo. Nos primeiros anos da ditadura militar, TRABALHAVA PARA A ODEBRECHT CONSEGUIR CONTRATOS NAS OBRAS DO GOVERNO MILITAR e, depois que sua filha TEREZA casou com CÉSAR MATA PIRES, também para a OAS – que ganhou dos baianos o apelido sintomático de “OBRIGADO AMIGO SOGRO”.

Nomeado ministro das COMUNICAÇÕES, deu a grande cartada para fundar sua rede de comunicação e obter o VALIOSO E INCONDICIONAL APOIO DA REDE GLOBO: rompeu um contrato vultoso de fornecimento de equipamentos de informática e telecomunicação com a multinacional japonesa NEC, cujo principal cliente era o governo, por um preço irrisório. Assim que a venda foi concretizada, o Ministério das Comunicações retomou o contrato de cerca de 300 MILHÕES DE DÓLARES.

ROBERTO MARINHO LHE FOI GRATO ATÉ A MORTE E TRANSFERIU A PROGRAMAÇÃO DA GLOBO NO ESTADO – havia dezoito anos nas mãos da TV Aratu – PARA A TV BAHIA DE ACM. Em seguida liberou OITENTA CONCESSÕES de estações de retransmissão à sua televisão.

Assim foi criada a REDE BAHIA, integrada pela TV Bahia, TV Norte, TV Subaé, TV Santa Cruz, TV Sudoeste, TV Oeste, Bahiasat, Bahia Cinema Vídeo, Globo FM, FM Sul, Gráfica Santa Helena, Bahia News e Correio da Bahia.

Esses empreendimentos – rede de televisão e construtora OAS – estão reunidos na holding BAHIAPAR Participações e Investimentos Ltda., QUE ESTÁ EM NOME DO GENRO, DOS FILHOS E DOS NETOS, INCLUINDO ACM NETO, FILHO DE ACM JR., O PRINCIPAL GERENCIADOR DOS INTERESSES DOS MAGALHÃES.

ACM sempre lidou com as denúncias de corrupção e tráfico de influência, IMPEDINDO QUE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DA BAHIA DIVULGASSEM OS FATOS – ATRAVÉS DE PROMESSAS E AMEAÇAS – E CONTANDO COM A SIMPATIA DA REDE GLOBO.

Também dominava politicamente a Assembléia Legislativa do Estado, que jamais negou a aprovação para nenhum dos projetos do Executivo quando ele ou seus aliados estavam no cargo, e a Justiça de seu Estado – NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA BAIANO, OS DESEMBARGADORES O TRATAM POR “CHEFE”.

Em 2001, depois de passar pela humilhação de ter de renunciar ao mandato de senador por ter sido flagrado violando o sigilo do painel do Senado, ACM viu pela primeira vez notícias contra ele na REDE GLOBO, comandada agora pelos filhos de MARINHO, o que estimulou uma série de reportagens em jornais e revistas sobre seus desmandos logamente conhecidos na Bahia.

Foi quando veio pela primeira vez a público uma investigação conduzida pelo Ministério Público desde 1994 SOBRE DESVIO DE RECURSOS PÚBLICOS E LAVAGEM DE DINHEIRO NA OAS.

A investigação, que ocorria sem seu conhecimento, também flagrou uma remessa de 6,8 MILHÕES DE REAIS para a ILHA DE JERSEY feita em 1997. No mesmo ano, o Banco do Brasil aprovou um empréstimo de 324 MILHÕES DE REAIS À PREFEITURA DE SÃO PAULO, comandada por CELSO PITTA, QUE DESTINOU 110 MILHÕES DE REAIS AO PAGAMENTO DA EMPREITEIRA DA FAMÍLIA MAGALHÃES PARA SALDAR O QUE RESTAVA DA DÍVIDA PELAS OBRAS DE UMA AVENIDA CHAMADA ÁGUAS ESPRAIADAS.

O SUPERFATURAMENTO DA CONSTRUÇÃO DA AVENIDA, TIDA COMO A MAIS CARA DO MUNDO, JÁ ESTÁ COMPROVADO NO PROCESSO MOVIDO PELO MP CONTRA O EX-PREFEITO PAULO MALUF, QUE CONTRATOU OS SERVIÇOS E TAMBÉM MANDOU DINHEIRO PARA JERSEY.

As denúncias foram publicadas cinco anos depois, em 2002.

Embora nenhum fato jornalístico ou jurídico até aqui apurado demonstre ou comprove que exista qualquer relação direta ou indireta entre a condução da política, da economia, do grupo hegemônico de comunicação e de alguma empresa da construção civil local anunciante desse grupo de mídia , juntemos os pontos e verifiquemos as semelhanças, que podem ser honesta e minuciosamente investigadas pelo Ministério Público do RS, pelo Ministério Público Federal e pelas polícias Civil, Federal e ABIN:

- A atual facção política que controla o RS provém de oligarquias regionais, à semelhança da biografia de ACM;

- A atual corporação hegemônica de mídia do sul do país (RBS) também obteve concessões a torto e a direito burlando a lei durante a mesma ditadura militar;

- O ex-governador ANTÔNIO KARAN DE BRITTO FILHO começou o processo irresponsável de multiplicação exponencial da dívida do RS em dólar e das privatizações totalmente descriteriosas cuja mesma política tem sido levada a cabo pela mesma facção política que  ora também domina o Estado através do comando de YEDA RORATO CRUSIUS. Tanto entre 1994-1998 como agora entre 2007-2010, um dos deputados estaduais mais salientes dessa aliança conservadora na defesa desse modelo de governo falimentar e anti-popular é exatamente o ex-presidente do GRÊMIO PAULO ODONE CHAVES DE ARAÚJO RIBEIRO;

- BRITTO e YEDA são ex-funcionários da RBS (a GLOBO daqui);

- A RBS é quem mais recebe anúncios de toda a indústria da construção civil (muito mais do que a concorrência);

- A RBS também possui uma construtora, chamada MAIOJAMA;

- O  presidente do SPORT CLUB INTERNACIONAL, sr. VITTORIO PIFFERO, também é um grandissíssimo interessado na expansão da construção civil em nossa capital, pois é um dos grandes players desse mercado no RS;

- Com ou sem comprovação ou não da responsabilidade criminal de quem quer que seja, todo e qualquer cidadão gaúcho, independentemente de ser partidário de A ou B, gremista ou colorado, porto-alegrense ou travesseirense, pode, de maneira informal e coloquial, pensar que houve demora demais tanto na resposta da presidência do GRÊMIO quanto no GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL em relação ao afastamento de seus partidários clubísticos, políticos e ideológicos das esferas diretivas de ambas as instituições.

No mínimo poderíamos considerar desinformação, negligência, irresponsabilidade, incompetência ou falta de preocupação em preservar o nome de instituições tão caras à identidade e ao imaginário gaúcho o fato de ir empurrando essas mazelas com a barriga. E só por estarmos lidando com desinformação, negligência, irresponsabilidade, incompetência e desleixo junto ao peso social, econômico, jurídico e moral de ambas as instituições, todas as informações acima não seriam mais do que suficientes para que o Conselho Deliberativo, o Conselho Consultivo e o Conselho de Ética do GRÊMIO FOOTBALL PORTO-ALEGRENSE e as instâncias equivalentes dentro da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul dessem por suspensas as negociações que envolvem a mudança de sede do GRÊMIO para o pântano poluído de solo frágil e oxigênio insalubre do bairro Humaitá na divisa municipal com Canoas?

NÃO SERIA MAIS HONESTO E MAIS ESCLARECEDOR PARA O MUNDO INTEIRO SE AS SERIÍSSIMAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS  RELACIONADAS A OUTRAS NEM TANTO CITADAS NESTE POST TRATASSEM DE TRABALHAR COM AGILIDADE A FIM DE EVITAREM QUE SEUS BONS NOMES SEJAM CONFUNDIDOS COM INICIATIVAS POUCO TRANSPARENTES?

AFINAL DE CONTAS, TODA A LISURA DO PROCESSO ESTÁ ALTAMENTE COMPROMETIDA.

Não em função do que um mané como eu pensa ou interpreta a respeito de muitas notícias amplamente divulgadas na internet, nas rádios, TVs, jornais e revistas do mundo inteiro sobre o PONTAL DO ESTALEIRO, sobre a ORLA DO GUAÍBA e sobre as obras de GRÊMIO e INTERNACIONAL para a suposta COPA DO MUNDO de 2014 mas, sim, em relação ao que CENTENAS DE MILHARES de manés como eu podem pensar.

Afinal de contas, mesmo que a mídia escondendo uma série de questões relevantes para a nossa vida nesta cidade e que a Justiça conclua por limpar a barra de vários dentre os suspeitos, indiciados, envolvidos e acusados citados por todos os cantos, o pior julgamento que uma empresa, um governo, uma pessoa ou uma profissão pode receber é o julgamento de uma multidão anônima que perdeu totalmente a confiança em seus produtos, serviços, publicidade e marca, deixando de consumi-los, de contratá-los  ou de recomendá-los.

GRÊMIO, ARENA: FATOS, PESSOAS E INTERESSES I

Charge de EUGÊNIO NEVES, que mostra o que está oculto na ação dos vereadores de Porto Alegre

Charge de EUGÊNIO NEVES, que mostra o que está oculto na ação dos vereadores de Porto Alegre

Caríssimos cidadãos brasileiros, sul-riograndenses e porto-alegrenses, sejam vocês gremistas, colorados, favelados, megaempresários, de viés político de direita ou de esquerda,

PORTO ALEGRE está-se tornando uma cidade cujo microclima tem sido severamente alterado. Vamos aos dados:

Entre 25% e 33% de toda a emissão de carbono de volta à atmosfera que paira por sobre a nossa cidade decorre dos escapamentos de veículos movidos a combustível fóssil (derivados do petróleo), da monocultura extensiva de cana (álcool) e mamona, da construção de ruas, pontes e espigões de puro concreto revestido por pedras de alto poder refletor de calor sem nenhum aproveitamento energético da luz solar. Por isso, insiste-se na construção de usinas hidrelétricas e em outra fonte de poluição do ar e de potencialização do EFEITO ESTUFA como as usinas de carvão ou termelétricas.

Portanto, fenômenos como a enchente em SANTA CATARINA e a intensa variação de temperatura em estações inversas aqui na GRANDE POA estão-se tornando cada vez mais freqüentes.

Enquanto a Alemanha, a Suíça, a Áustria e outros países de cultura semelhante do centro do Velho Continente evitam construir prédios residenciais e comerciais acima de quatro andares fora do centro das principais cidades; enquanto o equivalente ao nosso IPVA custa SEIS VEZES MAIS para os motoristas de Copenhagen na Dinamarca para quem quiser trafegar pelo centro da cidade; enquanto Londres não apenas impede a construção de prédios na margem sul do rio Tâmisa a fim de garantir a qualidade de vida de sua população ao facilitar a insolação da frente sul das residências como forma de diminuir doenças respiratórias, proliferação de fungos, permitir que roupas sequem mais rapidamente sem o uso de secadoras que consomem energia elétrica em excesso e aquecer mais facilmente os corpos de uma população deprimida por falta de calor, a CHINA, a CORÉIA DO SUL, os ESTADOS UNIDOS e, infelizmente, o BRASIL (em especial o RIO GRANDE DO SUL e PORTO ALEGRE), estão indo na contramão da história, pensando na pior forma de desenvolvimento possível, que é a insustentabilidade do ecossistema ao qual devemos preservar e de quem dependemos 100% para nos mantermos vivos.

Ao contrário do que os empresários responsáveis pela crise econômica atual pensam, eles deveriam, sim, para o bem da sociedade que adquire seus produtos, deixar de especular no capital de risco para investirem em uma matriz produtiva que proporcione a valorização da saúde, da inteligência, da vida e da racionalidade no uso de toda e qualquer fonte de energia, alterando o meio ambiente de maneira racional e pontual. Sempre com a desculpa do custo imediato e da demora do retorno, esquecem-se de que sua intenção não contempla o barateamento de novos materiais e de novos métodos de produção capazes de reaproveitar a água, o vento, a luz e o calor do sol. A arquitetura e a engenharia sustentáveis não podem mais ser vistos como um luxo nem como modismo mas, sim, como condição sine qua non de sobrevivência para o Homo sapiens sp. neste planeta.

Isso posto, de maneira alguma uma visão mais social e natural da vida urbana impede que a economia desenvolva-se, nem tampouco que a indústria da construção civil local deixe de prosperar ou que todas as esferas de governo deixem de arrecadar generosas somas em impostos, segundo informações obtidas por este blog a partir de indicações encontradas em outros blogs irmãos.

Neste post e no próximo, indico links e lanço uma pauta repleta de indícios que demonstram que não sou nenhum mentiroso, nenhum alienado e nenhum cidadão irresponsável. Exemplos:

- INFORMAÇÕES E COMPORTAMENTOS que denota uma relação simbiótica demais (pra dizer o mínimo) entre os representantes eleitos para serem representantes dos interesses da maioria da população e vários dirigentes e lobistas da indústria da construção civil local conhecidos por não investirem no desenvolvimento sustentável da nossa cidade ();

- As investigações da emissora ESPN BRASIL em relação ao destino das verbas públicas utilizadas nas obras do PAN de 2007 e à remodelagem do estádio BEZERRÃO, palco do recente amistoso BRASIL 6×2 PORTUGAL e da decisão do BRASILEIRÃO 2008 GOIÁS 0×1 SÃO PAULO;

- O exagero da verdadeira importância social e econômica da realização da COPA DO MUNDO de 2014 (SUPERFATURAMENTO NO MARACANÃ; estádio em BRASÍLIA pra que?!) em um país que, apesar do seu crescimento acima da média nos últimos anos, até lá ainda será bastante subdesenvolvido e DESIGUAL – vide o lobby pela OLIMPÍADA de 2016 no RIO DE JANEIRO;

- O estranhamento de um doutorando em Economia pela UFRGS e auditor do BANCO CENTRAL DO BRASIL a respeito da explosão dos valores das construções na capital gaúcha nos últimos anos em relação à quantidade de famílias com poder aquisitivo suficiente para adquirir imóveis tão caros;

- As pessoas relacionadas ao GRÊMIO envolvidas em seriíssimos problemas com a Justiça;

- E, finalmente, a insistência na abertura da perigosíssima jurisprudência que deverá ocorrer caso aprovem os projetos PONTAL DO ESTALEIRO, REFORMA DO BEIRA-RIO e ARENA DO GRÊMIO (bem como o nebuloso FUTURO DOS ASSOCIADOS PATRIMONIAIS), com conseqüências terríveis para a salubridade de PORTO ALEGRE.

Neste post, citei o envolvimento do especulador financeiro EIKE BATISTA; lancei a constatação de que muitos vereadores e deputados estaduais defensores da burla ao PLANO DIRETOR de PORTO ALEGRE deram de ombros para a FRAUDE NO DETRAN-RS e também para o fato de vários dos citados judicialmente estarem ligados à GESTÃO ODONE no GRÊMIO, bem como a esmagadora maioria dos conselheiros e associados influentes que ora pregam ética, moral e transparência em relação a tudo o que envolve o clube.

No próximo post, a ODEBRECHT; a OAS de ANTÔNIO CARLOS MAGALHÃES e, finalmente, um paralelo do comportamento da RBS parecidíssimo com o de sua co-irmã de propriedade dos herdeiros do finado “coroné” nas questões recentes envolvendo mudanças radicais na paisagem urbana porto-alegrense.

GRÊMIO: SÓCIO PATRIMONIAL ≠ SÓCIO PROPRIETÁRIO?

A solução para os problemas do GRÊMIO pode ser positiva ou negativa para a cidade. SEJA PARTE DA DECISÃO. CONTESTE. INFORME-SE.

A solução para os problemas do GRÊMIO pode ser positiva ou negativa para a cidade. SEJA PARTE DA DECISÃO. CONTESTE. INFORME-SE.

A partir de um convite recebido para opinar quanto à situação de abandono oportunista e de desobediência ao estatuto do clube protagonizado por integrantes da atual gestão com a infeliz conivência de parte do CD (que, caso discordasse dessa prática, já teria iniciado a fiscalização e a cobrança sobre os Conselhos de Administração e Fiscal há mais de um ano e meio atrás), descobri hoje, no imperdível blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL, um movimento de conselheiros e associados ilustres voltado ao esclarecimento e à plena garantia dos direitos que o alterado status de sócio patrimonial para sócio proprietário está-se formando.

Fico muito preocupado com a situação dos antigos sócios patrimoniais – categoria que, até prova em contrário, foi substituída na nomenclatura e (provavelmente) também no que tange aos direitos e deveres dos agora chamados sócios-proprietários. Afinal de contas, sou proprietário de que: do Olímpico? De Eldorado? Do Cristal? Da Ilha do Pavão? De todos? De nenhum deles?!

Em 1995, transferi, com concordância da minha mãe e do meu irmão Ricardo, o então título patrimonial do meu pai, João Edson Menezes Paz, falecido em 2002, para o meu nome. Apesar de não ter precisado pagar por essa transferência, não sei se, ao invés de uma simples e justa transferência de propriedade, o Quadro Social da gestão Odone teria feito uma “jogada” para que, em casos como o meu, quando a Arena estiver pronta, nem eu e nem os milhares de antigos associados teremos direito a nada.

O blog ALMA GREMISTA parece crer em uma retórica muito bonita e, à primeira vista, confortante para o associado nesta situação. Porém, ainda não vi absolutamente nada a respeito sob a forma de emenda estatutária ou de comprometimento legal lavrado em cartório dirigido aos associados.

Voltando a meu último post, sei que o projeto atual deu trabalho a um grupo de conselheiros e que os mentores da Arena no Humaitá sob a gestão Odone e iniciativa do MGN. Todavia, além das PROPOSTAS que fiz no post anterior e de suas justificativas bastante plausíveis, também acho importante tentar derrubar a Arena no Humaitá muito em função das imensas nebulosidades e opacidades que até um mané jurídico, administrativo e econômico como eu consegue detectar após duas horas de conversas com especialistas desinteressados.

Seja concordando, seja discordando de mim, dificilmente encontro em algum dos tantos excelentes blogs não-vinculados às alas de Odone, Guerreiro, MGN e MGI posições a la “Lei de Gerson”. Considero que o homem é sempre um ator social e um ser essencialmente político, cujo senso de justiça deve visar primeiramente atender aos direitos de uma coletividade que, se estiver bem, fará com que a qualidade de vida do cidadão como indivíduo melhore.

Portanto, contra toda unanimidade e contra todo falso consenso, o papel consciente e participativo de qualquer pessoa envolvida com qualquer causa é o de TENSIONAR O SISTEMA: afinal de contas, sem tensão, não há progresso.

Nesse ponto, parabenizo os blogs ALMA DA GERAL, GRÊMIO ACIMA DE TUDO, GRÊMIO IMORTAL e o BLOG DA CORNETA PRÓ-GRÊMIO por serem atuantes e politizados. A falta dessa qualidade reflete diretamente na decadência ética, moral, legislativa e executiva do gaúcho médio.

Também parabenizo ao colunista HILTOR MOMBACH, do CORREIO DO POVO, que colabora com a nossa causa divulgando posições contrárias ao status quo.

Aliás, uma pergunta: por que a RBS JAMAIS critica, investiga ou dá voz às nossas posições? Não seria em função do seu alto comprometimento com as causas de seus anunciantes da construção civil nos classificados?! Ou porque os tucanos agora possuem plenos poderes dentro da empresa?