A MORTE DA POLÍTICA PARTIDÁRIA NO BRASIL II

DANIEL DANTAS, IMPERADOR DO BRASIL. Segundo a quantidade de notícias e críticas verídicas ou não que saem sobre tais atores sociais na mídia corporativa, abaixo de DANTAS, em ordem de hierarquia, viriam as seguintes personalidades:

- GILMAR MENDES, presidente do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL;

- NELSON JOBIM, ministro da DEFESA;

- JOSÉ SERRA, o presidente eleito pelo PIG;

- RICARDO TERRA TEIXEIRA (presidente da CBF e membro executivo da FIFA) e CARLOS ARTHUR NUZMAN (presidente do COB e membro do COI).

Todavia, a hierarquia acima é formada por meros testas de ferro de DANTAS e de uma série de outros interessados: por debaixo dela, há imensuráveis valores e artimanhas cuja comprovação é, infelizmente, impossível de ser feita em função da intrincada raiz fasciculada de entes que bancam a alteração de leis única e exclusivamente a favor do lucro fácil e do desenvolvimento não-sustentável que seus respectivos negócios proporcionam.

O BRASIL NUNCA TERÁ JEITO SE A ESQUERDA PERMANECER CRENDO NA POLÍTICA PARTIDÁRIA E NO JUDICIÁRIO.

O BRASIL NUNCA TERÁ JEITO SE A DIREITA PERMANECER ACHANDO QUE OS MEGAEMPRESÁRIOS É QUE SÃO OS EXEMPLOS DE SUCESSO, DE TRABALHO E DE DESENVOLVIMENTO A SEREM SEGUIDOS.

O BRASIL NUNCA TERÁ JEITO SE AS PESSOAS MAIS SOLIDÁRIAS, ESCLARECIDAS E BATALHADORAS DE TODOS OS MATIZES IDEOLÓGICOS SEGUIREM CRENDO EM TOMAR O PODER AO INVÉS DE FISCALIZÁ-LO E DE COBRÁ-LO DE MANEIRA HORIZONTAL.

clipped from paulohenriqueamorim.com.br

. O câncer de Daniel Dantas saiu da cápsula e se espalhou pelo PiG.
. Contaminou o Governo Fernando Henrique.
. Contaminou o Governo Lula.
. Contaminou a Polícia Federal.
. Desmoralizou a ABIN.
. Contaminou o Congresso.
. Contaminou a Justiça.
. Desmoralizou o Supremo Tribunal Federal.
. Como disse Mino Carta: ele é o dono do Brasil.
. Até quando ?

. Já se sente o cheiro.

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A MANIPULAÇÃO MUNDIAL DE RESULTADOS NO FUTEBOL


A MANIPULAÇÃO“: tese em Sociologia do jornalista e sociólogo canadense
DECLAN HILL sobre a compra de resultados no futebol mundial de alto nível.

SUPERESPORTES: “Brasil x Gana em 206 pode ter sido manipulado, aponta revista
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Acho que os exemplos acima, apesar de muitas redundâncias entre si, também apresentam, cada um à sua maneira, um detalhezinho diferente aqui, outro ali.

Interessante verificar que, desde que a notícia foi publicada no mundo pela primeira vez (muito provavelmente no último dia 30/08/2008), sua repercussão tem sido enorme na web – não necessariamente viral, mas repetitiva. Já na mídia analógica tradicional (rádio, TV, jornal e revista), a repercussão tem sido, até aqui, proporcionalmente pequena.

De qualquer maneira, a exposição do produto publicado pelas empresas maiores evidentemente torna-as referência.

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DECLAN HILL DENUNCIA A CORRUPÇÃO NO FUTEBOL

Dada a veracidade e a gravidade da sensacional pesquisa do autor, torna-se cada vez mais difícil acreditar na lisura das COPAS DO MUNDO FIFA
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Do jogo das oitavas-de-final da Copa do Mundo de 2006 entre Brasil e Gana a uma partida de juniores entre dois pequenos clubes escoceses, todas as esferas do futebol são ameaçadas pelas máfias do jogo e pela corrupção, denuncia o jornalista canadense Declan Hill.
Foto:Clemens Bilan/AFP

Clemens Bilan/AFP
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A VERDADE SOBRE O ESPORTE BRASILEIRO

Copio na íntegra a crônica do prof. RONALDO PACHECO DE OLIVEIRA FILHO, da Secretaria de Edudação do Distrito Federal cedido à UnB e da Universidade Católica de Brasília, publicado originalmente no BLOG DO JUCA, um dos menos de 100 jornalistas com J maiúsculo que existem neste país:

Desculpas ao esporte e aos atletas brasileiros

Por RONALDO PACHECO DE OLIVEIRA FILHO*

Desculpem pela falta de espaços esportivos nas escolas;

Pela falta de professores de educação física nas séries iniciais;

Pelas escolinhas mercantilizadas que buscam quantidade de clientes e não qualidade de aprendizagem;

Desculpem pela falta de incentivo na base;

Desculpem pela falta de praças esportivas;

Desculpem pelo discurso de que “o esporte serve para tirar a criança da rua” (é muito pouco se for só isso!);

Desculpem
pela violência nas ruas que impede jovens de brincar livremente,
tirando deles a oportunidade de vivenciar experiências motoras;

Desculpem se muito cedo lhe tiraram o “esporte-brincadeira” e lhe impuseram o “esporte-profissão”;

Desculpem pelo investimento apenas na fase adulta quando já conseguiram provar que valia a pena;

Desculpem
pelas centenas de talentos desperdiçados por não terem condições
mínimas de pagar um transporte para ir ao treino, de se alimentar
adequadamente, ou de pagar um “exame de faixa”;

Desculpem por não permitirmos que estudem para poder se dedicar integralmente aos treinos.

Desculpem
pelo sacrifício imposto aos seus pais que dedicaram seus poucos
recursos para investir em algo que deveria ser oferecido gratuitamente;

Desculpem
levá-los a acreditar que o esporte é uma das poucas maneiras de
ascensão social para a classe menos favorecida no nosso país;

Desculpem pela incompetência dos nossos dirigentes esportivos;

Desculpem
pelos dirigentes que se eternizam no poder sem apresentar novas
propostas; Desculpem pelos dirigentes que desviam verbas em benefício
próprio;

Desculpem pela falta de uma política nacional voltada para o esporte;

Desculpem por só nos preocuparmos com leis voltadas para o futebol (Lei Zico, Lei Pelé, etc.);

Desculpem se a única lei que conhecem ligada ao esporte é a “Lei do Gérson” (coitado do Gérson);

Desculpem
pelos secretários de esporte de “ocasião”, cujas escolhas visam atender
apenas, promessas de ocupação de espaços político-partidários (e com
pouca verba no orçamento);

Desculpem pelos políticos que os
recebem antes ou após grandes feitos (apenas os vencedores) para
usá-los como instrumento de marketing político;

Desculpem por
pensar em organizar “Olimpíadas” se ainda não conseguimos organizar
nossos ministérios; nossas secretarias, nossas federações, nossa
legislação esportiva;

Desculpem por forçá-los, contra a vontade, a se “exilarem” no exterior caso pretendem se aprimorar no esporte;

Desculpem pela cobrança indevida de parte da imprensa que pouco conhece e opina pelo senso comum.

Desculpem o povo brasileiro carente de ídolos e líderes por depositar em vocês toda a sua esperança;

Desculpem pela nossa paixão pelo esporte, que como toda paixão, nem sempre é baseada na razão;

Desculpem por levá-los do céu ao inferno em cada competição, pela expectativa criada;

Desculpem pelo rápido esquecimento quando partimos em busca de novos ídolos;

Desculpem
pelas lágrimas na derrota, ou na vitória, pois é a forma que temos para
extravasar o inexplicável orgulho de ser brasileiro e de, apesar de
tudo, acreditar que um dia ainda estaremos entre os grandes.

*Ronaldo
Pacheco de Oliveira Filho é professor da Secretaria de Educação do DF
(cedido à UnB) e da Universidade Católica de Brasília.

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No próximo post, trechos da espetacular entrevista de JUCA KFOURI à REVISTA DO BRASIL.

BLOG DO PROTÓGENES

O delegdo da POLÍCIA FEDERAL PROTÓGENES QUEIROZ agora tem um blog. O conteúdo ainda é bastante recente.