1) O GRÊMIO jogou muito mal;
2) VÍTOR falhou pela primeira vez. Mas seu crédito ainda é imensurável;
3) Os desfalques fizeram toda a diferença contra o TRICOLOR;
4) Embora não tenha influenciado o resultado, a arbitragem deixava o jogo correr para o FLAMENGO e parava o jogo do EXÉRCITO DE FERRO COM A ALMA CASTELHANA;
5) No primeiro tempo, o GRÊMIO merecia ter sido goleado;
6) Levar gols dos anões MAXI e TORÓ é dose;
7) Se serve de consolo, CRUZEIRO e PALMEIRAS também perderam;
8) A gordura era tanta que, felizmente, perdeu quando podia perder. De qualquer forma, não pode, de forma alguma, ter dois vacilos consecutivos, pois aposto em derrotas fora para PALMEIRAS, FLUMINENSE, CRUZEIRO, VITÓRIA e o TRADICIONAL ADVERSÁRIO. Em casa, não pode dar mole pra mané, embora o jogo contra o BOTAFOGO tenda a ser terrível;
9) A torcida e o clima devem determinar o fator local. Mas nunca o gramado: deveria ser proibido jogar futebol em dimensões diferentes do padrão COPA DO MUNDO / OLIMPÍADA de 110m x 75m: gramados como os do SERRA DOURADA, MORUMBI, MINEIRÃO e MARACANÃ medem 120m x 90m.
Tudo bem que o GRÊMIO ganhou do GOIÁS e do SÃO PAULO fora. Mas jogar fora de casa nesses latifúndios equivale à chamada sorte do mandante x técnica do visitante no WAR: enquanto o visitante define criteriosamente em quais territórios porá seus exércitos a fim de cumprir seu objetivo com ataques cirúrgicos ao mesmo tempo em que evita enfraquecer-se, o mandante, por sua vez, empilha todas as pecinhas da troca em um único território e, quando ataca, tira triplo dois nos dados, enquanto o visitante tira triplo um. Aí, quando o visitante vai pra cima, ele tira triplo seis e vai sendo minado pelos quase impossíveis seis-seis-seis em duas tentativas seguidas.
Sem mais, que venha o perigosíssimo NÁUTICO CAPIBARIBE no mais absoluto desespero no caldeirão dos AFLITOS no próximo domingo.



