GRÊMIO, 108 ANOS DE DESEJOS SEMPRE AZUIS

Já passa oficialmente da data do centésimo oitavo aniversário do nosso amado GRÊMIO FOOT-BALL PORTO ALEGRENSE (sigam @gremiooficial no Twitter). Nessa jornada, até eu estou ficando velho, pois nasci no ano do septuagésimo “níver” do nosso TRICOLOR DOS PAMPAS ou, se preferirem, do EXÉRCITO DE FERRO COM A ALMA CASTELHANA. E que bom que podemos envelhecer juntos! \o/

A beleza de texto repleto de emoções e memórias que o querido amigo Carlos Josias Menna de Oliveira escreveu (sigam @cajosias no Twitter) no ótimo blog coletivo Grêmio 100 Mil Sócios (@gremio100mil) não poderia ser sequer repetida por mim. No último domingo, ele vivenciou uma emoção ímpar ao atuar como voluntário do inestimável e indispensável INSTITUTO DESEJO AZUL (@desejoazul; não deixem de assistir a todos os vídeos no canal do You Tube). Emoção pela qual eu também já havia passado antes do jogo anterior com o querido Luquinhas, filho da Eliane Rosa, amigona da minha amada Lúcia (@lubelskina).

Pois bem: em uma noite festiva na Associação Leopoldina Juvenil, diante de tantos discursos felizes, percebo que o pedido de pacificação do querido ex-presidente HÉLIO DOURADO pode, sim, se realizar: hoje, no jantar de aniversário, o atual presidente PAULO ODONE chamou, citou e reverenciou o homem que completou o estádio Olímpico Monumental várias vezes, sinalizando que não há por que um ter um sentimento ruim em relação ao outro por causa da Arena.

O Josias solicitou e eu assino embaixo: o Grêmio não pode prescindir de um patrono vivo. E eu solicito a conselheiros de todos os movimentos e aos associados de maneira geral que solicitem a aclamação de Hélio Dourado como o terceiro patrono desta instituição responsável pelo sentido de identidade mais forte para mais de 7,7 milhões de fãs.

DÁ-LHE, GRÊMIO! ONTEM, HOJE, E SEMPRE. NA BAIXADA DO MOINHOS DE VENTO, NO OLÍMPICO MONUMENTAL DA AZENHA E NA ARENA DO HUMAITÁ!!! \o/

GRÊMIO: QUEM DECIDE QUANDO A COISA APERTA?

Tem gente me estranhando: uns, pensam que amoleci. Outros, que estou cansado e, por isso, tenho sido complacente com o time do Grêmio.

Não, nada disso: apenas acho que deva-se esperar um pouco mais para que as abóboras se acomodem com o andar da carroça.

A Libertadores é o que mais importa: sem ela, o segundo semestre inteiro será brochante – ainda mais se porventura o Tricolor dos Pampas começar mal o Brasileirão.

Mesmo assim, o condicionamento físico não pode ser desequilibrado como se fazia há até poucos anos atrás: se o campeonato prioritário for no primeiro semestre, acelera-se o processo agora e aguenta-se as consequências no início do Brasileirão. Ora, dessa forma, já deixamos de ser campeões e já perdemos a vaga para a Libertadores algumas vezes.

Confesso, ainda, que vejo com dificuldade a avaliação técnica de muitos jogadores no futebol brasileiro atual: salvo estatísticas mensuráveis como velocidade, força, cabeceio, drible, passe e chute em quantidade e com uma baixa quantidade de erros, não é mais tão simples determinar o poder de decisão quando a maioria dos boleiros adota um discurso padrão, politicamente correto e excessivamente subordinado.

Esse não é um defeito do Grêmio mas, sim, um fato corrente no país inteiro. Hoje, não há tempo pra notarmos se um jogador oriundo da base será um ídolo ou não; se ele terá tempo de ser campeão pelas nossas cores como coadjuvante, como protagonista ou por pura sorte.

Me parece mais justo avaliar pelo conjunto do que pela individualidade – a não ser que esta decida a nosso favor a partir de lampejos. Por que? Porque a atuação da maioria dos jogadores define-se a partir da interferência ou da afinação da sua relação com os seus companheiros e com os seus adversários.

Os erros absurdos e até mesmo uma certa omissão de Douglas e a falta de presença ofensiva de Gabriel contra o Junior Barranquilla não foram apenas frutos de uma má atuação individual ou da inteligência do técnico adversário e da aplicação de seus jogadores mas, sim, um desacerto total entre as peças que Renato escolheu para iniciar o jogo.

A movimentação e a medida do espaço que cada um ocupa dentro de campo pode também mostrar que há desentrosamento ou falta de capacidade de adaptação às características do outro.

Além disso, me preocupa no Grêmio o fato de que há jogadores que parecem se comportar como se fossem de tênis, mas não de futebol, isto é, que só produzem plenamente em gramados mais longos ou mais curtos; contra clubes grandes ou pequenos; em casa ou fora; contra adversários que marcam sob pressão ou não; quem intimidam ou se deixam intimidar.

É mais ou menos como o tenista que atropela a todos na grama, mas perde para o nº100 do ranking no saibro na primeira rodada.

Enfim… Coisas boas podem vir. Mas, além dos aspectos técnico e tático, tomara que o pensamento da comissão técnica e da direção sobre o comportamento de cada jogador mais ou menos voltado à decisão esteja bem certinho… ;)

[LA'11 B 2ª] JUNIOR 2×1 GRÊMIO

Depois de muito tempo, volto a comentar uma partida. Sinto saudade também das minhas antigas análises sobre os confrontos clubes europeus. Todavia, os meus prazerosos compromissos com a @comdig e com a @agexcom @unisinos mais o @gremioprata felizmente tem me tirado o tempo necessário para posts dessa natureza.

Portanto, sinto-me mui grato pela audiência de quem tanto passou por aqui e se decepcionou pela falta de regularidade nos posts que, daqui para a frente, tenderão a ser mais frequentemente atualizados. ;)
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Assisti ao jogo junto da minha amada @lubelskina , de amigos queridos como o @claudiodoprata e a sua Camila Hoffmann mais o inteligente Marmita e sua simpática senhora no Brechó do Futebol ,  já um consagrado reduto tricolor em Porto Alegre.

O clima e a confiança jamais se arrefeceram até o apito do fraco árbitro mexicano (em breve, a ficha técnica definitiva no site da Conmebol). Saímos de lá ainda bastante confiantes em nosso taco. Apesar das falhas, vocês logo saberão por que.

Estou longe de ter feito um curso de técnico, de ter o arquivo histórico e a memória de um PVC ou de um Eduardo Cecconi. Sequer ouso me colocar como alguém com mais de 20% da qualidade monstruosa desses comentaristas. Padeço também do mal da tendência à parcialidade por ser gremista. Mesmo assim, permaneço muito otimista.

O gol de Borges com assistência de Douglas foi um início muito acima da expectativa da maioria absoluta dos gremistas: um golaço cedo, com o time mantendo a posse de bola. Em menos de 5′, já havíamos chegado lá.

Não existe lógica em considerar que há ou não um momento mais ou menos propício para se marcar um gol contra quem quer que seja. Tanto faz se for em casa ou fora, se for em um amistoso ou valendo a competição interclubes mais importante do hemisfério: o importante é marcar mais do que levar e – se possível – apresentar tanto iniciativa quanto poder de reação.

Nada disso faltou ao Grêmio. Todavia, além da contusão de Lúcio, tivemos alguns contratempos. Porém, ao mesmo tempo, felizmente, houve, em alguns casos, tanto a repetição de uma consistência recentemente apresentada após um período de desconfiança geral como também comprovou-se uma verdadeira sinuca de bico para Renato resolver, tendo em vista que isso se daria contra as suas convicções. Cito esses fatos e jogadores pontualmente, da seguinte forma. Por favor, acompanhem:

1. André Lima e Borges podem, sim, jogar juntos: eles tem se esforçado bastante desde a primeira experiência relativamente frustrante contra o Oriente Petrolero e a segunda atuação muito bem-sucedida contra o Ipiranga de Erechim. Independentemente da qualidade dos adversários e da intensidade do foco do nosso plantel em ambas as competições, mesmo ontem, com André Lima severamente marcado e com Borges tendo mais chances além do belíssimo gol marcado, entendo que a movimentação de um está cada vez mais próxima de complementar e de auxiliar ao invés de interferir na movimentação do outro. A ausência de reservas de qualidade tanto centralizados quanto abertos força Renato a investir na dupla. De qualquer maneira, sinto mais claramente que o problema maior do ataque do Grêmio não é ter um dos dois no banco mas, sim, não tê-los por qualquer motivo;

2. Paulão foi quase perfeito defendendo. Todavia, a marcação sob pressão do Junior sobre todos os nossos homens capazes de sair com a bola dominada e com um bom passe muitas vezes obrigou o nosso zagueiro forte mas ainda bastante jovem a se desesperar, lançando de maneira errada. Rodolfo, apesar de ter chegado atrasado na marcação do 15, autor do 2º gol, até aquele momento, fazia uma partida igualmente irrepreensível defensivamente. Como é muito mais forte e possui uma qualidade no passe superior à de todos os zagueiros disponíveis, mostra que essa dupla de zaga é mesmo a titular;

3. Gilson jogou bem quase o tempo inteiro. Ele pegou confiança no gol e na assistência contra o Oriente Petrolero, repetiu a boa atuação contra o fraco Ipiranga pelo Gauchão e confirmou ontem estar em um momento de qualidade e atenção crescentes contra um adversário duríssimo e em seus domínios. Renato mais uma vez me ensina que é, sim, um verdadeiro técnico – hoje, garante-se na primeira linha do cargo no Brasil;

4. Lúcio faz uma falta absurda. Naquela posição, aberto pela meia-esquerda, não temos nenhum jogador capaz de fazer sombra a ele. Além disso, a mecânica de jogo consolida-se a seu favor à medida que não pode ser repetida nem mesmo pelo lado direito, onde  Carlos Alberto precisou mais cobrir e proteger o fantástico Gabriel. A entrada de Bruno Collaço trouxe maior consistência ao time como um todo, pois ele cumpriu exatamente o papel de Lúcio;

5. Já sabíamos todos que Fábio Rochemback é o jogador mais importante do Grêmio na atualidade: sem ele, o time fica capenga tanto na marcação quanto no início dos contra-ataques. Porém, em um mundo no qual é extremamente difícil para quase qualquer time ou seleção apresentar equilíbrio e consistência utilizando um esquema que não seja o 4-4-2, é natural que um time precise ter dois volantes e dois meias para manter-se no prumo. Isso posto, enquanto os meninos Mateus Magro e Fernando ainda não estiverem maduros (ambos tecnicamente muito bons, porém ainda fisicamente menos robustos e de estatura relativamente baixa), apesar de algumas indecisões, Adilson mantém-se como titular absoluto e necessário ao lado de Rochemback. Conversei anteontem por telefone com um profundo conhecedor, meu querido amigo Paulo Deitos, que me confirmou que, entre ambos, a sincronia entre cobertura e apoio é quase perfeita e que o mesmo não se repete quando precisamos atuar sem um dos dois. Isso indica que não é positivo em circunstância alguma para o time que Renato repita a experiência faceira do difícil primeiro tempo contra o modesto Oriente Petrolero. No entanto, o sinal de alerta está ligado para o querido “alemão” Adilson: muito em breve, ele poderá, sim, ser superado em muitos quesitos pelos seus dois jovens reservas;

6. Embora cada um tenha a sua convicção quando defende a presença ou a ausência de um determinado jogador, a palavra final é a de Renato. Por mais que o respeite, não preciso concordar com tudo o que ele faz. E não é por eu não ser técnico nem por não fazer parte da vida de trabalho no nosso Tricolor que estaria impedido de dar a minha opinião. Mas, enfim… Nunca fui fã da atitude de Douglas, embora admire muito o que ele consegue fazer com a bola. Renato recuperou um jogador contratado a peso de ouro que não rendia absolutamente nada com outros técnicos. E, como ex-boleiro que sabe muito bem lidar com quem gosta da noite, essa relação de confiança chegou a um ponto em que não pode ser desfeita.

Chegaram Carlos Alberto (destro, voluntarioso, menos cobrador de faltas mas melhor chutador do que Douglas) e Escudero (igualmente canhoto, muito mais ofensivo e com a virtude de correr com a bola grudada a seu pé). A meu ver, Carlos Alberto é um virtuose que tem como seu maior inimigo uma personalidade impaciente e explosiva quando agredido. E, por estar sempre disposto a colaborar, apesar de sacrifícios como o de ontem para cobrir Gabriel diante da pressão irresistível do Junior durante o 1º tempo, leva cartões bobos em demasia. Para corrigir isso, precisa entrar no lugar de Douglas.

Já o argentino Escudero, por sua vez, a meu ver, também concorre à mesmíssima vaga. Em uma condição de equilíbrio, ainda não consigo enxergar Douglas + Escudero + Carlos Alberto. Também não consigo ainda enxergar Escudero/Carlos Alberto + André Lima ou Escudero/Carlos Alberto + Borges: eu prefiro um meio-de-campo com Rochemback, Adilson, Lúcio e Carlos Alberto, tendo Escudero como primeira alternativa tanto para Lúcio como para substituir um dos dois atacantes quando necessário. No meio, Bruno Collaço seria uma outra alternativa a Lúcio para o uso de Escudero como ponta-de-lança ou enganche na ponta ofensiva do losango.

Todavia, com os mesmos jogadores, preferia muito mais poder apreciar os quatro jogadores do meio-de-campo postados em linha à inglesa do que como um losango, pois isso facilitaria a movimentação ofensiva e defensiva de ambos os volantes na cobertura um do outro, como também aperfeiçoaria a velocidade dos contra-ataques e intensificaria a quantidade de lançamentos para os atacantes.

Nesse caso, a mudança para um posicionamento em duas linhas de quatro (laterais + zagueiros atrás e volantes + meias no meio) requer uma atualização na mecânica de jogo, onde as linhas de meio e de defesa não podem estar distantes e também no fato de ser decisivo saber adiantar ambas as linhas para encurralar o adversário em seu campo de defesa a partir da diminuição dos erros de passes aliados a uma maior posse de bola.

Eu sugeriria essas medidas.

GREMISTA CONTA TUDO, DIRETO DE BARRANQUILLA

Buenas Srs,

Me gusto mucho as msgs de apoio, me sinto ainda mais motivado para ir ao Estadio Metropolitano e ver o Tricolor buscar mais uma vitória na Libertadores, rumo ao Tricampeonato. É muito bom ouvir os amigos nos incentivando aqui do estrangeiro. Não sou eu naquela fotografia encontrada pelo pres. Fallavena, muito embora confesso que  ja tomei Coca-Cola aqui na Colômbia (mas muito mais Aguila e Club Colombia, que é muito boa).

Até agora estava só em Cartagena, em praias e monumentos históricos (circulando como turista, com a camiseta do Grêmio) e o clima era bem tranquilo. Estou nesse momento no hotel em Cartagena, vindo de Barranquilla, quando finalmente fui em busca de gente de Grêmio,  ingressos e informações concretas do jogo. Neste últimos dias, todos os colombianos com quem conversei sobre o jogo me disseram que era tranquilo ir ao jogo, que não tinha problema, etc… Dava até para ir com a camiseta do Grêmio. Mas nenhum parecia ser muito do futebol, todos eram hincha de Nacional de Medellín, mas não pareciam ir ao estádio. O máximo que vi nas ruas sobre o jogo aqui em Cartagena foi um vendedor ambulante que me viu com a camiseta do Tricolor e largou um “Junior va a ganar Gremio”. De brincadeira, nada demais. O clima aqui é bem ameno, caribenho.

Bom, entao hoje me fui a Barranquilla, umas duas horas numa van (transporte mutio comum por aqui), sem camiseta do Gremio, à paisana, afinal nunca se sabe o que vamos encontrar. Lá o clima de jogo é bem mais forte, com camisetas do Junior circulando pelas ruas e também à venda em algumas esquinas. Encontrei até uma faixa em uma esquina da cidade com incentivo ao Junior, falando especificamente do jogo contra o Grêmio: “Vamos Junior!”, etc. No rádio dava uma especie de Sala de Redação colombiano só falando do jogo.

Primeiro fui ao hotel aonde estaria a delegação do Grêmio. Circulei um pouco e não encontrei ninguém. Sentei para ler o jornal e entao Lúcio e Paulão descerem para a recepção. Logo depois, vi também uns dois integrantes da comissão técnica (que não identifiquei). Perguntei na “cara dura” se tinha ingresso. Todos foram bem atenciosos, mas disseram que não sabiam de nada, etc. Não achei ninguém da direção, então decidi ir comprar por mim mesmo.

Falei então com um pessoal do hotel que me indicaram um taxista que me levou à sede do Junior. Ele, hincha de Tolima, me desencorajou completamente de ir ao estádio por mim: “Muy peligroso”.”Barra Bravas?” “Si”.

Fui até a sede do Junior Barranquilla e bati na porta que vendiam ingressos. Um cara abriu e, lá dentro, havia uma sala pequena com uns 10 torcedores do Junior com camiseta, bandeiras, chapeu… E uns 4 funcionarios do Junior. Pedi para uma atendente: ”Hincha Gremio, dos ingressos”. Ele repetiu “Hincha Gremio? Quieres Numerada?” “Si.”. Os torcedores do Junior ficaram me olhando, mas não disseram nada. Peguei os ingressos e me fui direto pro táxi. Eles não diziam ”visitante” e fiquei desconfiado. Entao voltei para o hotel do Grêmio e encontrei um conselheiro (Juarez, voces conhecem?) e o César Dias. Eles me desencorajaram a ir sozinho, que era muito barra pesada, até os integrantes da Geral estariam de canto, etc. É importante ressaltar que ambos foram MUITO atenciosos, fazendo ligações, indo falar com o Vicente, etc… Dignos de elogio, cumpriram o papel de representantes do Gremio. Mas eles não conseguiram ingressos, então me indicaram um outro hotel onde haveria mais torcedores do Grêmio. Ressaltaram mais umas mil vezes que era perigoso. “Nem pensar ir sozinho, muito menos com um ingresso que pode ser do lado deles”.

Fui de táxi até o outro hotel  (uma informação: o taxi aqui é muito barato, nao sai nem 5 pilas) e lá encontrei 4 integrantes da Geral tomando cerveja na frente do hotel (o Alemão e mais 3; depois, 4). Não tinham ingressos, não tinham muitas informações, mas me aconselharam a voltar amanhã no hotel deles, antes do jogo, pelas sete da noite (de tarde eles tem um Tour pela cidade). Mostrei o ingresso que eu tinha (eu paguei 60mil pesos, que dá um pouco menos de 60 reais), e eles acham que eu entro porque sou estrangeiro, já paguei 60 contos por um ingresso, nao iam me barrar, etc…

Então, voltei ao hotel do Gremio (era umas 3 e meia) e estava bem mais cheio, com polícia do lado de fora e uma meia dúzia (literalmente) de hincha do Junior fazendo sinais obscenos, mas nada de violência. Tranquilo. Fiquei sentado no sofá da recepçao e vi todos jogadores saindo rumo ao ônibus para o treino: Victor, Rockemback, Lúcio, etc. Passou o Renato conversando com membros da comissão técnica, etc. Vicente, César Dias, todos estavam lá. Clima muito bom, tranquilo e concentrado para o jogo.

O ônibus saiu (eu filmei com meu celular, mas o video fico muito ruim) e, logo depois, chegou a van e me trouxe de volta – eu não tinha muito mais o que fazer, mesmo.

Até hoje, foi isso. No mais está tudo bem tranquilo, a Colombia é um país bem bonito e nao vi nada de violência aonde estou, Dá pra circular à noite pela rua sem assalto nem nenhuma violência – nada demais, o povo é bem alegre e receptivo com o turista, sempre estão brincando, etc. (pelo menos nos bairros por onde circulei), mas jogo é jogo.

Amanha vou a Barranquilla depois do almoço e minha ideia é ficar fazendo hora no hotel do Grêmio ate umas 17-18h, ver se alguém da Direção tem mais alguma informação de como será a ida até o estádio, se sabem se tem um ônibus ou grupo de torcedores a quem eu possa me juntar já pela tarde, etc. Depois, vou ao hotel aonde estão torcedores da Geral para tentar ir junto deles. Vou com o trapo e a camiseta na mochila, rezando para tudo dar certo. Nao vou ficar circulando sozinho, com o trapo à mostra por Barranquilla, nao dá pra dar bandeira.

Mando e-mail assim que tiver novidades. QUEREMOS A COPA!!!

PS. A Internet aqui é muito lenta com anexos. Portanto, mandarei  fotos somente quando chegar em Porto Alegre.

Forte abraço aos amigos,

QUEREMOS A COPA!

Rafael Kraemer
GRÊMIO DO PRATA

VIAJE COM O GRÊMIO PARA BARRANQUILLA!

Torcedor no mesmo avião dos jogadores

No jogo desta noite, O Grêmio e a Aerotur sortearão (entre os sócios Ouro e Diamante) uma passagem para ver o Grêmio na Colômbia!

O sorteio será realizado antes do início do jogo e o anúncio do ganhador será no intervalo. Fique atento!

Mas para quem não tiver sorte, o Grêmio, juntamente com a Aerotur Agência de Viagens, está disponibilizando lugares exclusivos no mesmo voo da delegação gremista para o jogo contra o Junior de Barranquilla, na Colômbia, no estádio Metropolitano.

O Clube está abrindo seu voo fretado para que 50 torcedores possam fazer essa viagens inesquecível rumo ao tricampeonato da Libertadores.

O Departamento de Futebol confirmou que na quarta-feira, dia 23, os jogadores realizam o treino de reconhecimento do gramado do estádio Metropolitano.

Confira abaixo todas as informações para você viajar junto com o Tricolor lembrando que o associado pode adquirir o pacote com preço promocional.

Fretamento Grêmio Whitejets:

Voo charter com a delegação e jogadores do Grêmio para o jogo contra o Junior Barranquilla.

Lugares disponíveis: 50

Ida: 22/02 – saída prevista 8h30min (voo com escala em Manaus)

Volta: 25/02 – após o término do jogo

O pacote inclui:

• Passagem aérea ida e volta em vôo fretado;

• Hospedagem Hotel Smart Suites com café da manhã;

• Transfer aeroporto/hotel/estádio/aeroporto;

• Passeio pelos principais pontos turísticos de Barranquilla;

• Ingresso Setor visitante Estádio Metropolitano – Barranquilla;

• Taxas de embarque de Porto Alegre e de Barranquilla;

Valor do pacote em apartamento duplo: R$ 3253,00 (ou 3x R$1085,00)

Valor do pacote em apartamento individual: R$ 3649,00 (ou 3xR$ 1216,00)

Não inclui:

*Taxas de bagagem extra;

**Gastos com despesas pessoais.

***Para reservas é necessário nome completo, RG e data de nascimento.

Documentação necessária para a viagem:

Carteira de identidade SSP em bom estado de conservação (com emissão de no máximo 10 anos) ou Passaporte com validade de 6 meses após a data do embarque.

Para a viagem de menor de idade, apresentar autorização do Juizado de Menores.

**Recomendado vacina da Febre Amarela

Maiores informações: aerotur@aerotur.com <mailto:aerotur@aerotur.com> ou pelo telefone (51) 3228. 8144