FEITOOO!!!!! :D
Na volta, escrevo maiores detalhes sobre o jogo e publico algumas fotos.
Agora… TODOS OS CAMINHOS LEVAM AO OLÍMPICO MONUMENTAL!!!
FEITOOO!!!!! :D
Na volta, escrevo maiores detalhes sobre o jogo e publico algumas fotos.
Agora… TODOS OS CAMINHOS LEVAM AO OLÍMPICO MONUMENTAL!!!

Minha Lu havia dito algo tão original quanto divertido e verdadeiro ao mesmo tempo logo após a vitória sobre o CHILE:
- MAS AH, DUNGA, HEIN?! CONSEGUIU TIRAR O [PIII!!!] DA BRASA!!! :P
Ao que tudo indica, ele gosta de viver perigosamente: contra a “fortíssima” BOLÍVIA em pleno ENGENHÃO, um reles empate em 0×0.
Não tem perdão nem para ele, nem para os jogadores.
Engraçado: ele não obteve resultados mais expressivos quando utilizava mais JÚLIO BAPTISTA e ELANO pra carregar o piano e dar uma ajuda lá na frente ao invés de JOSUÉ, MINEIRO, HERNANES e LUCAS? Tudo bem que RONALDINHO e KAKÁ estão no estaleiro há tempos e, quando em forma, eram os diferenciais de qualidade da seleção. Porém, nenhum dos dois mostrou futebol decente e regular ao mesmo tempo durante toda a ERA DUNGA.
Também não gosto de MAICON nem de JEAN. O último, útil no FLAMENGO, provou não ter personalidade pra vestir a camiseta da seleção.
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Mesmo assim, não se deve fazer terra arrasada: afinal de contas, RAFINHA, MARCELO, LUCAS e RAFAEL SOBIS estiveram bem em quase toda a competição. Deverão ser aproveitados na seleção principal seja quem for o seu técnico daqui para a frente.
Enfim… Cada um tem o ídolo que merece: enquanto o do BRASIL é PELÉ, um dinheirista que, calado, é um poeta e vive feito uma eminência parda a la ZAGALO, o da ARGENTINA é um cara cheio de imperfeições, de dramas pessoais, de mancadas e de temperamento altamente passional que, pelo menos, é autêntico, verdadeiro, simpaticíssimo e viaja com seu próprio dinheiro, apoiando o esporte e seus compatriotas com tesão e não por merchandising.
Eu nunca gostei do bom mocismo e da passividade que se tenta impingir ao brasileiro.
Tem que bater no peito, dizer que é Deus e, na hora do pega pra capar, resolver a parada como fazia o inesquecível baixinho ROMÁRIO.
Cada seleção tem como técnico de primeira viagem o ex-volante campeão mundial que merece: SERGIO BATISTA é um sujeito muito mais motivador, muito mais profissional e anos-luz mais afável do que DUNGA.
Construir resultados e mantê-los depende de equilíbrio emocional, sacrifício e desejo. Sorte é um fator aleatório e imponderável com o qual só se preocupam os fracos.
Mesmo que a NOVA ZELÂNDIA tenha-me parecido ser muito menos time do que os fraquíssimos VIETNÃ e CINGAPURA (contra os quais o BRASIL jogou muito mal), a SELEÇÃO comeu a bola: os cinco gols poderiam muito bem ter sido dez em caso de precisão máxima nos passes e nas conclusões.
Quem me conhece sabe que eu tenho pavor do “mito do gaúcho” (povo ‘tudo de bom sempre’) e que eu não morro de amores pela politicagem da CBF, me levando a “secar” o BRASIL em várias ocasiões. Mas é preciso registrar que a espinha dorsal da melhor seleção olímpica formada desde 1988 (Taffarel, Jorginho, Aldair, André Cruz, Romário, Bebeto… A base do TETRA na COPA de 1994) é composta por jogadores formados nos dois gigantes do RIO GRANDE DO SUL, do BRASIL e da AMÉRICA DO SUL.
RENAN (Tradicional Adversário)
LUCAS (GRÊMIO)
ANDERSON (GRÊMIO)
RONALDINHO (GRÊMIO)
ALEXANDRE PATO (Tradicional Adversário)
RAFAEL SOBIS (Tradicional Adversário)
DUNGA (Tradicional Adversário)
SETE JOGADORES MAIS O TÉCNICO.
O QUE SERIA DE UMA SELEÇÃO OLÍMPICA QUE TREINOU POUCO E NÃO FEZ NENHUM AMISTOSO CONTRA ADVERSÁRIOS OLÍMPICOS SE NÃO FOSSE O ENTROSAMENTO NATO DE QUEM JÁ JOGOU INÚMERAS VEZES AO LADO OU CONTRA DOIS TERÇOS DO TIME?
Veja o que o técnico DUNGA falou sobre RONALDINHO:
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Sim, MESSI joga demais e tem RIQUELME a seu lado. Também venceram seus dois primeiros jogos e são favoritíssimos ao ouro em PEQUIM.
Mas o BRASIL, pela primeira vez em muitos anos, apresenta uma gurizada de altíssimo nível.
AH! Só pra constar: o técnico DUNGA, o goleiro RENAN, o volante LUCAS, os meias RONALDINHO e ANDERSON, o centroavante PATO e o atacante reserva RAFAEL SOBIS foram os destaques contra a NOVA ZELÂNDIA.
A Seleção treinou pouco, é verdade. Mas nunca esteve tão unida, desde as mãos dadas de PARREIRA no tetra em 1994.
Pra paulista e carioca nenhum botar defeito. E pra calar a boca da GLOBO.