MÁRIO SÉRGIO NUM PÉ SÓ (ATÉ DEZEMBRO)

O Tradicional Adversário deve exigir um profissional diferente daquele que trabalhou no Grêmio em 2005. Senão...

O Tradicional Adversário deve exigir um profissional diferente daquele que trabalhou no Grêmio em 2005. Senão...

INTRODUÇÃO

Não perderei o teu tempo comparando alhos com bugalhos. Normalmente, não gosto de falar sobre a situação do Tradicional Adversário. Mas, dada a emergência de um procedimento inusitado para o atual estágio do Brasileirão 2009,  a discussão é válida. Vamos conhecer um pouco mais sobre MÁRIO SÉRGIO PONTES DE PAIVA.

Tinha apenas seis anos de idade quando o T.A. foi campeão brasileiro pela 3ª vez em 1979. Muitos dizem que ele foi a laranja do Campari on the rocks fragário naquela ocasião, ao ter sido repatriado após uma temporada junto aos leprosos do Rosario Central (ARG). Os amigos do Impedimento talvez devem conhecer melhor tanto o auricelureo quanto um histórico mais acurado do então boleigo de língua pguesa

Mas vamos falar do que EU lembro – do Máguio Ség-gio campeão do mundo em 1983 no Grêmio: um profissional veterano, maduro e de uma visão de jogo fabulosa. No nosso caso, ele realmente foi um diferencial necessário em relação ao time que conquistara a nossa PRIMEIRA (temos mais de uma) Libertadores: para o Tricolor dos Pampas, representou o pêssego do Bikini Martini.

Mário Sérgio teve a mesma (in)felicidade de Muricy Ramalho: assim como o atual melhor técnico do futebol brasileiro, o “Vesgo” também recebeu muito menos chances na Seleção do que seu futebol o habilitava a ter recebido. O trinômio “tempo certo, lugar certo e parcerias certas” não foi muito generoso com o habilidoso baiano, pois ele ainda era muito guri no auge de Ademir da Guia, Pelé e Rivelino; surgiu na pouco expressiva Bahia; e, já adulto, não pode disputar vaga com Zico e Sócrates, os ídolos da megalópole e dos dois clubes de maior torcida do país.

No T.A. e no Grêmio, obteve a chance de entrar para a história.  Apesar dos maiores títulos e do maior reconhecimento popular de sua carreira terem se dado justamente em sua passagem pelo RS, enganam-se aqueles que acreditam que teria tido menos notoriedade caso não tivesse passado pelos dois maiores clubes brasileiros situados abaixo do Trópico de Capricórnio: sua técnica refinada rendeu-lhe QUATRO Bolas de Prata (1973, 1974, 1980 e 1981).

Na década de 1990, foi o melhor comentarista futebolístico da TV brasileira na Band. Sempre que o narrador Silvio Luiz anunciava a sua participação, dizia: “Mário Sérgio Pontes de Paiva: aquele que conhece porque já esteve lá”.

Como técnico, não obteve nenhum título expressivo. Por mesclar atividades distintas sem um foco, também não teve continuidade na atividade de timoneiro de equipes. No Grêmio da Série B, foi um diretor de futebol muito bem remunerado durante seis meses. Seu maior erro foi ter posto seu filho – um agente de jogadores – a distribuir nulidades a rodo no Olímpico.

Chegar cheio de disposição com um discurso forte é normal – nem que para isso precise atochar um pouco dizendo que “SEMPRE” que trabalhou aqui no sul foi vitorioso. Seja para um “mandato-tampão” ou não, Fernando Carvalho preferiu apelar para a mística de que “há 30 anos, Mário Sérgio foi campeão brasileiro pelos fragários”.

Não desejo o mal para ninguém. Mas, por favor, não peçam que eu deseje “sorte” para MS no T.A. Afinal de contas, não possuo essa grandeza…

GRÊMIO CAMPEÃO MUNDIAL 1983

O dia mais feliz da vida de todos os gremistas até aqui.A atuação mais perfeita do maior jogador de futebol que a humanidade já viu: RENATO PORTALUPPI!Parabéns a todos nós pelos 25 anos de nossa maior conquista!

[vodpod id=ExternalVideo.759990&w=425&h=350&fv=midiaId%3D920621%26amp%3BautoStart%3Dfalse%26amp%3Bwidth%3D270%26amp%3Bheight%3D220]

more about "GRÊMIO CAMPEÃO MUNDIAL 1983", posted with vodpod