A MORTE DA POLÍTICA PARTIDÁRIA NO BRASIL II

DANIEL DANTAS, IMPERADOR DO BRASIL. Segundo a quantidade de notícias e críticas verídicas ou não que saem sobre tais atores sociais na mídia corporativa, abaixo de DANTAS, em ordem de hierarquia, viriam as seguintes personalidades:

- GILMAR MENDES, presidente do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL;

- NELSON JOBIM, ministro da DEFESA;

- JOSÉ SERRA, o presidente eleito pelo PIG;

- RICARDO TERRA TEIXEIRA (presidente da CBF e membro executivo da FIFA) e CARLOS ARTHUR NUZMAN (presidente do COB e membro do COI).

Todavia, a hierarquia acima é formada por meros testas de ferro de DANTAS e de uma série de outros interessados: por debaixo dela, há imensuráveis valores e artimanhas cuja comprovação é, infelizmente, impossível de ser feita em função da intrincada raiz fasciculada de entes que bancam a alteração de leis única e exclusivamente a favor do lucro fácil e do desenvolvimento não-sustentável que seus respectivos negócios proporcionam.

O BRASIL NUNCA TERÁ JEITO SE A ESQUERDA PERMANECER CRENDO NA POLÍTICA PARTIDÁRIA E NO JUDICIÁRIO.

O BRASIL NUNCA TERÁ JEITO SE A DIREITA PERMANECER ACHANDO QUE OS MEGAEMPRESÁRIOS É QUE SÃO OS EXEMPLOS DE SUCESSO, DE TRABALHO E DE DESENVOLVIMENTO A SEREM SEGUIDOS.

O BRASIL NUNCA TERÁ JEITO SE AS PESSOAS MAIS SOLIDÁRIAS, ESCLARECIDAS E BATALHADORAS DE TODOS OS MATIZES IDEOLÓGICOS SEGUIREM CRENDO EM TOMAR O PODER AO INVÉS DE FISCALIZÁ-LO E DE COBRÁ-LO DE MANEIRA HORIZONTAL.

clipped from paulohenriqueamorim.com.br

. O câncer de Daniel Dantas saiu da cápsula e se espalhou pelo PiG.
. Contaminou o Governo Fernando Henrique.
. Contaminou o Governo Lula.
. Contaminou a Polícia Federal.
. Desmoralizou a ABIN.
. Contaminou o Congresso.
. Contaminou a Justiça.
. Desmoralizou o Supremo Tribunal Federal.
. Como disse Mino Carta: ele é o dono do Brasil.
. Até quando ?

. Já se sente o cheiro.

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BREVE DISCUSSÃO SOBRE INTERAÇÃO DA BLOGOSFERA COM O PIG

O PIG muitas vezes entrevista os dois lados, dando maior espaço para o lado que o patrocina, que o cobra e que, em outra dimensão, dele também depende.

Contudo, normalmente o que eles fazem quando chamam um “especialista” pra falar é endossar o status quo, já que os especialistas chamados na maioria das vezes ou são conservadores, ou se pronunciam cheios de dedos porque, de seu lado, também dependem dos patrocinadores do PIG.

Infelizmente, um blog não foi, não é e sequer terá como ser considerado mídia de massa porque é fruto de uma interação um-um ou um-uns e não um-todos ou todos-todos (compreenda  melhor esses conceitos aqui), como o rádio, a TV, o jornal ou a revista. Se existe um alento em relação a essa realidade aparentemente trágica é o fato de que os portais de conteúdo do PIG também não podem ser considerados como mídia de massa. Por exemplo: se o ClicRBS quiser continuar mantendo os comentários abertos para cada notícia que postar, certamente encontraremos alguns (às vezes mais da metade) comentários bem legais de pessoas de esquerda, dando “nos dedos” deles.

Ora, como todos os grandes portais de conteúdo disponibilizam comentários, o primeiro que fechar esse canal de diálogo com o seu consumidor cairá em desgraça junto aos seus próprios pares.

Claro que eles podem deletar, censurar e serem malcriados com um comentário que contraria a sua agenda de interesses. No entanto, com centenas de novas notícias por dia em dezenas de editorias e a preocupação em decupar e editar o trabalho semi-escravo de um punhado de jornalistas, o que conta a nosso favor quanto ao gigantismo deles é a impossibilidade deles darem conta de censurar milhares de interagentes.

Percebam: o espaço de comentários é o único espaço dentro de um site ou blog que, mesmo quando protegido por senha ou quando reconhece a localização do comentador por IP, oferece a total impossibilidade de previsão de quantidade, qualidade ou viés das interações. E, como falei acima, salvo em raras e desonrosas exceções, mesmo que eles desenvolvessem um robô que deletasse automaticamente comentários que contivessem determinadas palavras-chave, isso seria impraticável e descaradamente desonesto, tendo em vista que eles não podem ignorar que comentários favoráveis à sua agenda também podem conter as mesmas palavras de um comentário oposto.

Trocando em miúdos: mídias intrusivas (este é um termo aparentemente meu, que não sei se seria correto, mas acho que fica mais fácil de entender dessa forma), isto é, aquelas que “agradecem o carinho de entrar sem pedir na sua sala, no seu quarto, na sua cozinha, na rua, no metrô ou no seu carro”, são massivas. As mídias para as quais o receptor precisa correr atrás a fim de buscar informação não são massivas.

Entendo quando se fala que as idéias neoliberais ou de direita já possuem espaços demais enquanto as idéias socializantes ou de esquerda são menos visibilizadas a partir de qualquer tipo de mídia. Porém, se informação é aquilo que produz diferença, informação, notícia, opinião e crítica são gêneros totalmente diferentes que não necessariamente produzem diferença. Se formos dicotomizar essa afirmação, poderíamos dizer que, tanto à esquerda como à direita (ignorando-se as infinitas nuances dos valores estritamente pessoais e o contexto de cada indivíduo), pode-se OU NÃO produzir informação (e,
conseqüentemente, diferença).

Trocando em miúdos, a grande diferença técnica, teórica e empírica entre a web (portais, sites, blogs) e a mídia de massa (rádio, TV, jornal, revista, publicidade, RP e assessoria de imprensa sobre suportes urbanos) é que os funcionam como um telefone sem fio e a mídia de massa funciona como um megafone.

Então, como produzir diferença? A diferença reside em fazer o que o senso comum não espera que seja feito e que o que for feito siga um modelo discursivo inesperado. Isso é o que chama a atenção para que os que não comungam das mesmas idéias do blogueiro emerjam como uma importante parcela da audiência, que supera em importância até mesmo a do mundinho dos próprios pares do blogueiro. É o pulo que se dá a fim de superar a fase de conversar com as paredes ou de não produzir debate nem o contraditório.

Enfim, eu tenho uma posição formada sobre determinadas pautas que acredito serem imutáveis, seja a favor ou contra. Há, ainda, um outro conjunto de temas sobre o qual posso mudar de opinião parcialmente ou até mesmo totalmente. E isso acontece com toda e qualquer pessoa, sem que se possa afirmar que o sujeito é “do bem”, “vaselina”, “maria vai com as outras” ou que ele queira “reinventar a roda”. Não é assim que se confia ou desconfia, nem que se mede coerência.

O PIG não possui ferramentas – digamos – mais humanas e mais comunitárias para surpreender a sociedade. Hipoteticamente, a gente não vai conseguir alcançar um espaço maior se não conseguirmos arrancar o megafone da mão dele durante 15 segundos em uma hora.

Portanto, ele não vai se confundir, entrar em contradição e tampouco reverberar aquilo que nos interessa se a nossa prática for semelhante à dele.

Nesse ponto, considero importante ouvir os dois lados. Não importa que o outro lado já possua espaço midiático excessivo: como eles serão mediados por nós, poderemos fazer as questões que o PIG não faz em função do comprometimento dele e da nossa independência. O esperado por eles é que nós não saiamos do alcance de nossos pares e permaneçamos conversando dentro da mesma roda de amigos.

É tudo uma questão de saber realmente o que se quer comunicar, quando e para quem. Pois a partir dessa questão é que se define o alcance da diferença que se deseja produzir.

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ESQUERDA X TÉCNICA + DIREITA E CONSENSO

Tenho acompanhado os últimos comentários e os posts do DIÁRIO GAUCHE e do RS URGENTE. Vejo o predomínio de uma crença e de um interesse que o modelo representativo e eleitoral político-partidário nos moldes em que ainda são propostos e realizados aqui no Brasil não merecem mais.

Ou nunca se pensou em propor melhorias e transformações a esse sistema só porque já passamos por momentos muito piores (o negro, o índio e a mulher em um primeiro momento; e ninguém votava durante a ditadura militar, em um segundo momento), ou, infelizmente, acredita-se verdadeiramente nesse sistema.

EU NÃO ACREDITO MAIS. E não vou defender o indefensável. Afinal de contas, a gênese do marketing e da propaganda eleitoral na mídia de massa já continha dentro de si a possibilidade da transferência do debate do espaço público para o espaço midiatizado, isto é, onde pelo menos 80% de tudo o que se concorda ou se discorda em termos de fatos bem ou mal contados, verdadeiros ou falsos, passa pela mídia de massa, seja ela grande ou pequena, comercial e comprometida ou não.

No momento em que a mídia constituiu-se em um campo social cuja natureza vicária consiste em ser o tradutor dos ininteligíveis discursos vicários dos demais campos sociais a fim de proporcionar a compreensão do que estes campos são, querem e representam através de uma gramática audiovisual voltada para o que o senso comum é capaz de interpretar, a sua naturalização e a sua globalização já estavam consolidadas.

O importante é dominar a técnica para combater o poder hegemônico com as mesmas armas. E mesmas armas não significam paridade de circulação, tiragem e audiência entre veículos de esquerda e de direita e nem tampouco censura: as ferramentas estão aí. São relativamente baratas e o que falta é exatamente a “douta” e “politizada” esquerda intelectualizada das antigas prestar trabalho voluntário, “sujar as mãos” e instrumentalizar não partidariamente mas, sim, tecnicamente.

O problema é que são raros os técnicos de esquerda que dominam o instrumental não dominam a gramática. Acham que vinhetas graficamente ricas, sonoplastia, edição de imagens dinâmica, trilha sonora sensivelmente adaptada à história que está sendo contada e ao seu respectivo timing são menos importantes que o “conteúdo”, que o “texto”, que a “locução” ou que “as imagens falam por si”.

BULLSHIT: a mensagem faz parte do todo e o todo está inserido na mensagem!

Portanto, a direita não é mais eficiente em termos de desburocratização nem de força retórica porque tem uma mídia corporativa hegemônica a seu lado mas, sim, porque ela reconhece a importância de DOMINAR A FERRAMENTA buscando criar produtos adequados aos seus objetivos.

Ao contrário do que se pensa, é possível à esquerda manter suas posições sem se prostituir e sem ser mal-humorada, séria demais, grave, ranheta, sisuda e sem querer impor a “conscientização” e a “politização” do “povo”. Para dominar a técnica, não precisa ser rica e nem tampouco aliar-se à direita Contudo, parece que o que é material ou tecnológico é visto com uma reserva inexplicável, como se usar (ou até mesmo dar-se o direito de fascinar-se com o meio técnico) fosse um grande pecado ideológico.

QUEM NÃO CURTE O CONTATO COM ALGO DE QUE PRECISA NUNCA CONSEGUE FAZER NADA BEM FEITO.

Outro ponto que gostaria de abordar relativo aos posts e comentários nesses blogs é que os comentadores identificados com a direita utilizam aquele velho discurso do atraso, da conciliação e do consenso e de que não há outra forma de discutir a sociedade nem de se chegar a algum resultado prático. Nesse sentido, respondo-lhes através de dois vieses:

1) Não aceitar dividir palanque, não votar junto e nem assinar embaixo de decisões que vão contra valores pessoais e/ou contra o programa registrado em cartório do partido ao qual está filiado não é ser burro, nem intransigente, nem retrógrado: é crer que não dá pra conciliar algo que se considera inconciliável. Portanto, todo político que deseja manter a sua coerência e a sua base eleitoral não costuma amalgamar-se nem ceder a determinados apelos. Embora eu quase nunca tenha votado na direita (só o fiz em 1989 e em 1992 para alguns cargos em função do meu total desconhecimento do que aquelas pessoas e aqueles partidos representavam), um direitista convicto que deixa claro o que defende, o que combate e que verdadeiramente crê naquilo que crê sem vergar a espinha para a esquerda merece meu respeito como uma pessoa séria, coerente e com valores, mesmo que eu discorde destes;

2) Pensar diferente não é ter ressentimento, nem ser do contra: é afirmar o conhecimento de uma realidade alternativa que, seja esta melhor ou pior, mais ou menos útil do que a opção apresentada como hegemônica, deve ser sempre respeitada, aceita, levada em conta. Jamais criminalizada, ignorada, achincalhada, omitida. Como uma minoria incapaz de convencer à maioria que a sua proposta é a melhor, o desafio é sair da estrutura e do vínculo partidário trabalhando diretamente dentro das comunidades, independentemente de partido ou de cargo público, a fim de que, ao invés de delegar poderes à mídia, aos seus patrocinadores e, sobretudo, a qualquer político, proporcionando um crescimento em rede bottom-up, para que a discussão saia da ágora digital e exerça a pressão que os políticos de esquerda e seus militantes sindicalizados, funcionários públicos de baixo escalão e operários urbanos são completamente capazes de exercer diante da maioria direitosa.

Meu fechamento: quem disse que a política é a “arte do possível” é ou foi (e se foi, já foi tarde) um imbecil: em primeiro lugar, porque a política não tem nada de arte. Em segundo lugar, porque o possível quando se é minoria e coerente ao mesmo tempo, é muito pouco para resolver os problemas de uma sociedade e para fazer de um parlamentar honesto alguém objetivo e propositivo.

O Brasil, o RS e POA são atrasados porque “num intendem nada di tenéti” e porque possuímos uma miséria feudal e uma riqueza moderna quando até mesmo os nossos vizinhos mais pobres (Argentina, Equador, Bolívia, Uruguai, Paraguai, Chile e Venezuela) possuem atividade e participação política mais adequadas ao que as tecnologias da informação e da comunicação podem oferecer em termos de movimentos de resistência bottom-up capazes de desembocar em um verdadeiro envolvimento presencial e protagonista.

CALENDÁRIO CBF E CONMEBOL PRECISA MUDAR

A TISE e a KAKÁ do FUTEBOLISTAS ROXAS manifestaram sua preocupação diante do êxodo de jogadores brasileiros em meio ao BRASILEIRÃO. As duas gurias espertas avaliaram que os clubes brasileiros estariam melhor protegidos e seus respectivos plantéis manter-se-iam sem perdas significativas durante mais tempo caso o calendário da CBF fosse adaptado às mesmas datas da UEFA.

Diante de várias observações que fiz sobre essa questão, constatei que, neste caso, alterar o calendário da CBF não adiantaria nada, pois sempre haveria uma janela de três meses entre o término de uma temporada e o início de outra e mais um mês entre o final do 1º e o começo do 2º turno dos campeonatos nacionais. Portanto, pagou, levou. É tudo uma questão de tempo.

Então, o que deveria ser feito? Infelizmente, azar das pequenas comunidades que ficariam um ou mais anos sem ver os grandes clubes nacionais visitando as suas cidades. Porém, pelo bem geral do futebol de alto nível, competitivo e voltado para resultados como se fosse uma empresa, nenhum dos clubes que disputam a série A do Brasileirão poderiam disputar nenhum campeonato estadual.

Como primeiro benefício, o BRASILEIRÃO SÉRIE A passaria a ocupar uma distância maior entre datas, proporcionando mais tempo para treinamento e para recuperação de viagens e lesões, enfraquecendo menos e punindo menos o investimento dos clubes. Certamente o padrão de jogo melhoraria como um todo.

A CBF foi além de todos os limites e os clubes foram extremamente vassalos ao aceitarem a resolução que determina que quem joga a COPA SANTANDER LIBERTADORES não pode jogar a COPA DO BRASIL. Dessa forma, a Copa do Brasil tornou-se um torneio extremamente fraco tecnicamente e com pouca emoção, já que os poucos grandes clubes que a disputam não passam da reba da temporada anterior. Quando algum deles estiver ou em situação calamitosa (zona de rebaixamento) ou na ponta do nacional (título ou vaga à Libertadores do ano seguinte), a COPA NISSAN SUL-AMERICANA deixa de ser uma fonte de renda e de exposição midiática no exterior para tornar-se um enorme empecilho, obrigando a seus participantes a escolha entre aquilo que pode lhes trazer maior resultado financeiro ou evitar-lhes o pior dos prejuízos.

Portanto, assim como ocorre na Europa com a UEFA CHAMPIONS LEAGUE e com a UEFA CUP e na África com a CAF MTN CHAMPIONS LEAGUE e com a CAF CONFEDERATION CUP , a Libertadores e a Sul-Americana deveriam ocorrer em paralelo, com as copas nacionais passando para o semestre seguinte. Assim, a atenção de todos os interessados (torcida, mídia, clubes e patrocinadores) estaria 100% voltada para as competições continentais com o começo do Brasileirão em um semestre e com a Copa do Brasil e o Brasileirão se decidindo no semestre seguinte.

Nesse sentido, só o fato de a CBF adaptar os seus torneios ao calendário europeu não resolveria em nada nem o êxodo dos jogadores, nem a melhora da qualidade de todos os campeonatos da América do Sul. Em primeiro lugar, porque os presidentes de federações e os patrocinadores de cada estado querem mamar na teta dos estaduais. Em segundo lugar, porque a CONMEBOL também deveria cumprir com a sua parte na reforma do calendário do continente, colocando finalmente suas duas competições ao mesmo tempo.

A obrigatoriedade dos grandes clubes disputarem os estaduais e o fato de a Copa do Brasil (um torneio de baixa qualidade técnica e de fórmula de disputa muito mais fácil) dar uma vaga à Libertadores nivelam o futebol por baixo e estragam a preparação dos clubes para aquilo que realmente vale.

Se a CONMEBOL mexesse os seus pauzinhos, as seleções nacionais de todas as categorias seriam altamente valorizadas e não seria mais necessário pedir penico para a FIFA, para a Corte Arbitral do Esporte e nem tampouco ficar à mercê dos clubes europeus para que eles liberem seus jogadores.

Pra terminar: é preciso acabar com esse ridículo marketing da inclusão de clubes da América Central pela CONMEBOL. Como integrantes de outra federação, a CONCACAF, os melhores clubes desses países já têm a sua chance de obterem prestígio, dinheiro e uma vaga na COPA DO MUNDO DE CLUBES FIFA através da CONCACAF CHAMPIONS LEAGUE.