BARCELONA 2011: NADA PODE SER MAIOR

Nunca antes na história deste esporte houve um time que jogasse com tamanha fluidez, segurança, paciência, técnica e precisão.

Técnico Josep Guardiola, jogadores Victor Valdés, Dani Alves, Carles Puyol, Gerard Piqué, Éric Abidal, Xavi Hernández, Andrés Iniesta, Sergio Busquets, David Villa, Pedro Rodríguez, ele – LIONEL MESSI – e mais: Gabriel Milito, Adriano, Maxwell, Javier Mascherano, Seydou Keita, Ibrahim Afellay, Jeffren e Bojan Krkic: todos nomes inesquecíveis e com um bom tempo de bom futebol pela frente.

 

[ESP'08-09 8ª] BARCELONA 5×0 ALMERÍA

                Eto'o, autor de três gols, abraça Xavi<br />
TRÊS VEZES ETO’O. Três vitórias por cinco gols de diferença em outubro.

O protagonismo de MESSI; as contratações de HLEB e do  fantástico DANI ALVES; a negociação de RONALDINHO; a não-necessidade de escalar HENRY por decreto; a titularidade do genial menino BOJAN; a estupenda capacidade física e técnica de YAYA TOURÉ; a manutenção do próprio ETO’O no clube e, finalmente, a chance dada a um jovem técnico que tem DNA, pedigree e coração blaugrana chamado PEPE GUARDIOLA farão do BARCELONA uma nova máquina daqui a um ou dois anos. Afinal de contas, até mesmo o lento capitão PUYOL e o fraco goleiro VICTOR VALDÉS estão jogando um futebol muito melhor do que nos tempos de FRANK RIJKAARD.

JOAN LAPORTA E TXIKI BEGUIRISTÁIN foram ágeis e tiveram sorte ao detectarem os problemas mais sérios das duas temporadas anteriores.

Daqui pra frente, a galerinha aí de baixo terá momentos de pura alegria.

‘MÉS QUE UN CLUB’ (‘Más que un club’)

SELEÇÃO MELINDRADA PORQUE LULA DISSE A VERDADE

Não importa se as pessoas são reacionárias de direita, de esquerda ou enrustidas, nem se foi o presidente da república ou um homeless quem criticou a seleção brasileira: porra, quer dizer agora que só um monte de jornalistas de merda que nunca chutaram uma bola na vida ou, então, bandos de anônimos reunidos em botecos podem falar bem ou mal da seleção?!

Seria o mesmo que baixar uma lei ou instituir um código de ética no pior sentido da moral de cuecas que dissesse que apenas comentaristas comprometidos com os patrocinadores das empresas onde trabalham e que juram entender de economia, administração e sociologia tivessem a “autoridade” de opinar sobre esses temas. Ou, ainda, que o “eleitor anônimo” perdido dentro de uma massa não tenha inteligência nem capacidade de desconstrução suficientemente razoáveis para poder comentar sobre política.

COME ON: em qualquer instância da sociedade, todo mundo comenta sobre quase tudo. Se comenta bem ou mal, certo ou errado, se eu acredito em um e duvido de outro, aí são outros 500…

A grande verdade é que Lula não mentiu: ele disse o que nenhum comentarista da mídia corporativa teria dito (exceto a ESPN Brasil, que baixa o pau em tudo e não puxa o saco de ninguém) porque são todos comprometidos com o Ricardo Teixeira e com o Blatter pra não perder a transmissão da Copa do Mundo.

Ronaldo “Rolha de Poço/Joelho de Cyborg” Nazário e Júlio “Mauricinho” César só teriam tido uma pequena razão na forma grosseira com que referiram-se ao presidente da república caso tivesse havido alguma interferência do Governo na Seleção. E isso nunca houve: foi tão-somente uma opinião.

Imaginem agora se um governante ou um empresário, qualquer que fosse, ficasse melindrado porque um jogador de futebol falou publicamente o que pensa a seu respeito de maneira negativa: o país teria parado na Pré-História…

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ARGENTINA x BRASIL: UMA QUESTÃO DE ATITUDE

clipped from www.ole.clarin.com

El fútbol siempre da revancha. Y aunque digan que la venganza es un plato que se sirve frío, Brasil quedó bien calentito. Derrota en la final de la Copa América de Perú en 2004, derrota en la final de la Copa Confederaciones en 2005 y derrota en la final de la Copa América de Venezuela, el año pasado. Tres golpes durísimos para Argentina, un país y una Selección que respira fútbol.

Todo llega. La semifinal en los Juegos Olímpicos se presentaba como una oportunidad única para el equipo que conduce Sergio Batista, y no la iba a desaprovechar. Argentina aplastó, humilló, vapuleó a Brasil por 3-0 en Shanghai y se clasificó para disputar el oro ante Nigeria, el sábado (desde la 1 en nuestro país), en el Nido de Pájaro. Pero sobre todo, ganó como quiere la gente: con coraje y buen juego.
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Soberbo. Maravilhoso. Quase perfeito. Lindo. Nada de beleza física: belo é o futebol que a ARGENTINA tem jogado. Mesmo que eu não tenha assistido ao jogo, já li, vi e ouvi o que chega e o que não chega a respeito do jogo.Quando descobri que a ARGENTINA mandaria seus principais meias-atacantes e avantes (à exceção de CARLITOS TÉVEZ, ouro em Sydney) a BEIJING, não tive a menor sombra de dúvida de que, com ou sem o ouro, a AFA não apenas levaria muito a sério o certame como, no mínimo, voltaria a BUENOS AIRES com uma vitória convincente sobre o BRASIL.

Mesmo assim, não se deve fazer terra arrasada: afinal de contas, RAFINHA, MARCELO, LUCAS e RAFAEL SOBIS estiveram bem em quase toda a competição. Deverão ser aproveitados na seleção principal seja quem for o seu técnico daqui para a frente.

Enfim… Cada um tem o ídolo que merece: enquanto o do BRASIL é PELÉ, um dinheirista que, calado, é um poeta e vive feito uma eminência parda a la ZAGALO, o da ARGENTINA é um cara cheio de imperfeições, de dramas pessoais, de mancadas e de temperamento altamente passional que, pelo menos, é autêntico, verdadeiro, simpaticíssimo e viaja com seu próprio dinheiro, apoiando o esporte e seus compatriotas com tesão e não por merchandising.

Eu nunca gostei do bom mocismo e da passividade que se tenta impingir ao brasileiro.

Tem que bater no peito, dizer que é Deus e, na hora do pega pra capar, resolver a parada como fazia o inesquecível baixinho ROMÁRIO.

Cada seleção tem como técnico de primeira viagem o ex-volante campeão mundial que merece: SERGIO BATISTA é um sujeito muito mais motivador, muito mais profissional e anos-luz mais afável do que DUNGA.

Construir resultados e mantê-los depende de equilíbrio emocional, sacrifício e desejo. Sorte é um fator aleatório e imponderável com o qual só se preocupam os fracos.