R.E.M.: DEPRESSÃO PÓS-SHOW

56 por você.

Discordo do DANILO FANTINEL do CLICRBS em relação à qualidade do som: nunca antes em Porto Alegre ouvi o vocalista e os acordes dos instrumentos com tamanha clareza – fosse perto do pálco como a média distância ou longe do palco, bem defronte a ele como dos lados esquerdo e direito do gramado, pois circulei bastante durante o show.

Ao contrário da impressão do repórter especializado, achei o som quase cristalino, com pouco abafamento e pouquíssima reverberação, Basta apenas comparar com Olímpico, Beira-Rio, Jóquei, Gigantinho e Anfiteatro Pôr-do-Sol. Pode até ter a ver com a qualidade do equipamento da turnê, mas a parafernália do RUSH  em 2003 me pareceu a mais sofisticada que já passou por aqui. Também assisti à POP MART do U2 no Morumbi em 1998 , ao RED HOT CHILI PEPPERS em 2002 e achei o som do R.E.M. beeem melhor.

A localização do estádio Passo d’Areia é excelente para quem vem do Centro, da Grande POA e via 3ª Perimetral, contemplando a zona norte – disparado a mais populosa da cidade.

Os quatro pontos negativos: ausência de estacionamentos particulares e públicos ao redor do estádio; iluminação pública muito fraca nas ruas do entorno do estádio; inadmissível e excludente “área VIP”, que mata a sociabilidade e a interação, cortando totalmente o clima entre banda e o falso gargarejo; finalmente, a entrada/saída muito estreita: reformando isso, o estádio do “clube mais simpático do país” terá o melhor espaço para shows da cidade.

Confiram MINHAS FOTOS via FLICKR. Só, por favor, ignorem a crise de pressão baixa que tive logo após a palhinha do NENHUM DE NÓS. Quanto a isso, felizmente fiquei bem após 250 ml de soro graças ao pronto, simpático e atento atendimento dos paramédicos – gente muito do bem, que me deixou inteiro pra curtir todo o show.

Gravei em vídeo (daí a comprovação da excelente qualidade do som, pois minha câmera digital não é lá essas coisas, além de eu já ter assistido no site oficial) trechos de MAN-SIZED WREATH (acho que só eu sabia cantar todas as músicas do Accelerate, pois adorei o álbum), DRIVE e IT’S THE END OF THE WORLD AS WE KNOW IT (AND I FEEL FINE). Mas o YOUTUBE tava dando pau na hora do upload. Mais tarde tento outra vez.

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REM DEIXA SAUDADE EM POA

06/11/08 23:54:16, upload feito originalmente por HÉLIO SASSEN PAZ.

Show lindo, soberbo, maravilhoso, inolvidável e insofismável: apesar de a OPINIÃO PRODUTORA e a MULTISOM terem que botar pilha para que a diretoria do ESPORTE CLUBE SÃO JOSÉ reforme o mais rápido possível o ZEQUINHA STADIUM a fim de abrir pelo menos uma saída ampla em cada canto ao invés de uma só, foi a melhor acústica que PORTO ALEGRE já assistiu em um show de música.

O tamanho e a localização do PASSO D’AREIA são os melhores possíveis para não apequenar nem agigantar um espetáculo: neste local, a diversão adquire um novo patamar de qualidade.

CONFIRA AS FOTOS NO MEU FLICKR

VÍDEOS, FOTOS E TWEETS NO SITE OFICIAL DO R.E.M.

6/11/2008 – Porto Alegre, Brasil
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COMO ATRAIR A JUVENTUDE PARA A POLÍTICA?

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OUT/2001: revolução via torpedo em MANILA (FILIPINAS)


Saliento novamente que ser de esquerda e ser politizado não significa ser partidarizado ou sindicalizado: essas duas instâncias tradicionais da democracia representativa consagradas pelo modelo republicano têm-me tirado do sério há um bom tempo porque elas precisam ser severa e dramaticamente transformadas a fim de voltarem a fazer sentido inseridas em uma sociedade de fluxos na qual o espaço público é midiatizado e as demandas mais bem-sucedidas são aquelas reivindicadas para o microambiente e realizadas por atores da própria comunidade e também por outros atores solidários à causa que, normalmente, compartilham situação semelhante.

Tais atores não dependem da boa vontade de governos ou megaempresas que enganam a todos com a propaganda da “responsabilidade social”: eles matam a cobra e mostram o pau, literalmente.

Isso significa que o discurso de “não ser contra ninguém mas, sim, a favor da nossa coletividade” exige jovialidade (não de idade, mas de atitude), engajamento e dedicação. Além disso, o ideal seria adotar uma postura jamais de confronto irreconciliável nem tampouco de apoio ou adesão a uma pessoa ou partido, já que a resistência pós-moderna implica também em não querer tomar o poder, questionando-o sistematicamente como se fosse sempre de oposição.

É isso o que atrai a gurizada que não faz parte de DCEs, partidos e sindicatos (que são a esmagadora maioria da população).

Todavia, em situações extremas, mesmo quando o partido ideológica e programaticamente mais encaixado com os nossos valores literalmente se vendeu, é fundamental que se vote nele salientando o constrangimento tácito em relação àquilo que ele deixou de ser enquanto instituição, enquanto símbolo e, sobretudo, aquilo que deixou de ser enquanto identidade.

O meu lado revolucionário, preconceituoso, intolerante, radical, intempestivo e romântico remete a uma realidade que jamais saberei se seria feliz ou infelizmente vivida por mim. É isso o que me faz investir dois anos praticamente sem ganhar dinheiro e sem emprego formal qualificando-me a fim de poder multiplicar esse conhecimento para uma geração que não possui mais nem pais ou avós oriundos da ditadura militar.

A crise partidária e sindical não está só no pensamento único da mídia corporativa e de seus poderosos financiadores e parceiros neoliberais, nem tampouco na inócua briga entre tecnófilos x tecnófobos ou entre administradores x sociólogos: está, sobretudo, no não-reconhecimendo do deslocamento do espaço público – da ágora. Grande parte dos teóricos da esquerda que atuam como intelectuais orgânicos de entidades partidárias e sindicais baseados tão-somente em autores clássicos tendem a crer em despolitização e em esvaziamento ao invés de procurarem inserir-se no espaço público dos meios de comunicação como produtores independentes e marginais com um discurso atual.

Eles estão, portanto, DESENCAIXADOS, pois seus valores identitários remetem à REVOLUÇÃO FRANCESA, ao MAIO DE 1968 e às DITADURAS NA AMÉRICA LATINA. Tais períodos históricos de luta fazem sentido à medida que servem de referência e de exemplo de mobilização e de coragem no enfrentamento ao poder hegemônico.

NEGRI e HARDT vão mais além: dizem que a forma mais eficiente de resistir ao império é utilizar-se das mesmas armas que este império se utiliza para manter-se hegemônico. Portanto, não é combinando com os colegas de trabalho em greve uma manifestação diante do PIRATINI quando a YEDA está no 21º andar do TOBOGÃ que vai fazer com que os transeuntes do Centro se toquem de que aquela manifestação deveria lhes dizer respeito: é como o arco e flecha dos ameríndios contra os mosquetões e canhões dos conquistadores europeus ou como os pilotos KAMIKAZES japoneses em PEARL HARBOR que, ingenuamente, não sabiam que sua ofensiva não faria nem cócegas perto das bombas que o ENOLA GAY despejou covardemente em HIROSHIMA e NAGASAKI.

Independentemente da concentração de veículos midiáticos nas mãos de poucos proprietários, há de se discutir por que diabos a gurizada conseguiu fazer o  então presidente das FILIPINAS JOSEPH ESTRADA SENTAR NA BONEQUINHA (isso mesmo: xô, tchau, sem-vergonha!) em outubro de 2001 reunindo MILHARES vestidos de preto defronte ao palácio do governo em Manila através de uma rede imensurável, descentralizada e auto-organizada através da transmissão de torpedos via celular, com a seguinte mensagem: “GO 2 EDSA WEAR BLACK

No último fim de semana, ocorreu a primeira GRANDE manifestação jovem e politizada em rede, auto-organizada horizontalmente através da blogosfera ativista carioca: saiu até foto e matéria na FOLHA DE S. PAULO!

Isso significa que o PIG não pode esconder, blindar, ignorar ou distorcer a la vonté todo e qualquer foco de resistência às forças que o sustentam, pois movimentos que emergem e pegam o poder coercitivo, o poder jurídico, o poder político e o poder econômico todos com as calças na mão não podem ser ignorados.

Uma forma bastante eficiente de conclamar a gurizada é através da IRONIA e da IRREVERÊNCIA: isso explica o fato de o CQC de MARCELO TAS (uma adaptação brasileira bem-sucedida de uma fórmula que iniciou na ARGENTINA e espalhou-se para a ESPANHA) e de blogs como a NOVA CORJA possuírem uma audiência crescente, atraindo o interesse de pesquisadores da área.

O discurso precisa ser LEVE, gerando INDIGNAÇÃO e ENVOLVIMENTO através da ALEGRIA de ser SOLIDÁRIO, FAZENDO FESTA ENQUANTO COBRA E PROPÕE.

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VIVA A SOCIEDADE ALTERNATIVA!

Sociedade Alternativa

Raul Seixas

Composição: Paulo Coelho / Raul Seixas

Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva! Viva!)
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva O Novo Eon!)
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva! Viva! Viva!)
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa…

Se eu quero e você quer
Tomar banho de chapéu
Ou esperar Papai Noel
Ou discutir Carlos Gardel
Então vá!
Faz o que tu queres
Pois é tudo
Da Lei! Da Lei!
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa…

“-Faz o que tu queres
Há de ser tudo da Lei”
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
“-Todo homem, toda mulher
É uma estrêla”
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva! Viva!)
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
Han!…

Mas se eu quero e você quer
Tomar banho de chapéu
Ou discutir Carlos Gardel
Ou esperar Papai Noel
Então vá!
Faz o que tu queres
Pois é tudo
Da Lei! Da Lei!
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa…

“-O número 666
Chama-se Aleister Crowley”
Viva! Viva!
Viva! A Sociedade Alternativa
“-Faz o que tu queres
Há de ser tudo da lei”
Viva! Viva!
Viva! A Sociedade Alternativa
“-A Lei de Thelema”
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
“-A Lei do forte
Essa é a nossa lei
E a alegria do mundo”
Viva! Viva!
Viva A Sociedade Alternativa
(Viva! Viva! Viva!)…

ILUSÕES E DESILUSÕES DE UM MILITANTE DE ESQUERDA BURGUÊS

Bem sei que minha opinião formada por um olhar que me força sempre a duelar contra as minhas crenças a fim de encontrar nelas as suas próprias idiossincrasias ou contradições através do distanciamento crítico cria muitas discordâncias em relação ao pensamento da própria esquerda bovina (sim, os bovinos estão por toda a parte na capital e no RS).

Fui líder estudantil no final do 1º grau em escola pública. Estudei em universidade pública, gratuita e, até então, ainda de qualidade. Viajei pelo país em três ENECOMs; fui militante do PT durante quase duas décadas e, sempre que tiver tempo ou julgar minha opinião útil e – acima de tudo – passível de ser devidamente ouvida, respeitada e aceita, ainda participarei eventualmente de reuniões no diretório municipal.

Tenho vários episódios de embates urbanos durante campanhas partidárias-eleitorais que, felizmente, posso garantir com toda a honestidade do mundo que JAMAIS foram provocadas por mim ou por qualquer um dos millitantes que estavam junto comigo em tais ocasiões:

1) No canteiro defronte à Praça da ENCOL, um homem com menos de 40 anos muito bem vestido e bem grande (gordão e com cerca de 1,90m de altura), arrogante e irônico, atravessou a rua para provocar a nossa militância. Algumas professoras estaduais e seus filhos queriam apelar para a ignorância. Felizmente, meu distanciamento permitiu-me ser o único do grupo a enxergar um carro estacionado defronte à praça com um cara de estilo muito parecido com o do que veio nos provocar cujo motorista estava sorrindo com uma câmera de vídeo. Prontamente, apontei-o para todos e apartei o princípio de desentendimento (1994);

2) Quase fui atropelado com o sinal fechado por um jovem motorista de um Gol que sentiu-se muito incomodado com as bandeiras do PT tomando conta do cruzamento da Mostardeiro com a Goethe defronte ao Parcão de maneira alegre, pacífica e hegemônica (1998);

3) Me deixei ser “espancado” pelo inócuo “pauzinho de plástico” da bandeira de uma eleitora do Rigotto defronte ao HSBC da 24 com Olavo Barreto Viana. Se o filho dela não fosse um guri sensato, a merda estaria feita: eu tinha tanta razão que fiquei parado e ameacei processá-la e chamar a imprensa (2002);

4) De 1989 até 2006 (a última campanha da qual participei nas ruas), sempre bandeirando nas avenidas Nilo Peçanha, Carlos Gomes, Plínio Brasil Milano, 24 de Outubro, Goethe, Independência, Osvaldo Aranha, Parcão, Redenção, Gasômetro e indo a todos os comícios no Largo da EPATUR (em 2008, foi a primeira vez que eu sequer soube quando haveria algum comício e perdi os dois ou três que ocorreram), cansei de ser abordado por pessoas que perguntavam se eu era CC, professor, funcionário público, dirigente sindical, delegado de partido, desempregado, se não tinha coisa melhor pra fazer, “como é que um moço tão ['bonito, inteligente, alegre, cheio de energia', etc. - dependendo do interlocutor, que quase sempre, esteve enganado em relação a mim] é capaz ‘disso’?”

Além dessas histórias urbanas, sempre tive calorosas, pouco civilizadas e extremamente traumatizantes discussões familiares (sobretudo quando eu era muito novo e era conscientemente censurado e inconscientemente humilhado perante estranhos pelo meu pai e pelo meu irmão), as quais durante muitos anos, mesmo coberto de razão, não conseguia saber me defender nem contra-atacar de maneira racional e fidalga. Essas são as marcas que mais doem e que nunca irão se apagar: mesmo sem ódio, sem raiva e procurando evitar esse tipo de desgaste, não nego minha fraqueza de, mesmo conseguindo entender o porquê deles serem assim, é impossível para mim não guardar rancor. Nenhuma demonstração atual ou futura de amor, carinho, atenção, respeito, solidariedade ou coisa parecida até hoje foi capaz de fazer com que eu esqueça, minimize ou seja capaz de me sentir melhor em relação a esses sentimentos.

Meus bons e velhos amigos, em muitos momentos foram mais significativos e mais importantes em termos de empatia e de afinidade do que com a minha própria família. Contudo, hoje sei que não há como contar nem com os amigos, nem com a família para tudo: cada grupo de afeto e de identidade supre determinadas necessidades individuais e coletivas, mas é incapaz de satisfazer a todas.

As escolhas profissionais e a maneira com que cada um foi criado, mesmo tendo uma adolescência de esquerda a partir de pais entre 10 e 20 anos mais jovens do que os meus que efetivamente tentaram lutar contra a ditadura civil e militar de direita, hoje são muito divergentes das minhas: pode-se dizer que eu nunca consegui ser pragmático e que sempre tive severas divergências em relação a me tornar ou a me sentir como um escravo do “deus-mercado”. Mantendo-me parcialmente à margem do sistema, ainda não tive filhos, não possuo patrimônio, não viajei pelo mundo e não consegui estabelecer uma rede social capaz de me ajudar profissionalmente.

Foi extremamente difícil tentar integrar-me a esse sistema. Demorei muito tempo até descobrir minha vocação autêntica e para entender que politicagem, subjetividade e, acima de tudo, a necessidade de estabelecer laços HONESTOS e SINCEROS com pessoas influentes (ou muito populares, ou dotadas de um alto poder político, social e/ou financeiro) é a única forma de se conseguir chegar aonde se quer sem sectarismo e com a capacidade de poder circular com respeito por vários ambientes diferentes inclusive em meio a severas divergências.

Jamais mudarei de lado. Porém, sei que que meu ponto-de-vista baseado em uma matriz teórica contemporânea gera um afastamento da visão reducionista e simplista que é progressivamente irreversível e autofágica em função da miopia da única forma aceita e conhecida de se fazer política: partidos e sindicatos mandam, os outros “bedecem”.

A paixão, a idolatria e a defesa incondicional de práticas e de pessoas cuja contribuição política e cidadã não vale meio centavo furado em relação a tudo o que OLÍVIO DUTRA protagonizou me fez estudar e pesquisar seriamente outras alternativas legitimamente políticas, politizadas e politizantes, atuantes, ativistas, cidadãs, esclarecidas e mobilizantes ainda emergentes cujos resultados têm sido muito mais eficientes do que sob lideranças centralizadoras baseadas em uma visão atrasada e retrógrada (que não tem nada a ver com o discurso direitista do ‘novo’).

Para mim, o declínio do sistema representativo político baseado em partidos cujo financiamento de campanha funciona de maneira X e que depende de uma espécie de relacionamento Y a fim de sobreviver às forças conservadoras (banqueiros, megacorporações globais, latifundiários, agronegócio, políticos de direita e corporações de mídia) exige uma ampla discussão a fim de buscar uma nova legislação capaz de fazer com que alterações profundas nesse modelo falido possam fazer com que ele volte a fazer sentido para a sociedade como um todo.

Enfim… Tudo o que demanda centralização, autoritarismo e pensamento único me torna extremamente pessimista e faz com que eu, alguém disposto e interessado em debater a respeito de qualquer coisa desde sempre, chegue ao extremo de considerar perda de tempo discutir política sob os moldes partidários, eleitorais e representativos sob este modelo.

Há muita gente extremamente lutadora, de biografia tão longa quanto significativa e que é muito conhecida no meio da esquerda sul-riograndense por uma quantidade enorme de militantes mergulhando em uma espiral de ilusão, de auto-enganação e de incapacidade total de analisar o macroambiente, por mais que leia, por mais que participe de palestras e cursos, por mais que viaje.

Há, tamb

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