CEO da Google explica a "Web 3.0

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Mr. Eric Schmidt tão-somente explica que os termos “Web 2.0″, 3.0 ou coisa parecida foram invenções de jornalistas a fim de compreender um fenômeno evolutivo da sociedade em rede.

O que importa é que a Web terá aplicativos customizáveis e gratuitos distribuídos de forma viral, englobando um número cada vez maior de funções e rodando em alta velocidade.

Lembro que a querida profª Marília Levacov já dizia, lá pelos idos de 2002/2003, que empresas como Adobe e outras já pensavam em vender módulos customizáveis de seus aplicativos.

Seria mais ou menos como alguém pagar só pra usar o Crop e o Gaussian Blur do Photoshop, mas não o resto. Pagaria tão-somente pelo uso desses módulos de aplicativos.

Como Schneider afirma que a distribuição será gratuita, viral e rodará via web em alta velocidade, vejo aí uma tendência cada vez maior de que os browsers sejam a interface principal do OS e que o peso dos OSs e do software comercial caia vertiginosamente nos próximos anos.

Aqui falou o Hélio centroavante que chuta de primeira com a bola rolando, não o aspirante a professor e pesquisador. De qualquer forma, não duvido que seja muito diferente…

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Garotas de Programa Mostram Seus Dotes em MP4

Reproduzo na íntegra matéria de Diógenes Muniz, da Folha Online, enviada pelo editor-chefe das revistas Mac+, MOB e Magnet da Editora Digerati, de São Paulo:

“Garotas de programa usam iPod Vídeo para arranjar clientes

Diógenes Muniz
da Folha Online

A profissão é conhecida como a mais velha do mundo, mas o modo de
anunciar é novíssimo. As 143 garotas de programa com perfil no site
M.Class (mclass.com.br) tem à disposição uma maneira hi-tech de
descolar clientes. Elas disponibilizam vídeos no formato MP4 para
serem baixados pelos marmanjos.

“Criamos a idéia há cerca de seis meses e ela vem fazendo muito
sucesso. Os homens colocam os vídeos nos iPods e levam para a
faculdade, academia… eles mostram suas ‘aquisições’ como álbums de
figurinha”, diz Rodrigo dos Santos, proprietário do site. Segundo
ele, o M.Class tem 50 mil acessos únicos por dia. O site
disponibiliza um vídeo a cada sete dias na seção “Gata da Semana”.
Para ficar ali, paga-se até mil reais.

Segundo o dono do negócio, a introdução de tecnologia no dia-a-dia
das acompanhantes é um sucesso. “Existe uma fila imensa de garotas
querendo ficar nesta seção. O faturamento delas triplica.” Os vídeos
duram entre três e quatro minutos. Os arquivos contém “making off” de
ensaios fotográficos feitos para o próprio site. Nada muito mais
ousado do que se vê na novela das oito.

“Na época em que me prostituía, se soubesse que isso era possível
usaria a ferramenta como uma opção a mais para divulgar meu
trabalho”, pondera Raquel Pacheco (ou Bruna Surfistinha),
especialista no babado –da tecnologia, no caso. A ex-garota de
programa é montada nas novidades do setor. Entre seus coqueluches
cita a conexão wireless do notebook, a TV com monitor LCD e DVD
embutido, o Smartphone, o iPod Nano e até o navegador GPS (sistema de
posicionamento global por satélite) de seu carro.

Acompanhantes sem os minutos de fama (ou os milhares de reais) de
Raquel também têm direito a algum conforto tecnológico. “Ganhei meu
iPod de um cliente americano faz uns cinco meses. Ele baixou meu
vídeo, colocou umas músicas e me deu”, conta Juliana (nome de
trabalho), que também tem anúncio no site.

Ela diz usar seu aparelho de 30GB para ouvir música enquanto malha e
para exibir seu “making off” para clientes e amigas. Em suas
palavras, o sistema do site “dá resultado”.

Para quem não pode comprar um iPod Vídeo (a partir de R$ 500), outros
MP4 players dão conta do recado por até R$ 200. O MP4 é um formato de
compressão de arquivos de vídeo que funciona de modo parecido ao MP3.
Ele suporta imagens com qualidade de DVD (MPEG-2), mas gera arquivos
bem menores, o que facilita a transmissão de imagens pela rede.”

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Blogs fake = publicidade pseudo-testemunhal

A colega Hanna postou na comunidade Pesquisa em Comunicação uma notícia sobre a criação de blogs falsos como forma de testemunho positivo a favor de empresas e produtos nos EUA. A Sony fez isso com o Playstation 3 através de um suposto adolescente fã de hip-hop e o Wall Mart utilizou um casal que viajara pela Gringolândia observando a alegria de trabalhar na mega rede de supermercados.”Me caiu os butiá do bolso”, como diria o gaudério. :P

WIKIA: nova ferramenta de busca

A partir de uma nota do MacCentral, Jimmy “Jimbo” Wales, fundador da enciclopédia livre e colaborativa Wikipedia, anunciou em seu blog, no último dia 23, o desenvolvimento de uma nova ferramenta de busca, a Wikia.

Em uma tradução livre, Jimbo justifica a necessidade de criar uma ferramenta de busca de código aberto (Open Source) assim:

A busca é parte da estrutura fundamental da Internet – e, atualmente, está avariada.

Por que está avariada? Pelos mesmos motivos que fazem o software proprietário estar sempre avariado: falta de liberdade, falta de comunidade (entenda-se também por falta de colaboração), falta de mensuração e falta de transpatrência. Aqui, iremos mudar tudo isso.”

A base da Wikia é composta pelas ferramentas de código aberto Lucene e Nutch. Lucene é uma interface de busca e indexação fundamentada em Java, mantida pela Apache Software Foundation. Nutch é uma API que permite abrir vários formatos de arquivo nos resultados da busca (não apenas HTML ou PDF) e que aceita diversas rotinas específicas da web como, por exemplo, um banco de dados sob forma de gráfico e um crawler.

Esperemos.