ELEIÇÃO NO GRÊMIO: FOTOS

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Parte da fila junto ao alambrado do suplementar

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Movimento intenso no pátio do OLÍMPICO MONUMENTAL

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A maior fila da eleição presidencial mais concorrida da história do clube

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Os carros ficaram na parte do pátio mais perto da Av. Cascatinha, dando espaço para os associados-eleitores exercerem a sua cidadania tricolor

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Muita gente fazendo boca de urna entre os portões 1 e 2

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À esquerda, com gola branca e mão no bolso, SAUL BERDICHEVSKY; atrás dele, a inconfundível melena de CACALO; ao centro, incentivando conselheiros e associados, a dupla mais vitoriosa de presidentes em 105 anos de GRÊMIO: FÁBIO KOFF e HÉLIO DOURADO

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Batendo palmas à esquerda, o discreto, eficiente, íntegro e boa praça RENATO MOREIRA (que ainda será um grande presidente)

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Simpatizantes da CHAPA 1 GRÊMIO VENCEDOR confraternizando com o ícone HÉLIO DOURADO

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SAUL BERDICHEVSKY, CAMPEÃO DO MUNDO e diretor de futebol vitorioso na gestão IRANY SANT’ANNA: outro que ainda terá a sua vez

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Com uma garrafa de água na mão e vibrando muito, o conselheiro EVANDRO KREBS. Ao centro, à frente do militante com a camiseta DUDA PRESIDENTE 1, CACALO

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CÉSAR PACHECO, diretor de futebol BICAMPEÃO DA LIBERTADORES

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A boca de urna na fila foi muito menos ostensiva do que em eleições anteriores: melhor assim

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De laranja, com seu porte físico avantajado, o ótimo repórter LUCIANINHO PÉRICO da Rádio Gaúcha

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Sim, havia gente das duas chapas na entrada da fila. Porém, não ficaram enchendo o saco como da vez anterior

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Boa parte dos 5.365 eleitores lotando o pátio principal do OLÍMPICO MONUMENTAL

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Putz… Por pura desinformação, deixei a LU pagar mico na fila: não sabia que ela não podia votar porque é minha dependente. Mesmo assim, a mesária poderia ter sido mais simpática

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Posto de distribuição de salsipão da CHAPA 1

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O gurizão à direita sobre o deck havia recém “assaltado” o fogão improvisado com o delicioso salchipão

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Posto de salchipão da CHAPA 2

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Faixas da GERAL DO GRÊMIO…
…Ou do GRÊMIO DA GERAL?!

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Nada como ter um conhecido na cobertura virada pra dentro do território gremista

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O senhor à direita é o grande exemplo de garra gremista na década de 1970: o mei

a YÚRA, hoje um próspero distribuidor de equipamento dentário e conselheiro tricolor

GRÊMIO: 105 ANOS DE HISTÓRIA JUNTO À FAMÍLIA PAZ

BANDEIRÃO DA GERAL DO GRÊMIO

BANDEIRÃO DA GERAL DO GRÊMIO

Vamos falar de história? ;)

Nasci pequeninho, mas cresci e conquistei tudo. Desde a nossa terra até o planeta Terra. Fui ao inferno para voltar como milagre. Se eu fosse uma pessoa, provavelmente não estaria fazendo 105 anos de pé. Mas eu não sou um. Sou vários. E sendo vários, sou imortal. Grêmio 105 anos. Obrigado por fazer parte dessa história.

A data mais do que centenária me enche de orgulho ao lembrar dos dois caras que me puseram nesta pra nunca mais sair: meu pai, JOÃO EDSON MENEZES PAZ (CACEQUI/RS, 19/06/1930 – PORTO ALEGRE/RS, 22/09/2002), engenheiro da VIAÇÃO FÉRREA DO RIO GRANDE DO SUL e da REDE FERROVIÁRIA FEDERAL S.A., presidente da ASSOCIAÇÃO DOS FERROVIÁRIOS APOSENTADOS DO RIO GRANDE DO SUL em seus últimos 17 anos de vida. De 1991 até sua morte, insistia em dizer que só ia a quase todos os jogos porque eu não dirijo. Mas ele realmente gostava de várias coisas. Entre elas: conversar sobre a vida, sobre tecnologia, sobre as suas histórias da infância e do trabalho, sobre os antepassados que eu não conheci, assistir qualquer tipo de programa no DISCOVERY CHANNEL, sobre política e, obviamente, sobre futebol; encontrar seus amigos todas as tardes de segunda a sexta e de fevereiro a dezembro na AFARGS mas, principalmente, ajudar a melhorar a qualidade de vida de mais de 6.000 associados.

O outro cara que me pôs nessa foi meu avô, EDEGAR PAZ PADILHA (SANTANA DO LIVRAMENTO/RS, 08/10/1903 – PORTO ALEGRE/RS, 09/1985) ainda registrado à moda hispânica, com o sobrenome do pai antes do sobrenome da mãe). Lembro de duas partidas históricas que eu compartilhei com o Vô na LIBERTADORES de 1983 (a melhor de todas, disparado, apesar de os mais jovens só lembrarem da de 1995): a sofrida vitória de virada por 2×1 sobre o AMERICA DE CÁLI, na qual o lendário goleiro MAZAROPI (se essa gurizada acha que DANRLEI era ‘o’ cara, podem tirar o seu cavalinho da chuva) defendeu o primeiro de mais de duas dezenas de pênaltis defendidos com a camisa TRICOLOR. O Pai passou no apê do Vô, que ficava na rua Francisco Ferrer, no bairro Rio Branco em Porto Alegre e nos levou direto ao OLÍMPICO MONUMENTAL. Como o Pai só aposentar-se-ia da RFFSA em outubro de 1983, ele não pôde ir conosco. Na volta, eu, com 10 anos, tive que encarar uma até então inédita, inesperada e irrecusável caminhada do OLÍMPICO até a Francisco Ferrer para o Pai me buscar lá pelas 18:10h. Era uma nublada e fria tarde de quarta-feira, 06/07/1983.

Acho que veio daí o meu enorme prazer em explorar a cidade a pé ou via transporte coletivo: um avô operário da VFRGS, um pai engenheiro de minas e metalurgia (URGS, 1956) e o meu desprendimento tipicamente geminiano, que me faz sentir um enorme prazer em ter contato com pessoas de qualquer origem e bater um frívolo papo com um desconhecido qualquer durante um passeio. O Pai também adorava o Centro de POA, e eu também não troco o Centro por shopping nenhum!

Meu irmão Ricardo teve seu auge como freqüentador do OLÍMPICO na sofrida década de 1970, quando ia aos jogos ou com o Vô Edegar, ou com nossos primos Daniel e José Daniel, ou com seus colegas de Rosário Xande e seus irmãos, Lalau e Felipe. Como ele é 14 anos mais velho do que eu, tivemos poucos jogos juntos. Foi com ele e com seu colega de faculdade Sérgio que eu pus meus pés pela primeira vez no estádio do tradicional adversário. Lá, experimentei pela primeira vez a estranhíssima sensação de ser minoria e de estar em território adversário. Infelizmente, estava bem atrás da goleira em que MAURO GERALDO GALVÃO (grande zagueiro, grande cidadão e uma agradabilíssima figura humana) fizera um gol de bicicleta. Também acompanhei naquele início de década de 1980 à virada de casaca do centroavante GERALDÃO, que era nosso e, depois, nos detonou quando jogou por “eles”.

Houve também um outro clássico no estádio “deles”, à noite, no qual houve um empolgante 2×2. Estávamos perdendo por 2×1, até que o inesquecível VALDO empatou. Foi minha segunda sensação de alívio depois daquela experimentada pela defesa do Lobão e pelaa virada contra o America em 1983.

No hexacampeonato gaúcho de 1990, eu, Ricardo e meu grande amigo Luciano Nunes Rolla, sobrinho-neto do lendário Oswaldo Rolla, o FOGUINHO, fomos nas cadeiras cativas e vibramos um monte com aquela goleada por 4×1. Normalmente comedido, de vibrar apenas erguendo o punho cerrado, o Ricardo foi talvez o precursor da avalanche, ao descer alguns degraus até o peitoril sobre a Social a cada gol. Eh, eh!

Também fomos a alguns jogos quando o meu sobrinhos Bernardo tinha mais ou menos dois ou três aninhos. O legal é que ele um dia pediu pra entrar em campo e jogar. Fomos ao histórico GRÊMIO 1×0 CRICIÚMA pelo BRASILEIRÃO de 1995, último jogo antes de viajarmos para decidir o Mundial em Tóquio, no qual o lateral ROGER (hoje no FLUMINENSE) marcou seu primeiro gol como profissional.

Também fomos eu, o Ricardo e o Pai no “me engana que eu gosto” da ISL, na apresentação de Astrada, Amato, Zinho e na volta de Paulo Nunes com o show da Ivete Sangalo antes do jogo.

No ano seguinte à morte do Pai, também fomos a uma boa quantidade de jogos juntos.

O mais legal é que, depois de várias tentativas, há quase três anos, encontrei uma mulher incrível, que vai comigo a todos os jogos do GRÊMIO, apesar de ter sido criada em uma família de gente muito legal, porém de péssimo gosto clubístico. Contudo, de tanto ouvir os cânticos da GERAL, rendeu-se completamente e assumiu o seu gremismo, pegando até mesmo uma leve antipatia pelo tradicional adversário, pelo qual não torce mais de jeito nenhum. Outro grande fator de aproximação da Lúcia (popularmente conhecida como ‘minha Lu do Hélio’) é que o filho dela, Leandro, também associou-se ao GRÊMIO e virou um torcedor que realmente sofre e fica de péssimo humor quando o TRICOLOR DOS PAMPAS perde ou empata. O Léo tem uma característica muito interessante: assim que a cabeça desincha, eu, como sou muito crítico, costumo pegar pesado ou apenas ver o pior lado da questão. Pois sabem que o guri me ajudou a encontrar um ponto de equilíbrio nas minhas análises?

Não sei se terei algum filho para poder deixar esse legado, nem por quanto tempo ainda poderei manter minha freqüência alta no OLÍMPICO, pois não tenho a menor idéia de como, quando e nem onde estarei morando nos próximos anos, já que as faculdades de Comunicação aqui no RS estão consolidadas e saturadas. Além disso, não gosto de inverno frio, úmido e nem chuvoso e adorei a experiência de morar por 10 meses no Rio de Janeiro entre 2000 e 2001.

Enfim… Se ficar por aqui, nada muda. Se tiver que emigrar para outro estado, estarei sempre junto ao consulado local.

E DÁ-LHE GRÊMIO!!!

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[B'08 25ª] GRÊMIO 1×2 GOIÁS

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Esta foi a primeira derrota do GRÊMIO no OLÍMPICO MONUMENTAL depois de cinco meses de invencibilidade em casa. Mas, por incrível que possa parecer para o leitor, não houve tragédia alguma para mim: afinal de contas, eu já esperava, devido à velocidade do GOIÁS e à qualidade do lateral-direito VÍTOR e do meu sonho de consumo há pelo menos oito temporadas: PAULO BAIER. Além disso, o único lugar onde o técnico HÉLIO DOS ANJOS trabalha onde costuma ser querido e obter bons resultados é exatamente o esmeraldino do Planalto Central.

Vocês lembram de um post que eu fiz bem no início do BRASILEIRÃO 2008 no qual havia dito que a tabela do segundo turno era extremamente ingrata para o TRICOLOR DOS PAMPAS? Meus temores mudaram um pouco em função do contexto.

Quem mudou a história do campeonato foi o próprio GRÊMIO de CELSO ROTH que, com um plantel de baixa velocidade e de baixa qualidade no passe, teve um mês para treinar. Depois da liderança inesperada e prolongada, as lesões passaram a desfalcar tanto o time titular como o banco de reservas. Não é culpa da direção nem do técnico, pois até o poderoso CHELSEA de FELIPÃO tem sofrido com os mesmos problemas que nos afligem.

Como temos deficiências mascaradas pela má vontade contra o técnico e por um primeiro turno brilhante, tornou-se comum realizarmos jogos piores em casa do que fora. Já que também erramos passes demais, não detemos a posse de bola por muito tempo. Então, os adversários mais velozes do que nós no contra-ataque – e/ou aqueles que erram menos passes – podem nos surpreender, sim, senhor.

Eu falei à minha Lu que temia muito por duas derrotas em casa: GOIÁS e BOTAFOGO. Uma já foi. Tomara que eu erre a outra…

Fora de casa, temos ATLÉTICO-PR desesperadíssimo e um histórico de péssimos resultados; o TRADICIONAL ADVERSÁRIO em ascensão, com o melhor plantel do BRASILEIRÃO 2008 disparado que, felizmente, ainda está um pouco desentrosado, mas está com o GRÊMIO atravessado na garganta; CRUZEIRO, time forte e quase certo na próxima COPA SANTANDER LIBERTADORES, em pleno MINEIRÃO; e, pra terminar, o temível PALMEIRAS no ESTÁDIO PALESTRA ITÁLIA – um verdadeiro caldeirão.

Pra terminar, a arbitragem: não gosto desse assunto. Contudo, estão começando a ocorrer alguns detalhes que definem o resultado contra nós exatamente contra times que não disputam quase nada, exceto o limbo ou a COPA NISSAN SUL-AMERICANA. Certamente, ontem, o fato de terem escalado um árbitro inexperiente (o catarinense CÉLIO AMORIM) em um jogo tido pelos mais passionais como “favas contadas” não foi gratuito, já que ainda pode-se dar a desculpa de que não há como desconfiar de nada porque não foi um cotejo contra algum dos adversários diretos.

Adoraria conquistar o TRI. Se não der, pelo menos a LIBERTADORES 2009 é quase certa.

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[SA'08 1ª V] BANGUZINHO 2×2 TRADICIONAL ADVERSÁRIO

Pra começo de conversa, não é uma vergonha apenas empatar contra OITO RESERVAS?! Pior: estavam ganhando por 2×0 faltando 10 MINUTOS pra acabar a partida.

Há classificações e classificações, assim como há empates com sabor de vitória e empates com sabor de derrota. No caso deste mata-mata totalmente inoportuno para o time que está na liderança do campeonato nacional mais parelho do mundo, a última bolachinha do pacote, que contou mais uma vez com a impressionante qualidade de cai-cai e com um único chute perigoso e um único cruzamento decente para a área em 90′ (que média incrível!) da BONEQUINHA DE LUXO nº 15 made in Argentina, novamente saiu na frente jogando com força máxima e cedeu o empate para um adversário completamente descaracterizado, desentrosado e desmotivado, que utilizou o torneio apenas para ganhar uns trocados e conhecer melhor o que andam aprontando no aterro junto ao PARQUE MARINHA DO BRASIL.

Vou falar mais sobre o maravilhoso time que obteve uma dificílima classificação para a próxima fase da COPA SUL-AMERICANA.

Desejo viagens bastante animadas e divertidas para todos os rincões do continente nos próximos meses. Se é importante terminar o ano com um título além da divisa do Mampituba, tudo de bom pra eles.

Mas é aquela coisa: é pela garra de um homem que se mede o seu valor. E quem tem mais garra não é necessariamente quem aparenta possuir maior qualidade técnica no papel.

clipped from globoesporte.globo.com

A reação que o Grêmio conseguiu no fim do Gre-Nal desta quinta-feira transformou o que era uma festa colorada em uma comemoração completamente colorida no Olímpico. Com o 2 a 2, o Inter avançou para a próxima fase da Copa Sul-Americana por ter marcado mais gols fora de casa (o primeiro jogo foi 1 a 1). Mas os gols de Perea, aos 38, e Soares, aos 43, encheram o torcedor gremista de orgulho.
A torcida do Grêmio voltou a repetir um grito que vem sendo comum nos jogos do Tricolor: “Grêmio vai ser campeão”. Alusão ao Campeonato Brasileiro, em que o time do Olímpico lidera com folga.
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GRÊMIO TEM MUITO MAIS PÚBLICO DO QUE OS VERMELHOS

TOTAL DE PÚBLICO (entre parênteses, o número de jogos em casa – GloboEsporte.com)

104.261 Flamengo/RJ (3)
83.027 Grêmio/RS (3)
64.334 Coritiba/PR (3)
60.968 Sport/PE (3)
55.495 Internacional/RS (3)
53.865 Cruzeiro/MG (3)
52.711 Náutico/PE (3)
49.296 Atlético/PR (3)
41.363 Vitória/BA (3)
33.775 Fluminense/RJ (3)
25.298 Atlético/MG (3)
23.337 Botafogo/RJ (3)
21.617 Palmeiras/SP (3)
20.543 São Paulo/SP (3)
16.650 Figueirense/SC (3)
14.757 Portuguesa/SP (4)
9.995 Goiás/GO (3)
9.694 Santos/SP (2)
9.435 Vasco/RJ (2)
6.139 Ipatinga/MG (3) 

 

MÉDIA DE PÚBLICO 

34.754 Flamengo/RJ (3)
27.676 Grêmio/RS (3)
21.445 Coritiba/PR (3)
20.323 Sport/PE (3)
18.498 Internacional/RS (3)
17.955 Cruzeiro/MG (3)
17.570 Náutico/PE (3)
16.432 Atlético/PR (3)
13.788 Vitória/BA (3)
11.258 Fluminense/RJ (3)
8.433 Atlético/MG (3)
7.779 Botafogo/RJ (3)
7.206 Palmeiras/SP (3)
6.848 São Paulo/SP (3)
5.550 Figueirense/SC (3)
4.847 Santos/SP (2)
4.718 Vasco/RJ (2)
3.689 Portuguesa/SP (4)
3.332 Goiás/GO (3)
2.046 Ipatinga/MG (3)
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Pra quem não é CAMPEÃO MUNDIAL FIFA, é um CLUBE SEGUNDINO e FALIDO e é treinado por um “BURRO”, isso não é nada mau… Ou seria?!

Tô burro, então?!

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