ACIDENTE, POSTE, NILO PEÇANHA, PORTO ALEGRE

MATÉRIA RETICENTE E NADA PROFUNDA DE ZEROHORA.COM sobre uma questão bastante grave que tem ocorrido na avenida Doutor Nilo Peçanha quase esquina com Rua Regente, no bairro Petrópolis: a CEEE substituiu mal dois postes abalroados por colisões de veículos que eventualmente ocorrem nos “pegas” constantes.

REPAREM na legenda do vídeo acima da matéria do fotógrafo Ronaldo Bernardi com meu nome errado. Portanto, sr. Taélio Sassen Pas, a culpa não foi minha! :P

Voltando à vaca fria, todo bovinense da gema tá careca de saber que a fundação do poste não foi bem feita. Um acidente como esse era pedra cantada há anos. Porém, o poste que parecia oferecer maior risco à comunidade e aos transeuntes era o seguinte, no mesmo canteiro. Conversei com três funcionários da CEEE que disseram que aquele poste não tinha problema.

Se eu fosse eles, trocava os dois de uma vez.

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EM BREVE, NOVO BLOG: http://www.heliopaz.com/ (1)

Muitos amigos já haviam lido, elogiado ou se queixado das frequentes experiências que eu tenho feito com a interface e com os recursos interativos disponíveis. Quanto a isso, este blog sempre será um laboratório que possa vir a me auxiliar na concretização de futuros projetos de pesquisa.

A agenda permanece a mesma:

– POLÍTICA: enquanto não precisar mudar de cidade ou até de estado por questões profissionais, as pautas prioritárias referem-se à análise e às queixas acerca dos fatos de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, com eventuais incursões em outros âmbitos. Agora… Caso precise sair daqui, a tendência é a de que eu passe muito tempo sem postar sobre a situação política seja daqui, seja de onde quer que eu passe a viver por uma questão que, a mim, parece óbvia: fora daqui, estarei desencaixado, desentrosado. Posso me adaptar facilmente à rotina urbana, mas vai demorar um certo tempo pra me inteirar de fatos e pessoas relacionados à política local. Além disso, Se for mesmo este o caso, sinto que estarei quase desautorizado a falar da realidade portoalegrense (e, talvez, até mesmo gaúcha) devido à distância física dos fatos e à falta de contato com possíveis fontes;

- CRÍTICA DAS PRÁTICAS DA MÍDIA CORPORATIVA: referem-se não apenas ao jornalismo, mas também poderão ser estendidas à publicidade. Todos os cursos da área da Comunicação oferecem um futuro promissor, criativo e gratificante para quem possui o dom de fazer um uso da técnica acima do esperado; tenacidade para não desistir diante das dificuldades; curiosidade para manter-se criativo, ágil, atualizado e disposto a aprender sem parar; honestidade, ética e comprometimento; competência no estabelecimento de suas próprias redes sociais e, dependendo do caso, disponibilidade financeira para tentar queimar etapas. O problema é que, infelizmente, no Brasil, sabe-se muito bem que as leis que deveriam regulamentar o setor são frouxas e que não existe democratização na mídia de massa. É nesse sentido que a crítica e a investigação serão realizados;

- ACADEMIA: estou longe de conhecer a fundo os meandros de uma série de temas relacionados às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) que minha querida orientadora de mestrado SUELY FRAGOSO possui, nem o capital cultural e social que a querida integrante da minha banca SANDRA MONTARDO tem pra pesquisar TICs voltadas à inclusão de Portadores de Necessidadees Especiais (PNE); também estou muito distante da experiência e do conhecimento em interatividade que o ALEX PRIMO apresenta; ainda não tenho a velocidade de assimilação de conceitos de redes sociais em Comunicação Mediada por Computador (CMC) que a RAQUEL RECUERO apresenta; e, finalmente, ainda me falta conseguir estabelecer um foco tão profundo na observação de focos de resistência na pós-modernidade do HENRIQUE ANTOUN ou da cada vez mais necessária procupação legal com a preservação da igualdade, da democracia e da pluralidade na internet que o SÉRGIO AMADEU costuma fazer. Terei o meu próprio estilo, o meu próprio caminho de pesquisa e me interessarei por objetos e temáticas semelhantes, porém sob outro viés sempre que possível.

Este blog não será especializado única e exclusivamente em interagir ou com pesquisadores, ou com alunos, ou com jornalistas e publicitários, ou com militantes e ativistas. Também não é um blog específico sobre o GRÊMIO e sobre diversos esportes. Sempre pensei em escrever pra quem quiser ler, pra quem se interessar em debater, ensinar ou aprender. A troca, o compartilhamento, o estabelecimento de relações profissionais e de amizade são muito mais importante do que os índices de audiência ou do que me preocupar em tentar arranjar patrocínios pra não escrever de graça. Sinceramente, nunca tive uma opinião formada sobre isso e, mesmo que quisesse, acho que o tempo de virar problogger já passou.

O meu interesse maior é aprender, deduzir e tentar comprovar coisas de uma maneira coloquial e compreensível pelo internauta em geral. Pra isso, tentarei ser um acadêmico não o sendo. Sei que blogs temáticos cujo conteúdo é voltado para um interagente definido de maneira bem específica e segmentada apresentam uma visibilidade muito maior, ainda mais se estiverem ou sob um blogring ou condomínio de blogs, ou se estiverem sob o guarda-chuva da mídia corporativa.

Mas não é isso o que eu quero: quero apenas ter liberdade pra experimentar ferramentas e para que o caldo de assuntos que atravessa a minha vida torne-se público.

A vida em sociedade, pra mim, depende substancialmente de tornar públicas as minhas posições em relação a tudo aquilo que me inquieta. Por isso, deixo bem claros tanto os meus gostos pessoais quanto o lado para o qual meus valores pendem.

METAMORFOSE AMBULANTE é a chave – exceto em termos clubísticos, religiosos e ideológicos. Então, quem já me conhece desde os deletados BLACKÃO e BASTANTÃO e que visita este aqui (HELIOPAZ), fica sabendo que farei um upgrade de plataforma ao registrar domínio e pagar hospedagem.

FIQUEM ATENTOS: será ainda neste fim de semana. Dependo da autorização do registro do meu domínio e da liberação das ferramentas de administração de conteúdo por parte do serviço de hospedagem para efetivar essa mudança para uma casa definitiva.

De qualquer forma, este blog ainda será atualizado durante alguns dias e ele não será deletado. Ninguém será pego desprevenido e não haverá perda nenhuma, pois, assim como migreui todo o conteúdo do meu antiquíssimo blog deletado no BLOGGER para os três blogs do WORDPRESS e como migrei o conteúdo dos blogs BLACKÃO e BASTANTÃO para HELIOPAZ.WORDPRESS.COM, nada será perdido no definitivo endereço

HTTP://WWW.HELIOPAZ.COM/

Peço aos amigos blogueiros que concedem a gentileza de endossar o meu blog na sua lista de links (ou blogroll) que, depois que a mudança tiver sido completada, mudem a URL de seus links para

HTTP://WWW.HELIOPAZ.COM/

PORTO ALEGRE: FÓRUM, VEREADOR, REPRESENTATIVIDADE, CONSTITUIÇÃO

Embora o circo já estivesse armado há muito tempo, o fato de o vereador que coordena o Fórum de Entidades agora ser o TONI PROENÇA do PPS, não facilita demais as coisas para os cimentistas?

Percebam a diferença ideológica e de comprometimento com o Fórum entre o recém empossado e a Neuza Canabarro…

Tudo bem, queimar o cara que eu nem conheço por antecedência é temerário. Porém, “esse aqui é irmão desse”, que todos nós sabemos a quem defende e o que é capaz de fazer para defender os intere$$e$ da sua catrefa…

Porto Alegre está cada vez mais feia, cada vez mais insalubre e as soluções estão diminuindo junto com a quantidade de pessoas da classe média urbana realmente politizadas e ativistas.

Meus compromissos me impedem de participar como gostaria. Fui a duas sessões na câmara, posto algo no meu blog, leio os de vocês constantemente e troco figurinhas com o Rodrigo Cardia e com o Cesar sempre que nos encontramos. O que me deixa tão triste é sentir que a sãopaulização de POA está andando a passos largos e este é um caminho sem volta.

Não que deva-se conformar-se com a situação, nem que deva-se deixar de resistir. O problema é que o peso e a frequência das conquistas do nosso lado estão se tornando cada vez menores.

Acho que a única ajuda viável no momento é a interpelação judicial que o Beto Moesch vai fazer, se não me engano, ao Ministério Público Federal, a fim de fazer valer a Constituição.

Só nos resta saber se o lobby do deputado federal Eliseu Padilha junto ao Ministro da Aeronáutica para liberar geral construções de até 82m de altura sob o falso pretexto de gerar 30 mil empregos na construção civil da capital será mais forte do que a Carta Magna ou não…

PORTO ALEGRE: OU MUDA AGORA, OU ACABA DE VEZ

O custo em eletricidade para iluminar e bombear água em prédios e a diminuição da sociabilidade tornam o porto-alegrense mais frio, menos politizado, indiferente, passivo e pouco participativo

O altíssimo custo em eletricidade para iluminar e bombear água em prédios; a diminuição da sociabilidade; a mega produção concentrada de lixo e de esgoto e as doenças respiratórias cada vez mais comuns em função da poluição gerada pelo excesso de pessoas que trafegam sozinhas em seus automóveis tornam o porto-alegrense mais frio, menos politizado, indiferente, passivo e pouco participativo

Fonte segura me informou sobre algo muito grave que, infelizmente, não foi e nem será veiculado na mídia corporativa com o devido destaque.

O deputado federal ELISEU PADILHA (PMDB, senhor feudal do Litoral Norte que, conforme meus pensamentos mais descrentes na falta de inteligência e de politização dos gaúchos em geral, deverá ser, dentro de no máximo 12 anos, governador do RIO GRANDE DO SUL) foi incumbido pelos intere$$e$ da construção civil a fazer lobby junto ao ministro da AERONÁUTICA em Brasília para que seja liberada a construção de prédios de até 82m de altura em PORTO ALEGRE. O argumento do pouco competente e nada técnico ex-ministro dos transportes de FHC foi na seguinte linha: caso as construtoras possam fazer quase tudo o que quiserem na cidade, seriam gerados 30 mil empregos na construção civil.

Esse papo faz com que os sindicatos dos operários ou inocentes úteis (contratados com salário mínimo e que dificilmente ganham hora extra ou buscam seus direitos) apoie incondicionalmente essa iniciativa tanto por necessidade como por ignorância. Então, a contrariedade técnica, política, simbólica, ideológica e afetiva representada pelos movimentos sociais, pelas ONGs, pelas associações de bairro e por uma multidão de classe média quase excluída das entrevistas, das colunas e dos comentários não é vista pelos consumidores mais conservadores do noticiário regional. Dessa forma, os empresários da construção civil, que representam uma das parcelas mais significativas dos anunciantes corporativos dos veículos impressos da RBS (juntamente com bancos, montadoras de automóveis, operadoras de telefonia móvel, grande varejo e o agronegócio monocultor, extensivo, transgênico, latifundiário, exportador e comoditizador) são blindados pelo discurso 100% favorável a seus intere$$e$ por essa mídia hegemônica.

Enfim, é ASSIM que a coisa funciona…

A falta de liberdade e de descentralização nos meios de comunicação alija-nos de um dos direitos mais importantes registrados na CONSTITUIÇÃO DE 1988, que é o direito à comunicação, isto é, de sermos bem informados, da maneira menos imparcial e mais massiva possível, com democracia e pluralidade de opiniões, a fim de ajudar a sociedade a DEBATER, DISCUTIR, ENVOLVER-SE com a política econômica, simbólica e partidária que, queiram ou não, definem, sim, grande parte de nosso futuro como habitantes de uma urbe cuja preservação, evolução, planejamento e salubridade depende, mais do que nunca, da SUSTENTABILIDADE que NÓS MESMOS somos capazes de definirmos a partir de um AGIR SOCIAL voltado para o BEM COMUM.

Segundo o Ministério da Aeronáutica e a ANAC, o ângulo mais agudo possível em termos de segurança para aterrissagens e decolagens em função da distância dos supostos espigões comerciais e residenciais do entorno da ‘arena’ permitiria, “estourando a tanga” (como diria o filho da minha noiva), 64m – o que já é um absurdo.

Até onde se sabe, a animação que ainda não transformou-se em um projeto suficientemente formal a ponto de poder ser apreciado por técnicos competentes (biólogos, engenheiros civis, arquitetos urbanistas e advogados). No entanto, a intenção é construir prédios de 72m.

Para vocês terem uma idéia, moro em um prédio construído em 1972 no bairro Petrópolis. Na época, era o prédio residencial mais alto da cidade, assim como o prédio vizinho também da mesma época e com um projeto quase igual, executados pela mesma construtora, que é (ou era, não sei mais se existe) de São Paulo. Cada um desses dois condomínios possui 15 andares e mais as torres dos elevadores com antenas de operadoras de telefonia móvel, totalizando aproximadamente 50m cada.

Como ambos ficam no início da descida de uma colina em uma avenida muito movimentada e há uma série de outros prédios (os menores com quatro, os maiores com 12 andares) até o pé da colina, todos lado a lado em uma curva aberta, forma-se um paredão que, no inverno, é responsável pelo encanamento e pelos uivos de ventos fortes e gelados em função do atrito com os cantos das fachadas dos prédios. Dada a sombra desses prédios sobre a calçada, a sensação térmica e a dificuldade de evaporação da umidade no inverno são terríveis.

Quando viemos morar aqui há quase 15 anos atrás, podíamos enxergar até mesmo os veículos trafegando na Av. Carlos Gomes. Hoje, quase não se consegue enxergar além da primeira quadra paralela à Av. Nilo Peçanha naquela direção.

Naquela época, eu pegava sol durante grande parte do dia nas calçadas de quase todas as ruas nos quadriláteros compreendidos entre Anita Garibaldi, Carlos Gomes, Carlos Trein Filho e Nilo Peçanha e também entre Carlos Gomes, Nilo Peçanha, Carazinho e Protásio Alves. Atualmente, apenas os privilegiados moradores da feia e triste paisagem formada pelos prédios com 15 anos ou menos de construção e pelo menos oito andares de altura que dizimaram no mínimo 80% das casas dessa região recebem insolação durante boa parte do dia. Mesmo assim, dentro de seus apartamentos de R$250.000,00 a R$1.200.000,00, localizados em “pombais de luxo”. Nas calçadas das ruas que não tangenciam a direção que o sol faz do nascente ao poente, o que antigamente era sinônimo de qualidade de vida agora tornou-se um ambiente menos salubre.

A população de Porto Alegre, no censo de 1980, apresentava pouco menos de 1.300.000 habitantes. Hoje, passadas quase três décadas, é a capital que apresentou o menor crescimento vegetativo de sua população, não chegando ainda a 1.500.000 segundo a última estimatica do IBGE.

Então, COMO JÁ FALEI, a supervalorização dos imóveis muito acima da inflação, do dólar e das necessidades do CUB e a construção desenfreada de prédios que empilham famílias umas sobre as outras é MUITO SUSPEITA: muito MESMO. Em termos de qualidade de vida, a segurança – ao contrário do que o uso incompetente e a dilapidação do patrimônio e do corpo funcional da Polícia militar por parte de um estado que mente o tempo inteiro sobre uma suposta solvência de suas pesadas dívidas – é resultado de educação, saúde e respeito à diversidade das pessoas que compõem a nossa paisagem. Não é passando o tempo inteiro dentro de casulos móveis poluidores e enclausurados dentro de fortalezas (in)violáveis com grades e pesados custos condominiais com a contratação de portaria e segurança que a situação irá melhorar. É importante salientar, ainda, que as empresas particulares de vigilância estão também entre os grandes anunciantes da mídia. O resultado desse investimento publicitário que sustenta a mídia é o aumento sensacionalista da proporção da violência urbana a fim de disseminar o medo entre a parcela mais conservadora e inculta da classe média, aquela mais egoísta e que menos se mistura com o povo a qual chamo carinhosamente de CLASSE MÉRDIA.

O que inibe a ação dos criminosos é a presença maciça de pessoas NAS CALÇADAS, nas PRAÇAS, nos PARQUES. O que atrai os criminosos é o fato da maioria das pessoas preferirem trafegar dentro de casulos dos quais dificilmente tem como escapar de uma ação violenta vinda por trás ou pelos lados.

A falta de preocupação com a qualidade do ar, com a biodiversidade e com o risco de aumento de doenças respiratórias sobretudo durante o inverno facilitaram a construção desses monstros, abrindo o precedente para que a região mais nobre da cidade entre o Centro e a zona norte (São João, Higienópolis, Auxiliadora, Petrópolis, Bela Vista, Mont Serrat, Três Figueiras, Chácara das Pedras, Independência e Rio Branco) fosse, com o tempo, tornando-se cravejada por esses prédios residenciais.

É por isso que eu, como todo bom apocalíptico, penso sempre no pior antes de pensar no melhor, já que esta é a única maneira de nos prevenirmos ou de modificarmos radicalmente o estado das coisas. A pressão feita pelo pessoal do FÓRUM DE ENTIDADES é fundamental, engajada, esclarecedora, madura e, acima de tudo, honesta e altruísta. Todavia, se não houver uma pressão real da CLASSE MÉRDIA (egoísta, IGNORANTE e DESPOLITIZADA) que se cala e deixa que decidam tudo por ela, PORTO ALEGRE vai acabar, pois já possui traços marcantes DO QUE DE PIOR EXISTE EM SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO.

Enquanto a mídia corporativa e a maioria das pessoas não se conscientizarem de que o excesso de concreto, cimento, tijolos, vidro e o aço propagam calor piorando a sensação térmica do verão e que esses materiais não funcionam como substitutos do equilíbrio térmico proporcionado pela evapotranspiração da terra nua, das árvores e das plantas em geral, PORTO ALEGRE está caminhando para a beira do abismo.

Conheço as capitais de 16 estados brasileiros. Só não tive o prazer de visitar as capitais das regiões norte e centro-oeste, além de Teresina e São Luís. Posso afirmar sem medo de errar que, em termos de pior qualidade de vida, São Paulo é a primeira e Porto Alegre é a segunda, seguida de perto por Curitiba e Goiânia.

Não por acaso as cidades onde a construção civil deita e rola.

DISSERTAÇÃO ONLINE

A todos os interessados, agora que já possuo o título de mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (um dos únicos cinco cursos da área com conceito 5 na CAPES – rumo ao primeiro 6 em Comunicação do Brasil) com o conceito final 9,25 (A), posso liberar os arquivos em PDF para apreciação pública.

Antes de defender minha pesquisa e de obter a titulação, era extremamente arriscado publicar um material inédito, pois existem muitos pesquisadores que escrevem muito rápido e estão habituados a publicar nos periódicos da área com bastante desenvoltura. Isso poderia matar o caráter original do objeto que decidi observar e da árdua construção metodológica moldada pelas transformações ocorridas no objeto com o passar do tempo e também pela matriz teórica que eu escolhi, já que algum deles poderia ter tido as mesmas sacações que eu tive antes de mim, inutilizando dois anos de trabalho.

Pra quem se incomoda com política, com gaúchos, com crítica do jornalismo e não entende bulhufas de Comunicação, aviso que a banca gostou muito da fluência do meu texto, que facilita a vida de qualquer leigo, apesar de eu ainda precisar reforçar uma nota de rodapé na pág. 14 e de afirmar a metodologia adocada como netnografia e não como etnografia, pois o encontro presencial não consiste em etnografia.

Ofereço todos os arquivos do trabalho final através de links para dois excelentes sites de redes sociais colaborativas de compartilhamento de arquivos: o SCRIBD e o BOX.net. Recomendo que todos assinem a versão gratuita de pelo menos um desses serviços – o que já dá bastante pano pra manga. ;)

E o link no SCRIBD, é ESTE AQUI.

O link no BOX.net, por sua vez, é ESTE OUTRO.

Espero que muita gente se interesse e que este blog se encha de comentários com críticas, sugestões e dúvidas. Responderei com todo o prazer e paciência deste mundo. :)