VIAJE COM O GRÊMIO PARA BARRANQUILLA!

Torcedor no mesmo avião dos jogadores

No jogo desta noite, O Grêmio e a Aerotur sortearão (entre os sócios Ouro e Diamante) uma passagem para ver o Grêmio na Colômbia!

O sorteio será realizado antes do início do jogo e o anúncio do ganhador será no intervalo. Fique atento!

Mas para quem não tiver sorte, o Grêmio, juntamente com a Aerotur Agência de Viagens, está disponibilizando lugares exclusivos no mesmo voo da delegação gremista para o jogo contra o Junior de Barranquilla, na Colômbia, no estádio Metropolitano.

O Clube está abrindo seu voo fretado para que 50 torcedores possam fazer essa viagens inesquecível rumo ao tricampeonato da Libertadores.

O Departamento de Futebol confirmou que na quarta-feira, dia 23, os jogadores realizam o treino de reconhecimento do gramado do estádio Metropolitano.

Confira abaixo todas as informações para você viajar junto com o Tricolor lembrando que o associado pode adquirir o pacote com preço promocional.

Fretamento Grêmio Whitejets:

Voo charter com a delegação e jogadores do Grêmio para o jogo contra o Junior Barranquilla.

Lugares disponíveis: 50

Ida: 22/02 – saída prevista 8h30min (voo com escala em Manaus)

Volta: 25/02 – após o término do jogo

O pacote inclui:

• Passagem aérea ida e volta em vôo fretado;

• Hospedagem Hotel Smart Suites com café da manhã;

• Transfer aeroporto/hotel/estádio/aeroporto;

• Passeio pelos principais pontos turísticos de Barranquilla;

• Ingresso Setor visitante Estádio Metropolitano – Barranquilla;

• Taxas de embarque de Porto Alegre e de Barranquilla;

Valor do pacote em apartamento duplo: R$ 3253,00 (ou 3x R$1085,00)

Valor do pacote em apartamento individual: R$ 3649,00 (ou 3xR$ 1216,00)

Não inclui:

*Taxas de bagagem extra;

**Gastos com despesas pessoais.

***Para reservas é necessário nome completo, RG e data de nascimento.

Documentação necessária para a viagem:

Carteira de identidade SSP em bom estado de conservação (com emissão de no máximo 10 anos) ou Passaporte com validade de 6 meses após a data do embarque.

Para a viagem de menor de idade, apresentar autorização do Juizado de Menores.

**Recomendado vacina da Febre Amarela

Maiores informações: aerotur@aerotur.com <mailto:aerotur@aerotur.com> ou pelo telefone (51) 3228. 8144

QUE TIPO DE SÓCIO DO GRÊMIO EU SOU?

Meu saudoso pai João Edson Menezes Paz tinha o título patrimonial de matrícula nº 70 0108150.8. Infelizmente, por enquanto, ainda não sei qual o ano da sua associação ao Grêmio, pois a Mãe ainda não conseguiu encontrar o título do Pai. Esperamos que tal documento não tenha sido extraviado e que seja possível eu obter uma cópia ou um comprovante legal autenticado e atual no Quadro Social, já que nenhum de meus irmãos o possui.

Em 2005, de comum acordo e com total apoio e consentimento da minha mãe, do meu irmão e das minhas irmãs, tive a honra e a responsabilidade de poder passar para o meu nome o título que era do Pai. Por telefone, a funcionária do Quadro Social que me atendeu à época disse que eu não precisava de procuração, autorização, reconhecimento de firma e nem pagar taxa alguma: bastava apresentar a certidão de óbito do meu pai e a minha certidão de nascimento.

Feita a troca, não foi-me solicitado nenhum documento em particular e nem tampouco me deram comprovante da transação.

Minha carteira diz, ao invés de PATRIMONIAL como no caso do meu pai, PROPRIETÁRIO. Possuo guardadas algumas carteiras do Pai (válida até dezembro de 1981, válida até setembro de 1992, válida até dezembro de 1992 e um cartão magnético sem validade definida). Também tenho uma minha, de dependente, válida até 1985.

A minha carteira de proprietário não possui o mesmo número da carteira patrimonial do Pai. Minha matrícula é 53374, desde 04/03/2005. Minha companheira, Lúcia Isabel da Silva Schenini, é minha dependente e sua carteira possui um número de matrícula diferente do meu: 74648 (sócia desde 16/09/2006).

Estive no Quadro Social no sábado da véspera do jogo contra o Corinthians pelo Brasileirão 2009 junto de minha esposa. Perguntei a uma das funcionárias atuais do Quadro Social se proprietário significava patrimonial e se havia mesmo sido feita a transferência de propriedade do título do meu pai para mim. Sem buscar nenhum documento nos arquivos e sem me mostrar nenhum comprovante, afirmou que sim.

Portanto, estou na dúvida a respeito da minha categoria associativa no Grêmio e se realmente herdei o título do meu pai. Temo por apenas ter sido associado de maneira normal sem nenhum registro existente ou válido da associação do meu pai e, consequentemente, de ter perdido a propriedade sobre o seu título.

Da mesma forma, temo ainda pela possibilidade do meu título de sócio proprietário não significar absolutamente nada em termos de transferência de direitos de uso dos bens móveis e imóveis do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense referentes ao Estádio Olímpico Monumental para uma suposta Arena do Grêmio no Humaitá ou em qualquer outra localidade.

Caso não tenha havido transferência para meu nome e caso eu tenha sido enganado, como posso buscar por meus direitos na Justiça? Se essa situação ocorrer, haveria antes desse último recurso a possibilidade de requerer alguma troca de categoria, contrato ou título junto ao Quadro Social?

RESUMO: sou sócio patrimonial ou proprietário? O que ganho e o que perco ao pertencer a uma categoria e não à outra? A herança do meu pai é válida ou não? Em caso de engano ou de má fé por parte do clube, como reverter a situação?

DENÚNCIA, INTER: SÓCIO ANTIGO AGORA PAGA PARA FILHOS ASSISTIREM AOS JOGOS

Os colorados que me perdoem de me meter no clube deles – ainda mais porque os problemas do Grêmio não são poucos. Contudo, podemos traçar uma analogia e até mesmo nos unirmos: afinal de contas, as incertezas em relação aos direitos do associado patrimonial (oportunamente chamado de ‘proprietário’ a partir da Gestão Odone) na futura Arena são muito semelhantes ao que meu cunhado Eduardo da Silva Schenini, coloradaço, relata abaixo.

Assim como ele, MILHARES de colorados estão sendo lesado como associados titulares do Parque Gigante com direito ao uso do Beira-Rio para assistir aos jogos sem pagar ingresso como parte do pacote que costumava reger o contrato da respectiva categoria associativa.

Uma possível ASSOCIAÇÃO DOS ASSOCIADOS PATRIMONIAIS DA DUPLA GRENAL teria muito mais força para reivindicarmos nossos direitos do que se cada torcedor lesado tiver que procurar o PROCON (que, por experiência própria, favorece quase sempre à indústria ou ao mau fornecedor de produtos e serviços) individualmente.

Eis o relato do Eduardo. Inicialmente, foi endereçado ao colunista Paulo Sant’Ana, mas o apelo vale para todos os comunicadores com espaço privilegiado na mídia corporativa:

 

 

Agora chega!! Ou como transformar uma paixão em relação comercial!!??

Estou enviando esta correspondência por que já não sei mais a quem apelar – a não ser para a Justiça. Não gostaria de fazer isso com o meu clube do coração, mas não me deixam outra alternativa quando burlam os direitos de meus filhos colorados de paixão. Se você publicar esta carta com os acontecimentos que relato talvez ajude a parar com esses abusos contra os consumidores e torcedores do Internacional.

É um absurdo o que estão fazendo com milhares de torcedores do Internacional proprietários de títulos do Parque Gigante: quando o time não tinha nenhum título de vulto internacional, nem sequer uma Copa do Brasil, essas pessoas contribuíam para o clube pela paixão pelo seu Colorado.

Muitos, como é o meu caso, compraram o título do Parque Gigante ainda na planta (sem ter nada no terreno). Acreditavam no clube e na sua grandeza e queriam ajudar a construí-la. Afora isso, um dos argumentos dos vendedores dos títulos do Parque Gigante – na época – era de que tanto o sócio quanto os dependentes do Parque Gigante teriam direito a entrar nos jogos do Inter no Beira-Rio de graça. Quando comprei o título do Parque Gigante era setembro de 1981. Ainda tenho o carnê para comprovar.

No entanto, desde que o Inter ganhou o campeonato mundial, começaram a acontecer coisas estranhas com os sócios do Parque Gigante.

Primeiro houve um aumento da mensalidade em mais de 100%: de R$ 35,00 para R$ 53,00. Depois, naquele velho processo de que os bons pagam pelos ruins, obrigaram os dependentes do Parque Gigante e, por conseqüência, os sócios que iam ao jogo com seus dependentes a entrarem somente pelo portão 2, diferenciando-os dos demais sócios, como se fossem torcedores de uma outra classe. Alegaram na época que era para impedir fraudes. Quer dizer ao invés de colocar gente para conferir as carteiras, puniram todos os sócios do Parque Gigante, e, só os do parque, como se outros sócios não fizessem falcatrua com as carteiras. Então eu os meus filhos e minha esposa que nunca participamos deste tipo de fraude pagamos pela falta de ética dos outros e pela imcompetência da administração do inter, no controle de acesso do Beira-Rio com as carteiras!!

Continuando as coisas estranhas, os sócios do Parque Gigante por lógica e direito sempre colocaram os seus carros dentro do Parque Gigante. Então para ganhar mais uns trocados, o inter inventou que o sócio do parque gigante teria que pagar para estacionar o seu carro em dias de jogos, mas, como eles “são bonzinhos”, eles deixariam os sócios do clube pagarem um pouco menos que os demais torcedores.

Agora, por fim, veio esta de cobrar 50% de ingresso de todos os dependentes do Parque Gigante mesmo daqueles que compraram os títulos há mais de 20 anos atrás quando os vendedores vendiam o título do parque, informando que os sócios e dependentes não pagariam nada para ingressar nos jogos do Beira-Rio. Minha única alternativa é procurar o PROCON e recomendo que todos os demais sócios que se sentirem lesados façam o mesmo. Se não eles continuarão cada vez mais tirando nossos direitos, pois eles contam que somente alguns poucos entram na justiça. Esta é a lógica do “mercado” da atual direção colorada. Tanto é que a atendente e a gerente da Central de Atendimento ao Sócio que me atendeu disse que eu tinha que provar para ela que eu tinha um determinado título para que meu dependentes tivessem acesso. Não bastou eu apresentar o carnê de pagamento. Eles alegam que não possuem mais os títulos antigos arquivados e quem tem de provar é o sócio. Portanto, eles contam que os sócios não tenham guardado o título durante mais de 20 anos para impedir os dependentes de sócio do Parque Gigante de entrar no Beira-Rio sem pagar. O que a Diretoria atual, devido ao time estar em alta consideram um privilégio e que na época em que eu comprei o título era considerado direito, talvez por que eles precisassem que fossem mais pessoas no estádio. Agora esta diretoria está dizendo que não precisa mais destes torcedores, a não ser, é claro que eles paguem mais, além da mensalidade de sócio do Parque Gigante para entrar. Esta é a lógica desta diretoria, transforma a paixão colorada numa relação mercantilista transformando o clube do povo num clube elitista e excludente. Que pena… Dá-lhe Inter!!! Como diria Mário Quintana, ‘eles passarão eu passarinho!’”

ARENA: FIM DO GRÊMIO COMO CLUBE É CULPA DO CONSELHO

Projeto atual, obediente ao Plano Diretor, compativel com a realidade do clube, de propriedade do próprio GRÊMIO

Projeto atual, obediente ao Plano Diretor, compatível com a realidade do clube, de propriedade do próprio GRÊMIO

POR QUE A ARENA NÃO FAZ SENTIDO:

1) A Itália reformou parte de seus estádios para a Copa de 1990 e não construiu nenhum novo estádio;

2) A França só construiu o Stade de France. Nem mesmo o lendário Velodrome de Marseille foi coberto;

3) A Arena da Baixada tem ingressos caríssimos, o público elitizou além da conta e o estádio raramente lota. A idéia do “multiuso” foi por água abaixo à medida que Curitiba é um centro menor, pouco atrativo, assim como Porto Alegre, para atrair uma quantidade de shows musicais, teatrais, circenses e de outros esportes capaz de pagar o investimento e gerar lucro. É a lei da oferta e da procura em seu estado básico;

4) A FIFA jamais exigiu da África do Sul estádios cobertos, estacionamentos para milhares de automóveis, metrô, zilhões de linhas de ônibus ou coisa parecida: seu caderno de encargos é realista de acordo com a realidade de cada país. As melhorias urbanas devem ser sustentáveis, com mais metrô, mais hidrovias, mais ferrovias, energia solar e eólica, diminuição de automóveis e concreto – jamais por causa da Copa do Mundo mas, sim, por necessidade;

5) Por acaso alguém ainda estava iludido achando que a propriedade do estádio no Humaitá seria do GRÊMIO? Se o estádio não é nosso, logo, por que diabos o futuro proprietário teria a necessidade, o interesse ou a obrigação de agir como se fosse um clube? Às favas com as gerações de trouxas que, ao invés de consumidores irracionais de todo e qualquer produto pintado de azul, branco e preto inventados por eles, ainda têm o desplante de terem o clube de futebol como ponto-chave de sua identidade como porto-alegrenses e como fãs de futebol;

6) Em várias entrevistas no rádio, todo e qualquer integrante da gestão Odone (principalmente o executivo Antonini) que falava sobre a questão do associado na Arena sempre dava respostas evasivas, tergiversava e, não-raro, gaguejava;

7) Um amigo economista experiente, alto executivo de uma empresa de capital misto do ramo petroquímico, afirmou que, em condições econômicas normais com base no tamanho de Porto Alegre e na atividade comercial e industrial da cidade, a Arena não sai. Pra ela sair, só mesmo com capital de risco (o conselheiro Cacaio Azambuja defende essa hipótese; eu, não, por causa das aventuras proporcionadas por Bandeira e Guerreiro) ou com propriedade de terceiros (e terceiros ligados ao carlismo baiano, definitivamente, são inconfiáveis ao extremo);

8) Seja porque o GRÊMIO está com a corda no pescoço, seja porque não existe outra área disponível para a construção de um estádio de futebol em Porto Alegre, não importa: mudar o Plano Diretor para construir espigões na já feia e insalubre capital gaúcha é falcatrua, é velhacaria, é pôr os interesses de alguns poucos que desejam colocar um clube de futebol na frente dos interesses econômicos, sociais e ambientais de quase 1,5 milhão de habitantes;

9) A reunião da Chapa 3 para as eleições do Conselho Deliberativo no final de setembro de 2006 trouxe muitos esclarecimentos na palavra dos hoje conselheiros Roberto Sommer, JORGE DEBIAGI (cujo modus operandi empresarial sou VEEMENTEMENTE CONTRA na questão do PONTAL DO ESTALEIRO, mas concordo com ele em relação ao GRÊMIO) e Paulo Roberto Ferrer. Estranhamente, aquela combatividade e a oposição que a chapa GRÊMIO IMORTAL E UNIDO ofereciam naquele pleito e que me convenceram a votar neles foi parcialmente perdida: na época, para mim, eles ainda representavam uma alternativa de resistência à política megalomaníaca, irresponsável e oportunista proporcionada pelos movimentos GRÊMIO NOVO e GRÊMIO INDEPENDENTE (bem como o BLOG LOBISTA vinculado ao primeiro), pela contaminação dos suspeitos da FRAUDE DO DETRAN nesta gestão (quem acompanha o RS URGENTE já sabia disso antes mesmo da bomba estourar em 2008) – todos amigos de ODONE que, por sinal, indicou BANDEIRA para a presidência mais malfadada da história do clube e que é amigo de GUERREIRO. Enfim, todos esses e mais os conselheiros omissos e falsamente opositores ao grupo citado neste parágrafo também são responsáveis pela aceitação da parceria não apenas com a OAS, mas com a presepada inicial da TBZ (outra empresa ‘idônea’, como podem ver).

O tipo de “MODERNIDADE” pregado por essas pessoas é comprovadamente falimentar e clientelista: observem bem COM QUAL TIPO DE EMPRESA ELES GOSTAM DE FAZER ACORDOS.

CADÊ A COMBATIVIDADE? CADÊ A OPOSIÇÃO? CADÊ O INTERESSE DO ASSOCIADO?! Ou, melhor: PORTO ALEGRE VAI TORNAR-SE UM LUGAR AINDA PIOR DO QUE JÁ É PRA SE VIVER.

No final das contas, apesar da discordância meramente pontual em determinadas questões, a esmagadora maioria do Conselho Deliberativo do GRÊMIO infelizmente não faz oposição, não critica publicamente, não esclarece as suas posições perante o associado que elegeu facções inclusas nas chapas e tem feito apenas um tímido movimento na direção de preservar os direitos do associado em geral.

Mesmo aqueles com quem concordo deveriam deixar de lado a covardia de vociferar em dezenas de blogs sem mostrar a cara. Afinal de contas, tem gente que sabe muito mais do que eu – um simples associado – que prefere a comodidade e o oportunismo de posicionar-se às escondidas. Opinar sem ofender e apresentar fatos sem mentir é o mais pleno exercício de cidadania e não o contrário. Por isso, admiro muito a coragem e o desprendimento do associado EDUARDO BERNARDON, responsável pelo melhor esclarecimento a respeito do papel de otário que manter-se sócio do GRÊMIO representará caso a OAS da família ACM respaldada pela gestão ODONE tome conta da vida do TRICOLOR.

Meu amigo GUGA TÜRCK e o pessoal do GRÊMIO

Como sempre, abro espaço neste blog para a manifestação dos conselheiros que não merecem ser jogados em uma vala comum, isto é, que não merecem ser incluídos na (até prova em contrário) necessária generalização que estou fazendo. Mas peço argumentações racionais, didáticas, reflexivas e especializadas, porém sem um tecnicismo desnecessário e sem abusar do apelo retórico.

Minha discordância é programática, técnica e ideológica. Pra quem ainda pretende enganar alguém com a retórica de que não deve-se ideologizar ou politizar a vida, recomendo conhecer mais sobre História, Ciências Sociais e Comunicação. Afinal de contas, tudo na vida é política (até mesmo o amor, o altruísmo e o hedonismo), toda aplicação técnica de qualquer área do conhecimento é ideológica e relacionada ao contexto sócio-econômico e cultural.

Estou profundamente decepcionado: afinal de contas, mesmo que haja profissionais capacitados e pessoas honestas no Conselho, infelizmente, sua maioria pensa de maneira oligárquica e excludente, ao passo que os fragários possuem diversos projetos de responsabilidade social e desenvolveram um modelo de negócio capaz de alavancar o seu crescimento sem jamais deixar de deter a propriedade de seus bens ou de jogar pelo ralo os direitos de seus associados.

Se o NOVO ESTÁDIO OLÍMPICO MONUMENTAL não sair com um projeto semelhante ao oferecido pelos arquitetos simpatizantes do GRÊMIO ACIMA DE TUDO no próprio lugar do OLÍMPICO, a vida do GRÊMIO e o prazer de torcer pelo clube correrão por entre os dedos como grãos de areia.

Sinceramente, ao contrário do que o respeitável e experiente conselheiro ANTÔNIO CARLOS AZAMBUJA (um senhor que já li e ouvi bastante e que encontrei algumas vezes porém sem ter o prazer de conversarmos pessoalmente) já escreveu no site do MOVIMENTO GRÊMIO UNIDO, ainda não considero inexorável a possibilidade de termos que mudar para o Humaitá: afinal de contas, ninguém contava com a pressão do FÓRUM DE ENTIDADES nem com o veto do prefeito José Fogaça contra o PONTAL DO ESTALEIRO, mas os vereadores da “bancada do concreto” tiveram que recuar.

Dizem que não se deve acusar nem ser pessimista até prova em contrário. Todavia, estamos no Brasil. E, seja em momentos de maior ou de menor crescimento, sob qualquer ideologia predominante em cada um desses momentos, HONESTIDADE e TRANSPARÊNCIA nunca foram O FORTE dessa CULTURA.

JAMAIS PODEMOS NOS ESQUECER DOS PODERES QUE DESEJAM LIQUIDAR COM A AUTONOMIA DO GRÊMIO E COM A QUALIDADE DE VIDA NA CIDADE.

GRÊMIO: SÓCIO PATRIMONIAL ≠ SÓCIO PROPRIETÁRIO?

A solução para os problemas do GRÊMIO pode ser positiva ou negativa para a cidade. SEJA PARTE DA DECISÃO. CONTESTE. INFORME-SE.

A solução para os problemas do GRÊMIO pode ser positiva ou negativa para a cidade. SEJA PARTE DA DECISÃO. CONTESTE. INFORME-SE.

A partir de um convite recebido para opinar quanto à situação de abandono oportunista e de desobediência ao estatuto do clube protagonizado por integrantes da atual gestão com a infeliz conivência de parte do CD (que, caso discordasse dessa prática, já teria iniciado a fiscalização e a cobrança sobre os Conselhos de Administração e Fiscal há mais de um ano e meio atrás), descobri hoje, no imperdível blog GRÊMIO SEMPRE IMORTAL, um movimento de conselheiros e associados ilustres voltado ao esclarecimento e à plena garantia dos direitos que o alterado status de sócio patrimonial para sócio proprietário está-se formando.

Fico muito preocupado com a situação dos antigos sócios patrimoniais – categoria que, até prova em contrário, foi substituída na nomenclatura e (provavelmente) também no que tange aos direitos e deveres dos agora chamados sócios-proprietários. Afinal de contas, sou proprietário de que: do Olímpico? De Eldorado? Do Cristal? Da Ilha do Pavão? De todos? De nenhum deles?!

Em 1995, transferi, com concordância da minha mãe e do meu irmão Ricardo, o então título patrimonial do meu pai, João Edson Menezes Paz, falecido em 2002, para o meu nome. Apesar de não ter precisado pagar por essa transferência, não sei se, ao invés de uma simples e justa transferência de propriedade, o Quadro Social da gestão Odone teria feito uma “jogada” para que, em casos como o meu, quando a Arena estiver pronta, nem eu e nem os milhares de antigos associados teremos direito a nada.

O blog ALMA GREMISTA parece crer em uma retórica muito bonita e, à primeira vista, confortante para o associado nesta situação. Porém, ainda não vi absolutamente nada a respeito sob a forma de emenda estatutária ou de comprometimento legal lavrado em cartório dirigido aos associados.

Voltando a meu último post, sei que o projeto atual deu trabalho a um grupo de conselheiros e que os mentores da Arena no Humaitá sob a gestão Odone e iniciativa do MGN. Todavia, além das PROPOSTAS que fiz no post anterior e de suas justificativas bastante plausíveis, também acho importante tentar derrubar a Arena no Humaitá muito em função das imensas nebulosidades e opacidades que até um mané jurídico, administrativo e econômico como eu consegue detectar após duas horas de conversas com especialistas desinteressados.

Seja concordando, seja discordando de mim, dificilmente encontro em algum dos tantos excelentes blogs não-vinculados às alas de Odone, Guerreiro, MGN e MGI posições a la “Lei de Gerson”. Considero que o homem é sempre um ator social e um ser essencialmente político, cujo senso de justiça deve visar primeiramente atender aos direitos de uma coletividade que, se estiver bem, fará com que a qualidade de vida do cidadão como indivíduo melhore.

Portanto, contra toda unanimidade e contra todo falso consenso, o papel consciente e participativo de qualquer pessoa envolvida com qualquer causa é o de TENSIONAR O SISTEMA: afinal de contas, sem tensão, não há progresso.

Nesse ponto, parabenizo os blogs ALMA DA GERAL, GRÊMIO ACIMA DE TUDO, GRÊMIO IMORTAL e o BLOG DA CORNETA PRÓ-GRÊMIO por serem atuantes e politizados. A falta dessa qualidade reflete diretamente na decadência ética, moral, legislativa e executiva do gaúcho médio.

Também parabenizo ao colunista HILTOR MOMBACH, do CORREIO DO POVO, que colabora com a nossa causa divulgando posições contrárias ao status quo.

Aliás, uma pergunta: por que a RBS JAMAIS critica, investiga ou dá voz às nossas posições? Não seria em função do seu alto comprometimento com as causas de seus anunciantes da construção civil nos classificados?! Ou porque os tucanos agora possuem plenos poderes dentro da empresa?