GRÊMIO CAMPEÃO MUNDIAL 1983

O dia mais feliz da vida de todos os gremistas até aqui.A atuação mais perfeita do maior jogador de futebol que a humanidade já viu: RENATO PORTALUPPI!Parabéns a todos nós pelos 25 anos de nossa maior conquista!

[vodpod id=ExternalVideo.759990&w=425&h=350&fv=midiaId%3D920621%26amp%3BautoStart%3Dfalse%26amp%3Bwidth%3D270%26amp%3Bheight%3D220]

more about "GRÊMIO CAMPEÃO MUNDIAL 1983", posted with vodpod

POR QUE LUXA NUNCA TRABALHOU NO SÃO PAULO?

E por que ele talvez não consiga mais voltar a treinar um grande clube de um grande centro europeu:
clipped from globoesporte.globo.com
…Até o quadro de funcionários que forma a comissão técnica de Muricy Ramalho é fixo. O treinador só trouxe ao São Paulo um homem de confiança: Tata, seu auxiliar. Os outros integrantes têm vínculo com o clube e permanecem mesmo que haja troca de treinador, o que não vai acontecer para 2009. Muricy está garantido.

- Aqui o técnico só tem um auxiliar de confiança, os demais membros da comissão técnica fazem parte do clube. Muricy tem mais um ano de contrato e não há qualquer manifestação para que ele saia – completa o dirigente.

blog it

DUDA PRESIDENTE DO GRÊMIO


A chapa 1 venceu a eleição presidencial do GRÊMIO FOOTBALL PORTO-ALEGRENSE para o biênio 2009-2010.

DUDA KROEFF, filho do saudoso patrono FERNANDO KROEFF, tem sua primeira chance de colaborar diretamente com o clube através do cargo de maior responsabilidade dentro do clube.

O resultado final divulgado pelo presidente do Conselho Deliberativo RAUL RÉGIS DE FREITAS LIMA foi o seguinte:

TOTAL DE ASSOCIADOS VOTANTES: 5.365 (100%)
CHAPA 1 (DUDA KROEFF): 2.909 (54,22%)
CHAPA 2 (ANTÔNIO VICENTE MARTINS): 2.452 (45,7%)
VOTOS EM BRANCO: 1 (0,01%)
VOTOS NULOS: 3 (0,05%)

Daqui pra frente, todo mundo se junta: parabéns a ambos os candidatos, que são cavalheiros. Vicente irá ajudar Duda, como deixou isso bem claro no abraço logo após o anúncio do resultado.

Vicente terá a sua vez. É um grande sujeito.

Pessoalmente, me parece que foi muito mais uma derrota pessoal de ODONE e de seus amigos também ligados a GUERREIRO por causa de uma postura pessoal ora inadequada, ora autoritária, que prejudicou a intenção dos movimentos políticos que apoiaram a chapa.

Seria bom se o MGN tivesse podido permanecer no Conselho de Administração em função do seu bom trabalho. Todavia, a “parceria” não ajudou. Daqui para a frente, só o tempo irá dizer se o MGN ainda será visto como um movimento independente com livre trânsito ou se acabará rotulado como um grupo identificado com a facção de ODONE. Particularmente, tenho muita fé de que o movimento não será prejudicado por isso.

O EDUARDO CAMINHA do MGI, só pra variar, quase sempre que me encontra, reclama das minhas escolhas. Concordamos apenas uma vez (e será muito difícil eu repetir aquela opção por ODONE). Mas o argumento dele não me convenceu.

Essa cantilena de “se não fosse pela gente, tu não estarias aqui votando agora” é inconsistente: o MGN aprendeu e conseguiu ter sua demanda pelo voto direto e pela diminuição da cláusula de barreira convivendo com todos os grupos políticos – quem não se lembra da chapa 2 GRÊMIO VENCEDOR KOFF E CACALO em 2004? Naquela ocasião, estavam com o MGN (ou o MGN estava com eles) movimentos como o GRÊMIO UNIDO – que é mais antigo, possui mais integrantes e apóia DUDA.

Então, dizer que eu estaria do lado dos caciques que não queriam permitir o voto do associado só porque vários deles estavam com DUDA e que estaria sendo incoerente é uma besteira sem tamanho. Como eu ouvi do JORGE BASTOS após o processo eleitoral de 2004, foi feita uma nova história no GRÊMIO e não tem mais volta. Tenho certeza de que vários dos caciques ligados a ODONE também eram contra a eleição direta, mas a pressão foi irresistível.

No mais, acho que é muito mais importante lembrar que RENATO MOREIRA e CACALO tiveram um papel muito mais decisivo na volta do GRÊMIO à SÉRIE A em 2005 do que ODONE e PELAIPE: em primeiro lugar, o nosso time não era grande coisa melhor do que os outros – tínhamos, sim, o melhor técnico.

Enquanto ODONE queria tirar o time de campo (conseqüentemente, o STJD puniria o GRÊMIO com uma derrota por placar mínimo – o que nos manteria no inferno), CACALO não deixou a torcida TRICOLOR invadir o gramado dos AFLITOS e RENATO MOREIRA convenceu a todos de que deveríamos deixar bater o pênalti e seguir jogando.

DE QUE LADO MOREIRA E CACALO ESTÃO?! Meritíssimo, sem mais perguntas…

É como eu digo: não se avalia política a partir de meras relações de causa e efeito que ficam apenas boiando na superfície das relações. Costuras e afinidades programáticas, profissionais, familiares e afetivas significam um mergulho mais fundo pra se compreender as engrenagens que movimentam o GRÊMIO.

No mais, o embate retórico e as ironias de parte a parte verificadas nos comentários, nos comunicados oficiais e também nos blogs de TODOS os movimentos sem exceção agora perdem o sentido.

Pelo menos até a próxima contradição surgida em uma reunião do CD…

Muitas vezes, esse papo furado entra para o folclore. Mas, às vezes, cansa.

Vamos seguir o baile: uma nova gestão precisa começar a partir de uma transição pacífica e transparente. Eleições no GRÊMIO representam um momento bianual onde senhores experientes que atuam como cabos eleitorais mas que não terão um cargo definido na futura gestão caso sua chapa seja eleita voltam quase ao jardim de infância. Isso é salutar, pois significa que eles ainda têm muita lenha pra queimar.

Afinal de contas, é melhor brincar de LEGO do que brincar de esconde-esconde.

Mas, quer saber de uma coisa? Caso eu tenha que sair de PORTO ALEGRE por motivos profissionais, esses momentos darão muita saudade.

Falando sério: façam como o cavalheiro ANTÔNIO VICENTE MARTINS e não torçam o nariz para a próxima gestão. Afinal de contas, O GRÊMIO É DE TODOS!

GRÊMIO: 105 ANOS DE HISTÓRIA JUNTO À FAMÍLIA PAZ

BANDEIRÃO DA GERAL DO GRÊMIO

BANDEIRÃO DA GERAL DO GRÊMIO

Vamos falar de história? ;)

Nasci pequeninho, mas cresci e conquistei tudo. Desde a nossa terra até o planeta Terra. Fui ao inferno para voltar como milagre. Se eu fosse uma pessoa, provavelmente não estaria fazendo 105 anos de pé. Mas eu não sou um. Sou vários. E sendo vários, sou imortal. Grêmio 105 anos. Obrigado por fazer parte dessa história.

A data mais do que centenária me enche de orgulho ao lembrar dos dois caras que me puseram nesta pra nunca mais sair: meu pai, JOÃO EDSON MENEZES PAZ (CACEQUI/RS, 19/06/1930 – PORTO ALEGRE/RS, 22/09/2002), engenheiro da VIAÇÃO FÉRREA DO RIO GRANDE DO SUL e da REDE FERROVIÁRIA FEDERAL S.A., presidente da ASSOCIAÇÃO DOS FERROVIÁRIOS APOSENTADOS DO RIO GRANDE DO SUL em seus últimos 17 anos de vida. De 1991 até sua morte, insistia em dizer que só ia a quase todos os jogos porque eu não dirijo. Mas ele realmente gostava de várias coisas. Entre elas: conversar sobre a vida, sobre tecnologia, sobre as suas histórias da infância e do trabalho, sobre os antepassados que eu não conheci, assistir qualquer tipo de programa no DISCOVERY CHANNEL, sobre política e, obviamente, sobre futebol; encontrar seus amigos todas as tardes de segunda a sexta e de fevereiro a dezembro na AFARGS mas, principalmente, ajudar a melhorar a qualidade de vida de mais de 6.000 associados.

O outro cara que me pôs nessa foi meu avô, EDEGAR PAZ PADILHA (SANTANA DO LIVRAMENTO/RS, 08/10/1903 – PORTO ALEGRE/RS, 09/1985) ainda registrado à moda hispânica, com o sobrenome do pai antes do sobrenome da mãe). Lembro de duas partidas históricas que eu compartilhei com o Vô na LIBERTADORES de 1983 (a melhor de todas, disparado, apesar de os mais jovens só lembrarem da de 1995): a sofrida vitória de virada por 2×1 sobre o AMERICA DE CÁLI, na qual o lendário goleiro MAZAROPI (se essa gurizada acha que DANRLEI era ‘o’ cara, podem tirar o seu cavalinho da chuva) defendeu o primeiro de mais de duas dezenas de pênaltis defendidos com a camisa TRICOLOR. O Pai passou no apê do Vô, que ficava na rua Francisco Ferrer, no bairro Rio Branco em Porto Alegre e nos levou direto ao OLÍMPICO MONUMENTAL. Como o Pai só aposentar-se-ia da RFFSA em outubro de 1983, ele não pôde ir conosco. Na volta, eu, com 10 anos, tive que encarar uma até então inédita, inesperada e irrecusável caminhada do OLÍMPICO até a Francisco Ferrer para o Pai me buscar lá pelas 18:10h. Era uma nublada e fria tarde de quarta-feira, 06/07/1983.

Acho que veio daí o meu enorme prazer em explorar a cidade a pé ou via transporte coletivo: um avô operário da VFRGS, um pai engenheiro de minas e metalurgia (URGS, 1956) e o meu desprendimento tipicamente geminiano, que me faz sentir um enorme prazer em ter contato com pessoas de qualquer origem e bater um frívolo papo com um desconhecido qualquer durante um passeio. O Pai também adorava o Centro de POA, e eu também não troco o Centro por shopping nenhum!

Meu irmão Ricardo teve seu auge como freqüentador do OLÍMPICO na sofrida década de 1970, quando ia aos jogos ou com o Vô Edegar, ou com nossos primos Daniel e José Daniel, ou com seus colegas de Rosário Xande e seus irmãos, Lalau e Felipe. Como ele é 14 anos mais velho do que eu, tivemos poucos jogos juntos. Foi com ele e com seu colega de faculdade Sérgio que eu pus meus pés pela primeira vez no estádio do tradicional adversário. Lá, experimentei pela primeira vez a estranhíssima sensação de ser minoria e de estar em território adversário. Infelizmente, estava bem atrás da goleira em que MAURO GERALDO GALVÃO (grande zagueiro, grande cidadão e uma agradabilíssima figura humana) fizera um gol de bicicleta. Também acompanhei naquele início de década de 1980 à virada de casaca do centroavante GERALDÃO, que era nosso e, depois, nos detonou quando jogou por “eles”.

Houve também um outro clássico no estádio “deles”, à noite, no qual houve um empolgante 2×2. Estávamos perdendo por 2×1, até que o inesquecível VALDO empatou. Foi minha segunda sensação de alívio depois daquela experimentada pela defesa do Lobão e pelaa virada contra o America em 1983.

No hexacampeonato gaúcho de 1990, eu, Ricardo e meu grande amigo Luciano Nunes Rolla, sobrinho-neto do lendário Oswaldo Rolla, o FOGUINHO, fomos nas cadeiras cativas e vibramos um monte com aquela goleada por 4×1. Normalmente comedido, de vibrar apenas erguendo o punho cerrado, o Ricardo foi talvez o precursor da avalanche, ao descer alguns degraus até o peitoril sobre a Social a cada gol. Eh, eh!

Também fomos a alguns jogos quando o meu sobrinhos Bernardo tinha mais ou menos dois ou três aninhos. O legal é que ele um dia pediu pra entrar em campo e jogar. Fomos ao histórico GRÊMIO 1×0 CRICIÚMA pelo BRASILEIRÃO de 1995, último jogo antes de viajarmos para decidir o Mundial em Tóquio, no qual o lateral ROGER (hoje no FLUMINENSE) marcou seu primeiro gol como profissional.

Também fomos eu, o Ricardo e o Pai no “me engana que eu gosto” da ISL, na apresentação de Astrada, Amato, Zinho e na volta de Paulo Nunes com o show da Ivete Sangalo antes do jogo.

No ano seguinte à morte do Pai, também fomos a uma boa quantidade de jogos juntos.

O mais legal é que, depois de várias tentativas, há quase três anos, encontrei uma mulher incrível, que vai comigo a todos os jogos do GRÊMIO, apesar de ter sido criada em uma família de gente muito legal, porém de péssimo gosto clubístico. Contudo, de tanto ouvir os cânticos da GERAL, rendeu-se completamente e assumiu o seu gremismo, pegando até mesmo uma leve antipatia pelo tradicional adversário, pelo qual não torce mais de jeito nenhum. Outro grande fator de aproximação da Lúcia (popularmente conhecida como ‘minha Lu do Hélio’) é que o filho dela, Leandro, também associou-se ao GRÊMIO e virou um torcedor que realmente sofre e fica de péssimo humor quando o TRICOLOR DOS PAMPAS perde ou empata. O Léo tem uma característica muito interessante: assim que a cabeça desincha, eu, como sou muito crítico, costumo pegar pesado ou apenas ver o pior lado da questão. Pois sabem que o guri me ajudou a encontrar um ponto de equilíbrio nas minhas análises?

Não sei se terei algum filho para poder deixar esse legado, nem por quanto tempo ainda poderei manter minha freqüência alta no OLÍMPICO, pois não tenho a menor idéia de como, quando e nem onde estarei morando nos próximos anos, já que as faculdades de Comunicação aqui no RS estão consolidadas e saturadas. Além disso, não gosto de inverno frio, úmido e nem chuvoso e adorei a experiência de morar por 10 meses no Rio de Janeiro entre 2000 e 2001.

Enfim… Se ficar por aqui, nada muda. Se tiver que emigrar para outro estado, estarei sempre junto ao consulado local.

E DÁ-LHE GRÊMIO!!!

, , , , , , , , , , , ,

Powered by ScribeFire.

DIEGO SOUZA: GREMISTAS FAZEM TEMPESTADE EM COPO D'ÁGUA

http://msn.lancenet.com.br/resources/264573.jpg

Ainda não comentei nada sobre o DIEGO SOUZA porque acho que a esmagadora maioria das manifestações contrárias ao que o jogador diz são movidas por uma intensa passionalidade quase que totalmente desprovida de racionalidade.

DIZEM que o agente dele, DIZEM que o BENFICA, DIZEM que o próprio DIEGO SOUZA… Enfim, tão-somente DIZEM. Até agora, nada comprovado – não houve NENHUMA declaração formal sobre por que o jogador não ficou no GRÊMIO, embora sempre tenha deixado claro que gostava daqui e, sobretudo, da torcida. O mais próximo disso parece estar aqui.

Ele nunca disse “eu amo o GRÊMIO mais do que minha própria vida e jamais irei sair daqui”. Tampouco declarou, quando saiu daqui, que “iria para um clube maior ou melhor”: simplesmente recebeu uma proposta maior, assim como o seu ex-proprietário, o clube rubro lisboeta.

Qualquer profissional faria exatamente a mesma coisa. É o mesmo motivo infantil, ingênuo, ignorante e por vezes até mal-intencionado pelo qual parte da torcida TRICOLOR não gosta de RONALDINHO.

Afinal de contas, o que o atleta falou de tão “grave” de tão “ofensivo”, de tão “desrespeitoso” ou de tão “insolente” sobre ou contra o EXÉRCITO DE FERRO COM A ALMA CASTELHANA que defendera com muita honra na temporada 2007?

DIEGO SOUZA tão-somente fez duas análises racionais sobre como pensa que será possível a ele – hoje funcionário de um postulante ao título que é um respeitabilíssimo adversário do seu ex-clube – e ao PALMEIRAS superar o GRÊMIO.

Foram apenas CONJECTURAS: a apresentação de duas HIPÓTESES que, de maneira alguma, podem ser confirmadas sem a devida comprovação a partir dos exemplos factuais que ele torce para que aconteçam no decorrer deste 2º turno.

Ele não disse nenhuma verdade. E também não mentiu. A única atitude que cabe à torcida do GRÊMIO, ao invés de vaiar o “traidor” só porque este não quis passar “o resto de sua vida” defendendo a nossa camiseta (que não precisa e nem pode ser o melhor lugar do mundo pra se trabalhar sempre, pois não tem como ser o melhor pagador e nem como formar o melhor plantel do universo) é respeitá-lo e exigir respeito dele.

No que tange à sua principal hipótese (isto é, de que o GRÊMIO não irá suportar a pressão de acumular alguns resultados negativos enquanto seus principais perseguidores param de perder pontos bobos), como quem fala o que quer ouve o que não quer, caso o GRÊMIO chegue aonde nós queremos que chegue (ao TRICAMPEONATO BRASILEIRO), DIEGO SOUZA merecerá toda a flauta e toda a corneta do mundo.

Mas sem ressentimento, sem revanchismo, sem raiva, sem ódio, sem desrespeito.

Como eu já falei n vezes aqui, por mais gremista que eu seja, não posso me furtar ao difícil trabalho de tentar enxergar os fatos do futebol como se estivesse em um outro ambiente, procurando ser frio na hora da minha observação.

, , , , , , , , ,

Powered by ScribeFire.