BERLUSCONI NA TV: KAKÁ FICA

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Os comentaristas tornaram-se torcedores na hora: observem o momento em que o âncora do programa pede pra cortar o microfone dos demais componentes da mesa (ou, ao menos, daquele que se mostrou mais “saliente”… :P

Se eles não são milanistas, das duas, uma: ou vibraram de maneira provinciana (‘Chupa, Inglaterra: ele prefere a Itália!’)…

…Ou são uns baita puxa-sacos do primeiro-ministro e dono da emissora. :P

Falando nisso, a Itália é muito mais reaça do que o Brasil. Pelo menos aqui nos resta o consolo de quew o principal mandatário político do nosso país não é o mesmo cara que domina a mídia como lá.

GRÊMIO: IMAGENS EM SERIADO EUA

Internacional, na verdade, é o GRÊMIO.

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BREVE CRÍTICA DO JORNALISMO

Mais do que tentar influenciar e realizar a manipulação, a distorção, a descontextualização e a omissão, QUALQUER tipo de mídia (seja a corporativa ou a alternativa) produz enunciados que revelam não apenas os interesses dos seus patrocinadores financeiros e políticos como também seus próprios interesses cruzados em negócios paralelos através do conservadorismo da classe média ou do idealismo de menos de 20% dos integrantes de cada classe social.

Pobre quase não lê jornal ou revista: mídia de pobre é TV aberta e rádio. Quando uma pessoa pobre de pouco estudo e sem nenhum tipo de engajamento político ou social relevante ascende socialmente – se já não é – torna-se conservadora e entra no ciclo dos graúdos, tendo-os como referência de sucesso. A essa altura dos acontecimentos, eles nem querem saber se 80% dos ricos obtém seu lucro de maneira ilícita.

A mensagem trafega por uma via de mão dupla, de tal forma que a mídia influencia e é influenciada pela sociedade. As palavras são escritas sob encomenda do público-alvo. O jornalista é um romancista, um cronista ou um ensaísta de ficção que conta uma história segundo seu modo particular de ver o mundo, mas não percebe isso: ele acredita estar lidando com a verdade. Ele acredita ser imparcial. Ele acredita estar prestando um serviço de utilidade pública relevante à população. Contudo, verdade e imparcialidade não existem: cada um conta a sua versão e fim de papo.

No caso da mídia corporativa, ela escreve para pessoas conservadoras e eleva ao cargo de editor e de repórter-sênior na maioria das vezes profissionais conservadores.

Isso não deveria surpreender a ninguém. Afinal de contas, quem critica essa mídia corporativa como nós o fazemos sabemos muito bem que pouquíssima gente possui interesse e preparo para perceber que não faz parte do público-alvo desses jornais e revistas.

Logo, seria mais producente criticar suas palavras a partir de algum resultado prático nocivo ao exercício da cidadania sob uma visão de esquerda.

A chave que torna as histórias menos falsas chama-se EDUCAÇÃO.

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ANÚNCIOS PAGOS NA MÍDIA CORPORATIVA

Há uma série de ações na internet cujo efeito é inócuo. Talvez a principal delas seja a petição. O problema das petições é que elas não possuem nenhum valor legal em função da facilidade de preencher um nome que não pode ser comprovado em outro país (p. ex. o CPF só funciona no Brasil e o security number só funciona nos EUA).

Além disso, qualquer um pode reunir milhões de endereços de e-mail. E nenhum endereço de e-mail funciona como identificação válida. Portanto, a esmagadora maioria de quem recebe uma petição por e-mail considera-o como spam. Portanto, é um mau produto para as esquerdas, já que está fora do fluxo natural de informação, de consumo e de sociabilidade da classe média urbana, que é a parte da sociedade que DEVERIA ser mais bem informada a respeito da cidadania global.

Descobri uma nova forma de investir em mensagens com amplo alcance nos meios de comunicação de massa. No entanto, os movimentos sociais precisam entrar na lógica do mercado e do consumo tal como ele se apresenta para o senso comum SEM PRECONCEITO.

Como exemplo disso, a IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS adquiriu um império através de uma mensagem que dizimou a base da IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA no BRASIL porque o discurso católico, além de ultra-conservador, é uma pregação da era do rádio ou, voltando mais ainda no tempo, da cultura oral. A partir do contestado PADRE MARCELO ROSSI é que os católicos passaram a investir em marketing para conhecer o seu MERCADO potencial, como atingi-lo e como GERAR CONSUMO. Apesar da ampla gama de padres serem velhos e da maioria dos crentes romanos também possuir idade avançada, mesmo que tenha perdido o bonde da história, já está obtendo resultados positivos.

No site da AVAAZ, paguei 5 dólares por uma fração do valor de um anúncio de página inteira para ser veiculado no principal jornal da África do Sul relativo à questão do ZIMBÁBUE. Não precisa juntar mais do que 130 ou 140 doadores de cinco “verdinhas” pra bancar o anúncio.

O PIG define suas pautas da seguinte forma: os assuntos são incluídas e excluídas da edição em função do comercial: novos anúncios = editor deleta, reduz ou amplia uma determinada matéria, de acordo com a necessidade. Se o anúncio e o fato não são mentirosos, como há um cliente e eles estão interessados no dinheiro, se a esquerda se mobilizar, pode mudar toda a face de um jornal impresso.

Caso um jornal negue um anúncio; caso uma rádio negue um spot ou um jingle; caso um site comercial negue-se a publicar um banner; e caso uma emissora de TV se negue a veicular um comercial, PROCON e CONAR neles.

O importante é o negociador gravar e salvar todos os contatos que tiver com o comercial dos veículos, publicar qualquer negativa em blogs e acionar o Ministério Público.

Se eu estiver errado, por favor, algum advogado me ajude!

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