[CBL'13 G8 5ª] GRÊMIO 0×0 FLUMINENSE

O difícil jogo de ontem na Arena foi uma montanha russa de emoções. Conforme havia concordado com o César Augusto Fernandes do Grêmio do Prata, o escrete luxemburguês iniciara o cotejo repetindo o contraproducente padrão de marcação passiva.

“Mas como funciona essa tal marcação passiva? E se existe marcação passiva, logo, deve haver também uma marcação ativa…”

- Marcação passiva: sem chegar junto ao adversário, apenas acompanhando-o de frente. Só tenta dar o bote caso haja alguma pressão corpo a corpo;

- Marcação ativa: encurta o campo, posiciona todo o time em diagonais bastante próximas que podem ser rapidamente cobertas pelo colega imediatamente mais próximo na matriz da linha de baixo.

Pois bem: o time que morde corre com inteligência, ocupa os espaços com agilidade e procura sempre os espaços livres para ocupar território até que a velocidade e a técnica superem os adversários até a bola estufar os cordéis da cidadela oponente.

Não podemos dizer que o Grêmio não faça uma marcação ativa. Contudo, ela somente é acionada após passarmos por algum sufoco.

Todo o povo tricolor quer saber do Luxa por que ele prefere fazer o time se poupar dessa perigosa maneira. Afinal de contas, não é só porque a Libertadores é peleada ou porque tivemos Cris INJUSTAMENTE expulso que escolheu-se marcar à distância – confirme iniciei o texto, este estranho hábito foi verificado sob as mais variadas circunstâncias: com o time completo; com desfalques; em casa; fora; após longas viagens; ao longo de uma semana inteira em casa; no Gauchão ou pela Libertadores.

Não quero que o Grêmio recorra novamente a fórmulas exaustivamente testadas e reprovadas. No entanto, cabe compararmos a diferença de tratamento da maior parte da mídia local para com o reprovado pela maioria Celso Roth em relação ao incensado Vanderlei Luxemburgo da Silva…

Como quem inventa é inventor, cansamos de ver Roth experimentar repetidamente uma miríade de variações táticas incoerentes, inoperantes e pouco treinadas. O melhor do técnico era a prevalência da marcação ativa e um feijão com arroz que eliminava quaisquer chances de sermos goleados ou rebaixados.

Com Luxa, felizmente, ainda não corremos esses riscos. Porém, já perdemos vários jogos bisonhos e nos desclassificamos de competições com um perfil similar ao da Libertadores: a Copa do Brasil para o Palmeiras e a Sul-Americana para o Millonarios.

Ok: naquela época, tínhamos um time inferior e era início de trabalho. Porém, se a gente só tem garfo e faca, não é com esse tipo de talher que iremos comer sushi: GARFO E FACA É PRA COMER… FEIJÃO COM ARROZ!

Pois mesmo com o plantel mais qualificado de 2013, ainda assim temos um banco deficiente, pois Luxa prefere os contratados meia-boca no banco ao invés de ter inscrito pratas da casa como o ótimo Guilherme Biteco (bastante superior a Marco Antônio e uma alternativa séria para substituir Elano ou Zé Roberto) ou os bons Matheus Biteco e Misael (ao invés de contarmos somente com Adriano para o lugar de Fernando ou de Souza).

Cabe ainda lembrar que o título que entregamos de mão beijada a quem nos superou na base do feijão com arroz o levou a entrar em um grupo mais fácil na nossa competição predileta. Como se isso não bastasse, com outro técnico e com um time modestíssimo, já está classificado às oitavas com uma rodada de antecedência, fazendo a sua torcida muito mais feliz do que a nossa.

O que dizer então dos colombianos que nos tiraram da Sula Miranda, que morreram na primeira fase de maneira bisonha?!

Some-se a esses fatos a incompreensível covardia e a inoperância que nos tiraram o vicecampeonato brasileiro no Grenal de “despedida” do lendário Estádio Olímpico Monumental e percebemos que, apesar de ser impossível prever o nível da oponência, perdemos uma terceira chance de entrarmos na fase de grupos em um grupo mais fácil.

O Grêmio de 2013 até pode deslanchar no segundo semestre no Brasileirão, campeonato onde Luxa sabe melhor o que fazer. Nem a classificação e tampouco o título da Libertadores estão descartados. Todavia, não podemos nos fiarmos no ingênuo mito de que “se não é difícil, não é Grêmio”…

Precisamos de um Luxa menos Roth na invenção e de um feijão com arroz melhor do que o de Roth, com molho de pimenta Tabasco e um tiquinho de azeite de oliva.

É tudo o que eu peço… ;)

[BR13 28ª] FLUMINENSE 1×1 GRÊMIO

Fiquei bastante impressionado com a diferença da atuação do nosso GRÊMIO contra o Fluminense no primeiro tempo da partida no Maracanã em relação aos últimos três adversários enfrentados tanto dentro quanto fora de casa pelo Brasileirão 2013.

O TRICOLOR DOS PAMPAS ousou, arriscou… Enfim, foi protagonista: ainda que com uma posse de bola menor do que a do mandante e também sofrendo vários ataques contra si, tivemos mais coragem e mais velocidade, pois o FLURANJA MECÂNICA dava bastante espaço para os nossos contragolpes.

Saímos vencendo. Novamente, a partir de uma bola parada: o zagueiro Bressan finalmente desencantou, de cabeça. A partir daí, entre perigosíssimas alvejadas sobre Marcelo Grohe (que substituiu com grandeza o titular Dida) e alguns contra-ataques velozes e muito bem encaixados (sobretudo pelo lado direito com Pará), pressentíamos aquela alegre tendência de vitória gremista em solo hostil.

Infelizmente, deixamos de “matar” o jogo ainda na primeira etapa do cotejo, pois perdemos alguns gols feitos – como de costume. Mais uma vez, apenas para provar que o Princípio de Muricy (“a bola pune”) é mais verdadeiro do que nunca, sofremos o gol de empate aos 45′ do segundo tempo.

A tirada de pé de Souza – que teve medo de cometer pênalti em Rafael Sobis – foi decisiva, assim como o desvio no calcanhar do sempre regular Rhodolfo, que culminou no golpe de vista equivocado do goleiro Grohe. De qualquer forma, foi um lance que serve de lição para que a nossa zaga não desista nunca, não pare, não acredite de antemão na trajetória que a bola poderá vir a percorrer.

Como consequência desse gol, após cinco rodadas, o GRÊMIO perdeu a segunda colocação no Brasileirão para o Botafogo, que venceu o Flamengo no clássico que ocorreu no mesmíssimo Maracanã, porém, no domingo.

Apesar da boa atuação e do gol de empate ter sido marcado do jeito que foi, Renato pecou por ter apenas trocado o seis pelo meia dúzia nas três alterações, além de tê-las efetuado muito tardiamente. Como agravante, tínhamos um homem a mais durante cerca de metade da segunda etapa e essa vantagem não foi explorada.

Portanto, aos 51 anos de idade e já com uma bagagem considerável como técnico, Renato Portaluppi ainda precisa amadurecer bastante, a fim de ampliar o seu leque de opções e de tornar as suas convicções menos cristalizadas.

A pior de todas as consequências dos últimos jogos (derrota em plena Arena para o Criciúma e empate contra o Fluminense) não foi a perda da segunda colocação para a Estrela Solitária pelo quarto critério de desempate (gols pró): foi a repetição de um erro recorrente que  não poderia mais acontecer.

Quarta-feira, contra o Corinthians, há uma grande chance de empate em 0×0 ou de vitória macérrima para quem quer que seja, em um confronto muito parelho: além de ambos os sistemas defensivos serem muito fortes, as duas equipes costumam marcar poucos gols.

[BR13 26ª] BOTAFOGO 0×1 GRÊMIO

Acima: o gol mais bonito do GRÊMIO no Brasileirão 2013. Percebam o detalhe da excelente assistência do importantíssimo volante Riveros para o jovem lateral-esquerdo Alex Telles, que deu um drible/ajeitada para estilingar com o peito do pé no ângulo oposto do goleiro Jefferson, sem nenhuma chance de defesa. A torcida tricolor dos pampas silenciou o estádio Mário Filho (Maracanã), em uma doce rotina de campeão carioca moral para o exército de ferro com a alma castelhana.

A exemplo da vitória anterior contra o São Paulo Futebol Clube em pleno estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi) no final de semana anterior, estabelecemos uma rotina bastante árdua: como sói nesta temporada, o pragmatismo portaluppiano tem-nos proporcionado vitórias muito doídas. Mas, acima de tudo, VITÓRIAS.

Alguns jornalistas fazem enquetes pra descobrir se a amostragem de gremistas que as responde prefere que o time jogue bonito mas nem sempre ganhe ou se prefere que o time jogue “feio” e seja capaz de conquistar títulos.

Pessoalmente, prefiro jogar bonito E ser campeão. Essa é a utopia a ser perseguida em um esporte cuja presença massiva de público nos estádios e de audiência televisiva depende cada vez mais da sua capacidade de proporcionar LAZER e ENTRETENIMENTO.

O entretenimento não pode ser cansativo nem angustiante: ele deve, sim, trazer consigo fortes componentes de dramaticidade, equilíbrio e momentos de superação. Contudo, ele precisa proporcionar muito mais do que o mero alívio – deve, acima de tudo, oferecer esperança e gozo com uma certa dose de plasticidade.

No entanto, ainda precisamos pesquisar (a partir de uma metodologia científica adequada) sobre o que a maioria dos gremistas entende por lazer, entretenimento, vitória, título, alegria, satisfação, resultado positivo e prazer.

Eu ainda não sei dizer o que a maioria dos gremistas prefere. Por enquanto, definir o que a maioria pensa sem uma pesquisa não passa de uma visão deturpada via senso comum.

Também vejo uma imensa dificuldade em entendermos como um time  – aparentemente (?!) – tão limitado  tem conseguido manter-se há 15 rodadas consecutivas no G4, sendo vice-líder há três rodadas e estar garantido nesta posição por pelo menos mais uma.

Segundo o comentarista dos canais ESPN e colunista da Folha Paulo Vinicius Coelho, a cada Copa do Mundo, há uma mudança de comportamento tático generalizada no mundo inteiro, refletida não apenas pelas seleções, mas também pelos clubes: se o futebol vitorioso for mais ofensivo, a maioria procura imitá-lo; se for defensivo, ocorre o mesmo fenômeno. Basta vermos o que ocorreu nas fases decisivas da Libertadores e da UEFA Champions League dos anos subsequentes aos das Copas em comparação com o estilo de jogo dos campeões mundiais recentes… ;)

Pois bem: ao contrário do que o Grêmio tem demonstrado em campo – por incrível que pareça –, tanto a média de gols por partida quanto uma maior ou menor facilidade em obter-se pontos é extremamente parecida, seja nas ligas de cultura mais ofensiva, seja nas de hábitos mais frequentemente defensivos. Portanto, em termos de sucesso, a plasticidade pouco importa.

Outra comparação descabida é a de times que não atuam no mesmo contexto espaço-temporal: não se pode comparar a Seleção de 1970 com a de 1982, nem a de 1994 com a de 2002, ou a de 1990 com a de 2010. Afinal de contas, o preparo físico, a alimentação, a facilidade de obtenção de informação e a mensuração estatística da performance baseada em valências individuais e coletivas evoluíram assombrosamente na última década.

O único dado objetivo que temos para medir este Grêmio de Renato é que ele está mantendo uma sequência de vitórias muito maior do que os empates e derrotas, que – felizmente – surgem como eventuais.

Acredito que a bola não entre por acaso: assim, não podemos nos preocuparmos com a distância que o Cruzeiro (que joga bonito, vence e convence) abriu como virtual campeão brasileiro da temporada 2013. O que realmente conta é o Grêmio dar o seu máximo, a fim de podermos terminar com um honroso vicecampeonato, que nos garantirá uma vaga direta à Libertadores 2014, sem precisarmos passar por uma fase preliminar.

Assim como escrevi no post anterior, precisamos depositar esperança no amadurecimento físico, tático, técnico e emocional de nossos mais jovens jogadores. Além deles, outros irão surgir. Outra boa notícia é a de que o Grêmio tem conseguido manter seus principais jogadores já há algumas temporadas. E, em 2014, tendo o mesmo técnico e a mesma direção trabalhando juntos pela primeira vez em muitos anos, Renato poderá, enfim, indicar contratações pontuais para posições carentes.

Por exemplo: não temos um meia maduro e consagrado, suficientemente confiável para lapidar e deixar como legado um comportamento confiante, criativo e autônomo para Maxi Rodríguez e Guilherme Biteco poderem tornar-se protagonistas do nosso time.

Também não temos um lateral-direito suficientemente confiável para substituir Pará.

De qualquer forma, percebo uma evolução bastante interessante na forma como o Grêmio pensa a prospecção e a formação de jogadores: assim como o mesmo PVC já citado costuma dizer, a posição mais importante do futebol contemporâneo é a de volante. Então, temos evoluído bastante da visão amadora, imatura e antiquada do jogador “brucutu” para alguém que marque duro sem sofrer cartões em demasia, capaz de sair jogando e de concluir, com uma excelente qualidade de passe e de lançamento.

O passe ainda não é uma de nossas maiores virtudes. A eficiência nos contra-ataques, tampouco. Mas vejo este Grêmio que venceu a São Paulo e Botafogo quase de maneira “criminosa” para muitos e que venceu com segurança (porém sem traduzir a sua vantagem em gols) como mandante contra o Atlético-PR um time transicional, que está longe de ser o que dele se espera, mas que tende a ser bastante melhor no ano que vem.

GRÊMIO 2014: MELHOR DO QUE EM 2013, COM A FORÇA DA BASE

Ramiro, volante que sabe lançar, chutar de longa distância, cobrir o lateral e marcar: transição e posicionamento de área a área

 

Por ser adepto das estatísticas (desde que se saiba o que fazer com os parâmetros e índices obtidos no momento de interpretar todos esses dados), embora lamente o fato de – mais uma vez – “apenas” brigarmos por uma vaga à Libertadores 2014, já joguei a toalha para o título do Brasileirão 2013 enquanto ainda nutro alguma esperança na Copa do Brasil 2013.

Dizem que gremista não pode perder a esperança, que não pode se entregar… Tudo bem: sou muito cético quando o contexto não me indica o desfecho dos sonhos. Afinal de contas, certas “viradas” são mais difíceis do que ganhar sozinho três vezes seguidas na MegaSena ou que eu consiga comprar a ilha do Richard Branson com meu salário de professor na semana que vem.

Como prefiro projetar sem grandes elocubrações (meu sonho de termos um ataque com Cavani e Balotelli é apenas isso – um sonho), costumo quebrar a cabeça primeiro utilizando aquilo que a casa oferece. Primeiro, porque o Grêmio não tem a caixa-forte do Tio Patinhas. Segundo, porque não temos as maiores sumidades da história do futebol mundial em todas as eras e em todos os mundos por aqui.

A utopia possível (isto é, a de voltarmos a sermos campeões da América do Sul e do Mundo novamente) depende de profissionalismo, pragmatismo e de uma boa dose de sorte – que, normalmente, só ajuda aos bons. Como trabalhamos por isso, a esperança não é nada absurda. Mas isso só deverá começar a ser vislumbrado a partir de 2014.

Talvez eu mesmo crie uma resistência forçada pra não me decepcionar psicologicamente: então, acabo encarnando o Hardy Har-Har (a hiena depressiva e pessimista de Hannah-Barbera) para que, no fundo, seja surpreendido e acabe criando confiança a partir desses eventos – supostamente – inesperados a nosso favor.

De qualquer forma, 2013 está chegando ao seu final longe de proporcionar à imensa nação tricolor de 6,8 milhões de fãs o tão desejado retorno da grandeza dentro de campo…

MAS SERÁ QUE FICAMOS TÃO LONGE ASSIM?! Aposto que não, pois acredito piamente que

OS NÃO-TÍTULOS DE 2013 NÃO SE CONSTITUEM EM UMA DECEPÇÃO PELA PRIMEIRA VEZ EM VÁRIAS TEMPORADAS.

A troca de treinador; as alterações radicais no plantel; a mudança de estilo de jogo; as dificuldades financeiras que – ao contrário do que costumava ocorrer – não resultaram em um posicionamento melancólico em nenhum campeonato disputado no ano…

…E o surgimento de VÁRIOS bons jogadores em DIVERSAS posições, em TODOS OS SETORES do gramado, onde a TÉCNICA supera a força depois de muitos anos de meros quebradores de bola, maus passadores, jogadores lentos e de personalidade fraca, nos oferece homens de qualidade, cuja personalidade está sendo muito bem formada, graças a um decisivo sentimento de pertença, que gera a necessária identidade entre plantel, diretoria, comissão técnica e aqueles que interessam: os torcedores.

Retomo aqui a ideia central do post anterior, sobre a complementaridade entre a FANTASIA e a CONCRETUDE (ou, se preferirem, entre a EMOÇÃO e a REGRA, conceitos demasianos): Moneyball indica que não precisamos ter dois craques caríssimos rodeados por uma porção de nulidades mas, sim, que é mais provável que um time seja campeão se todos os boleiros disponíveis tiverem uma REGULARIDADE ACIMA DA MÉDIA EM CONJUNTOS COMPLEMENTARES DE VALÊNCIAS (técnicas, táticas, físicas e emocionais).

Pela primeira vez em muitos anos, vemos com CLAREZA a possibilidade de TRIUNFARMOS sem termos mais a mentalidade bonachona e não-especializada de Cacalo; a truculência de Dinho; a superlativa convicção de Felipão na negação do craque; a bagaceirice de Pelaipe; a enganadora soberba de Odone ou o TCHEQUISMO como referência de identidade, de técnica e de profissionalismo.

Temos o pequenino, fiel e ótimo Ramiro (ilustrado na foto de abertura deste post) e o promissor Matheus Biteco, que contam com Souza como um bom professor ao seu lado e um pós-doutor como Zé Roberto dentro (nem sempre) e fora de campo; o melhor lateral esquerdo do Brasileirão até aqui, Alex Telles (já com luz própria); Saimon, Gabriel e Bressanesi (todos ainda dependem de uma grande lapidação; felizmente, AGORA, estão cercados por Rhodolfo, um SENHOR zagueiro, que é experiente sem ser velho e sabe o que fazer com a bola no pé); Guilherme Biteco, como uma quase realidade justamente para o lugar que Zé Roberto ocupa por abnegação e técnica mas não devido ao seu preparo físico e a um posicionamento longe do seu ideal; Yuri Mamute e Paulinho, que ocupam o ataque que não terá Barcos e Kleber por muito tempo (pelo menos assim acredito).

O agora conselheiro Paulo Deitos lembra que, salvo o campeão da Copa do Brasil de 2001, todas as nossas demais grandes conquistas tiveram pelo menos 40% de titulares e algo entre 50% e 70% de jogadores cultivados em nossos canteiros.

Pois esta lógica está sendo redesenhada.

Parabéns à direção. Sigo esperançoso, porém, paciente, pois sei que projetos de longo prazo não podem ser rompidos ao sabor do amadorismo ou do fisiologismo de gestões sucessoras.

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